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Profissional de marketing: guia prático para sobreviver

Profissional de marketing: guia prático para sobreviver
mkt
12 de julho de 2018
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Nunca pare de estudar e leve a sério seu network. Na opinião de um especialista, essas são as habilidades fundamentais para os novos tempos Quando se escolhe uma profissão, espera-se que grande parte de seus conhecimentos sejam adquiridos na faculdade e nas especializações. Mas, para um profissional de marketing hoje em dia, não é bem assim. O uso crescente da tecnologia transforma as ferramentas disponíveis a todo momento. Novidades chegam sem aviso e tornam obsoletos alguns recursos indispensáveis até então. Se você é profissional da área e sente na pele essa realidade, bem-vindo. Para Romeo Busarello, CMO da Tecnisa e especialista na Digital House, o marketing é uma área de conhecimento efêmero e, portanto, não se pode parar de estudar. Além disso, é preciso combinar o conhecimento com uma atenção redobrada ao zeitgeist (expressão alemã que significa “espírito do tempo”). O especialista participou do Digital Summit 2018, evento da Digital House que reuniu palestrantes das mais diversas áreas de tecnologia e inovação. Se, hoje, o mundo está abandonando o analógico, o profissional do marketing precisa fazer o mesmo – ou será ultrapassado. “Se eu não tivesse digitalizado minha alma, eu não conseguiria me manter no mercado”, diz Busarello, que atua na área há 32 anos.

Marcas viram empresas de dados

Recentemente, o supermercado Pão de Açúcar passou a oferecer promoções por meio de seu aplicativo para celulares. Disponibilizando ofertas tentadoras, tornou-se o app mais baixado dos últimos oito meses na loja brasileira da Apple, com 12 milhões de downloads. Se atingir a marca de 40 milhões, um “mero” aplicativo de celular passará a servir como veículo de mídia, emparelhando sua entrega à de um grande canal de televisão. Citada como exemplo pelo especialista, a marca é um exemplo de inovação. Busarello aposta que, em cinco anos, o aplicativo valerá mais que a própria empresa-mãe – e assim, acompanhando o zeitgeist, o Pão de Açúcar passará a ser uma empresa de dados. A responsável por uma mudança como esta é a área de marketing. Mas é preciso implementar a inovação em todas as áreas. O mercado está mudando e tudo aponta que negócios tradicionais se tornarão plataformas. Isso já vem se consolidando em diversas áreas, com grandes cases de sucesso. No varejo, há o Ebay e o Enjoei. Na mídia, o YouTube. Na propaganda, o Google e o Craiglist. Nas finanças, o PayPal e o Kickstarter. Na hospedagem, o Airbnb e o TripAdvisor. Nos transportes, o Uber e o Cabify. E assim por diante. “Ou você é marca ou mercadoria. E nunca foi tão fácil ser marca”, afirma Busarello.

Faça cursos e leve a sério o networking

Para não perder o compasso da evolução da sua área, Busarello dá algumas dicas para o profissional de marketing. Uma delas é atualizar-se sempre, com cursos de boa qualidade. A outra é praticar o que ele chama de “hora bar”: explore seu network, encontre colegas para conversar. Nem precisa de cerveja! Um cafezinho já funciona. O importante é trocar conhecimento com profissionais diferentes, chamar colegas para conversar e discutir as novidades do momento com especialistas. “Meu maior patrimônio como CMO hoje é meu LinkedIn”, afirma. Enquanto você marca o próximo encontro para falar de novidades do mundo do marketing e encaixa na agenda mais um curso de atualização, não se esqueça que o que importa é o seu próximo passo como profissional. “Tudo o que você fez até agora não importa perto do que ainda irá fazer”, afirma Busarello, baseando-se na filosofia de Mike Krzyzewski, ou Coach K, um dos mais famosos treinadores de basquete dos Estados Unidos. Como Krzyzewski, Busarello acredita que “a próxima jogada” é o que mais importa. “Não pare. A mudança favorece a mente preparada”, diz.

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5 primeiros passos para quem quer se tornar um cientista de dados

É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

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Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital!