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E-commerce de ponta a ponta: imersão para líderes e gestores

E-commerce de ponta a ponta: imersão para líderes e gestores
carreira
27 de agosto de 2018
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Marketing digital, vendas, atendimento ao cliente, administração, logística. Entenda as etapas fundamentais para ter sucesso nas vendas online em uma imersão de 10 encontros.


Você trabalha com e-commerce e precisa evoluir? Tem se deparado com questões como a plataforma tecnológica certa, a experiência do seu cliente e, claro, os avanços da concorrência? Criado para quem tem interesse ou já atua na área, o curso executivo de E-commerce da Digital House aborda todas as etapas do processo. "Vamos falar para o microempreendedor, que quer começar um e-commerce do zero, e também para o empresário que busca aprimorar o que já tem", diz o professor Francisco Costa, que trabalha há 11 anos no setor, com experiência em e-commerces ligados a varejo, aviação, cosméticos e mídia, e está à frente do plano pedagógico. Na opinião de Hugo Rosso, coordenador dos cursos de Marketing Digital da Digital House, o curso pode ajudar quem está começando um negócio e não conhece o processo de e-commerce. "Muitas vezes o empreendedor entende a oportunidade de mercado, a natureza do negócio, mas não entende nada de e-commerce para conseguir trazer o resultado", afirma.

E-commerce e a plataforma certa

Escolher a plataforma ideal para seu e-commerce é mais estratégico do que parece. Isso está ligado a entender as possibilidades que existem dentro de uma operação e fazer as escolhas adequadas. "Geralmente, quem toma a decisão sobre a contratação de uma plataforma é alguém de marketing, que, na maioria das vezes, não sabe nada de tecnologia, ou alguém de tecnologia, que faz uma avaliação meramente técnica e não pensa em todos os outros aspectos da compra", conta Rosso. E assim surgem os gaps: e-commerces problemáticos, que, ao final do processo, não correspondem às expectativas.

Venda online é a operação que mais gera dados

Especialista em cultura digital, o Diretor Acadêmico Edney Souza aponta o aspecto analítico que está ligado às práticas de venda online. "O e-commerce é uma das operações no mundo digital que mais gera dados", diz. Segundo ele, um dos maiores motivos de consumidores desistirem de comprar algo online é o excesso de oferta. Logo, no que diz respeito aos dados trazidos pelo Analytics, é possível restringir, filtrar, analisar e criar opções de segmentação de produto.

Por que fazer um curso só de e-commerce?

E-commerce é uma operação que tem características específicas, como marketplace (onde, quando e como seu produto será exibido), logística, plataformas tecnológicas, precificação, atendimento ao cliente, análise de dados, segmentação de público, entre muitos outros aspectos. "É tecnologia, mas não é só tecnologia. É comercial, mas não é só comercial. É marketing, mas não é só marketing. Envolve um conjunto de habilidades e conhecimentos que são razoavelmente específicos e que devem rodar juntos", explica Rosso.

"Quando o cliente acessa um site, ele espera organização, um bom conjunto de produtos, encontrar os produtos de forma rápida. Espera também que os produtos tenham informações adequadas e claras para que ele tome a melhor decisão", completa. Há também a questão de preço, do prazo de entrega, do modelo de entrega com o qual a empresa vai trabalhar e o atendimento. "Tudo o que existe em uma loja física existe no e-commerce. A diferença é que, no e-commerce, você não tem a chance de olhar no olho do cliente e dizer: "oi, tudo bem? Seja bem-vindo. Posso te ajudar?".

Como ser um bom gestor de e-commerce?

Na opinião dos professores da Digital House, um bom gestor de e-commerce deve, em primeiro lugar, entender a mente do consumidor. É preciso ter conhecimentos básicos de marketing, mas, acima de tudo, buscar entender como as pessoas pensam e decidem. "São pequenos detalhes que fazem o cliente escolher um local ou outro", diz Edney. Para Rosso, deve-se levar em conta também a jornada de compra e a experiência total do usuário. Logística é aspecto importante do curso e deve ser uma preocupação do gestor de e-commerce.

Quando há dois produtos com o mesmo preço, mas um entrega mais rápido, qual você escolhe? O que entrega mais rápido, claro! E como entregar mais rápido? Montando uma logística melhor. Quem monta um catálogo melhor é mais bem-sucedido, assim como quem tem um bom atendimento ao cliente. "Muita gente prefere pagar mais caro e ter um atendimento melhor", conta Edney.

O que você aprende na imersão em e-commerce da Digital House

Dividida em em 10 encontros de 5 horas, a imersão traz temas como gestão e implementação de um e-commerce, abordando aspectos de marketing, finanças, atendimento ao cliente, logística, meios de pagamento, plataforma tecnológica e vendas. Conhecer as etapas do processo de venda online e como implementá-las no negócio é um tema-chave do curso, além do entendimento das melhores práticas do mercado, as tecnologias disponíveis e cases de sucesso. Aqui, você pode ler e baixar o programa completo, além de conhecer os professores responsáveis pelo curso.

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É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.