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User Experience e Dados: como conciliar as duas áreas?

User Experience e Dados: como conciliar as duas áreas?
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13 de julho de 2018
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User Experience: quando designers e analistas de dados trabalham juntos em prol da causa Não é novidade que Marketing e Design precisam trabalhar juntos no desenvolvimento e aperfeiçoamento de novos produtos. Entender a aceitação de um produto era tarefa tradicionalmente por meio de pesquisas de mercado, posteriormente, os testes de usabilidade passaram a procurar entender o comportamento do usuário. Com a revolução digital, no entanto, entrou em campo um outro tipo de coleta de dados. Nos ambientes online, as empresas são capazes de rastrear todas as nossas pegadas, informações que vamos deixando pelo caminho, enquanto interagimos com um produto, site, aplicativo ou e-commerce. Imagine que hoje é possível que um designer de User Experience assista ao vivo os usuários conectados em um site de compras e avalie em tempo real como é feita a escolha de produtos, a navegação pelos menus desenhados por ele, como o usuário coloca produtos no seu carrinho, passa pelas etapas de check out, e finaliza - ou não, sua compra. A coleta de dados dos usuários e do seu comportamento online são captados por bancos de dados que geram uma quantidade quase infinita de informações. Ficam registrados, por exemplo, desde nossos dados como consumidores, como gênero, idade, localização geográfica, ticket médio de compra e produtos preferidos, até informações importantes de usabilidade, como onde clicamos, que conteúdos lemos, quanto tempo demoramos em uma sessão no site e o trabalho que temos para realizar as tarefas que os designers esperam de nós. Esses dados, por si só, podem não trazer nenhuma grande revelação se não entrar em cena um profissional especializado em sua leitura, o cientista de dados. Sua responsabilidade é olhar para esse amontoado de dados e pescar dali informações importantíssimas para o aperfeiçoamento de produtos e interfaces, nutrindo a área de UX de insights valiosos.

Mas como isso é feito?

Antigamente, um designer de interfaces precisaria trazer insights de sua própria experiência profissional e da área de pesquisa e desenvolvimento para fazer testes de layout. Hoje, os dados de comportamento são lidos na velocidade da internet e trazem imediatamente feedbacks dos usuários.

Vamos pensar em alguns exemplos práticos?

O profissional de BI, ou um profissional de UX treinado em BI, pode rapidamente perceber que os usuários estão procurando informações muito óbvias no campo de busca do site que poderiam ser encontradas no menu. Então talvez o menu não esteja muito didático ou a navegação dele pode estar confusa. Ou então, qual seria o trajeto mais natural: um site que pede primeiro o cadastro para compras ou um check out desenhado para pedir os dados pessoais apenas no pagamento do carrinho? Se o abandono do site foi grande no primeiro caso, isso pode identificar que os usuários se sentem mais confortáveis primeiro escolhendo produtos para, então, inserir seus dados no momento de finalização da compra. As possibilidades são infinitas! Quantidade e qualidade de conteúdo, tipos de imagens, formatação de banners, desenhos de menus, sugestão de produtos, apresentação do carrinho, formas de pagamento... Hoje já é possível que os designers subam layouts diferentes de acordo com a localização do usuário que acessa o site, o que possibilita testes A/B de interface em tempo real! Uma empresa pode, por exemplo, desenhar home pages diferentes para clientes de segmentos diversos e ver como cada grupo reage. O resultado? Layouts totalmente personalizadas para o perfil do consumidor. Amyris Fernandez, Coordenadora de UX com 35 anos de experiência profissional, explica porque o big data está impactando diretamente no trabalho de User Experience. “Se a experiência pertence ao indivíduo, se ocorre de forma intelectual e física, deve ser personalizada! Considerando o volume de dados colhidos em cada interação, sabendo que é possível embarcar dados de lojas físicas, mobile e web numa única análise, é importante usar essas ferramentas de Marketing Cloud em toda sua extensão, para poder prover a melhor, mais adequada e mais pertinente Experiência para essa pessoa”. Não à toa, as grandes empresas de software estão trabalhando intensamente na área de Marketing Cloud, usando os dados coletados em todos os nossos rastros digitais, analisando-os e tomando decisões sobre isso. “O Marketing Cloud é ótimo, pois vamos apresentar apenas o que as pessoas querem ver. No entanto, todo o trabalho no nosso meio está sendo afetado”, observa Amyris. O encontro de profissionais de experiência do usuário e profissionais de dados está gerando uma revolução no mundo do User Experience. Não pensamos mais apenas em usabilidade. O design hoje envolve toda jornada do usuário com o produto digital, sendo englobado por uma área muito mais ampla e complexa, a de Customer Experience. Isso significa que, rapidamente, o perfil do designer UX estará mudando. Os profissionais não poderão apenas ficar fechados dentro de uma bolha de criação, mas precisarão ser cada vez mais analíticos, verdadeiros consultores de Experiência e Produto, baseando seu trabalho em dados de usuários e comportamento do consumidor. “É inegável o poder de análise de grandes volumes de dados, a velocidade de tomada de decisões e a capacidade de gerar resultados dessas ferramentas. Por isso nosso olhar não pode ser míope, nem desdenhoso. É preciso conhecer e abraçar o potencial desse novo momento, e passar a arquitetar experiências mais ricas, positivas e importantes para nossos clientes”, conclui a especialista. E você, está pronto para embarcar na revolução UX?

