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Vale a pena fazer um curso de programação online?

Vale a pena fazer um curso de programação online?
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20 de maio - min de leitura

Cursos EAD podem ser mais baratos e rápidos, mas são a melhor opção para você?


À primeira vista, cursos online parecem ser soluções práticas e baratas quando queremos aprender uma nova habilidade no meio da correria do dia a dia. Aulas de ensino à distância, ou EAD, são cada vez mais comuns. Mas será que vale a pena quando o assunto é fazer um curso de programação online? Existe muita gente boa por aí que aprendeu a programar sozinho e defende esse modelo. Mas nem todo mundo é autodidata e algumas pessoas se sentem mais confortáveis em ambientes de aprendizado nos quais é possível trocar experiências ao longo do curso. Leia mais: 5 dicas valiosas para quem quer começar a programar A maioria dos profissionais do mercado concorda que programação não é uma área de estudo fácil, principalmente para quem está começando do zero. E pode não ser uma boa ideia iniciar seus estudos de programação totalmente online. Por isso, é fundamental se perguntar qual é a melhor forma de aprender a programar. As variáveis para tomar essa decisão são muitas: qualidade do curso e dos professores, tempo e dinheiro disponíveis para investimento, nível de foco e concentração do aluno. Cada tipo de curso tem seus prós e contras. Nesse post vamos apresentar cada formato, desta forma você será capaz de identificar qual método de ensino  pode funcionar melhor para você.

Curso de programação online

O sistema mais conhecido como EAD tem aulas totalmente online. Geralmente, cada aula se resume em um vídeo acompanhado de material de estudo e atividades que são realizadas na plataforma do curso. Os formatos podem variar, mas o conceito é o mesmo. É inegável que os melhores cursos de programação estão concentrados em grandes centros urbanos. Por isso, para quem está afastado dessas regiões ou tem dificuldade para se locomover grandes distâncias, o ensino online é uma boa solução. Também existem muitos cursos que são gratuitos ou possuem um custo muito baixo, justamente por serem 100% online. O que faz toda a diferença para quem está em uma situação na qual não se tem muito para investir. Por fim, existem pessoas que simplesmente aprendem melhor sozinhas e no seu próprio ritmo, sem a necessidade de compartilhar um espaço de aprendizado com outros ou seguir um cronograma.

Curso de programação presencial

Quando falamos em aprender programação, o nível de dificuldade e exigência faz com que muitos profissionais recomendem que você inicie seus estudos em uma escola que oferece cursos presenciais na área. Leia mais: Programação: para onde ir, afinal? Isso porque você vai ter a chance de realizar atividades práticas com um tutor ao lado, que imediatamente poderá corrigir seus erros ou te auxiliar com dúvidas. Sem contar a troca de experiências com os próprios colegas. Apesar de mais caros e longos, estes cursos também costumam ter mais qualidade e conseguem preparar o aluno para o mercado de trabalho. Os professores podem trazer cases para a classe e realizar simulações de situações reais com a turma. Em comparação com fazer um curso de programação online, o curso presencial também te coloca em contato com profissionais do ramo, criando sua primeira rede de networking já em sala de aula. Esse é o curso mais indicado para pessoas que possuem dificuldade em se concentrarem e que dispersam sua atenção facilmente quando estudam sozinhas. Um formato presencial com atividades práticas e troca entre colegas de trabalho pode ser estimulante.

Curso de programação online e presencial

Existe um terceiro formato, pouco conhecido e aplicado, que é o meio termo entre o curso totalmente presencial e o totalmente online, também conhecido como semi-presencial ou blend (misto). Neste caso, o aluno estuda todo o material teórico em casa e comparece às aulas somente para as atividades práticas. A carga horária é dividida entre online e presencial. Quando falamos de um curso tão complexo quanto programação, que exige muita horas de estudo e grande comprometimento, esta é uma excelente solução para quem procura um curso de alta qualidade, mas não tem tanto tempo disponível para se deslocar. Sem contar que o estudo online pode ser feito nas dependências físicas da escola, para aqueles com dificuldade de concentração. E os professores estarão à disposição para ajudar durante os exercícios práticos. Este é o melhor formato para quem está indeciso entre aulas presenciais e online, pois é a combinação dos dois, trazendo o melhor de cada um. A Digital House oferece cursos de programação na modalidade presencial e semipresencial. Quer saber mais? Entre em nosso site ou venha fazer uma Visita ao Campus.

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Como aplicar o storytelling ao seu negócio

