MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Paises

Guia de desenvolvimento web: tudo o que você precisa saber antes de começar

Guia de desenvolvimento web: tudo o que você precisa saber antes de começar
#Tecnologia
18 de abril - min de leitura

Todo mundo já deve ter ouvido, pelo menos uma vez, que aprender a programar vem se tornado cada vez mais necessário. Quanto mais camadas das nossas vidas vão sendo digitalizadas, maior é a demanda do mercado de trabalho por bons profissionais na área e, por isso, muita gente está interessada em aprender desenvolvimento web. Mas, por onde começar?


Primeiramente, é preciso conhecer as partes básicas dessa profissão para escolher aquilo que mais faz sentido para o aprendizado pessoal - seja o que mais agrada ou o que funciona melhor para desenvolver determinada ferramenta.

O que faz um desenvolvedor web?

De maneira bastante resumida, programadores web desenvolvem websites. E isso quer dizer que é possível desenvolver desde o site mais simples até aplicações bastante completas, e-commerces e redes sociais. Esses websites são vários arquivos que ficam armazenados em servidores, que são computadores ligados à internet e responsáveis por hospedar os sites. Ao mesmo tempo, esses websites ficam disponíveis nos navegadores, que carregam esses arquivos e mostram para o computador de quem está acessando aquela informação. E o papel do desenvolvedor, nesse processo todo, é criar os códigos que definem tanto o que fica visível para as pessoas, quanto o que está escondido nos servidores. Estamos falando de front-end e back-end.

Qual a diferença entre front-end e back-end?

Front-end é tudo o que fica visível para as pessoas que utilizam o site. Matheus Costa, coordenador dos cursos de programação da Digital House, usa o exemplo do Facebook para ajudar na explicação. Tudo o que vemos, ou seja, a coluna à esquerda com os dados, a coluna central do feed de notícias e a coluna à direita com o chat, é front-end. "É como as coisas estão ordenadas, como elas têm aparência, cores e fontes", explica Matheus.

Já o back-end é tudo aquilo que não vemos, mas que está presente determinando o funcionamento das coisas; é a parte lógica da aplicação. "Quando eu publico algo no Facebook, a informação está sendo salva num banco de dados, o sistema está vendo quem é meu amigo, e está mostrando essa minha publicação no feed desse amigo", exemplifica Matheus. Então, tudo o que acontece para manter o funcionamento da aplicação, mas que o usuário não vê ou interage, é back-end.

Devo me especializar em front-end ou back-end?

A dica do coordenador para quem está começando é ser full stack, ou seja, o profissional que sabe programar tanto front-end quanto back-end. As justificativas que Matheus utiliza são duas. Em primeiro lugar, quem está começando ainda não sabe muito bem o que interessa mais, então aprender um pouco de ambos pode ser crucial para tomar essa decisão. Em segundo lugar, as possibilidades no mercado de trabalho são maiores quando se sabe programar tanto na parte visual quanto na parte lógica. Um dos cursos que Matheus coordena na Digital House é justamente o de desenvolvimento Web Full Stack. A ideia é que o aluno saia formado em cinco meses, com as habilidades de front-end e back-end exigidas pelo mercado de trabalho.

Mas, por onde começar?

Matheus aconselha iniciar com as linguagens de front-end, sobretudo HTML e CSS. "Porque por mais que você não saiba como interagir com essa página ou fazer a lógica, você vai saber como a página é, qual é a estrutura de uma página", justifica. Ele explica que, depois de aprender a usar essas duas ferramentas, é hora de partir para JavaScript e, depois, escolher uma linguagem de back-end. "Então, muita gente pergunta por que PHP, ou por que Ruby, mas, no fundo, independente dessas linguagens de back-end, o front-end você precisa saber".

HTML, CSS e JavaScript: qual a diferença?

Todas as codificações de front-end, HTML, CSS e JavaScript tem funções diferentes, mas andam juntas. Para explicar melhor esse funcionamento, Matheus dá o exemplo do corpo humano. Nesse caso, HTML seriam os ossos, CSS, a pele e JavaScript, os nervos. HTML é o que define a forma das coisas que os usuários visualizam. Voltando ao exemplo do Facebook, HTML diria que há três colunas principais, e que cada postagem tem o formato de uma caixa.

