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Data Science ou Data Analytics: qual o meu nível de conhecimento?

Data Science ou Data Analytics: qual o meu nível de conhecimento?
#Dados
22 de março - min de leitura

Coordenador dos cursos de dados da Digital House explica diferenças entre os cursos Data Science e Data Analytics


Você já parou para pensar na quantidade de dados que são gerados espontaneamente a cada interação de usuários a partir de seus computadores ou dispositivos móveis? De acordo com uma pesquisa de 2017 desenvolvida pela empresa americana Domo, nos últimos cinco anos, a Internet ganhou mais de um bilhão de novos usuários. A pesquisa apurou ainda que 2,5 quintilhões de bytes de dados são gerados por dia: só no Instagram, 46.740 fotos são postadas por minuto. Em todo o mundo, nas mais diversas áreas do mercado, as informações que podem ser extraídas dos dados estão transformando as relações de negócios.

Nesse contexto, novas direções acadêmicas preparam profissionais diferenciados para oferecer soluções personalizadas. Os cursos de dados abrangem uma área bastante ampla de estudos multidisciplinares. Para saber por onde começar, é necessário definir prioridades. Analista ou cientista de dados? José Borbolla Neto, Coordenador dos Cursos de Dados da Digital House, explica a seguir em alguns tópicos as principais diferenças entre Data Science a Data Analytics para orientar essa escolha.

Data Science X Data Analytics: o que muda?

O que varia entre os dois cursos é o nível de profundidade em disciplinas mais técnicas. O cientista de dados deve ir além das competências práticas de um profissional de TI (Tecnologia da Informação). Ele deve fazer uma conexão entre questões teóricas e visão de negócios. É importante ser multidisciplinar e ter noções de estatística, programação, algoritmo, matemática, business e design.

Nível de complexidade (para o cientista de dados)

O cientista de dados lida com problemas em que a quantidade de dados e o volume de informações é muito grande. Imagine trabalhar em um banco, por exemplo: dependendo da natureza do problema, há vários caminhos que podem ser percorridos. São dados de fontes diferentes que precisam "conversar" entre si. O profissional desta área será capaz de captar, manejar, modelar e operar grandes volumes de dados, construindo soluções completas, algoritmos, APIs, entre outros, em situações de negócio com altos níveis de complexidade, com o objetivo de transformar dados não estruturados em inteligência estratégica.

Nível de complexidade (para o analista de dados)

Para o analista, possuir um nível introdutório das disciplinas técnicas é suficiente. O profissional utiliza as principais ferramentas disponíveis no mercado para lidar com um volume menor de informações e problemas de menor complexidade. Dados não estruturados são organizados e posteriormente cruzados pelo analista, para que, assim, possa haver um melhor aproveitamento das informações. "Data Science e Data Analytics são perspectivas diferentes e complementares para um mesmo grupo de conhecimentos.

Em Data Science, nos aprofundamos nas camadas mais técnicas de banco de dados, programação, estatística, algoritmos, modelagens etc. Por sua vez, em Data Analytics abordamos estas questões mais técnicas de maneira introdutória, enquanto o foco principal fica no tratamento e organização dos dados, principais ferramentas de BI/análise, além de elementos e técnicas relacionadas à visualização e apresentação das informações", explica Borbolla.

Dados são oportunidades de negócios

Com o avanço tecnológico, a quantidade de dados disponíveis é cada vez maior e representa novas oportunidades de negócios. “Temos aí um ouro bruto que deve ser explorado, e isso vale para todas as áreas profissionais - dos bancos aos hospitais, as possibilidades de aplicações são diversas", comenta Borbolla. "O estudo dos dados representa um processo de transição para uma nova área, uma oportunidade de mergulhar no mercado de trabalho mais bem preparado, transformando dados não estruturados em insights de negócios. Data Science e Data Analytics não são duas áreas distintas, apenas tratam de especialidades diferentes". Aproveite para saber por que dados é a o profissão que é a mina de ouro dos negócios.

Perfil do profissional

A velocidade das mudanças tecnológicas impacta diretamente no perfil de quem trabalha na área. Uma camada de dados deixou de ser invisível e passou a revelar e gerar informações que podem ajudar a tornar o comportamento dos consumidores previsíveis, segmentando-os por perfis comportamentais ou psicológicos. O conhecimento prático, a visão de negócios, as habilidades técnicas e científicas desenvolvidas durante os cursos de dados tornam os profissionais aptos a lidar com problemas e prontos para utilizar ferramentas que automatizam processos. Quer saber mais? Descubra agora como começar uma carreira em dados.

