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O que você aprende no primeiro mês de aula de Full Stack

O que você aprende no primeiro mês de aula de Full Stack
carreira
13 de junho de 2018
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Após trinta dias de aulas, alunos da Digital House compartilham insights sobre o que está rolando e be ready: você vai se inspirar O tempo passa, o tempo voa, e já a primeira turma de Desenvolvimento Web Full Stack completou um mês. Ainda tem chão pela frente - as turmas se formam em setembro - mas, com apenas 30 dias sob o comando do professor Thiago Medeiros, alunos já enxergam novos horizontes em suas carreiras. Sair da zona de conforto, desbravar conhecimentos além da universidade, encarar um projeto complexo de desenvolvimento são algumas das perspectivas.

Desenvolvimento o quê?

Se você nunca ouviu falar nesse assunto, prazer, Full Stack. O curso é para qualquer pessoa que queira aprender a programar e abrange tanto o front-end, que é a parte visível do site, até o back-end, que vai até o banco de dados passando pelo PHP. Muita gente entende a programação como sinônimo para “site”, mas o desenvolvimento web vai muito além disso. Os sistemas web, por exemplo, auxiliam nos serviços dos funcionários de uma corporação, dentro e fora do ambiente físico. Outro exemplo: já imaginou como seria interessante entender como funciona a ferramenta que você utiliza para desenvolver seu blog pessoal? Então! Programação é o novo inglês: não fique para trás “Nossos alunos têm entre 16 e 63 anos e atuam nas mais diversas áreas do mercado. São perfis bem diversos e com objetivos diferentes. A quantidade de informações durante o curso é intensa e demanda bastante estudo, mas com a quantidade de coisas novas que se aprende aqui, o olhar para a programação é aprimorado e a evolução é constante”, diz Ana Paula. Pensando bem, melhor do que a gente falar é você conferir a opinião dos próprios alunos. Confira!

Projetos complexos são bem-vindos

“Sou designer de produto especializado em design gráfico. Há pouco tempo, abri minha agência. Optei pelo curso Full Stack porque é uma área que sempre me despertou interesse e curiosidade. Além da autonomia que busco para poder programar de forma profissional um site, implementar configurações para ações de marketing e validar um código com um olhar técnico, também penso na possibilidade de trabalhar em empresas e agências para colaborar com projetos mais complexos. Cada vez mais a programação tem se tornado uma paixão! Agora, acabamos de entrar no módulo de PHP e estou aprendendo muita coisa nova. As aulas são dinâmicas e contam com bastante prática, o que facilita a fixação do aprendizado. O que mais valorizo é o contato com professores atuantes no mercado e especialistas. Me sinto em casa na Digital House. Uma das maiores lições que já absorvi até aqui é a importância de se manter atualizado, saber como e onde buscar informações e também saber filtrá-las. Esse curso é o que eu preciso para ingressar na área de desenvolvimento”. Marcelo Diament, 30 anos

Bota conhecimento nisso

“Estou cursando o último semestre da faculdade de Análise de Sistemas. Para quem quer trabalhar com tecnologia é essencial buscar conhecimentos além da universidade. O curso de Full Stack engloba conhecimentos diversos, por isso chamou minha atenção. Quero ser programador e acredito que a Digital House vai me preparar melhor para o mercado de trabalho. A metodologia aqui é diferenciada e os professores formam um time excelente, sempre disponíveis e incentivando o aluno a pensar. O nível de dificuldade dos exercícios é cada vez maior e eu me sinto sempre desafiado. Tudo para mim é novidade, inclusive a oportunidade de conviver com outros alunos de áreas tão distintas. Estou me dedicando bastante, evoluindo e aproveitando muito”. Afonso Nunes Azevedo, 25 anos Guia de desenvolvimento web: o que você precisa saber antes de começar a programar

Saindo da zona de conforto

“Atuo na área comercial e sempre estou atento às evoluções tecnológicas. Escolhi o curso de Full Stack para sair da minha zona de conforto e ampliar meus conhecimentos. Meu objetivo é voltar ao mercado de trabalho com um diferencial competitivo, já que faltam profissionais na área. Praticar é a chave! Estou cercado de profissionais que me deixam mais tranquilo, insistem no meu progresso e incentivam minha dedicação. Os professores da Digital House fornecem conhecimento de qualidade e administram a ansiedade dos alunos que apresentam dificuldades - alguns têm mais familiaridade com programação, outros não, mas todos somos capazes de resolver os exercícios. Há um trabalho de mentoria que, acredito, poderá auxiliar muitos alunos na busca por uma recolocação no mercado de trabalho. Minha experiência tem sido boa e já estou de olho no curso de Marketing Digital, após terminar o de Full Stack!” Ricardo Figueiredo, 50 anos Verdadeiro ou falso? Derrubando os 5 mitos sobre os programadores

Preparada para encarar desafios profissionais

“Escolhi o curso de Full Stack para aprender a montar o site da minha empresa e poder coordenar minha equipe na execução das funções relacionadas ao site. Também achei que seria uma forma divertida e prática de me atualizar em relação à tecnologia e até mesmo conquistar novas oportunidades de trabalho. O curso tem um ritmo bem intenso e aprendemos novos conceitos. Aprendi a ler códigos e entender o que os programadores fazem em seus códigos. Também já sei montar a parte visual de um site e, se hoje houver a demanda, saberei executar. Foi muito rápido: em 15 dias absorvi todo o conhecimento necessário para desenvolver o layout de um site. Sinto muita segurança por saber que estamos trilhando o mesmo caminho de nossos professores: profissionais que atuam no mercado de trabalho com as mesmas habilidades que estamos desempenhando em sala de aula. É um curso que nos prepara para realidade, e isso me entusiasma muito. Como eu nunca tinha tido contato com o universo da linguagem de programação, algumas dificuldades surgem à medida em que vou evoluindo. Destaco que todas as minhas dúvidas têm sido esclarecidas, pois o espaço da Digital House nos proporciona um ambiente saudável de integração com colegas no co-learning e também com professores. Frequento o co-learning mesmo nos dias em que não tenho aula: é um ótimo espaço para trocar idéias e fomentar sonhos, e me sinto muito acolhida por todos. Quem sabe eu não saio da DH com uma start-up direto para o mercado de trabalho? Sei que os próximos meses de estudos serão intensos, afinal, a escola vem nos oferecendo não apenas conteúdo relacionado à linguagem de programação, mas também lapidando nossa postura e nosso comportamento profissional para o mercado de trabalho. Com muita dedicação, certamente terei êxito nos meus objetivos após o término do curso”. Aline Nóbrega, 38 anos Se interessou pelo curso de Desenvolvimento Web Full Stack? Venha conhecer o nosso campus e conversar com os nossos especialistas!

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5 primeiros passos para quem quer se tornar um cientista de dados

É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.