É como se fosse a linguagem que descreve a estrutura básica do que vemos. "Ele não fala cor, não fala posição, não fala tamanho, ele só dá o esqueleto de como a informação fica", esclarece Matheus. Já CSS é responsável pela parte visual. Cores, fontes e posicionamento são questões definidas por CSS. É como se fosse a pele cobrindo o esqueleto. Juntos, HTML e CSS já constituem um site, e é por isso que Matheus defende que essas codificações devam ser aprendidas primeiro.

JavaScript chega para dar movimento a esse site. "Quando eu clico na caixa de postar do Facebook, o resto fica meio opaco, e onde eu estou fica mais claro. Então, quem detectou esse clique, quem deu essa ação do usuário foi o JavaScript", exemplifica Matheus. Por isso a relação com os nervos do corpo humano.

Avançando um pouco mais: quais as principais linguagens de programação?

Depois de aprender HTML e CSS, e avançar para JavaScript, é hora de escolher uma linguagem de programação para se aprofundar. Como não existe linguagem certa para todo e qualquer projeto, assim como existem diversas linguagens possíveis, é interessante conhecer as principais, a fim de escolher a que mais se adequa ao projeto ou ao gosto pessoal. "Para começar, eu escolheria uma linguagem que me pareça mais divertida, pelo menos, que pareça algo interessante de trabalhar", aconselha Matheus.

Phyton

Por ser bastante compacta e legível, Phyton é mais recomendada para iniciantes. Essa linguagem é muito utilizada em pesquisas acadêmicas, assim como é muito utilizada no mercado também. Google, Yahoo! e NASA utilizam Phyton, além dessa linguagem também ser usada nos aplicativos web de Instagram, Pinterest e Rdio.

PHP

Essa linguagem se tornou muito popular entre os desenvolvedores web porque ela pode ser incorporada em um documento de origem HTML, sem ser preciso utilizar um arquivo externo. Projetada para sites dinâmicos, toda essa popularidade lhe rendeu o uso em mais de 200 milhões de sites, incluindo WordPress.

Ruby

Ruby é uma linguagem de script orientada a objetos, amplamente utilizada no desenvolvimento de sites. Essa linguagem foi projetada para ser simples e fácil de escrever, sendo recomendada para iniciantes.

Qual é o melhor editor de códigos?

Para começar a criar códigos, é preciso utilizar ferramentas que possibilitem essa ação. Estamos falando dos editores de códigos, programas de computador que tornam a criação de códigos mais simples. Matheus Costa indica três principais: o Visual Studio Code, da Microsoft, o Atom e o Sublime Text. Esses editores são os três mais famosos do mercado, e são gratuitos - o Sublime Text tem a versão paga, que exclui os anúncios.

Para Matheus, os editores têm funcionalidades muito parecidas, e a escolha deve levar o gosto do programador em consideração. "Eu, particularmente, tenho os três instalados, aí depende do meu humor no momento para escolher por um deles". O Atom tem uma forma de personalizar o seu uso mais fácil. Enquanto isso, a vantagem do Visual Studio é que ele vem com mais ferramentas, sendo menos necessário fazer instalações. E o Sublime Text, que está há mais tempo no mercado, possui mais soluções existentes que os outros dois.

Banco de dados: o que é essencial saber?

Entre os programadores, é utilizada a sigla CRUD para definir as funções básicas a se executar em um banco de dados. CRUD é o acrônimo para Creat, Read, Update e Delete. Então, em português, o básico necessário para saber operar um banco de dados é criar, ler, atualizar e deletar informações.

"São funções básicas, com quatro ou cinco linhas de código você faz cada uma, independente da linguagem que você usa", explica Matheus. Depois de saber essas funções básicas, é possível ir mais a fundo e manusear bancos de dados de diversas formas. "Você pode ser mais avançado no futuro, mas ler, gravar, atualizar e deletar é o essencial", enfatiza o coordenador.

GitHub: ferramenta essencial

Segundo Matheus, uma das coisas mais importantes para um programador é fazer uso do GitHub. GitHub é uma plataforma que permite que programadores do mundo todo compartilhem seus projetos e códigos. Dessa forma, qualquer pessoa pode colaborar. Se um programador encontra algo que ele faria diferente em um projeto de outro desenvolvedor do outro lado do planeta, ele pode sugerir uma mudança, enviando o pedaço de código em questão. Dessa forma, o criador pode, ou não, atualizar seu projeto.

É uma grande rede de colaboração de criação de código ao redor do mundo. "GitHub hoje é basicamente o currículo do programador do século XXI", diz Matheus.

