MENU

| BR

Campus

Programação

Marketing

UX

Dados

Negócios

Paises

15 dicas de SEO para otimizar o seu site para os motores de busca

15 dicas de SEO para otimizar o seu site para os motores de busca
mkt
28 de maio de 2018
  -  
-min de leitura

Você vai conhecer os fatores on e off page, além de ferramentas, que vão fazer toda diferença na sua estratégia de SEO


Os motores de busca representam o início de 90% das experiências online. Os cinco primeiros colocados ganham cerca de 70% de todos os cliques. Como diz a piada acerca do tema, se você quiser esconder um corpo, coloque-o na segunda página do Google! Ter um bom desempenho nos buscadores também pode ter grande impacto na conversão, como mostrou a pesquisa da consultoria de marketing Custora. Segundo o levantamento, os usuários que chegaram a um site por meio do Google se mostraram mais abertos a compras e dispostos a gastar mais. Ou seja, ter uma estratégia voltada para conquistar um bom resultado nas buscas orgânicas ? aquelas realizadas espontaneamente pelo usuário em motores de busca, como Google, Bing e Yahoo Search ? é fundamental para o sucesso do seu negócio nos meios digitais. A esse trabalho se dá o nome de Search Engine Optimization (SEO) - um conjunto de técnicas criado a partir dos parâmetros e algoritmos dos buscadores. Conheça 15 delas a seguir para alavancar a sua página:

1) Planeje

A lógica do Google se resume em oferecer a melhor experiência para o usuário, o que implica em oferecer o melhor conteúdo, de forma mais rápida, segura e completa. Por isso, o trabalho de SEO começa bem antes, já no planejamento do seu negócio e da sua comunicação. Você precisa entender bem o seu público-alvo, seus problemas, suas dores, como ele busca as soluções para tais questões e o comportamento dele em cada canal e ponto de contato. É esse levantamento que deve guiar a sua estratégia de SEO, a partir da definição das palavras-chave.

2) Elenque as palavras-chave

Comece a elencar os termos de busca mais relevantes, que devem ser do tipo cauda longa, que trazem termos mais específicos e são fundamentais para uma boa segmentação e ranqueamento, e do tipo head, que são mais curtos e, portanto, genéricos. Este artigo da agência de conteúdo Rock Content traz detalhes da diferença entre cada tipo e como utilizá-los. O Google Keyword Planner te ajuda a pesquisar termos alternativos para a sua palavra-chave, que não precisa ser, necessariamente, uma palavra. Aproveite também para fazer uma pesquisa dos concorrentes, pesquisando as URLs dos sites deles. Você ainda tem à disposição a função "Suggest", que traz uma lista de opções para completar um termo que está sendo pesquisado e as "pesquisas relacionadas" que aparecem ao final da página. São bons termômetros do que estão em alta no buscador. Com o planejamento e as palavras-chave em mente (e em um documento!), mãos a obra, porque trabalho não falta. São mais de 200 fatores, que podem ser divididos em duas categorias - on e off page. On page refere-se a itens da própria página a ser otimizada e levam em consideração a experiência do usuários, como títulos, textos, design, usabilidade e performance. Enquanto o off page refere-se a itens externos, que estão além da sua página propriamente dita.

3) Melhore a performance

A primeira dica on page traz a máxima "tempo é dinheiro". De acordo com a Pingdom, que possui uma ferramenta para testar a velocidade de sites, o tempo médio é de cinco segundos, mas profissionais do Google, como Maile Ohye e John Mueller, já se pronunciaram, há alguns anos, afirmando que dois segundos seria o limite para um bom desempenho. A expectativa é que sites de e-commerce, por exemplo, levem menos de meio segundo. E, a partir de julho deste ano, como o próprio Google explica neste artigo, a velocidade das páginas também será um fator de ranqueamento para as buscas feitas a partir de smartphones.

4) Tenha URLs amigáveis

O engajamento e a confiança do usuário já começam pela URL, que engloba diversos fatores. Por isso, tenha URLs que possam ser facilmente lidas pelos usuários, sem símbolos e códigos, e que estejam relacionadas com o conteúdo a qual se referem. De preferência, ainda, que contenha a palavra-chave. Mas não adianta exagerar e repetir a palavra-chave, pois coerência também entra para a conta do Google. Para tornar a URL ainda mais inteligível, separe as palavras por traços ou sublinhados, que não são lidos pelos buscadores, em vez de outros caracteres ou espaços. Alguns servidores diferenciam letras maiúsculas de minúscula. Então, pra que correr riscos? Opte pelos caracteres minúsculos. A lógica do "menos é mais" também faz todo sentido quando se trata de URL. Dê preferência às mais curtas, mas, de novo, sem exagero. O recomendável é que ela fique em até 60 caracteres e não chegue perto de 100.

