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10 livros para começar bem 2019

10 livros para começar bem 2019
carreira
7 de janeiro de 2019
  -  
-min de leitura

Nada como começar o ano e o planejamento para as novas metas com bons livros às mãos. E se você também é aficionado por tecnologia, essa é a lista que você procurava


Futuros distópicos e reflexões sobre a ética e responsabilidade por trás de avanços tecnológicos são os temas preferidos dos maiores autores de ficção científica do último século. Não por menos, estes também têm sido assuntos debatidos no cotidiano de quem trabalha ou estuda assuntos ligados à tecnologia.

Apesar de densos, alguns autores e livros nos mostram que é possível refletir a respeito desses dilemas com bom humor e, quem sabe, uma pitada de ironia e ação, mesmo quando o futuro da ficção parece demasiadamente sombrio.

O surgimento de robôs e outras formas de inteligência artificial, biotecnologia, exploração de outros planetas, a história de um grande cientista, um homem que deixou a matemática divertida e uma sátira sobre costumes atuais (e futuros) são algumas das coisas que você vai encontrar na lista de clássicos livros que escolhemos a dedo para você ler nesse início de ano. Esperamos que tenha uma boa diversão!

1. Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, por Philip K. Dick

Este foi o livro de Philip K. Dick que inspirou o aclamado filme Blade Runner: Caçador de Androides. A história gira em torno de um futuro distópico no qual o planeta Terra é habitado por aqueles que não conseguiram escapar das devastadoras consequências de uma guerra nuclear. A forma de vida orgânica como conhecemos hoje ganha outro sentido e significado, tornando-se extremamente valiosa.

No livro, Rick Deckard é um caçador de recompensas cujo sonho é trocar sua ovelha mecânica por uma de verdade. Sua chance de subir na vida surge com a oportunidade de caçar 6 androides rebeldes. Esse clássico da ficção científica lançado em 1968 se mostra bastante atual e dialoga diretamente com os constantes avanços da Inteligência Artificial e até onde ela pode chegar, deixando difusos os limites entre homem e máquina e trazendo questionamentos filosóficos sobre o que de fato significa ser humano e estar/ser vivo.

2. 2001: Uma odisseia no espaço, por Arthur Clark

Outro livro que inspirou Hollywood, 2001: Uma Odisseia no Espaço dialoga com duas simples, porém grandes perguntas da humanidade: "De onde viemos?" e "Para onde vamos?". A narrativa de ficção científica começa com o também início da humanidade e avança para milhares de anos à frente, quando um misterioso monolito é encontrado na Lua e uma equipe é enviada em uma missão espacial para descobrir a origem desse enigma. Um personagem igualmente enigmático é HAL 9000, o computador de bordo altamente inteligente que controla toda a nave.

3. Alan Turing: The Enigma, por Douglas Hofstadter e Andrew Hodges

O único desta lista que é uma obra biográfica e que também não possui versão traduzida para o português, mas que vale muito a pena estar aqui. Alan Turing é muito mais do que o personagem interpretado por Benedict Cumberbatch nas telas do cinema, ele é considerado o pai da ciência da computação e do que conhecemos hoje como computadores e inteligência artificial. Sua vida, além de brilhante, foi envolta de drama em uma época que sua homossexualidade era considerada um crime pela coroa britânica.

4. Eu, Robô, por Isaac Asimov

Considerado um dos grandes mestres da ficção científica literária, Isaac Asimov reuniu nove contos, alguns dos quais já haviam sido publicados em revistas, no seu Eu, Robô. O tema, obviamente, é a robótica (termo cunhado pelo próprio autor) e seus desdobramentos.

Apesar de independentes entre si, as histórias falam do surgimento de robôs, sua integração no cotidiano humano, as famosas Leis da Robótica e de um futuro distópico que obriga humanos a colonizar outros planetas. Cada conto traz um reflexão diferente que circulam em torno de temas como religião, apego, substituição de humanos por robôs e conflitos éticos tanto entre humanos quanto entre máquinas. Mesma com a temática densa, os contos são leves, divertidos, sensíveis e cheios de bom humor.

5. Encontro com Rama, Arthur Clark

Mais uma obra de Arthur Clark está na lista e esta fala sobre um meteorito que atinge o continente europeu e, anos depois, a catástrofe ameaça se repetir. Mas desta vez, líderes mundiais estão preparados e enviam uma missão para impedir que Rama se choque com nosso Sol.

É então que os mistérios e enigmas envolvendo Rama começam e os exploradores passam a se questionar se ele é realmente uma ameaça ou a fonte de muitas respostas para a humanidade. Uma trama definitivamente envolvente e que consagrou Clark como um dos autores mais criativos de sua época.

