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People Analytics: Dados e Recursos Humanos trabalhando juntos

People Analytics: Dados e Recursos Humanos trabalhando juntos
#Carreira
13 de agosto - min de leitura

Por muito tempo vista como a área menos tecnológica e analítica dos negócios, o RH vem ganhando outras perspectivas e, em tempos que muito se fala em transformação digital, é um dos pilares para que ela realmente aconteça nas empresas.


Se há 10 anos o profissional de RH era uma posição administrativa e burocrática nas empresas, hoje é parte imprescindível das estratégias de negócio e tomadas de decisão. Isso decorre de muitos fatores, entre eles, o impacto da transformação digital nas empresas e nos negócios, os avanços tecnológicos, as mudanças nas relações de trabalho, o surgimento de novos cargos e profissões e, com isso, a mudança na relação das pessoas com o trabalho.

"Se antes ocupava-se uma mesma posição por longos anos e isso era motivo de orgulho, hoje a inquietação é vista com bons olhos: as pessoas, em um contexto geral, se acomodam menos, escalam mais e estão sempre em busca de evolução profissional", afirma Luciana Jungman, diretora de RH e coordenadora do curso de Digital Talent Program da Digital House Brasil. "Em um contexto onde novas áreas e possibilidades de otimização dentro da sua própria área surgem o tempo todo, os "desacomodados" ganham destaque. São pessoas que agregam conhecimento, levantam questões pertinentes e trazem resultados. Para identificar esse perfil no mercado e retê-lo na sua empresa, o RH tem papel indispensável", finaliza.

Até pouco tempo, identificar esse perfil no recrutamento era uma soma de competências e habilidades do recrutador com o que os currículos e portfólios entregavam sobre o recrutado: suas experiências profissionais, formação, soft e hard skills. Hoje, empresas de sucesso como Google, PwC, Nielsen, entre outras, investem em ferramentas e novos setores no RH para encontrar e reter esses profissionais.

E se você está pensando em mudar de carreira, não tema: a tendência é termos mais de uma profissão e, na hora da contratação, muito mais do que a sua área de formação, muitas outras informações sobre você são levadas em conta.

People Analytics - a análise de dados como ferramenta de Recursos Humanos

Em algum momento você imaginou um profissional de dados na equipe de Recursos Humanos? Ou, ainda, imaginou um profissional de Recursos Humanos se especializando em análise de dados? Pois é, essa é só uma das mudanças que a transformação digital tem trazido para as empresas.

People Analytics é a união da análise de dados com a gestão de pessoas. Em linhas gerais, é coletar e analisar dados sobre os funcionários e prospects de uma organização para traçar um perfil profissional aderente à cultura da empresa e criar medidas para retenção desses talentos. O People Analytics possibilita, através de ferramentas de Business Intelligence e estatística, levantar e analisar informações relevantes sobre colaboradores e candidatos e extrair insights sobre comportamento e perfil, como por exemplo, em que tarefas os colaboradores são mais eficientes, quais fatores influenciam na satisfação, quais influenciam na demissão, o que motiva as pessoas.

Em um estágio mais avançado, a ideia é extrair informação de dados históricos e combinar técnicas avançadas de estatística e inteligência artificial para ajudar a prever cenários futuros, por exemplo, quais pessoas tendem a abandonar a empresa, ou ainda, prever performance e produtividade. Com este método, o RH pode atuar baseado em métricas relevantes, realizando a gestão de pessoas de forma estratégica. Além de criar um ambiente onde os colaboradores estão mais motivados e felizes, o RH também contribui para otimizar custos, trazendo análises mais precisas sobre os gastos, sinalizando onde são indevidos e onde há carência de investimento.

O Google, por exemplo, pioneiro no uso de People Analytics, não só otimizou muito seus custos e capital pessoal, como conseguiu manter alta a média de qualidade e produtividade do time mesmo com uma operação gigantesca - o que antes seria considerado inviável já que, teoricamente, é difícil manter as taxas de engajamento, cultura e produtividade quando a equipe se torna muito grande e a operação, global. Realmente, sem uma boa análise de dados e modelos preditivos, parece humanamente impossível.

Cases de sucesso com People Analytics

De 2015 para 2016, a Accenture, consultoria de gestão e tecnologia da informação, aumentou em 50% a retenção e o avanço da carreira de mulheres da organização após uma análise de dados que considerava informações como resultado da avaliação de desempenho, taxa de rotatividade, férias e folgas nos últimos meses, alocação fora da base no último semestre, tempo na função e remuneração e treinamentos realizados.

Também em 2015, a Nielsen, empresa global de pesquisa de mercado, levantou dados sobre fatores que levavam seus colaboradores a pedirem demissão. Usaram um modelo que media os motivos e os impactos que as demissões traziam e gerava ideias sobre como retê-los. As principais conclusões foram que o primeiro ano de empresa é o mais importante e que embora promoções ajudem na retenção, o melhor é fazer movimentos laterais.

Como resultado, 40% dos funcionários apontados no modelo com maior probabilidade de deixar a empresa nos próximos 6 meses, foram transferidos para novos cargos e ficaram na corporação. Para finalizar, a famosa companhia de pesquisas e consultoria McKinsey, depois de fazer análises de People Analytics para incontáveis empresas, decidiu fazer sua própria pesquisa. Workshops, entrevistas, pesquisas em focus group e outras técnicas foram utilizadas no processo para gerar insights que, por sua vez, foram contra-intuitivos.

