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Como melhorar sua produtividade usando metodologias ágeis

Como melhorar sua produtividade usando metodologias ágeis
carreira
6 de agosto de 2018
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Não existe fórmula mágica para aumentar sua produtividade e de sua equipe, mas é possível aplicar métodos que garantem uma entrega rápida e de alta qualidade.


Produtividade pode ser, ao mesmo tempo, a grande heroína e a grande vilã de uma equipe. Quando ela está lá, em todos os membros, em todas as etapas, temos um mundo ideal no qual tudo funciona perfeitamente, com agilidade e usando o mínimo de tempo e recursos possíveis.

Por outro lado, sem a tal da produtividade não conseguimos finalizar nossa lista de tarefas, atrasos são gerados, clientes ficam frustrados e a rotina de trabalho é constantemente apagar incêndios. O assunto é de tamanha relevância que existem 15 milhões de resultados na busca do Google sobre "como aumentar a produtividade".

As fórmulas para "vencer a procrastinação" e ter uma "produtividade épica" são as mais variadas e as soluções são oferecidas em 5 ou 27 passos. Dessa forma, parece impossível vencer qualquer coisa e muito menos conseguir um resultado épico.

Profissionais da área de desenvolvimento de software debatem essa questão há algumas décadas e foi assim que, em 2011, depois de uma reunião em Utah, no EUA, dezessete desses profissionais escreveram o Manifesto Ágil, como resultado de um consenso a respeito de práticas leves e ágeis em desenvolvimento de software. O Manifesto aborda quatro importantes paradigmas que permitem lançar no mercado produtos com mais rapidez e níveis altos de satisfação dos clientes:

  • Indivíduos e interação entre eles > processos e ferramentas;
  • Software executável > documentação extensa;
  • Colaboração com e do cliente > negociação de contratos;
  • Responder rapidamente a mudanças > seguir planos engessados.
O surgimento do manifesto deu origem também às Metodologias Ágeis, ou seja, novas práticas de gerenciamento e desenvolvimento de projetos que englobam os pilares do manifesto: trabalho em equipe, autogerenciamento, intensa comunicação, foco no cliente e uma entrega rápida e de alta qualidade.

Apesar de terem surgido na área de desenvolvimento de software, as Metodologias Ágeis podem hoje ser aplicadas em qualquer tipo de projeto, sem necessariamente precisarem ser da área de tecnologia. E são uma eficiente alternativa aos métodos tradicionais de gerenciamento. Um bom exemplo de gerenciamento usando Metodologia Ágeis é a empresa de streaming Spotify.

Em 2014, a empresa lançou dois vídeos (parte 1 e parte 2) que destrincham de forma animada e descontraída sua "cultura de engenharia". As equipes são divididas em "squads" autossuficientes e que se auto gerenciam, mas sem deixar de levar em conta o objetivo macro da empresa. É uma excelente forma de visualizar como trabalham equipes que fazem uso de Metodologias Ágeis e de que forma elas podem ser aplicadas. Existem diferentes métodos ágeis e o mais popular deles é o Scrum - tanto que muitas pessoas acreditam que essas duas coisas são uma só. Também existe o Kaban, XP, ASD, FDD e assim por diante.

No entanto, por enquanto, focaremos somente no Scrum. Esse método trabalha com chamados "sprints", que são janelas de tempo, geralmente entre 2 semanas e um mês, para finalizar ações e passos do projeto. Dentro da rotina desse método, o processo é constantemente acompanhado e avaliado, e reuniões diárias de até 15 minutos acontecem para replanejar o que for necessário.

Três papéis são importantes nesse método: o Scrum Master, o Time de Desenvolvimento e o Product Owner, e se estamos falando de produtividade, é para este último que daremos mais destaque nesse artigo. Como o próprio nome indica, Product Owner significa "Dono do Projeto", mas o que isso quer dizer? Quer dizer que a pessoa que desempenha este papel é a ponte entre a equipe de desenvolvimento e o cliente.

É o ponto central de um projeto ágil e é quem garante a produtividade da equipe. Durante o desenvolvimento de um produto, ele fará o gerenciamento da lista de tarefas e dos sprints, definindo as prioridades e as exigências do produto final, realizado testes para verificar constantemente se os critérios de qualidade estão sendo atingidos e, assim, garantindo que a solução adequada será desenvolvida e entregue.

Ao mesmo tempo, precisa estar ciente das estratégias e prioridades da organização para não se afastar dos interesses tanto de investidores quanto de clientes. É por ter a habilidade de fazer esse meio de campo e agir como porta-voz que suas decisões são respeitadas por todos. A responsabilidade do Product Owner não pode ser compartilhada dentro de um time Agile.

