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Entenda a relação de UX com design, programação e dados

Entenda a relação de UX com design, programação e dados
ux
16 de maio de 2019
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A área de experiência do usuário, ou UX, está hoje muito mais sofisticada e complexa. Confira!


Antes muito relacionada com design e arquitetura da informação, UX expandiu seus horizontes para agregar outros conhecimentos e habilidades. Se pensarmos naquela comparação com a medicina que citamos no post Como começar uma carreira em UX, descobrimos que as especializações de UX vão muito além de escolher entre cardiologia e ortopedia. Ou seja, o leque de atuação de um profissional de UX tornou-se tão amplo que já incorporou outras áreas e especialidades, como design, programação e ciência de dados. Apesar dessas relações nem sempre parecerem óbvias, elas agregam um grande valor para sua empresa e seu negócio. Confira também Afinal, o que é essa tal de User Experience (UX)?

UX e Design

Esta é a relação mais conhecida e muita gente acredita que para ser um bom profissional de UX é imprescindível saber diagramar, usar Photoshop e outras ferramentas de edição de imagem. É verdade que ter o olhar treinado para imagens agradáveis é um ganho para o profissional de UX. Mas a experiência do usuário também tem a ver com funcionalidade e usabilidade, não adianta ser bonito se não for prático. Dentro do espectro de atuação de UX Design estão o estudo da interação entre o cliente (pessoa) e o produto (interface), a criação de protótipos e wireframes, o desenvolvimento do mapa do site, o desenho da jornada do usuário, criação de moodboard e auditoria de conteúdo. Ou seja, a relação entre UX e Design está além de deixar somente a interface atraente e criar um conceito visual que faça sentido. Está em pensar em cada etapa do usuário dentro da interface, os possíveis caminhos que ele percorrerá no site a responsividade em diferentes dispositivos, entre outros.

UX e Programação

A relação entre UX e programação pode parecer estranha para quem pensa que criatividade e linhas de código estão em lados opostos. Quem acredita nisso não só está errado como está também perdendo excelentes oportunidades. Profissionais de UX e programação se beneficiam mutuamente ao compartilharem conhecimentos. E beneficiam também seu projeto. Quando um programador possui noções básica de experiência do usuário, ele vai desenvolver seu projeto com o cliente em mente. Uma das coisas mais comuns que Amyris Fernandez, coordenadora do curso de UX na Digital House, encontra nas turmas de desenvolvimento full stack são projetos que não levam em consideração a usabilidade e o cliente. “Muitos profissionais estão focados em escrever suas linhas de código e esquecem que do outro lado uma pessoa vai interagir com aquela interface”. Profissionais de UX com noções de programação conseguem prever possíveis problemas técnicos quando desenham o projeto. E profissionais de programação com noções de UX fazem o mesmo. No fim do dia, é possível evitar o temido “retrabalho” e economizar tempo, recursos e mão de obra.

UX e Dados

Para muita gente, a relação entre UX e dados está somente em relatórios de analytics. Mas com a quantidade de dados disponíveis crescendo cada dia mais, é possível ter insights que vão muito além de cliques e tempo de sessão. O comportamento de usuários em uma página gera dados que nos ajudam a avaliar possíveis problemas na interface, como caminhos que não são encontrados ou formulários que espantam o cliente. Dados fornecem um feedback em tempo real. E a pessoa que consegue encontrar, coletar, traduzir e avaliar essas informações é o cientista de dados. Além de corrigir problemas, os dados auxiliam na personalização do conteúdo de acordo com definições de públicos. Uma pessoa no Rio de Janeiro pode ver a página do seu e-commerce diferente de alguém de São Paulo, porque foi constatado que nos dois locais a interação se dá de outro jeito.

O usuário em foco

É importante manter sempre em mente que relação entre UX e design, programação e dados tem uma grande coisa em comum: o usuário. Ele deve estar no centro de todas as tomadas de decisão, dos desenhos de interface, do desenvolvimento das linhas de códigos e da análise de dados. É o usuário quem vai determinar o sucesso ou o fracasso do seu projeto, então sempre tenha-o o mais próximo possível do seu desenvolvimento.

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Ao vender qualquer produto ou serviço, é preciso criar uma estratégia para impactar seus consumidores. E um dos conceitos fundamentais para que se possa criar esse método é o da jornada de compra — também conhecida como jornada do consumidor ou jornada do cliente.Mais adiante vamos entender um pouco sobre essa jornada clássica, mas, de forma resumida, trata-se do caminho que um cliente faz desde o momento em que ainda nem sabe que quer realizar aquela compra até o momento em que faz a aquisição.Conhecer cada uma dessas etapas é importante para que se possa criar sua estratégia, seja para vender online ou offline, mas para planejar campanhas digitais. Entretanto, é preciso ter um outro olhar sobre esse processo no mundo superconectado em que vivemos.Neste artigo, vamos apresentar a jornada de compra clássica e, depois, quais as mudanças às quais os profissionais de marketing digital precisam estar atentos na hora de estruturar suas ações na internet. 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É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.