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Para trabalhar com tecnologia, idade não é documento

Para trabalhar com tecnologia, idade não é documento
carreira
1 de agosto de 2018
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Ao contrário da crença popular, tecnologia não é só para jovens; a diversidade do ramo também engloba profissionais sênior. Mais um dia de aula na Digital House. Sala cheia, turma animada. Alguns chegando depois de uma jornada de trabalho enquanto outros estão lá para encontrar uma nova oportunidade. A única coisa que todos têm em comum é a vontade de aprender e crescer profissionalmente em uma área da tecnologia. Mas uma coisa só em comum? Pois é, trabalhar com tecnologia envolve, na maioria das vezes, ter que lidar com uma grande diversidade de profissionais: homens, mulheres, altos, baixos, brancos, negros, estrangeiros, gays, transexuais. Para trabalhar nesse ramo você precisa, antes de qualquer aparência, ser bom no que faz. E essa diversidade, ao contrário do que muitos pensam, também se estende à idade dos profissionais. É comum se enganar e pensar que os jovens dominam áreas que envolvem tecnologia, porque esse é um ramo no qual grandes mudanças acontecem com grande frequência. Mas se pararmos para pensar que a internet surgiu em 1969, o jovem que aos 20 anos acompanhou essa revolução teria hoje 69 anos. Um senhor já na chamada terceira idade. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, o número de brasileiros com mais de 60 anos cresceu cerca de 16% entre 2012 e 2016. Estamos envelhecendo mais e melhor. E muitos desses idosos ainda sentem-se aptos a continuar no mercado de trabalho, sem perspectivas de aposentadoria. Dessa forma, o número de pessoas dessa faixa etária que está retomando os estudos - ou finalmente iniciando-os - também aumentou. Entre a população com 65 anos ou mais, houve um crescimento de 40% nas matrículas em cursos de graduação. Entre os motivos para essa mudança de comportamento da população mais velha, podemos citar: mais disposição, vontade de sentir-se útil, conhecer e iniciar uma nova carreira, atualização em uma área já conhecida e, claro, complementar a renda muitas vezes baixa da aposentadoria. No Brasil, dois terços dos aposentados recebe um salário mínimo, o que significa uma renda anual de menos de 15 mil reais. Do lado dos empregadores, também não faltam motivos para incluir profissionais sênior em suas equipes: sabedoria, conhecimento, experiência e tranquilidade são alguns pontos positivos. Basta voltarmos ao exemplo acima, da pessoa que viu a internet nascer aos 20 anos. Com 69 hoje, ele poderia ser considerado velho demais, mas quais experiências essa pessoa não poderia compartilhar e quais ensinamentos não traria para um ambiente, por exemplo, de programadores? Ou dentro do Marketing Digital? Assim como a área da tecnologia não escolhe a cor da pele, também não escolhe a idade de seus profissionais. Um time composto por profissionais de 20 e 60 anos é muito mais rico e completo por aliar a visão cheia de frescor de um com a experiência e sabedoria do outro. Essa característica é valiosa tanto para profissionais sênior que estão buscando constante atualização quanto para aqueles que querem recolocação profissional. Empregos para pessoas mais velhas também podem ser encontrados dentro da Economia Criativa, como Uber ou AirBnb. Em Abril de 2017, a empresa de hospedagem divulgou que o perfil de anfitriões com 60 anos ou mais é um dos mais promissores da plataforma e também os que recebem as melhores avaliações dos hóspedes. Além disso, eles são a faixa etária que ganha mais, com uma média de R$ 5.500 por mês. Esquecemos que envelhecer é o único aspecto inevitável da vida e, cada vez mais, podemos escolher como passar por isso. Foi-se o tempo da vovó sentada em uma cadeira de balanço fazendo tricô. Agora, homens e mulheres da terceira idade buscam revitalização, tanto profissional quanto pessoal. Por isso, também não é incomum encontrar pessoas que, depois dos 50 anos, decidem mudar drasticamente de carreira e acabam em áreas de tecnologia para se “inteirar” da atualidade. De fato, a tecnologia está presente em quase tudo o que fazemos e ela tem se tornado tão inevitável quanto envelhecer.

