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Vale a pena fazer um curso de programação online?

Vale a pena fazer um curso de programação online?
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20 de maio de 2019
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Cursos EAD podem ser mais baratos e rápidos, mas são a melhor opção para você?


À primeira vista, cursos online parecem ser soluções práticas e baratas quando queremos aprender uma nova habilidade no meio da correria do dia a dia. Aulas de ensino à distância, ou EAD, são cada vez mais comuns. Mas será que vale a pena quando o assunto é fazer um curso de programação online? Existe muita gente boa por aí que aprendeu a programar sozinho e defende esse modelo. Mas nem todo mundo é autodidata e algumas pessoas se sentem mais confortáveis em ambientes de aprendizado nos quais é possível trocar experiências ao longo do curso. Leia mais: 5 dicas valiosas para quem quer começar a programar A maioria dos profissionais do mercado concorda que programação não é uma área de estudo fácil, principalmente para quem está começando do zero. E pode não ser uma boa ideia iniciar seus estudos de programação totalmente online. Por isso, é fundamental se perguntar qual é a melhor forma de aprender a programar. As variáveis para tomar essa decisão são muitas: qualidade do curso e dos professores, tempo e dinheiro disponíveis para investimento, nível de foco e concentração do aluno. Cada tipo de curso tem seus prós e contras. Nesse post vamos apresentar cada formato, desta forma você será capaz de identificar qual método de ensino  pode funcionar melhor para você.

Curso de programação online

O sistema mais conhecido como EAD tem aulas totalmente online. Geralmente, cada aula se resume em um vídeo acompanhado de material de estudo e atividades que são realizadas na plataforma do curso. Os formatos podem variar, mas o conceito é o mesmo. É inegável que os melhores cursos de programação estão concentrados em grandes centros urbanos. Por isso, para quem está afastado dessas regiões ou tem dificuldade para se locomover grandes distâncias, o ensino online é uma boa solução. Também existem muitos cursos que são gratuitos ou possuem um custo muito baixo, justamente por serem 100% online. O que faz toda a diferença para quem está em uma situação na qual não se tem muito para investir. Por fim, existem pessoas que simplesmente aprendem melhor sozinhas e no seu próprio ritmo, sem a necessidade de compartilhar um espaço de aprendizado com outros ou seguir um cronograma.

Curso de programação presencial

Quando falamos em aprender programação, o nível de dificuldade e exigência faz com que muitos profissionais recomendem que você inicie seus estudos em uma escola que oferece cursos presenciais na área. Leia mais: Programação: para onde ir, afinal? Isso porque você vai ter a chance de realizar atividades práticas com um tutor ao lado, que imediatamente poderá corrigir seus erros ou te auxiliar com dúvidas. Sem contar a troca de experiências com os próprios colegas. Apesar de mais caros e longos, estes cursos também costumam ter mais qualidade e conseguem preparar o aluno para o mercado de trabalho. Os professores podem trazer cases para a classe e realizar simulações de situações reais com a turma. Em comparação com fazer um curso de programação online, o curso presencial também te coloca em contato com profissionais do ramo, criando sua primeira rede de networking já em sala de aula. Esse é o curso mais indicado para pessoas que possuem dificuldade em se concentrarem e que dispersam sua atenção facilmente quando estudam sozinhas. Um formato presencial com atividades práticas e troca entre colegas de trabalho pode ser estimulante.

Curso de programação online e presencial

Existe um terceiro formato, pouco conhecido e aplicado, que é o meio termo entre o curso totalmente presencial e o totalmente online, também conhecido como semi-presencial ou blend (misto). Neste caso, o aluno estuda todo o material teórico em casa e comparece às aulas somente para as atividades práticas. A carga horária é dividida entre online e presencial. Quando falamos de um curso tão complexo quanto programação, que exige muita horas de estudo e grande comprometimento, esta é uma excelente solução para quem procura um curso de alta qualidade, mas não tem tanto tempo disponível para se deslocar. Sem contar que o estudo online pode ser feito nas dependências físicas da escola, para aqueles com dificuldade de concentração. E os professores estarão à disposição para ajudar durante os exercícios práticos. Este é o melhor formato para quem está indeciso entre aulas presenciais e online, pois é a combinação dos dois, trazendo o melhor de cada um. A Digital House oferece cursos de programação na modalidade presencial e semipresencial. Quer saber mais? Entre em nosso site ou venha fazer uma Visita ao Campus.