6. Jurassic Park, Michael Crichton

Você já conhece o filme e suas muitas sequências, mas o mundo fantástico no qual Michael Crichton colocou dinossauros andando novamente na Terra tem muito mais dilemas no papel do que nas telonas. Os avanços da biotecnologia chocam-se com a ética e o pano de fundo para toda a história são as engrenagens da teoria do caos.

Em meio a programadores, geneticistas e engenheiros, o livro foca mais no experimento em si e na ciência por trás desse feito incrível. A descrição realista e detalhada de Crichton chega a fazer o leitor acreditar que tudo aquilo é tão possível quanto um episódio de Black Mirror.

7. O homem que calculava, Júlio Cesar de Mello e Souza

Apesar de ser um livro considerado infanto-juvenil, a descontração e leveza da obra fazem valer a pena sua presença nesta lista, principalmente para quem não tem uma relação muito amistosa com a matemática.

Dificilmente autores acertam tão em cheio ao unir ciência e ficção de maneira instrutiva quanto o professor Júlio Cesar de Mello e Souza (sim, um brasileiro) conseguiu. O livro conta de maneira lúdica e divertida as histórias de Bereniz Samir, um viajante com dom para matemática. Igualmente indicado para aqueles que se deliciam com jogos matemáticos.

8. Duna, Frank Herbert

Se seu estilo de leitura se assemelha às narrativas de Tolkien ou de George R. R. Martin e leituras leves te cansam rápido, Duna é o livro ideal para você. O primeiro de uma saga que conta com mais cinco livros, a trama gira em torno de Paul Atreides, herdeiro da Casa de Atreides que se vê no meio de uma trama política e religiosa quando sua família assume controle do planeta feudo Arrakis, única fonte no universo de um elemento chamado melange.

Frank Herbert fez questão de povoar a aventura com paradoxos filosóficos, religiosos e psicológicos, algo considerado inovador na época do lançamento do livro. Temas como ecologia, biologia e exploração excessiva de recursos naturais também permeiam os conflitos da história. Vale destacar que, ao contrário da maioria dos livros de ficção científica, Duna não possui computadores, robôs nem inteligência artificial para auxiliar humanos, pois esses são proibidos pela religião do império.

9. O andar do bêbado, Leonard Mlodinow

Longe de ser ficção, esse best-seller tem uma mensagem muito simples: não estamos preparados para o aleatório. Essa é a tese que Leonard Mlodinow defende de forma divertida e lúdica, citando exemplos e pesquisas que vão desde o mercado financeiro à Hollywood. Com tom irreverente, o autor nos leva a questionar muitas certezas a respeito do funcionamento do mundo ao nosso redor, afinal, segundo ele "muitas coisas são tão previsíveis quanto o próximo passo de um bêbado depois de uma noitada".

10. O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams

Não só considerado um dos maiores clássicos da ficção científica, mas também queridinho da cultura geek, O Guia do Mochileiro das Galáxias conta a história do terráqueo Arthur Dent, quando ele se vê forçado a abandonar a Terra minutos antes dela ser destruída para a construção de uma estrada intergaláctica.

Seus salvadores são Ford Prefect, um ET que vivia disfarçado como terráqueo, e o próprio Guia do Mochileiro, que traz os fatos mais inusitados sobre os muitos habitantes de nossa e outras galáxias (e que seria considerado case de sucesso no mundo do marketing).

Cheio de ironias e sátiras, Douglas Adams cria as situações mais absurdas para debochar dos costumes e instituições da nossa sociedade - principalmente da burocracia - unindo suas maiores paixões: humor, animais selvagens e tecnologia. Em meio a diversas aventuras, Arthur Dent também está constantemente se deparando com a busca pelo sentido da vida. Uma leitura certamente hipnótica. Preparado para 2019? Pegue o seu café e boa leitura!

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Jornada do consumidor: conceito e importância

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Seja buscando pelos melhores sites, perguntando nas suas redes sociais ou conversando informalmente com amigos e familiares, existe todo um caminho anterior até que se tome a decisão.Também conhecida como jornada de compra, a jornada do consumidor é justamente essa soma de todas as experiências vividas pelos consumidores quando eles interagem com sua marca, produto ou serviço. É um documento que permite monitorar o comportamento, as necessidades e os problemas do seu público durante o processo de compra.Basicamente, quando você tem visibilidade da jornada do cliente, você constrói uma história sobre o usuário, investigando e entendendo como ele se comporta em cada etapa: antes, durante e depois da compra. 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