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Jornada do consumidor: conceito e importância

Gerar valor para o cliente é a chave para qualquer negócio. No entanto, nem sempre é fácil encontrar o melhor caminho de garantir isso. Por esse motivo que é tão importante conhecer como o consumidor se sente a respeito da sua marca e do seu produto, analisando o ciclo de compra desde a perspectiva dele.Muitas empresas fazem diversos estudos para entender o comportamento do consumidor antes de efetuar uma compra, mas nem sempre elas levam em consideração como esse consumidor se sente, que expectativas ele tem e o que espera da marca desde o primeiro contato com ela.Vamos falar de jornada do consumidor e encontrar as respostas para melhorar a experiência do seu cliente? O que é a jornada do consumidorJá se sabe que, antes de iniciar qualquer processo de compra, o consumidor costuma pesquisar muito. Seja buscando pelos melhores sites, perguntando nas suas redes sociais ou conversando informalmente com amigos e familiares, existe todo um caminho anterior até que se tome a decisão.Também conhecida como jornada de compra, a jornada do consumidor é justamente essa soma de todas as experiências vividas pelos consumidores quando eles interagem com sua marca, produto ou serviço. É um documento que permite monitorar o comportamento, as necessidades e os problemas do seu público durante o processo de compra.Basicamente, quando você tem visibilidade da jornada do cliente, você constrói uma história sobre o usuário, investigando e entendendo como ele se comporta em cada etapa: antes, durante e depois da compra. Isso também ajuda a trazer ideias para melhorar a jornada e a experiência, fazendo com que ele volte sempre e seja fiel à sua marca!Por que a jornada do consumidor é tão importante?Como já explicado anteriormente, definir e mapear essa trajetória do cliente ajuda a compreender melhor todo o processo de compra e as necessidades da buyer persona, ou seja, o público a qual a empresa direciona suas mensagens. Isso também faz com que a empresa conheça melhor o perfil de quem tem interesse nos produtos e serviços oferecidos: quais são suas motivações, desejos, problemas, frustrações, etc. Informações valiosas para que a marca se aproxime ainda mais do seu consumidor, trazendo as soluções certas no momento certo, exatamente do jeito que ele realmente precisa. E esse conhecimento também trará um impacto positivo na estratégia de marketing digital da empresa, pois entendendo o caminho e as necessidades do público, é possível planejar, de maneira muito mais eficiente, quais os canais que mais fazem sentido para a marca trabalhar, e quais os tipos e formatos de conteúdos que devem ser criados.Etapas da jornada do consumidorUm ponto importante a ser lembrado é que o processo não é exatamente linear, pois falamos de experiências com pessoas, logo, existe complexidade. 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Para treinar, ela percebe que talvez precise de um tênis novo.Mas atenção, ainda não é a hora de mostrar o diferencial da sua marca, mas sim, de apresentar as vantagens da aquisição e o quanto isso vai sanar a necessidade do possível consumidor!Uma boa ideia, para esse momento, é ter um blog com conteúdo mais aprofundado sobre os territórios que fazem parte do universo da marca, e que esteja otimizado para SEO, pois o consumidor estará em busca de leituras sobre o tema e tentando entender se realmente há a necessidade de comprar o produto.ConsideraçãoNesta fase, o consumidor já entendeu que precisa do produto ou serviço e, então, precisa tomar a decisão de onde adquirir. Ou seja, esse é o momento onde a pesquisa é para encontrar a melhor empresa, os preços oferecidos, a qualidade do serviço. Sabe aquele momento em que você entra em sites que mostram as reclamações e a reputação de empresas, ou naqueles de pesquisa de preços? 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