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UX Research: o que é e como planejar

Por mais que estejamos imersos num projeto, entendendo o briefing e conhecendo o problema, é de vital importância ouvir o usuário, reconhecer suas necessidades e validar o projeto justamente com quem vai utilizar o produto ou serviço.Antes de tomar qualquer decisão sobre um produto, é necessário investigar o cenário. Por isso, a UX Research ajuda na identificação do problema e também é essencial para refutar ou comprovar as hipóteses de um projeto. Ou seja, a pesquisa é uma parte fundamental do trabalho de User Experience.Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema, entendendo como funciona, quais habilidades são necessárias e como planejar uma pesquisa em UX. Afinal, o que é UX Research?A pesquisa é uma etapa pouco compreendida e valorizada em Experiência do Usuário, mas também é a mais crítica para o processo. Muitas vezes, é deixada de lado, ou considerada um luxo desnecessário, mas em momentos críticos, faz muita falta!Traduzindo a definição da Interaction Design Foundation, UX research é a investigação sistemática dos usuários e seus requisitos, contextualizando e buscando insights para o processo de user experience. A pesquisa emprega diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões, estabelecer fatos e encontrar problemas, revelando, dessa forma, informações valiosas para o processo de design.Ou seja, é a maneira de reconhecer um problema, confirmar ou refutar hipóteses, além de reconhecer as principais necessidades e objetivos do público-alvo, por meio de diferentes pontos de vista e contextos, melhorando ainda mais todo o trabalho de experiência do usuário. Para quem está começando a carreira nessa área, vale ter a consciência da importância da pesquisa desde já! As vantagens de uma pesquisa de UXEntender o público para trazer soluções que aumentem a satisfação dele já é, por si só, uma grande vantagem, certo? Pois além disso, incorporar a pesquisa no dia a dia dos processos de UX tem outros pontos positivos!Na prática, isso traz melhorias de tempo e dinheiro. De tempo, pois a investigação ajuda a identificar erros e tomar decisões mais acertadas num tempo mais curto, economizando esforços de retrabalho, por exemplo. E solucionar os problemas antes de desenvolver o projeto sairá muito mais barato do que refazer tudo quando o mesmo já estiver em funcionamento!Ah, e sem contar a vantagem competitiva, pois quando você busca o feedback do usuário, você o entende e, por isso, melhora a sua experiência interativa. Isso te colocará sempre um passo à frente dos seus concorrentes e mantém seu cliente sempre satisfeito, sendo mais um passo na busca pela fidelização.No final das contas, com um trabalho de pesquisa de UX, você garante um produto que tenha não só um design bonito, mas que também tem usabilidade e inteligência.Como planejar uma pesquisa de usuário?O planejamento deve começar sempre pela questão mais fundamental: qual dúvida queremos que seja respondida? Qual o objetivo? Além disso, é importante considerar as hipóteses, ou seja, quais as possibilidades de respostas. Com o resultado da pesquisa, será possível entender se essas suposições foram confirmadas ou refutadas.Também é fundamental entender com quem a marca quer falar, ou seja, definir quais dos stakeholders serão parte da pesquisa. Afinal, o público questionado deve ser exatamente o mesmo que se beneficiará dos resultados da investigação, por isso é tão importante definir essa questão com clareza.Entenda também qual metodologia será utilizada. Os métodos qualitativos mostram comportamentos e explicam porque um usuário age de uma maneira ou de outra, enquanto os métodos quantitativos trazem dados numéricos e estatísticas. Dentre os métodos, temos as entrevistas, teste de usabilidade, estudo etnográfico, entre outros. Se você não tem muita certeza de qual é o ideal, retorne à questão que precisa ser respondida. Se, por exemplo, você quer entender como as pessoas utilizam seu app, o método mais adequado deveria ser um teste de usabilidade. Mas se, por outro lado, você quer entender por que alguns usuários clicaram num botão e outros não, aí pode ser o caso de uma entrevista, algo mais qualitativo.Definitivamente, a pesquisa é uma parte essencial a ser executada em qualquer projeto. Observar e compreender o usuário demonstra empatia e é de vital importância para criar produtos e serviços que o cliente realmente necessita.

