MENU

| BR

Campus

Programação

Marketing

UX

Dados

Negócios

Paises

6 situações em que a programação impacta positivamente a sua vida

6 situações em que a programação impacta positivamente a sua vida
tech
5 de fevereiro de 2019
  -  
-min de leitura

Novas profissões, novas possibilidades e um mundo novo - em constante transformação - estão ligados ao assunto. Entenda como a programação pode jogar a seu favor


Soluções tecnológicas estão ajudando a reinventar a vida em sociedade e as relações de trabalho. Produtos se tornam mais conhecidos; processos, mais baratos; e serviços, mais acessíveis. Assim, em nosso cotidiano, estamos expostos diariamente à linguagem dos sites e dos sistemas web, ou seja, à linguagem da programação. Entretanto, talvez ainda não tenhamos assimilado a importância de aprender a pensar como codificadores!

Conversamos com Rafael Thomazetti, professor do curso de Full Stack da Digital House, para saber como é aprender a programar e conhecer alguns dentre tantos impactos positivos da programação na nossa vida. "Hoje, aprender a programar é como aprender um novo idioma", diz ele. Confira suas percepções:

1. Profissão: programador

Quando surge uma nova profissão no mercado, surgem também novos caminhos a serem percorridos. Em um curso de cinco meses, como Full Stack o oferecido pela Digital House, é possível dar início à carreira de programador e conquistar uma colocação no mercado de trabalho com um bom salário: uma grande oportunidade para quem busca uma transformação profissional e, porque não, pessoal também!

2. Aproximação de diferentes realidades

Mesmo quem não tem intimidade com os comandos de um computador pode aprender do zero a programar.  O primeiro passo é aperfeiçoar o desenvolvimento do raciocínio lógico. A diversidade é bem-vinda: programadores ou programadoras, diferentes perfis, contextos sociais ou áreas de interesse, a demanda do mercado por bons profissionais é alta, e todo mundo pode aprender a programar.

Seja o sistema de um hospital, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ou o sistema de uma agência de marketing, as possibilidades de atuação profissional são inúmeras, mas são ainda maiores quando se fala da interface com o usuário final, pois até mesmo o cliente de uma sorveteria pode fazer um pedido online pelo celular.

3. Novos contextos

"Hoje há mais celulares que pessoas no Brasil. São aparelhos mais potentes que os computadores de dez anos atrás. Nossos smartphones de R$ 500,00 ou R$ 600,00 podem ser suficientes para pedir comida ou aprender idiomas. Com acesso à internet, programadores podem desenvolver muitas coisas interessantes pensando em soluções para os mais variados perfis de usuários", explica Rafael.

4. Utilidade pública

Programar para internet ou programar grandes sistemas internos? Uma possibilidade interessante dentro do universo da programação é a oportunidade de engajar comunidades por meio dos aplicativos. Moradores de um mesmo bairro ou condomínio, por exemplo, podem se conectar para trocar ideias e informações ou falar sobre  necessidades comuns ao grupo. "As redes sociais também assumem um papel importante nesse aspecto de unir grupos com interesses comum.

Além disso, existem certas informações que não temos como prever ao sair na rua, por exemplo: "será que vai chover hoje?". Sabendo disso antecipadamente, posso me programar e levar comigo um guarda-chuva. Um aplicativo de previsão do tempo, por exemplo, pode ser bastante útil e prático nessas situações", completa o professor.  

5. Trabalho versátil e flexível

Cada vez mais pessoas estão aproveitando a possibilidade de trabalhar remotamente, um cenário que vem ganhando força graças à transformação digital. Os "nômades digitais" estão conquistando seu espaço: "É claro que é necessário um contexto sócio-econômico favorável.

Aqui no Brasil, ainda precisamos ter mais acesso à educação voltada ao empreendedorismo, por exemplo, algo que promovemos na Digital House. Mas trabalhar por conta própria remotamente em cidades e países diferentes é um movimento que está acontecendo, uma tendência global e um privilégio de alguns profissionais, como os digitais", acredita Rafael.

6. Eu escolho programar

Algumas pessoas escolhem programar por uma questão financeira, ou seja: conquistar melhores oportunidades no mercado de trabalho e salários maiores. Outras, querem aprender a elaborar melhores soluções e agregar facilidades aos seus negócios. E também existem aquelas que são apaixonadas por programação! Recebemos um imigrante do Congo interessado em aprender a programar, mas sem conhecimentos prévios. Então eu disse a ele que, se ele venceu o desafio de aprender a falar português, algo que leva tempo e demanda dedicação, ele também aprenderia a programação. Foi quando eu soube que programar não era simplesmente uma escolha para ele, mas sim a primeira escolha em toda sua vida.

A decisão de estar em uma sala de aula para aprender a programar definiria uma nova direção em sua trajetória, e isso me impactou muito. A programação é uma ferramenta muito poderosa e dispensa estereótipos: qualquer um é capaz de aprender, não precisa ser um gênio, nem ter vocação, mas sim se dedicar", finaliza. Leia também: Guia de desenvolvimento web: tudo o que você precisa saber antes de começar a programar.

 

Outras notícias

Digital House abre sua nova unidade em São Bernardo do Campo img
tech

Digital House abre sua nova unidade em São Bernardo do Campo

Viva a experiência Digital House em São Bernardo do Campo!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Nosso sucesso é dado graças a nossa metodologia de “aprender fazendo”, nossos conteúdos, que andam em linha com o que há de mais novo no mercado, e nossos professores, que são profissionais de mercado. Isso tudo permite que os nossos alunos se formem em apenas 4 meses, prontos para atuar no mercado de trabalho ou começar o seu próprio negócio.A Digital House já atende a população de São Bernardo do Campo, mas entendemos que não são todas as pessoas que têm disponibilidade de vir até a cidade de São Paulo. Agora com a nova unidade no coração de SBC, no Centro no Jurubatuba Empresarial, vamos poder atender a todos os São-bernardenses. Os interessados em fazer nossos cursos de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

5 primeiros passos para quem quer se tornar um cientista de dados img
dados

5 primeiros passos para quem quer se tornar um cientista de dados

É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

Qual a diferença entre front-end e back-end img
tech

Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.