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Link Building: conceitos e técnicas

Houve um tempo no universo das ferramentas de busca em que ter a sua página repleta de backlinks era o suficiente para ficar em uma boa posição. Mas como tudo na vida, a quantidade foi substituída por qualidade e, agora, para usar link building em estratégia de SEO é preciso ir um bastante além.Para quem não está familiarizado com o termo, link building é a tática de adquirir links de outros sites. Esse trabalho é uma via de mão dupla, porque ao mesmo tempo que outros sites possuem links apontando para a sua página, você também acrescenta hiperlinks externos no seu conteúdo.Os mecanismos de busca entendem links como "votos", sendo assim, quanto mais links apontando para você, mais votos de que seu conteúdo é confiável e você é uma autoridade em determinado assunto. Antigamente, os algoritmos não eram inteligentes o suficiente para entender a qualidade desses votos, então muitas pessoas utilizavam essa estratégia criando links e sites falsos. Por esse motivo, o link building acabou se tornando "persona non grata" nas estratégias de SEO. Mas é possível usar essa tática de maneira responsável e ética, e ainda garantir o sucesso da sua página.De acordo com a MOZ, que realiza pesquisas com profissionais de SEO bianualmente, 99,2% dos primeiros 50 resultados de uma pesquisa no Google possuíam pelo menos um link externo apontando para algum site. Contexto importaComo já mencionamos, os mecanismos de busca estão muito focados em qualidade quando o assunto é links, por isso não adianta só colocar um hiperlink em uma frase aleatória ou ter sempre um link na palavra-chave.Contexto é um dos critérios de avaliação, os outros critérios do Google são: o texto que está no link e se o link tiver a tag "dofollow" ou "nofollow". Se o link for o segundo caso, com a tag "nofollow", o algoritmo do Google não reconhece este link como um voto a seu favor, apesar de gerar tráfego para seu site. Qualidade > QuantidadeEssa é uma tecla que vale a pena apertar, bater, repetir e relembrar até cansar. Link building tem tudo a ver com qualidade em vez de quantidade. Isso vale para links e também para o conteúdo do seu site.Existem alguns fatores que indicam qualidade (ou a falta dela) em seus links, como a idade do domínio, o acesso dos motores de busca a esta página, o número de links para aquela página ou domínio, os tipos de sites linkados na página, entre outros. E não adianta falarmos só de links, a qualidade do seu conteúdo também precisa ser levada em consideração. Textos relevantes, claros, objetivos e bem escritos também são parte fundamental da sua estratégia de link building.Guest PostEscrever um post para outro blog é uma excelente técnica para melhorar seu link building. A prática é comum em agências e empresas, e te dá mais controle em relação às âncoras do link. O Google, no entanto, vem tentando banir o guest post, porque muita gente está usando a técnica para o mal, gerando spams no lugar de conteúdo relevante. Além de ser uma boa prática para o link building, o guest post envolve criar um relacionamento com outro produtor de conteúdo ou com uma empresa, algo que sempre será positivo para sua marca.Escolha blogs que trabalhe com temas relevantes para sua empresa e que tenham uma boa visibilidade, crie um relacionamento comentando nos posts e nas redes sociais antes de mandar um e-mail abordando o assunto do guest post.Mostre que você é uma boa autoridade sobre o assunto que deseja escrever e, quando seu post for publicado, compartilhe em suas redes e continue nutrindo um bom relacionamento com os autores do outro site. Prospecção (ou Assessoria de Imprensa)Fazer uma prospecção ativa links é um trabalho muito similar ao de assessor de imprensa, em que um profissional é contratado para fazer com que site e veículos importantes e relevantes falem da sua marca. Consequentemente, o link da sua página pode ganhar destaque nesses canais.Se sua empresa tiver condições de contratar uma assessoria de imprensa ou um profissional interno para conduzir esse trabalho, os principais lançamentos de sua marca e notícias do seu nicho de atuação poderão ser usados para melhorar seu link building.MonitoramentoNem sempre você sabe quem está falando de você, por isso é uma tática muito positiva investir em ferramentas de monitoramento, pode até ser o Google Alerts, que é gratuito. Assim, através de palavras-chave, você consegue saber quem está mencionando sua marca e, caso não tenham incluído um link, você pode entrar em contato para pedir a inserção.Acrescentar o link building em sua estratégia de SEO com certeza vai trazer frutos muitos positivos, você só precisa ficar atento para não cair em nenhuma das más práticas que são corriqueiras nessa técnica.