5) Atente-se ao título da página

Segundo o Moz ? conjunto de ferramentas para análise e melhora de performance de sites ? as "title tags" (tags de título) são o segundo fator mais importante para o SEO em uma página, logo depois do conteúdo. O título é o cartão de visitas do seu endereço. É ele que mostra aos usuários e aos buscadores que você possui o que eles procuram. Sendo assim, cada página deve ter um título, levando sempre em consideração as necessidades de busca do seu público e, portanto, contendo a palavra-chave. Segundo Neil Patel, considerado um dos gurus do marketing digital, quanto mais no início ela estiver, melhor. Como o espaço para apresentação do título é limitado, limite também o tamanho do seu título. Textos muito extensos podem aparecer cortados e o usuário perder informação e títulos curtos demais podem ser vagos. Procure mantê-los entre 50 e 68 caracteres.

6) Crie conteúdos relevantes

Você já viu aqui que o conteúdo deve ser planejado de acordo com as necessidades de seu público-alvo e deve responder aos problemas e questões que o cercam. A palavra-chave, portanto, é fundamental também nele, mas precisa estar contextualizada, de maneira que faça sentido. Isto é, nada de carregar o texto com as palavras-chave porque os buscadores já têm inteligência suficiente para perceber esses artifícios que tornam o texto menos atrativo e relevante para o leitor.

7) Otimize as meta tags

As meta-tags são como etiquetas inseridas no código HTML, que têm o objetivo de passar informações relevantes a programas externos, como os robôs dos buscadores, a fim de identificar melhor a página onde ela está inserida. Uma delas é a meta description ? o resumo da página que aparece no Google. Ter uma meta descrição com sua palavra-chave principal é fundamental. Além disso, se você não tiver um resumo, o Google achará um pra você, o que pode não ser bom: você já deve ter visto sites com reticências no final da descrição, por exemplo, não é mesmo? Respeitar o limite de 156 caracteres também faz parte do trabalho, pois além de ter uma mensagem completa, você evita de ter sua página classificada como spam. Para se aprofundar nas meta tags, leia esse artigo do Google sobre o tema.

8) Otimize as tags de título ou cabeçalho - H1 a H6

As tags de título são classificadas hierarquicamente de H1 (o título ou cabeçalho) a H6 (subtítulos). Elas evidenciam os temas abordados na página, demonstram o contexto geral e o grau de importância das palavras-chave dentro do todo. Pelas boas práticas, recomenda-se ter apenas uma tag H1 por página para que a força da palavra principal esteja concentrada nela. Além do conteúdo, a forma, ou seja, a formatação dela é relevante. A H2 tem ganhado mais relevância. Portanto, trabalhe as palavras-chave e termos complementares nos subtítulos e busque sempre respeitar a hierarquia, que segue a ordem crescente.

9) Otimize as imagens

Os robôs não lêem figuras, mas você pode traduzi-las para eles. Fazer isso de forma estratégica é mais um ponto a favor para o seu resultado. Para isso, utilize a "tag alt" ? um texto "alternativo" que traz uma "etiqueta" de identificação para a imagem. Os usuários também são beneficiados pela prática, pois torna a imagem mais acessível e compreensível no caso da figura não ser carregada.

10) Aposte em linkagem interna

Por meio de links que remetam a outros conteúdos interessantes e relacionados de sua própria página, você mostra ao Google a profundidade dela, além de oferecer uma experiência mais completa ao usuário. Mas a linkagem interna deve fazer sentido e ser usada com bom senso, pois, como já destacamos aqui, a experiência do usuário é sempre o mote do Google e, portanto, deve ser o de suas estratégias também.

11) Conquiste backlinks

Com essa dica, começamos a abordar os fatores off page. Os backlinks são também chamados de links de entrada e apontam o seu endereço para o Google a partir de um endereço externo. O mundo ideal é reunir qualidade e quantidade, que vão demonstrar a autoridade de sua página. Como se tratam de fatores externos, que não estão sob seu controle direto, a estratégia é conquistá-los, com paciência e dedicação à sua própria página, para que ela seja merecedora desses apontamentos relevantes. Quanto mais conteúdo relevante você tiver, mais outros sites farão menção à sua página.

12) Tenha cuidado com os links recíprocos

Como o próprio nome já diz, trata-se da troca de links entre sites. Se ela fizer sentido, pode até ser uma boa estratégia, mas é preciso ter muito cuidado para que a transação não seja vista como manipulação perante os mecanismos de busca, tal como as chamadas "link farms" (fazendas de links), que são diversos sites criados exclusivamente para linkagem entre eles ou para uma página.

13) Analise os links externos

Se qualidade é importante, analisar os links externos que apontam para sua página deve fazer parte do trabalho de SEO off page. Algumas ferramentas podem ajudar nesse trabalho. Neste artigo do Neil Patel há nove delas.

14) Invista em Social Media Optimization (SMO)

Compartilhamentos, comentários e troca de conteúdos nas redes sociais também contam para os fatores de SEO off page. Eles contribuem para o ranking e popularidade do seu site. Aqui também contam a qualidade e a quantidade. Você pode pensar em estratégias com influenciadores digitais ou produzir conteúdos e dinâmicas com potencial de viralização, por exemplo.

