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Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um?

Desenvolvedor front end: o que preciso saber pra ser um?
#Tecnologia
26 de julho - min de leitura

Aproveite para tirar todas as suas dúvidas e entrar de cabeça nessa profissão!


Você decidiu que pode ser uma boa atuar como desenvolvedor front end, mas não sabe exatamente como começar? Ou já começou a programar, mas quer mergulhar ainda mais a fundo nessa área? Ok, esse universo pode parecer bastante confuso à primeira vista, pois existem vários caminhos a serem trilhados nessa carreira.

Um ótimo conselho é pesquisar todas as possibilidades para decidir qual direção tomar. Neste texto, vamos falar um pouquinho com quem tem interesse em desenvolvimento de interfaces que conversam diretamente com os usuários, ou seja, o famoso front end!

Quer entender como funciona, quais os primeiros passos e se o mercado está favorável? Chamamos a professora do curso de Desenvolvimento Web Full Stack, Hendy Almeida, para esclarecer todas as dúvidas!

O que é o front end back end

Que tal começar diferenciando dois dos conceitos mais conhecidos do desenvolvimento web? Se, dentro de uma aplicação, você souber separar o front end do back end, já será um ótimo começo!

Hendy explica que, quando falamos no back end, nos referimos à parte que está por trás das interfaces, se comunicando com os servidores, guardando informações no banco de dados e definindo as regras de negócio.

Já o front end é a parte responsável pela interação com o usuário. Isso significa que estamos falando de todo o conteúdo que fica visível, como por exemplo: o layout da página, os efeitos visuais e até mesmo a validação de formulários. O desenvolvedor front end precisa ter um olhar voltado para experiência do usuário para que o trabalho aconteça da melhor maneira possível.

Deu para entender que, apesar de diferentes, os desenvolvedores das duas áreas acabam se complementando, certo?

O que faz um desenvolvedor front-end

Focando especificamente na turma dos front-end developers, Hendy mostra que, nessa área, é possível criar páginas web utilizando HTMLCSS Javascript, normalmente com base em um layout pré-definido por um designer ou pela equipe de design. Isso significa que trabalhar em equipe é fundamental para pensar na melhor experiência possível para o usuário.

Esse trabalho requer muita atenção aos detalhes, pois é importante garantir que o design da página esteja de acordo com o que foi pré-definido, ou que a usabilidade esteja fluida. O usuário final está em primeiro lugar, e a experiência dele vai ser sempre considerada para fazer as devidas otimizações, quando necessário.

Por que o front end é tão importante?

Bem, depois de tanta explicação, fica até fácil entender a importância do front end, né? Só de saber que o principal objetivo desse profissional é oferecer uma boa experiência para o usuário, já se percebe quem é que descomplica e cuida da aparência do desenvolvimento web.

Hendy alerta: “Você pode ter um sistema super funcional no back end, mas se ele não for atraente e de fácil acesso, não adianta nada”. É no front que consegue-se facilitar a usabilidade de um sistema web e mudar a experiência do usuário.

Mercado de trabalho em alta

Boas notícias para os entusiastas e futuros desenvolvedores: o mercado para front end só tem crescido e está em alta! Para Hendy, hoje em dia, há muitas possibilidades de vagas na área, para atuar desde os níveis de conhecimento mais básicos, como HTML, CSS e Javascript, até o modo avançado, como ReactJSAngular e Service Worker

Segundo o site Glassdoor, o salário médio para um desenvolvedor front é de R$ 3.995 por mês, podendo variar até chegar a mais de R$ 13.000. Nada mal, hein!

Vem ser front end você também!

Gostou da ideia de entrar nessa profissão desafiadora? Hendy conta o que é preciso aprender no começo da carreira “De início é preciso estudar as bases: HTML para estruturar o conteúdo, CSS que é nossa folha de estilo, e Javascript que permite adicionar lógica e interagir com eventos do usuário como click ou scroll na página. Depois disso, nós podemos ir para parte mais divertida, como Bootstrap e jQuey, ou seja, as bibliotecas/frameworks que facilitam nosso trabalho”.

Com esse tanto de palavra e expressões, fica mais uma dica: o inglês é um diferencial que te ajudará muito no dia a dia! Até mesmo para buscar referências e leituras que, grande parte das vezes, não estão disponíveis em português.

E também é importante lembrar que, mesmo que você escolha se especializar no front end, será preciso ter noções de como o todo se comunica com o back end, ou como funciona o banco de dados, por exemplo. A profissão é apaixonante e divertida! Com certeza, você vai adorar!