Criação é o primeiro passo

Uma das principais dicas de Matheus para quem está começando a programar é criar. Ele conta que começou dessa forma: via páginas da web, como Facebook, Magazine Luiza ou Casas Bahia, e as refazia do seu jeito. Para ele, criar e recriar são peças fundamentais para aprender. "Primeiro porque você passa a entender como as coisas funcionam. E, criando, você passa, ao mesmo tempo, a desenvolver seu portfólio. Então, caso você vá se mostrar para uma empresa ou vá procurar um freelancer, você já consegue ter coisas que você pode mostrar para as pessoas".

Outras notícias

Procura-se profissional digital capacitado. Alta remuneração como recompensa img
#UX
#Marketing
#Carreira

Procura-se profissional digital capacitado. Alta remuneração como recompensa

O mercado de trabalho demanda cada vez mais profissões digitais, e a questão que está em jogo não é mais a famosa competitividade. Ficou mais urgente: agora o assunto é sobrevivência. Inteligência Artificial, por exemplo, já é uma realidade e pretende crescer nos próximos anos, nas empresas e na vida de todo ser humano consumidor. Pesquisa da consultoria IDC prevê que Inteligência Artificial será uma das tecnologias que mais merecerá destaque em 2020. Os assistentes virtuais fazem parte destes números e evoluem nas aplicabilidades e informações, facilitando e deixando nosso cotidiano muito mais prático e seguro. A tendência é que ser orientado por dados de Inteligência Artificial por meio de comandos de voz será, nos próximos dois ou três anos, como ligar a TV e mudar de canal com um controle remoto hoje, ou seja, algo mais que natural.Inovação - um processo evolutivo no mercado de trabalhoNo mercado de trabalho, o maior desafio das empresas é colocar toda esta inovação na prática, transformando seus benefícios em lucratividade. Para isso, o capital humano continua sendo a chave-mestra do processo.Encontrar pessoas qualificadas - e aqui, entende-se profissionais que coloquem a transformação digital aplicada no cotidiano do negócio - está bem difícil. Muitas são as vagas para habilidades digitais que o mercado tenta preencher, mas carece de mão de obra qualificada, como Data Science ao Marketing Digital.O Marketing é uma área que não se mantém sem o digital hoje. Esse mercado concentra uma das habilidades centrais de qualquer negócio - o entendimento do novo comportamento do consumidor, já que ele pensa, se comunica, decide e consome no digital. A boa notícia para o profissional que lê este artigo e até aqui começa a pensar no bolso, é que investir nesse ramo é rentável em curto e médio prazos. Estima-se que o salário médio inicial para um analista de marketing digital é de R$ 3.000,00 e a demanda só tende a aumentar, segundo a plataforma Revelo.Não há sucesso sem suor. Esta frase pode parecer clichê, mas cabe bem quando a busca é por bons salários nas profissões do futuro. O primeiro passo precisa ser interno, crer que é possível e agir. “Quando falamos do digital, estamos falando do mindset, da cultura agile para tomada de decisões e de empresas baseadas em dados. Isso sim é o verdadeiro digital”, orienta o Co-fundador da Digital House, Carlos Alberto Júlio. Contra dados não há argumentos - o digital é uma evolução natural, logo, precisa ser inserido no mercado de maneira estrutural pois impacta diretamente na economia e na ascensão dos negócios.As áreas que demandam profissões digitaisO Linkedin divulgou um estudo feito durante o segundo trimestre de 2019 que levantou empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores como serviços, comércio e indústria. O objetivo foi entender as demandas por profissionais digitais no mercado atual.Uma das perguntas que não queria calar e que este estudo responde é sobre as áreas de uma empresa que mais demandam esse tipo de figura. A resposta é simples: praticamente todas.   Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House, explica melhor esta afirmação: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de Finanças, no Jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”. Sendo assim, ingressar em uma carreira digital é garantia de perspectiva profissional e um leque de oportunidades.  Sobre habilidades hard, a pesquisa lista 25 como as que merecem destaque. Acesse e saiba quais são elas. Então, fica clara a necessidade urgente de que, tanto os profissionais se adequem, quanto as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais.  Depois dessa enxurrada de argumentos para aderir à onda da Era Digital, fica mais fácil surfar nela, não é mesmo? Conheça os cursos da Digital House e transforme sua carreira em um grande oceano azul de oportunidades. 