Por ser uma função que exige que se defenda o propósito e os interesses econômicos da empresa, que garanta que as necessidades dos clientes são atendidas e se concilie com as habilidades da própria equipe, existe uma lista específica de habilidades, porém uma comunicação efetiva e negociação eficaz certamente merecem destaque.

É importante não confundir Project Owner com Project Manager, o primeiro está totalmente focado na entrega do produto de sua responsabilidade, enquanto o segundo pode gerenciar mais de uma equipe e contribuir para mais de um produto. Por isso, suas atribuições e responsabilidades acabam sendo diferentes. O Dono do Projeto está muito mais próximo da rotina de desenvolvimento do que o Gerente de Projetos.

Por fim, não existe uma fórmula mágica para aumentar a produtividade de uma equipe ou até de uma empresa, mas sair de formatos tradicionais e fluxos engessados pode melhorá-la significativamente. É preciso mudar a cultura e mindset para começar a fazer testes sistematicamente, aceitar os erros como aprendizado e encontrar a metodologia, ou uma combinação delas, que faça mais sentido para seu produto, sua equipe ou sua empresa.

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Jornada do consumidor: conceito e importância

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Para treinar, ela percebe que talvez precise de um tênis novo.Mas atenção, ainda não é a hora de mostrar o diferencial da sua marca, mas sim, de apresentar as vantagens da aquisição e o quanto isso vai sanar a necessidade do possível consumidor!Uma boa ideia, para esse momento, é ter um blog com conteúdo mais aprofundado sobre os territórios que fazem parte do universo da marca, e que esteja otimizado para SEO, pois o consumidor estará em busca de leituras sobre o tema e tentando entender se realmente há a necessidade de comprar o produto.ConsideraçãoNesta fase, o consumidor já entendeu que precisa do produto ou serviço e, então, precisa tomar a decisão de onde adquirir. Ou seja, esse é o momento onde a pesquisa é para encontrar a melhor empresa, os preços oferecidos, a qualidade do serviço. Sabe aquele momento em que você entra em sites que mostram as reclamações e a reputação de empresas, ou naqueles de pesquisa de preços? 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O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)? img
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O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)?

Em 2018, o então presidente Michel Temer, sancionou a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que define regras, direito e deveres relacionados a dados pessoais e como empresas manipulam, tratam e utilizam esses dados. Essa lei é uma tendência mundial, que surgiu em resposta ao vazamento de dados que acontecem em 2017 com o Facebook. Saber que as informações pessoais de tantas pessoas estavam à disposição na internet fez com que todos dessem um passo para trás e refletissem sobre a importância de seus próprios dados – e sobre a responsabilidade de empresas em garantir sua segurança. A nova lei brasileira só entra em vigor em agosto de 2020. Ao aprovar a legislação, o Congresso entendeu que muitas empresas precisariam de tempo para se adaptar às novas regras – e ainda bem! A LGPDP pode causar um grande impacto, principalmente em empresas menores. Para entender melhor o que muda com a Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais, você precisa entender como a lei enxerga dados, usuários e o papel das empresas nessa história toda. A partir de 2020, qualquer dado que seja coletado, pode ser do mais simples como nome e endereço de e-mail, entram nas regras da nova lei. E ela se aplica a qualquer tipo de empresa, não só aquelas que, de fato, fazem grande uso de dados, como empresas de Marketing Digital ou bancos, por exemplo. Isso significa que escolas, dentistas, empresas de transporte, qualquer negócio que lide com informações de terceiros em um banco de dados estará submetido à LGPDP. Quem não cumprir as regras terá que pagar uma multa equivalente a 2% do faturamento da empresa, com um limite de R$ 50 milhões, e sofrerá bloqueio imediato dos dados relacionados à infração. Como você, usuário, se beneficia com a Lei? Uma das maiores mudanças está relacionado aos chamados “dados sensíveis”, uma nova categoria criada pela LGPDP que coloca origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, saúde ou vida sexual em um maior nível de proteção, a fim de garantir que não haverá discriminação por causa desses dados. Os usuários também poderão perguntar a qualquer empresa se ela possui dados a seu respeito e solicitar quais dados, a quem foram repassados esses dados e com qual finalidade. Ele poderá cobrar a correção de registros incorretos e, em determinador casos, pode se opor a determinado tratamento de seus dados. Como preparar sua empresa para a Lei? Como empresa, você deverá sempre informar, ao coletar um dado, a sua finalidade para o usuário. Se ele aceitar, você deve garantir que o dado será tratado de acordo com a finalidade descrita e acordada. É dever da empresa garantir a segurança dessas informações e informar o usuário se houver qualquer quebra de sigilo ou incidente. Para conseguir garantir tudo o que a lei prevê, será necessário fazer um investimento em estrutura, equipe e treinamento dentro da sua empresa. A segurança do seu sistema precisará ser revisitada, um simples antivírus não é mais garantia de que os dados dos seus clientes estão seguros. De acordo com a lei, é obrigatório que o tratamento de dados seja conduzido por uma equipe de especialistas de TI, que deverá ser contratada caso sua empresa não possua uma. Novas políticas internas e planos de proteção de dados deverão ser desenhados, assim como estratégias de prevenção e gerenciamento de possíveis crises (como vazamento de dados). Por fim, a empresa inteira precisa estar alinhada às novas regras, com um treinamento ou distribuição de comunicados, informando sobre a nova responsabilidade acerca das informações pessoais de seus clientes. Agora que você já tem maiores informações, pode se preparar para quando a lei entrar em vigor e não ser pego desprevenido! Ainda há alguns meses para se organizar, procurar uma empresa de TI que possa te ajudar ou formar seu próprio time, e desenhar sua estratégia para tratar, coletar e utilizar dados com mais responsabilidade e segurança.

