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Recruiting Day - Evento de recrutamento da Digital House

Recruiting Day - Evento de recrutamento da Digital House
carreira
12 de setembro de 2018
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No dia 05 de setembro, nosso campus esteve ocupado por mais de 30 empresas participantes do Recruiting Day - evento de recrutamento promovido pela Digital House para os alunos - que vieram selecionar profissionais recém formados para suas vagas. Ao todo, foram mais de 300 entrevistas e cerca de 500 vagas disponíveis. Saiba o que rolou Descontraído e objetivo: assim foi o primeiro Recruiting Day da Digital House Brasil que aconteceu na última semana. Pensado para conectar os nossos alunos ao mercado de trabalho, o evento - que já é um sucesso na sede argentina - reúne empresas que estão com vagas abertas nas áreas de tecnologia para “disputarem” os alunos para suas vagas. Nesta primeira edição, as oportunidades estavam mais direcionadas aos alunos de Marketing Digital, Programação Web Full Stack e Programação Mobile Android - primeiras turmas a se formarem por aqui. Para conquistar os candidatos e transmitir a cultura da empresa, os recrutadores fizeram um pitch contando como é trabalhar na corporação, além de trazerem brindes que promoviam aproximação com a marca, como broches, adesivos e até brigadeiro! Mais de 500 vagas estavam disponíveis entre as 36 empresas participantes (entre elas, Movile, Beijaflore, BTG Pactual, Zôdio, IBM, entre outras) e mais de 300 entrevistas foram realizadas. A ideia era ser um bate-papo de apresentação para selecionar os alunos que seguiriam para as próximas etapas do processo seletivo. Quem circulava pelos corredores, percebia a disposição e empolgação das empresas em encontrar profissionais qualificados para suas atividades e a descontração dos alunos candidatos: camiseta, tênis, mochila e muita vontade de se inserir no dia a dia de um profissional de mercado. “É a primeira vez que participo de um processo de entrevista mais leve e descontraído, que mais se parece um bate-papo. Fiquei mais à vontade e confiante”, conta um aluno que já havia conversado com os recrutadores de algumas empresas. Os mais tímidos e os que nunca haviam participado de uma entrevista puderam contar com o incentivo e ajuda de professores que o acompanharam durante todo o curso e da mentora de carreiras Andrea Tedesco. E falando na mentora de carreiras, todo esse clima leve e confiante é muito influenciado pelo serviço de mentoria que os alunos da Digital House têm acesso durante o curso para se preparar para o mercado de trabalho. “Quem participa da mentoria, tem outro olhar sobre o processo de entrevista. Ele se apresenta diferente, se posiciona diferente e entende que é um jogo de duas vias: ‘eu preciso atender aos objetivos da empresa, mas a empresa também precisa atender aos meus objetivos’. E ele começa a fazer perguntas e construir um raciocínio que o leva pra caminhos mais satisfatórios”, conta Andrea. Essa diferença é percebida principalmente pelos recrutadores que elogiaram o perfil dos alunos e comentaram sobre o nível de preparo que foi demonstrado nas conversas tanto em relação à forma como se apresentaram e conduziram o bate-papo, quanto aos conhecimentos técnicos que adquiriram no curso em tão pouco tempo. “É bonito ver como o nosso propósito tem se cumprido. Você circula pelo co-learning e o que há 8 meses ainda era um prédio em formação, hoje é um hub que conecta os profissionais ao mercado, que atende as necessidades dos nossos alunos e das empresas que buscam talentos… Tudo o que a gente falava lá atrás, quando a escola ainda estava se formando aqui no Brasil, está sendo cumprido e dá pra ver a satisfação nos olhos dos alunos que estão participando das entrevistas”, relatou o CEO da Digital House Brasil, Carlos Alberto Júlio. Ao longo do mês, Andrea Tedesco continuará acompanhando de perto o andamento dos processos seletivos para saber como os alunos performaram e quantos foram contratados. A sensação que fica nos alunos e nas empresas que participaram é de satisfação: o feedback de muitas empresas é que encontraram aqui talentos mais preparados e qualificados para as posições que buscavam do que têm encontrado no mercado e que o fato dos alunos terem um portfólio com projetos que desenvolveram durante o curso traz credibilidade ao candidato e, em contrapartida, este se sente mais confiante. Do ponto de vista dos alunos, o evento é uma grande porta de entrada ao mercado de trabalho, além de ajudar a entender como aplicar os conhecimentos adquiridos nas trilhas de mentoria de carreira na hora da entrevista. “Mesmo que eu não seja contratado agora, eu já sei o que possivelmente vão querer saber sobre mim e sobre as minhas habilidades quando eu me candidatar para uma vaga na área”, conta outro participante. Quer saber mais sobre os cursos da Digital House? Acesse aqui.

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Viva a experiência Digital House em São Bernardo do Campo!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Nosso sucesso é dado graças a nossa metodologia de “aprender fazendo”, nossos conteúdos, que andam em linha com o que há de mais novo no mercado, e nossos professores, que são profissionais de mercado. Isso tudo permite que os nossos alunos se formem em apenas 4 meses, prontos para atuar no mercado de trabalho ou começar o seu próprio negócio.A Digital House já atende a população de São Bernardo do Campo, mas entendemos que não são todas as pessoas que têm disponibilidade de vir até a cidade de São Paulo. Agora com a nova unidade no coração de SBC, no Centro no Jurubatuba Empresarial, vamos poder atender a todos os São-bernardenses. Os interessados em fazer nossos cursos de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

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É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.