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Prototipagem em UX Design: 5 ferramentas de prototipação para tirar ideias do papel

Seja você um profissional que acabou de iniciar na carreira em UX e UI ou mesmo se já tem certa experiência na área, (re)pensar sobre opções e funcionalidades das ferramentas de prototipação é sempre fundamental.Tanto para quem dá os primeiros passos na área, com o foco na funcionalidade aplicada, quanto aos mais experientes, quando conta muito a reavaliação sobre métodos já utilizados, a escolha certa da ferramenta de prototipagem fará a diferença. Nesse texto, trazemos cinco ferramentas diferentes, indicadas pelo nosso professor Harold Shcultz Neto, que ministra aulas de UX e Discovery no curso de Gestão em Produtos Digitais. Elas vão ajudá-lo a aumentar a produtividade e eficiência em seu processo de prototipação.Ao final de cada uma, incluímos um link que contém exemplo prático para que você entenda a relevância destas funcionalidades, espelhadas no dia a dia.E porque escolhemos só 5, entre tantas opções de mercado? Pois cremos que não existe “a melhor” ferramenta de todas, mas sim a mais adequada ao projeto, etapa e suas necessidades específicas. Sendo assim, avalie seu contexto, acompanhe nossas opções e bom trabalho com a sua prototipagem!1 - Pencil Before PixelEssa frase é um clássico no UX Design, principalmente no universo das grandes consultorias do Vale do Silício. O motivo é simples: é mais efetivo você começar seu protótipo com lápis e papel do que gastar muito tempo em softwares que demandam conhecimento prévio. Além disso, o papel, quando bem feito, permite interações que nos sistemas digitais demorariam ou simplesmente seriam impossíveis de serem realizadas.Quando usar: dificilmente você vai usar lápis e papel nas etapas finais de um projeto, já que nesta fase é preciso trazer realismo e as diferenças de interações em dispositivos são cruciais para serem validadas. Essa ferramenta, portanto, é recomendada em projetos rápidos ou validações de novas iniciativas, quando o contexto ainda está confuso.Veja um exemplo de prototipagem Pencil Before Pixel 2 - Apple KeynoteEsqueça o PowerPoint. O Keynote (para usuários do Mac) é uma das melhores ferramentas para protótipos rápidos do mercado. Sim você leu bem: basta desenhar um layout com imagens realistas e adicionar links na apresentação et voilà! Eis seu protótipo com interação! “Muitos designers não vão levar isso a sério, mas como a maioria das pessoas tem familiaridade com este tipo de ferramenta, é o melhor primeiro passo. Ah, e pode ser responsivo. Basta você escolher um tamanho de slide personalizado e terá o arquivo em formato para smartphone”, explica Neto.Quando usar: quando você não tem tempo de aprender mais uma ferramenta digital, e precisa testar algumas coisas básicas, como um fundo de site, tipo de menu etc.Veja um exemplo de prototipagem com Apple Keynote 3 - InvisionConsiderada uma das ferramentas que mais cresceu no início do boom do Design Sprint e outras metodologias ágeis. Primeiro, por ter fácil navegação, o que simplifica o entendimento. Segundo, por ter se tornado a queridinha dos designers, em razão da excelente estratégia de conteúdo da empresa fabricante, possuidora de alguns dos melhores relatórios e práticas na área, sendo esta última, talvez, sua principal vantagem.Quando usar: tanto na fase inicial de projetos quanto numa fase mais avançada, onde já se demanda um protótipo de média para alta fidelidade.Veja um exemplo de prototipagem com Invision 4 - FigmaAtualmente, Figma é o número 1 na lista de qualquer UX Designer que se preze. E a resposta para essa predileção é bem aceitável: sua excelente robustez. Essa ferramenta tem tudo que as outras mais robustas, como Adobe XD e Sketch possuem, mas, com muito mais flexibilidade e colaboratividade, já que tem o poder da nuvem, ou pelo menos a forma como o desenvolvido em cloud.Ela permite criar ações fáceis, que não pesam o PC, podendo ser usado até com chromebooks, além de uma completa sessão de compartilhamento, chat, colaboração e integração com outros sistemas.Quando usar: Sempre e em qualquer fase do projeto pois é extremamente flexível.Veja um exemplo de prototipagem com Sigma5 - LEGOComo diz nosso professor Neto, “nem só de digital são os projetos”.No mundo físico, uma das melhores ferramentas pra você prototipar, desde ambientes até serviços completos, é o LEGO.Obviamente, vai demandar certa abstração dos usuários-teste e criatividade da parte do profissional. Mas, o resultado com certeza irá lhe surpreender.Quando usar: em projetos de Design de Serviços onde você precisa simular ambientes e interações no mundo físico.Veja um exemplo de prototipagem com LegoE aí, interessado(a) em entender melhor cada ferramenta destas, tirar dúvidas e aprender as funcionalidades delas mais profundamente? Então, vem conhecer nosso curso de Experiência do Usuário , um dos mais completos do mercado atual.Nele, você vai criar protótipos, das mais variadas maneiras, aprendendo a desenhar e validar linguagem digital, padrões de design e interação, análise heurística e muito mais.