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Marketing de Relacionamento: o que é, características e estratégias

Marketing de Relacionamento: o que é, características e estratégias
#Marketing
15 de julho - min de leitura

Quer entender mais como fazer marketing de relacionamento? Leia mais e saiba tudo o que você precisa nesse texto!


Os gestores e líderes já sabem muito bem as dificuldades do mercado atual, que fica cada vez mais competitivo. Diferenciar-se frente aos concorrentes para ganhar a atenção de um potencial cliente é uma tarefa árdua e, por vezes, com custos altos.

Ao mesmo tempo, sabe-se também que conquistar novos consumidores pode custar 5 vezes mais do que manter os já existentes. É aí que entra a importância em se fazer um bom relacionamento, criando uma estratégia de fidelização de clientes que pode transformá-los em brandlovers.

Afinal, o que é marketing de relacionamento?

Basicamente, fazer Marketing de Relacionamento é formar relações de longo prazo com os clientes, e isso é feito por meio de um conjunto de estratégias para construir e consolidar a marca. Ao invés de trabalhar com foco único em vendas de um produto e no fundo do funil, essa estratégia atua com diálogo constante e serviços para manter seu cliente leal à marca por mais tempo.

Na maior parte das vezes, as empresas atuam focadas em ações para consumidores já existentes, ou seja, para a retenção e deles. Porém, mesmo quando se trata de prospecção, é essencial aproveitar os princípios da estratégia de relacionamento para conquistar, assim, novos compradores.

Pense num início de namoro: para que as pessoas se sintam à vontade para se relacionar, elas precisam confiar umas nas outras, certo? O mesmo vale para o relacionamento com cliente! A marca precisa mostrar que é confiável o suficiente para que exista o interesse mais duradouro naquela relação e que a recompra aconteça!

Como fazer Marketing de Relacionamento?

Ok, mas como isso funciona, de fato? Bem, existem diversas maneiras de colocar essa estratégia em prática. Desde interações muito bem produzidas em redes sociais até a concessão de benefícios com um programa de fidelidade. Vale também reproduzir o mesmo cuidado dos canais digitais para o atendimento ao telefone, hein?

Gestão de redes sociais

Lembra quando existia apenas o Serviço de Atendimento ao Consumidor, no qual as pessoas ligavam para pedir ajuda? Pois, com a chegada das redes sociais, ampliaram-se os pontos de contato com as empresas, o que fez com que as reclamações se tornassem públicas e ficassem à disposição de mais e mais pessoas. As marcas que desejam demonstrar cuidado com o relacionamento com o cliente precisam estar atentas ao que é dito sobre elas no ambiente digital e responder a qualquer tipo de feedback.

Programas de fidelidade

Já os programas de fidelidade estão cada vez mais em alta e são bastante conhecidos para estratégias de fundo de funil, atuando no foco em recompra. Para buscar a retenção do consumidor, a empresa concede benefícios para que ele continue consumindo o produto ou serviço oferecido por ela.

Estratégia de email marketing

Outra maneira de se fazer relacionamento é por meio de email marketing, enviando informações relevantes para os consumidores e interessados na marca. A empresa pode aproveitar o email para divulgar os conteúdos publicados no seu blog, enviar mensagens de aniversário, ou oferecer descontos especiais, por exemplo.

Com uma automação bem estruturada, é possível conquistar o lead gradativamente e manter uma comunicação próxima e individual. É importante, nesse caso, entender qual a etapa do funil em que o seu prospect está, para assim enviar os conteúdos que sejam mais relevantes para ele.

Aliás, aqui na Digital House, você aprende a automatizar emails e fazer uma comunicação diferenciada com seu cliente durante o curso de Marketing Digital.

Conectando todos os canais de atendimento

Quer uma maneira simples de usar a tecnologia a favor da sua empresa? Como já mencionado anteriormente, o atendimento ao consumidor agora conta com novas frentes, e é imprescindível dar atenção a todos os pontos de contato com o cliente. Neste caso, a gestão de relacionamento (CRM) torna-se uma ferramenta poderosa.

O CRM é uma das táticas de marketing de relacionamento e, com isso, é possível gerir todos os contatos, identificando padrões de comportamento e extraindo os insights mais certeiros acerca do seu cliente. Para que seja mais efetivo, é essencial contar com um software para gerir toda essa comunicação.

Procure documentar todas as conversas feitas tanto pelo telefone quanto via e-mail, site e nas redes sociais, pois tudo vira fonte de informação! Assim, fica mais fácil resolver os problemas, ao mesmo tempo em que é possível oferecer ofertas exclusivas que se encaixem perfeitamente às necessidades do seu consumidor. Aos poucos, o encantamento será garantido!

Por que sua empresa deve investir nessa estratégia

Qual o diferencial das empresas como Nubank e Netflix? Por mais que você pense que elas se destacam apenas por conta do produto oferecido, saiba que essas duas marcas se destacam no cenário atual por conta do marketing de relacionamento muito bem estruturado. Até porque o modelo de negócio de ambas já possui vários concorrentes no mercado, certo?

De nada adianta ter um produto diferenciado a um preço competitivo se você não souber como se relacionar com seu consumidor. Aliás, já se sabe que, nem sempre, o comprador leva apenas o preço em consideração. Alguns deles preferem pagar até mais, se for para viver uma melhor experiência.

Cada segundo do tempo da sua empresa dedicado ao treinamento dos funcionários e para criar uma estratégia de gestão de relacionamento vai valer muito à pena. Converse com seu público, entenda o que ele precisa, trabalhe a empatia para captar as necessidades dele e, acima de tudo, não tente enganar ninguém: as pessoas saber muito bem identificar se a empresa está ou não comprometida com o que elas precisam!