Reconhecimento de mercado com seu dinheiro de volta - saiba quais as melhores habilidades digitais para investir em 2020 img
#Carreira

Reconhecimento de mercado com seu dinheiro de volta - saiba quais as melhores habilidades digitais para investir em 2020

Conheça as 10 habilidades digitais mais valorizadas pelas empresas atualmente e como aprender alguma delas pode ser vantajoso para sua carreiraA partir de 2020, valorizar sua carreira vai muito além da formação acadêmica, aquela do diploma da universidade tradicional. Importante ter este caminho inicial, mas a atualização e sintonia fina com o que o mercado exige podem ser a magia que faltava para aquela oportunidade de sucesso profissional que você tanto deseja.Isso é o que afirma quem entende bem do negócio. O LinkedIn, referência em rede social profissional que, em sua recente pesquisa What skills does the workforce value most? lista as habilidades que as empresas realmente precisam em 2020.Aprender essas habilidades, ou pelo menos ter conhecimento da necessidade delas, já coloca você um passo à frente na busca por uma nova oportunidade de trabalho, qualificação ou até mudança de profissão, por que não? Habilidades aprendidas = retorno de investimento garantidoAntes de partir para a cereja do bolo - as habilidades digitais que o mercado de trabalho precisa -, é importante compreender que qualquer que seja seu objetivo (assumir um projeto maior, iniciar um novo emprego, liderar uma equipe etc), optar por aprender alguma delas é uma decisão muito coerente, pois o retorno do investimento em um curso vem em curto prazo.Por exemplo, a  UX Design  faz parte dessas habilidades. UX Design é um curso que fará o aluno desenvolver as competências de olhar o produto e pessoas de uma maneira minuciosa e sofisticada, recriando modelos e padrões mentais para fazer daquela solução oferecida, única, por meio da experiência do usuário. Um curso deste cabe tanto aos profissionais de Design, Marketing, quanto a qualquer outro que queira se inserir neste universo.E, com as competências aprendidas,  há muitas oportunidades para trabalhar em startups, agências e empresas, como freelancer ou com contrato fixo, com salário médio inicial na faixa de R$ 4.149,00, segundo a Revelo (dados de julho/2019). As 10 habilidades digitaisA pesquisa de 2019 do LinkedIn traz informações novas. Elas comprovam que a necessidade do consumidor é quem dita as regras, inclusive nas tendências de inovação e tecnologia. Muitas delas continuarão a evoluir, com rapidez e tomando parcelas consideráveis de mercado. Por exemplo, pela primeira vez, este ano, o blockchain não apenas faz parte da lista, mas também ocupa o primeiro lugar.Outro ponto que explica a dinâmica desse ranking é que à medida que o mundo é orientado por dados, há a necessidade da análise deles, ou melhor, de pessoas que possam ajudar não só a interpretá-los, mas a executar ações com base nestas informações de maneira estratégica. Em outras palavras, análise de dados representa lucratividade.Sem mais suspense, as 10 principais habilidades digitais mais valorizadas são: # 1 Blockchain - teve sua origem lá atrás, em 2009, para implementar o uso das criptomoedas. Atualmente, a forma de sua utilização é no armazenamento, validação, autorização e movimento dos dados pela internet com evolução nos processos, ajudando no envio seguro de qualquer ativo digital;  # 2 Computação em nuvem - só a computação em nuvem comporta todas as inovações tecnológicas da Era Digital. Por isso, as empresas precisam de talentos com habilidades necessárias para ajudar na arquitetura, design e na entrega de sistemas em nuvem; # 3 Raciocínio analítico - já que os dados são a base dos negócios, as organizações valorizam talentos que consigam entendê-los e descobrir insights que conduzam às melhores decisões, com um olhar observador e assertivo; # 4 Inteligência Artificial - A IA aumenta a capacidade de força do trabalho humano e pode ser potencializada se aliada ao aprendizado de máquina e ao processamento de linguagem natural. Com essa grandiosa carta na manga, organizações geram produtos e serviços muito mais relevantes, personalizados e inovadores. # 5 UX Design - o tempo médio de atenção dos consumidores diminui a cada ano e eles têm pouca paciência para produtos não são intuitivos. Com este desafio, as organizações precisam de mais observação e conhecimento para ajudar na criação de produtos e experiências, centradas no ser humano. E esta é uma competência bem rentável, como o exemplo que demos no início deste artigo; # 6 Análise de negócios - uma das habilidades que todo profissional deveria ter, independentemente da sua área. A maioria das funções exige algum nível de análise de negócios para tomar decisões e ser certeiro nessa tarefa pode resultar em crescimento estrutural. Isso significa: todos saem no lucro;  # 7 Marketing digital - com a fase drástica de mudanças na publicidade tradicional e a ascensão das mídias sociais, o marketing digital está se tornando uma habilidade essencial, com o grande diferencial de ser segmentado e pensado para públicos específicos, com ferramentas também específicas; # 8 Vendas - é difícil encontrar uma empresa que não precise de ótimos profissionais de vendas, certo? Mas, estas pessoas hoje precisam ter, além da habilidade de gerenciar efetivamente suas demandas, equipes, entender com clareza sobre o funil de vendas, ter também facilidade com programas e ferramentas digitais que os ajudem a vender nos mais altos níveis de negócios; # 9 Computação científica - as habilidades de computação científica são realizadas por profissionais de ciência de dados, engenheiros e arquitetos de software, entre outros. Eles são requisitados para o desenvolvimento de modelos de aprendizado de máquina, aplicação de abordagens estatísticas e analíticas entre outros; # 10 Produção de vídeo - consumidores têm um apetite voraz por conteúdo de vídeo. Por isso, faz sentido que a produção de vídeo continue uma prioridade para as empresas. A Cisco estima que o vídeo representará 82% do tráfego global da internet, até o final de 2022. Diante das informações desta pesquisa, fica um convite à reflexão quanto a quais dessas habilidades se enquadram no seu propósito profissional. A Digital House, com mais de 1.000 alunos formados no Brasil e 93% deles com seus objetivos alcançados, pode ajudar nessa missão. Conheça nosso portfólio de cursos e converse com nossa equipe para entender como e por onde começar a fazer o mercado te valorizar.