Muito se fala sobre o storytelling, ou seja, a arte de contar histórias. O termo, normalmente, é associado à publicidade e ao marketing, como uma forma de aumentar o engajamento do público. Mas, então, como contar uma história em seu negócio?Existem muitas formas de trazer o storytelling para sua empresa, seja para quem vai vender pela internet ou apenas divulgar produtos e serviços na web. Antes de apresentar algumas delas, é importante destacar que essa estratégia costuma ser muito positiva na hora de atrair e envolver os potenciais consumidores.Saber como contar uma história conquista a atenção das pessoas desde que os seres humanos começaram a se comunicar. Portanto, aplicar o storytelling ao seu negócio é uma forma de manter seu cliente ligado nos seus conteúdos, sejam eles em que canal for.Portanto, vamos conhecer algumas formas para contar histórias em seu negócio!1. Tenha uma página sobre a empresa no site e capricheUm ótimo espaço para aplicar o storytelling em seu negócio é na página sobre a empresa. Ali, normalmente, há um texto explicando o que você faz, que tipo de serviço presta, desde quando e outras informações do tipo. Por que não utilizar esse espaço para contar uma história?Você pode contar como surgiu a ideia de começar a empresa, os motivos que o levaram a escolher aquele ramo e todo tipo de informação interessante sobre seu negócio. Assim, você desperta a curiosidade do leitor e pode deixá-lo mais envolvido com sua marca!O restaurante Madero é um que explora muito esse tipo de comunicação para apresentar sua história. Este vídeo, por exemplo, mostra como surgiu o cheeseburguer do chef Júnior Durski.Você pode adaptar conteúdos como o vídeo acima para a página sobre a empresa em seu site.Mas atenção! Você não deve, em hipótese nenhuma, inventar uma história que pareça bonita apenas para chamar a atenção. Além de enganar seus potenciais clientes não ser uma atitude correta, ela pode até ser penalizada. Exemplo disso foi uma campanha da fabricante de sorvetes Diletto. Em 2014, a empresa foi punida pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) depois que descobriu-se que a história sobre a fundação da empresa era falsa.2. Produza conteúdos com histórias em seu blogSe você já é um adepto do marketing de conteúdo ou pretende começar a aplicá-lo como estratégia em seu negócio, o blog é um ótimo local para aplicar o storytelling!Quando for escrever posts sobre seu nicho de mercado, procure caprichar nos textos e pense em como contar uma história com aquele conteúdo. Por exemplo, se você costuma produzir artigos com dicas de maquiagem no seu site, procure contar a história de alguns dos produtos mais utilizados ou da evolução das tendências das makes ao longo da história.Além disso, você pode fazer estudos de caso de outras empresas ou até mesmo contar experiências pelas quais o seu negócio tenha passado e que possam despertar interesse no público. Dessa forma, você engaja seus potenciais clientes e os mantêm sempre ansiosos pelo seu próximo artigo!3. Atenção às palavras na descrição dos produtosSe você tem ou quer criar uma loja virtual, o espaço da descrição dos produtos pode ser um ótimo espaço para aplicar o storytelling. Sempre prestando atenção às palavras-chave para a estratégia de SEO do seu e-commerce, você pode tornar os textos sobre as mercadorias muito mais atrativos.Se você vende, por exemplo, camisetas com estampas de artistas famosos, não precisa se limitar a uma descrição engessada. Por que não contar um pouco da história do artista ou do desenho retratado na estampa da peça de roupa ali na descrição? Dessa forma, a pessoa que se interessar por aquele produto já se sentirá mais envolvida com ele à medida que lê as informações em seu site.A loja de rações naturais para pets Simple Dog, por exemplo, conta como os alimentos são feitos de forma envolvente nas descrições:Seja sua loja virtual montada por um desenvolvedor ou a partir de uma plataforma de e-commerce, você sempre terá um espaço para descrever seus produtos. Então, utilize-o de forma proveitosa!4. Use as redes sociais para contar históriasAs redes sociais são ótimos espaços para divulgar conteúdos, produtos e serviços da sua marca. E, assim como em outros espaços digitais, nelas os usuários também apreciam e se envolvem com histórias bem contadas!Seja no Instagram, no Facebook ou no YouTube, lembre-se de não fazer os posts e vídeos apenas para mostrar os produtos. Conte como surgiu a ideia de desenvolvê-los ou quais as maiores dificuldades que encontrou para começar seu negócio, por exemplo.Um exemplo simples, porém que já cria uma história na percepção das pessoas ao verem o post é o da loja virtual de acessórios Oficial Accio:No post acima, ao invés de apenas apresentar o kit eco, toda a expectativa de uma viagem à praia no verão é apresentada. Isso tem a capacidade de mexer com as emoções das pessoas, que já se imaginam na situação mostrada pelo post.Se estiver com dificuldades, observe as redes sociais de grandes marcas que você admira e que despertam o engajamento do público. Preste atenção e tente entender como elas fazem isso. Dessa forma, você consegue encontrar formas de aplicar a ideia ao seu negócio!Agora que você já sabe como contar uma história sobre sua marca e produtos, já pode começar a aplicar o storytelling em seu negócio. Seu público, certamente, vai se tornar muito mais engajado com seus conteúdos!---Informações da autoraVictoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!

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As organizações já estão modificando os perfis que requerem. Isto, bastante demonstrado em todo o mundo, foi comprovado também pelo estudo “The Skills companies need most“, elaborado por LinkedIn em sua edição 2019. Segundo essa pesquisa, o ranking das 25 habilidades hard mais demandadas está composto por:- Cloud Computing- Raciocínio analítico- Gestão de pessoas- UX Design (User Experience Design)- Desenvolvimento de aplicações de celulares- Produção de vídeo- Sales Leadership- Tradução- Produção de áudio- Processamento da linguagem natural (PLN)- Scientific Computing- Game Development- Social Media Marketing- Animação- Business Analysis- Jornalismo- Marketing Digital- Design Industrial- Estratégias competitivasUm dado importante: O documento enfatiza que as organizações estão focando mais no “saber fazer” dos candidatos do que no fato de que tenham título universitário.