Agora que você entendeu como implementar marketing de relacionamento, que tal colocar em prática? Pode ser uma grande dica para posicionar sua empresa e gerar lucros!

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#Marketing

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O poder do mindset ágil: como desenvolver a soft skill para ter uma mentalidade flexível

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#UX

Prototipagem em UX Design: 5 ferramentas de prototipação para tirar ideias do papel

Seja você um profissional que acabou de iniciar na carreira em UX e UI ou mesmo se já tem certa experiência na área, (re)pensar sobre opções e funcionalidades das ferramentas de prototipação é sempre fundamental.Tanto para quem dá os primeiros passos na área, com o foco na funcionalidade aplicada, quanto aos mais experientes, quando conta muito a reavaliação sobre métodos já utilizados, a escolha certa da ferramenta de prototipagem fará a diferença. Nesse texto, trazemos cinco ferramentas diferentes, indicadas pelo nosso professor Harold Shcultz Neto, que ministra aulas de UX e Discovery no curso de Gestão em Produtos Digitais. Elas vão ajudá-lo a aumentar a produtividade e eficiência em seu processo de prototipação.Ao final de cada uma, incluímos um link que contém exemplo prático para que você entenda a relevância destas funcionalidades, espelhadas no dia a dia.E porque escolhemos só 5, entre tantas opções de mercado? Pois cremos que não existe “a melhor” ferramenta de todas, mas sim a mais adequada ao projeto, etapa e suas necessidades específicas. Sendo assim, avalie seu contexto, acompanhe nossas opções e bom trabalho com a sua prototipagem!1 - Pencil Before PixelEssa frase é um clássico no UX Design, principalmente no universo das grandes consultorias do Vale do Silício. O motivo é simples: é mais efetivo você começar seu protótipo com lápis e papel do que gastar muito tempo em softwares que demandam conhecimento prévio. Além disso, o papel, quando bem feito, permite interações que nos sistemas digitais demorariam ou simplesmente seriam impossíveis de serem realizadas.Quando usar: dificilmente você vai usar lápis e papel nas etapas finais de um projeto, já que nesta fase é preciso trazer realismo e as diferenças de interações em dispositivos são cruciais para serem validadas. Essa ferramenta, portanto, é recomendada em projetos rápidos ou validações de novas iniciativas, quando o contexto ainda está confuso.Veja um exemplo de prototipagem Pencil Before Pixel 2 - Apple KeynoteEsqueça o PowerPoint. O Keynote (para usuários do Mac) é uma das melhores ferramentas para protótipos rápidos do mercado. Sim você leu bem: basta desenhar um layout com imagens realistas e adicionar links na apresentação et voilà! Eis seu protótipo com interação! “Muitos designers não vão levar isso a sério, mas como a maioria das pessoas tem familiaridade com este tipo de ferramenta, é o melhor primeiro passo. Ah, e pode ser responsivo. Basta você escolher um tamanho de slide personalizado e terá o arquivo em formato para smartphone”, explica Neto.Quando usar: quando você não tem tempo de aprender mais uma ferramenta digital, e precisa testar algumas coisas básicas, como um fundo de site, tipo de menu etc.Veja um exemplo de prototipagem com Apple Keynote 3 - InvisionConsiderada uma das ferramentas que mais cresceu no início do boom do Design Sprint e outras metodologias ágeis. Primeiro, por ter fácil navegação, o que simplifica o entendimento. Segundo, por ter se tornado a queridinha dos designers, em razão da excelente estratégia de conteúdo da empresa fabricante, possuidora de alguns dos melhores relatórios e práticas na área, sendo esta última, talvez, sua principal vantagem.Quando usar: tanto na fase inicial de projetos quanto numa fase mais avançada, onde já se demanda um protótipo de média para alta fidelidade.Veja um exemplo de prototipagem com Invision 4 - FigmaAtualmente, Figma é o número 1 na lista de qualquer UX Designer que se preze. E a resposta para essa predileção é bem aceitável: sua excelente robustez. Essa ferramenta tem tudo que as outras mais robustas, como Adobe XD e Sketch possuem, mas, com muito mais flexibilidade e colaboratividade, já que tem o poder da nuvem, ou pelo menos a forma como o desenvolvido em cloud.Ela permite criar ações fáceis, que não pesam o PC, podendo ser usado até com chromebooks, além de uma completa sessão de compartilhamento, chat, colaboração e integração com outros sistemas.Quando usar: Sempre e em qualquer fase do projeto pois é extremamente flexível.Veja um exemplo de prototipagem com Sigma5 - LEGOComo diz nosso professor Neto, “nem só de digital são os projetos”.No mundo físico, uma das melhores ferramentas pra você prototipar, desde ambientes até serviços completos, é o LEGO.Obviamente, vai demandar certa abstração dos usuários-teste e criatividade da parte do profissional. Mas, o resultado com certeza irá lhe surpreender.Quando usar: em projetos de Design de Serviços onde você precisa simular ambientes e interações no mundo físico.Veja um exemplo de prototipagem com LegoE aí, interessado(a) em entender melhor cada ferramenta destas, tirar dúvidas e aprender as funcionalidades delas mais profundamente? Então, vem conhecer nosso curso de Experiência do Usuário , um dos mais completos do mercado atual.Nele, você vai criar protótipos, das mais variadas maneiras, aprendendo a desenhar e validar linguagem digital, padrões de design e interação, análise heurística e muito mais.