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Digital House oferece 100 bolsas de estudo de programação para mulheres

Digital House oferece 100 bolsas de estudo de programação para mulheres
carreira
tech
24 de junho de 2019
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Programa busca incentivar mulheres em áreas de tecnologia


Você sabia que, de acordo com dados da ONU, somente 17% das pessoas trabalhando com programação no Brasil hoje são mulheres? Para aquelas que tentam ingressar em áreas de tecnologia, o sentimento geral é de que esses campos de atuação ainda são dominados por homens. Para agravar um cenário marcado por desigualdade, descrédito e assédios, mulheres chegam a ganhar somente 70% do salário de um homem que cumpre a mesma função na área de TI ou programação. Desde o ano passado a Digital House procura promover iniciativas que diminuam o gap da desigualdade, com parcerias e workshops. Como resultado, 20% dos alunos do curso de programação foram mulheres, mais do que a média nacional e da Faculdade de Sistemas da USP, com só 15% de alunas do sexo feminino. Este ano, queremos ir além para trazer mais diversidade e igualdade para o mercado. É por isso que a Digital House Brasil, com apoio do TechTudo, está oferecendo 100 bolsas de estudo de 80% exclusivamente para mulheres no programa "Mais Mulheres em Programação". As bolsas de estudo são para os cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android ou Desenvolvimento Mobile iOS. Segundo a coordenadora dos cursos de programação, Ana Paula da Silva Pereira, a ideia é incentivar mais mulheres a entrarem no mundo da programação para mudar o cenário desse setor, que é predominantemente masculino. "Sabemos que, historicamente, o mercado de tecnologia é dominado por homens e isso dificulta a entrada de mulheres na área. Com o programa "Mais Mulheres em Programação", acreditamos que teremos novas alunas em nosso campus, que desejam estudar e trabalhar para fazer a diferença nesse mercado", reforça a coordenadora. As inscrições começam hoje, dia 24 de junho de 2019. Para participar do processo seletivo, inscreva-se clicando aqui. Após preencher o formulário de inscrição, apenas as 100 primeiras candidatas aprovadas nas fases de Nivelamento, Desafio Online e Entrevista de Admissão irão garantir a bolsa de 80%. As inscrições deverão ser feitas até o dia 22 de Julho de 2019. Aproveite para conferir 5 dicas valiosas para quem está começando a programar.

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Como as mudanças no comportamento afetam a jornada de compra

Ao vender qualquer produto ou serviço, é preciso criar uma estratégia para impactar seus consumidores. E um dos conceitos fundamentais para que se possa criar esse método é o da jornada de compra — também conhecida como jornada do consumidor ou jornada do cliente.Mais adiante vamos entender um pouco sobre essa jornada clássica, mas, de forma resumida, trata-se do caminho que um cliente faz desde o momento em que ainda nem sabe que quer realizar aquela compra até o momento em que faz a aquisição.Conhecer cada uma dessas etapas é importante para que se possa criar sua estratégia, seja para vender online ou offline, mas para planejar campanhas digitais. Entretanto, é preciso ter um outro olhar sobre esse processo no mundo superconectado em que vivemos.Neste artigo, vamos apresentar a jornada de compra clássica e, depois, quais as mudanças às quais os profissionais de marketing digital precisam estar atentos na hora de estruturar suas ações na internet. Vamos lá?A jornada de compra clássicaA jornada de compra se baseia no modelo do funil de vendas, um modelo criado em 1898 pelo americano E. St. Elmo Lewis. A ideia era mapear os estágios pelos quais uma pessoa passa desde que descobre a existência de um produto até quando, de fato, se torna um cliente.A imagem é a de um funil porque parte-se do princípio de que muitas pessoas podem conhecer o produto, um número menor pode ser de potenciais clientes, menos gente ainda pode, de fato, se interessar por aquela mercadoria e uma quantidade bem inferior realmente vai adquirir aquele artigo. Dessa forma, o número de pessoas em cada etapa vai se afunilando. A partir do funil de vendas, criou-se a jornada de compra. Ela se divide em quatro etapas:Aprendizado e descoberta: quando o cliente começa a se interessar por determinado tema;Reconhecimento do problema: nessa etapa, o consumidor percebe que tem um problema ou uma oportunidade de consumo;Consideração da solução: nesse momento, o cliente já começa a pesquisar ativamente uma solução para o problema que identificou na etapa anterior;Decisão de compra: no último estágio da jornada, o consumidor já decidiu que vai realizar a compra e passa a pesquisar qual produto ou serviço será o mais adequado.O comportamento do consumidor digitalO modelo clássico da jornada de compra ajuda muito a identificar cada etapa pela qual o consumidor está passando. Dessa forma, fica mais fácil criar o conteúdo e os anúncios para que esse potencial consumidor seja impactado com materiais relevantes para ele.Todavia, por se basear em um conceito de funil de vendas do fim do século XIX, uma parte da realidade atual é deixada de lado. Por estarmos conectados praticamente o tempo todo com nossos smartphones, somos bombardeados com milhões de estímulos.Dessa forma, considerar um comportamento linear na jornada de compra se torna muito simplista. Mais uma vez, é claro que esse modelo não deve ser desconsiderado. Entretanto, ele deve ser uma base para que se possa compreender os hábitos do consumidor digital.Sempre conectado, o comprador será impactado por diversas campanhas, em diferentes pontos da jornada, pelos mais diversos tipos de produtos e serviços — tudo isso tendo apenas um orçamento individual para gastar. Assim sendo, as empresas precisam ter isso em mente na hora de montar sua estratégia, desde as campanhas de marketing até a precificação dos produtos e a análise da concorrência.Um ponto importante a se considerar é que a jornada do consumidor deve ser cíclica. É sempre positivo focar na manutenção de consumidores engajados com sua marca, seja em seu e-commerce, no blog da sua empresa ou nas redes sociais do seu negócio. Isso porque é mais barato fazer com que um cliente antigo compre novamente do que atrair novos consumidores.Como se comportar nesse cenárioTendo os conceitos e a realidade em vista, é hora de saber de algumas ações que sua empresa pode desenvolver para que se sobressaia nesse cenário. Vamos a elas?Trabalhe sua marcaUm ponto muito importante para atrair o reconhecimento dos clientes é o de trabalhar sua marca. Dessa forma, os consumidores vão associar o nome da sua empresa a algumas características do produto ou serviço que você oferece.Para isso, foque em conteúdos originais no seu blog e nas redes sociais. Assim, você pode se tornar uma referência no ramo em que atua.Além disso, você pode trabalhar com anúncios no Google Display e com banners nas redes sociais, de modo a fortalecer o reconhecimento de marca. 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Digital House abre sua nova unidade em São Bernardo do Campo

Viva a experiência Digital House em São Bernardo do Campo!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Nosso sucesso é dado graças a nossa metodologia de “aprender fazendo”, nossos conteúdos, que andam em linha com o que há de mais novo no mercado, e nossos professores, que são profissionais de mercado. Isso tudo permite que os nossos alunos se formem em apenas 4 meses, prontos para atuar no mercado de trabalho ou começar o seu próprio negócio.A Digital House já atende a população de São Bernardo do Campo, mas entendemos que não são todas as pessoas que têm disponibilidade de vir até a cidade de São Paulo. Agora com a nova unidade no coração de SBC, no Centro no Jurubatuba Empresarial, vamos poder atender a todos os São-bernardenses. Os interessados em fazer nossos cursos de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

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5 primeiros passos para quem quer se tornar um cientista de dados

É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.