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O mercado de trabalho demanda cada vez mais profissões digitais, e a questão que está em jogo não é mais a famosa competitividade. Ficou mais urgente: agora o assunto é sobrevivência. Inteligência Artificial, por exemplo, já é uma realidade e pretende crescer nos próximos anos, nas empresas e na vida de todo ser humano consumidor. Pesquisa da consultoria IDC prevê que Inteligência Artificial será uma das tecnologias que mais merecerá destaque em 2020. Os assistentes virtuais fazem parte destes números e evoluem nas aplicabilidades e informações, facilitando e deixando nosso cotidiano muito mais prático e seguro. A tendência é que ser orientado por dados de Inteligência Artificial por meio de comandos de voz será, nos próximos dois ou três anos, como ligar a TV e mudar de canal com um controle remoto hoje, ou seja, algo mais que natural.Inovação - um processo evolutivo no mercado de trabalhoNo mercado de trabalho, o maior desafio das empresas é colocar toda esta inovação na prática, transformando seus benefícios em lucratividade. Para isso, o capital humano continua sendo a chave-mestra do processo.Encontrar pessoas qualificadas - e aqui, entende-se profissionais que coloquem a transformação digital aplicada no cotidiano do negócio - está bem difícil. Muitas são as vagas para habilidades digitais que o mercado tenta preencher, mas carece de mão de obra qualificada, como Data Science ao Marketing Digital.O Marketing é uma área que não se mantém sem o digital hoje. Esse mercado concentra uma das habilidades centrais de qualquer negócio - o entendimento do novo comportamento do consumidor, já que ele pensa, se comunica, decide e consome no digital. A boa notícia para o profissional que lê este artigo e até aqui começa a pensar no bolso, é que investir nesse ramo é rentável em curto e médio prazos. Estima-se que o salário médio inicial para um analista de marketing digital é de R$ 3.000,00 e a demanda só tende a aumentar, segundo a plataforma Revelo.Não há sucesso sem suor. Esta frase pode parecer clichê, mas cabe bem quando a busca é por bons salários nas profissões do futuro. O primeiro passo precisa ser interno, crer que é possível e agir. “Quando falamos do digital, estamos falando do mindset, da cultura agile para tomada de decisões e de empresas baseadas em dados. Isso sim é o verdadeiro digital”, orienta o Co-fundador da Digital House, Carlos Alberto Júlio. Contra dados não há argumentos - o digital é uma evolução natural, logo, precisa ser inserido no mercado de maneira estrutural pois impacta diretamente na economia e na ascensão dos negócios.As áreas que demandam profissões digitaisO Linkedin divulgou um estudo feito durante o segundo trimestre de 2019 que levantou empresas de diferentes portes e dos mais diversos setores como serviços, comércio e indústria. O objetivo foi entender as demandas por profissionais digitais no mercado atual.Uma das perguntas que não queria calar e que este estudo responde é sobre as áreas de uma empresa que mais demandam esse tipo de figura. A resposta é simples: praticamente todas.   Edney Souza, diretor acadêmico da Digital House, explica melhor esta afirmação: “Você precisa de profissionais de TI no Marketing, na área de Finanças, no Jurídico. Quando você tem uma única área que entende de TI, isso se torna um grande gargalo que atrapalha o desenvolvimento da sua companhia”. Sendo assim, ingressar em uma carreira digital é garantia de perspectiva profissional e um leque de oportunidades.  Sobre habilidades hard, a pesquisa lista 25 como as que merecem destaque. Acesse e saiba quais são elas. Então, fica clara a necessidade urgente de que, tanto os profissionais se adequem, quanto as companhias passem a investir e direcionar recursos para o treinamento em ferramentas e metodologias digitais.  Depois dessa enxurrada de argumentos para aderir à onda da Era Digital, fica mais fácil surfar nela, não é mesmo? Conheça os cursos da Digital House e transforme sua carreira em um grande oceano azul de oportunidades. 