Tecnologia é para você sim!  img
#Carreira

Tecnologia é para você sim!

O desemprego atinge aproximadamente 11 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Um dado que soa destoante quando ouvimos nos noticiários que há vagas, mas falta mão de obra qualificada, e leia-se qualificada, especificamente, em habilidades tecnológicas. Mas, como ter acesso a essas oportunidades, vencendo o desafio e fazendo parte do grupo seleto de profissionais bem remunerados do ramo de tecnologia? E se você descobrisse que essa condição não é um privilégio, mas, sim, coragem, dedicação e direcionamento certo para evoluir?Tecnologia? Será que é para mim? Ao pensar nesse universo, automaticamente você pode imaginar inacessíveis linguagens de programação avançada, lógica, matemática e muitas outras barreiras imaginárias, por simples receio do desconhecido. Daí, há apenas dois caminhos: desistir ou arriscar. Na história, todos aqueles que arriscaram e acreditaram neles mesmos se destacaram e alcançaram seu chamado lugar ao sol. E por falar em luz, Thomaz Edison, um dos maiores inventores da humanidade (sua maior invenção foi a lâmpada elétrica), tem uma frase clássica e inspiradora: "um gênio se faz com 1% de inspiração e 99% de esforço". Mudar seu mindset pode ser o primeiro passo em direção ao sucesso. A era da Transformação Digital e as tendências evidenciadas por ela mostram que é chegada a sua hora de encarar a inovação do mercado de carreiras como oportunidades (não um entrave), se preparando para as profissões do futuro, focadas em habilidades e competências específicas.Estas condições já são exigidas pelas empresas, de modelos tradicionais ou não, pois tecnologia é sinônimo de competitividade hoje, mas pode ser de sobrevivência amanhã. Segundo pesquisa recente da Korn Ferry, empresa norte-americana com foco em recursos humanos, somente em 2020 haverá uma carência de 1,8 milhão de pessoas para postos especializados no meio digital no mundo, com destaque aos países em desenvolvimento, como o Brasil. Isso pode representar para estas empresas com postos vagos não faturar o equivalente a mais de R$ 165 milhões até o final deste ano.Investimento com retorno garantidoMais um motivo para você se inspirar e agir. Thatiane Sato, aluna do curso de Gestão em Mídias Sociais da Digital House, já colhe frutos por escolher não desistir. Atualmente, ela está inserida no mercado de trabalho em uma grande consultoria de social media. "O que eu aprendi coloco na prática, já percebendo impactos nas campanhas de nossos clientes. E não paro por aqui, vou continuar me atualizando e fazendo mais cursos da Digital House." E você vai esperar mais o quê? Esqueça as carreiras da velha economia e venha arriscar e prosperar conosco, em um universo de muitas oportunidades e altos salários. E aí, que saber mais sobre como dar o primeiro passo? CONHEÇA OS NOSSOS CURSOS