15) Local Search SEO

Desde 2014 os algoritmos do Google cruzam dados com resultados do Google Maps, levando a um novo patamar nas buscas os negócios locais. Informar a sua localização, divulgando seu endereço e telefone comercial em local visível, usar o Google Local Business Center, caso tenha uma empresa física, para que você apareça no Maps, e incentivar as avaliações dos clientes, são boas práticas para otimizar a sua localização. Há muito mais além dos fatores de SEO que você acabou de conferir. E todos eles fazem parte da programação do curso de Marketing Digital da Digital House, onde você ainda vai poder colocar o seu conhecimento teórico em prática. Gostou? Então venha para o Papo Digital para conhecer o nosso campus, saber mais sobre o curso e tirar dúvidas com os nossos especialistas.

Outras notícias

Qual a diferença entre front-end e back-end img
tech

Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

Digital House abre nova unidade em São José dos Campos img
tech

Digital House abre nova unidade em São José dos Campos

Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

UX Research: o que é e como planejar img
ux

UX Research: o que é e como planejar

Por mais que estejamos imersos num projeto, entendendo o briefing e conhecendo o problema, é de vital importância ouvir o usuário, reconhecer suas necessidades e validar o projeto justamente com quem vai utilizar o produto ou serviço.Antes de tomar qualquer decisão sobre um produto, é necessário investigar o cenário. Por isso, a UX Research ajuda na identificação do problema e também é essencial para refutar ou comprovar as hipóteses de um projeto. Ou seja, a pesquisa é uma parte fundamental do trabalho de User Experience.Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema, entendendo como funciona, quais habilidades são necessárias e como planejar uma pesquisa em UX. Afinal, o que é UX Research?A pesquisa é uma etapa pouco compreendida e valorizada em Experiência do Usuário, mas também é a mais crítica para o processo. Muitas vezes, é deixada de lado, ou considerada um luxo desnecessário, mas em momentos críticos, faz muita falta!Traduzindo a definição da Interaction Design Foundation, UX research é a investigação sistemática dos usuários e seus requisitos, contextualizando e buscando insights para o processo de user experience. A pesquisa emprega diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões, estabelecer fatos e encontrar problemas, revelando, dessa forma, informações valiosas para o processo de design.Ou seja, é a maneira de reconhecer um problema, confirmar ou refutar hipóteses, além de reconhecer as principais necessidades e objetivos do público-alvo, por meio de diferentes pontos de vista e contextos, melhorando ainda mais todo o trabalho de experiência do usuário. Para quem está começando a carreira nessa área, vale ter a consciência da importância da pesquisa desde já! As vantagens de uma pesquisa de UXEntender o público para trazer soluções que aumentem a satisfação dele já é, por si só, uma grande vantagem, certo? Pois além disso, incorporar a pesquisa no dia a dia dos processos de UX tem outros pontos positivos!Na prática, isso traz melhorias de tempo e dinheiro. De tempo, pois a investigação ajuda a identificar erros e tomar decisões mais acertadas num tempo mais curto, economizando esforços de retrabalho, por exemplo. E solucionar os problemas antes de desenvolver o projeto sairá muito mais barato do que refazer tudo quando o mesmo já estiver em funcionamento!Ah, e sem contar a vantagem competitiva, pois quando você busca o feedback do usuário, você o entende e, por isso, melhora a sua experiência interativa. Isso te colocará sempre um passo à frente dos seus concorrentes e mantém seu cliente sempre satisfeito, sendo mais um passo na busca pela fidelização.No final das contas, com um trabalho de pesquisa de UX, você garante um produto que tenha não só um design bonito, mas que também tem usabilidade e inteligência.Como planejar uma pesquisa de usuário?O planejamento deve começar sempre pela questão mais fundamental: qual dúvida queremos que seja respondida? Qual o objetivo? Além disso, é importante considerar as hipóteses, ou seja, quais as possibilidades de respostas. Com o resultado da pesquisa, será possível entender se essas suposições foram confirmadas ou refutadas.Também é fundamental entender com quem a marca quer falar, ou seja, definir quais dos stakeholders serão parte da pesquisa. Afinal, o público questionado deve ser exatamente o mesmo que se beneficiará dos resultados da investigação, por isso é tão importante definir essa questão com clareza.Entenda também qual metodologia será utilizada. Os métodos qualitativos mostram comportamentos e explicam porque um usuário age de uma maneira ou de outra, enquanto os métodos quantitativos trazem dados numéricos e estatísticas. Dentre os métodos, temos as entrevistas, teste de usabilidade, estudo etnográfico, entre outros. Se você não tem muita certeza de qual é o ideal, retorne à questão que precisa ser respondida. Se, por exemplo, você quer entender como as pessoas utilizam seu app, o método mais adequado deveria ser um teste de usabilidade. Mas se, por outro lado, você quer entender por que alguns usuários clicaram num botão e outros não, aí pode ser o caso de uma entrevista, algo mais qualitativo.Definitivamente, a pesquisa é uma parte essencial a ser executada em qualquer projeto. Observar e compreender o usuário demonstra empatia e é de vital importância para criar produtos e serviços que o cliente realmente necessita.