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Conheça as 10 habilidades digitais mais valorizadas pelas empresas atualmente e como aprender alguma delas pode ser vantajoso para sua carreiraA partir de 2020, valorizar sua carreira vai muito além da formação acadêmica, aquela do diploma da universidade tradicional. Importante ter este caminho inicial, mas a atualização e sintonia fina com o que o mercado exige podem ser a magia que faltava para aquela oportunidade de sucesso profissional que você tanto deseja.Isso é o que afirma quem entende bem do negócio. O LinkedIn, referência em rede social profissional que, em sua recente pesquisa What skills does the workforce value most? lista as habilidades que as empresas realmente precisam em 2020.Aprender essas habilidades, ou pelo menos ter conhecimento da necessidade delas, já coloca você um passo à frente na busca por uma nova oportunidade de trabalho, qualificação ou até mudança de profissão, por que não? Habilidades aprendidas = retorno de investimento garantidoAntes de partir para a cereja do bolo - as habilidades digitais que o mercado de trabalho precisa -, é importante compreender que qualquer que seja seu objetivo (assumir um projeto maior, iniciar um novo emprego, liderar uma equipe etc), optar por aprender alguma delas é uma decisão muito coerente, pois o retorno do investimento em um curso vem em curto prazo.Por exemplo, a  UX Design  faz parte dessas habilidades. UX Design é um curso que fará o aluno desenvolver as competências de olhar o produto e pessoas de uma maneira minuciosa e sofisticada, recriando modelos e padrões mentais para fazer daquela solução oferecida, única, por meio da experiência do usuário. Um curso deste cabe tanto aos profissionais de Design, Marketing, quanto a qualquer outro que queira se inserir neste universo.E, com as competências aprendidas,  há muitas oportunidades para trabalhar em startups, agências e empresas, como freelancer ou com contrato fixo, com salário médio inicial na faixa de R$ 4.149,00, segundo a Revelo (dados de julho/2019). As 10 habilidades digitaisA pesquisa de 2019 do LinkedIn traz informações novas. Elas comprovam que a necessidade do consumidor é quem dita as regras, inclusive nas tendências de inovação e tecnologia. Muitas delas continuarão a evoluir, com rapidez e tomando parcelas consideráveis de mercado. Por exemplo, pela primeira vez, este ano, o blockchain não apenas faz parte da lista, mas também ocupa o primeiro lugar.Outro ponto que explica a dinâmica desse ranking é que à medida que o mundo é orientado por dados, há a necessidade da análise deles, ou melhor, de pessoas que possam ajudar não só a interpretá-los, mas a executar ações com base nestas informações de maneira estratégica. Em outras palavras, análise de dados representa lucratividade.Sem mais suspense, as 10 principais habilidades digitais mais valorizadas são: # 1 Blockchain - teve sua origem lá atrás, em 2009, para implementar o uso das criptomoedas. Atualmente, a forma de sua utilização é no armazenamento, validação, autorização e movimento dos dados pela internet com evolução nos processos, ajudando no envio seguro de qualquer ativo digital;  # 2 Computação em nuvem - só a computação em nuvem comporta todas as inovações tecnológicas da Era Digital. 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A Cisco estima que o vídeo representará 82% do tráfego global da internet, até o final de 2022. Diante das informações desta pesquisa, fica um convite à reflexão quanto a quais dessas habilidades se enquadram no seu propósito profissional. A Digital House, com mais de 1.000 alunos formados no Brasil e 93% deles com seus objetivos alcançados, pode ajudar nessa missão. Conheça nosso portfólio de cursos e converse com nossa equipe para entender como e por onde começar a fazer o mercado te valorizar.

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Tecnologia é para você sim!

O desemprego atinge aproximadamente 11 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Um dado que soa destoante quando ouvimos nos noticiários que há vagas, mas falta mão de obra qualificada, e leia-se qualificada, especificamente, em habilidades tecnológicas. Mas, como ter acesso a essas oportunidades, vencendo o desafio e fazendo parte do grupo seleto de profissionais bem remunerados do ramo de tecnologia? E se você descobrisse que essa condição não é um privilégio, mas, sim, coragem, dedicação e direcionamento certo para evoluir?Tecnologia? Será que é para mim? Ao pensar nesse universo, automaticamente você pode imaginar inacessíveis linguagens de programação avançada, lógica, matemática e muitas outras barreiras imaginárias, por simples receio do desconhecido. Daí, há apenas dois caminhos: desistir ou arriscar. Na história, todos aqueles que arriscaram e acreditaram neles mesmos se destacaram e alcançaram seu chamado lugar ao sol. E por falar em luz, Thomaz Edison, um dos maiores inventores da humanidade (sua maior invenção foi a lâmpada elétrica), tem uma frase clássica e inspiradora: "um gênio se faz com 1% de inspiração e 99% de esforço". Mudar seu mindset pode ser o primeiro passo em direção ao sucesso. A era da Transformação Digital e as tendências evidenciadas por ela mostram que é chegada a sua hora de encarar a inovação do mercado de carreiras como oportunidades (não um entrave), se preparando para as profissões do futuro, focadas em habilidades e competências específicas.Estas condições já são exigidas pelas empresas, de modelos tradicionais ou não, pois tecnologia é sinônimo de competitividade hoje, mas pode ser de sobrevivência amanhã. Segundo pesquisa recente da Korn Ferry, empresa norte-americana com foco em recursos humanos, somente em 2020 haverá uma carência de 1,8 milhão de pessoas para postos especializados no meio digital no mundo, com destaque aos países em desenvolvimento, como o Brasil. Isso pode representar para estas empresas com postos vagos não faturar o equivalente a mais de R$ 165 milhões até o final deste ano.Investimento com retorno garantidoMais um motivo para você se inspirar e agir. Thatiane Sato, aluna do curso de Gestão em Mídias Sociais da Digital House, já colhe frutos por escolher não desistir. Atualmente, ela está inserida no mercado de trabalho em uma grande consultoria de social media. "O que eu aprendi coloco na prática, já percebendo impactos nas campanhas de nossos clientes. E não paro por aqui, vou continuar me atualizando e fazendo mais cursos da Digital House." E você vai esperar mais o quê? Esqueça as carreiras da velha economia e venha arriscar e prosperar conosco, em um universo de muitas oportunidades e altos salários. E aí, que saber mais sobre como dar o primeiro passo? CONHEÇA OS NOSSOS CURSOS