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Link Building: conceitos e técnicas

Houve um tempo no universo das ferramentas de busca em que ter a sua página repleta de backlinks era o suficiente para ficar em uma boa posição. Mas como tudo na vida, a quantidade foi substituída por qualidade e, agora, para usar link building em estratégia de SEO é preciso ir um bastante além.Para quem não está familiarizado com o termo, link building é a tática de adquirir links de outros sites. Esse trabalho é uma via de mão dupla, porque ao mesmo tempo que outros sites possuem links apontando para a sua página, você também acrescenta hiperlinks externos no seu conteúdo.Os mecanismos de busca entendem links como "votos", sendo assim, quanto mais links apontando para você, mais votos de que seu conteúdo é confiável e você é uma autoridade em determinado assunto. Antigamente, os algoritmos não eram inteligentes o suficiente para entender a qualidade desses votos, então muitas pessoas utilizavam essa estratégia criando links e sites falsos. Por esse motivo, o link building acabou se tornando "persona non grata" nas estratégias de SEO. Mas é possível usar essa tática de maneira responsável e ética, e ainda garantir o sucesso da sua página.De acordo com a MOZ, que realiza pesquisas com profissionais de SEO bianualmente, 99,2% dos primeiros 50 resultados de uma pesquisa no Google possuíam pelo menos um link externo apontando para algum site. Contexto importaComo já mencionamos, os mecanismos de busca estão muito focados em qualidade quando o assunto é links, por isso não adianta só colocar um hiperlink em uma frase aleatória ou ter sempre um link na palavra-chave.Contexto é um dos critérios de avaliação, os outros critérios do Google são: o texto que está no link e se o link tiver a tag "dofollow" ou "nofollow". Se o link for o segundo caso, com a tag "nofollow", o algoritmo do Google não reconhece este link como um voto a seu favor, apesar de gerar tráfego para seu site. Qualidade > QuantidadeEssa é uma tecla que vale a pena apertar, bater, repetir e relembrar até cansar. Link building tem tudo a ver com qualidade em vez de quantidade. Isso vale para links e também para o conteúdo do seu site.Existem alguns fatores que indicam qualidade (ou a falta dela) em seus links, como a idade do domínio, o acesso dos motores de busca a esta página, o número de links para aquela página ou domínio, os tipos de sites linkados na página, entre outros. E não adianta falarmos só de links, a qualidade do seu conteúdo também precisa ser levada em consideração. Textos relevantes, claros, objetivos e bem escritos também são parte fundamental da sua estratégia de link building.Guest PostEscrever um post para outro blog é uma excelente técnica para melhorar seu link building. A prática é comum em agências e empresas, e te dá mais controle em relação às âncoras do link. O Google, no entanto, vem tentando banir o guest post, porque muita gente está usando a técnica para o mal, gerando spams no lugar de conteúdo relevante. Além de ser uma boa prática para o link building, o guest post envolve criar um relacionamento com outro produtor de conteúdo ou com uma empresa, algo que sempre será positivo para sua marca.Escolha blogs que trabalhe com temas relevantes para sua empresa e que tenham uma boa visibilidade, crie um relacionamento comentando nos posts e nas redes sociais antes de mandar um e-mail abordando o assunto do guest post.Mostre que você é uma boa autoridade sobre o assunto que deseja escrever e, quando seu post for publicado, compartilhe em suas redes e continue nutrindo um bom relacionamento com os autores do outro site. Prospecção (ou Assessoria de Imprensa)Fazer uma prospecção ativa links é um trabalho muito similar ao de assessor de imprensa, em que um profissional é contratado para fazer com que site e veículos importantes e relevantes falem da sua marca. Consequentemente, o link da sua página pode ganhar destaque nesses canais.Se sua empresa tiver condições de contratar uma assessoria de imprensa ou um profissional interno para conduzir esse trabalho, os principais lançamentos de sua marca e notícias do seu nicho de atuação poderão ser usados para melhorar seu link building.MonitoramentoNem sempre você sabe quem está falando de você, por isso é uma tática muito positiva investir em ferramentas de monitoramento, pode até ser o Google Alerts, que é gratuito. Assim, através de palavras-chave, você consegue saber quem está mencionando sua marca e, caso não tenham incluído um link, você pode entrar em contato para pedir a inserção.Acrescentar o link building em sua estratégia de SEO com certeza vai trazer frutos muitos positivos, você só precisa ficar atento para não cair em nenhuma das más práticas que são corriqueiras nessa técnica.