Enquanto esperavam que os preditores de abandono fossem remuneração ou avaliação de desempenho, a análise revelou que a falta de mentoria e coaching para os funcionários era um dos principais motivos de abandono da companhia. Depois que seus colaboradores passaram a receber coaching e mentoria, o risco de saída caiu entre 20 e 40%.

Oportunidade para mudar (ou enriquecer) a carreira

São inúmeras as possibilidades de atuação para profissionais que se atualizam constantemente em um momento onde as empresas buscam por perfis cada vez mais diversificados e novos cargos e empregos surgem com muita rapidez.

Se você se interessou pelo assunto de People Analytics, a Digital House oferece dois cursos que podem ajudar você a ingressar nessa área: Data Analytics e Digital Talent Program. Conheça os programas dos cursos, estude mais sobre o assunto e entenda qual deles melhor pode atender ao seu objetivo profissional.

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Conheça as 10 habilidades digitais mais valorizadas pelas empresas atualmente e como aprender alguma delas pode ser vantajoso para sua carreiraA partir de 2020, valorizar sua carreira vai muito além da formação acadêmica, aquela do diploma da universidade tradicional. Importante ter este caminho inicial, mas a atualização e sintonia fina com o que o mercado exige podem ser a magia que faltava para aquela oportunidade de sucesso profissional que você tanto deseja.Isso é o que afirma quem entende bem do negócio. 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UX Design é um curso que fará o aluno desenvolver as competências de olhar o produto e pessoas de uma maneira minuciosa e sofisticada, recriando modelos e padrões mentais para fazer daquela solução oferecida, única, por meio da experiência do usuário. Um curso deste cabe tanto aos profissionais de Design, Marketing, quanto a qualquer outro que queira se inserir neste universo.E, com as competências aprendidas,  há muitas oportunidades para trabalhar em startups, agências e empresas, como freelancer ou com contrato fixo, com salário médio inicial na faixa de R$ 4.149,00, segundo a Revelo (dados de julho/2019). As 10 habilidades digitaisA pesquisa de 2019 do LinkedIn traz informações novas. Elas comprovam que a necessidade do consumidor é quem dita as regras, inclusive nas tendências de inovação e tecnologia. Muitas delas continuarão a evoluir, com rapidez e tomando parcelas consideráveis de mercado. 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Tecnologia é para você sim!

O desemprego atinge aproximadamente 11 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Um dado que soa destoante quando ouvimos nos noticiários que há vagas, mas falta mão de obra qualificada, e leia-se qualificada, especificamente, em habilidades tecnológicas. Mas, como ter acesso a essas oportunidades, vencendo o desafio e fazendo parte do grupo seleto de profissionais bem remunerados do ramo de tecnologia? E se você descobrisse que essa condição não é um privilégio, mas, sim, coragem, dedicação e direcionamento certo para evoluir?Tecnologia? Será que é para mim? Ao pensar nesse universo, automaticamente você pode imaginar inacessíveis linguagens de programação avançada, lógica, matemática e muitas outras barreiras imaginárias, por simples receio do desconhecido. Daí, há apenas dois caminhos: desistir ou arriscar. Na história, todos aqueles que arriscaram e acreditaram neles mesmos se destacaram e alcançaram seu chamado lugar ao sol. E por falar em luz, Thomaz Edison, um dos maiores inventores da humanidade (sua maior invenção foi a lâmpada elétrica), tem uma frase clássica e inspiradora: "um gênio se faz com 1% de inspiração e 99% de esforço". Mudar seu mindset pode ser o primeiro passo em direção ao sucesso. A era da Transformação Digital e as tendências evidenciadas por ela mostram que é chegada a sua hora de encarar a inovação do mercado de carreiras como oportunidades (não um entrave), se preparando para as profissões do futuro, focadas em habilidades e competências específicas.Estas condições já são exigidas pelas empresas, de modelos tradicionais ou não, pois tecnologia é sinônimo de competitividade hoje, mas pode ser de sobrevivência amanhã. Segundo pesquisa recente da Korn Ferry, empresa norte-americana com foco em recursos humanos, somente em 2020 haverá uma carência de 1,8 milhão de pessoas para postos especializados no meio digital no mundo, com destaque aos países em desenvolvimento, como o Brasil. Isso pode representar para estas empresas com postos vagos não faturar o equivalente a mais de R$ 165 milhões até o final deste ano.Investimento com retorno garantidoMais um motivo para você se inspirar e agir. Thatiane Sato, aluna do curso de Gestão em Mídias Sociais da Digital House, já colhe frutos por escolher não desistir. Atualmente, ela está inserida no mercado de trabalho em uma grande consultoria de social media. "O que eu aprendi coloco na prática, já percebendo impactos nas campanhas de nossos clientes. E não paro por aqui, vou continuar me atualizando e fazendo mais cursos da Digital House." E você vai esperar mais o quê? Esqueça as carreiras da velha economia e venha arriscar e prosperar conosco, em um universo de muitas oportunidades e altos salários. E aí, que saber mais sobre como dar o primeiro passo? CONHEÇA OS NOSSOS CURSOS