Afinal, o que é Business Intelligence? img
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Afinal, o que é Business Intelligence?

Se você tem mais do que 30 anos, provavelmente sente que o mundo está ficando “complexo demais”. Antes, tudo parecia mais simples e menos conectado. Pode ter certeza de que muitos empresários pensam da mesma forma, decisões em seus negócios eram tomadas baseadas em experiências e intuição, mas isso não é mais suficiente hoje e suas escolhas precisam ser cada vez mais inteligentes. É aí que entra o tal do business intelligence que tanto ouvimos falar!Se você só conhece BI por meio de anúncios de vagas e sempre se perguntou, “mas afinal, o que é business intelligence?”, pode ficar tranquilo! Estamos aqui não só para responder essa pergunta, mas também para te contar por que ele é fundamental para sua estratégia de marketing e para seus negócios!BI é um conjunto de práticas, conceitos e metodologias que tem como objetivo coletar, gerenciar e distribuir dados. Esses dados são informações valiosas que vão se transformar em insights e dar suporte à tomada de decisões dentro da empresa. Ou seja, BI é aquilo que torna as escolhas de um negócio mais inteligentes, porque são feitas com base em informações de valor.Três importantes pilares sustentam o BI:- Coleta de dados: cada ação dentro da empresa gera um dado, uma informação. Quando reunidos, eles contam diversas histórias sobre seu negócio: a produtividade dos seus funcionários, a sua reputação no mercado, quais oportunidades foram perdidas...- Organização e análise: para conseguir visualizar e entender essas histórias, é preciso organizá-las em um banco de dados e facilitar a sua visualização, para que seja possível analisá-las, compreendê-las e, a partir dessas histórias, tomar decisões;- Ação e monitoramento: mas não para por aí, agora chegou a hora de fazer sua escolha e ficar de olho nos resultados, para entender se ela foi a decisão certa ou se algo ainda precisa melhorar. Os resultados vão gerar novos dados e, portanto, uma nova história, que vai entrar nesse mesmo ciclo.BI e MarketingO Business Intelligence pode oferecer suporto para o planejamento estratégico de todo o seu negócio e seus pilares podem ser aplicados em qualquer área, financeiro, RH, operacional, entre outros.As suas vantagens são diversas, como a otimização de processos, o aumento na eficiência de operações, um processo de tomada de decisões mais ágil e com mais qualidade. Tudo isso deixa o seu negócio mais competitivo dentro do mercado em que atua.Mas queremos dedicar uma parte desse artigo à aplicação de business intelligence na estratégia de Marketing da sua empresa, pois ele também pode destacar oportunidade e apontar falhas dentro do seu processo.Você dentro do seu mercadoA primeira maneira de usar BI em sua estratégia de Marketing é ao analisar o mercado no qual você está inserido, quem são os principais players, quais são as tendências globais, mudanças de consumo e ameaças. Ao cruzar dados de diferentes fontes, você consegue um panorama 360° do mercado. E saberá exatamente qual é sua posição dentro dele.Reconhecer para otimizarNenhuma empresa é perfeita, e a sua certamente não é. Mais de uma campanha sua já teve um resultado abaixo do esperado, por exemplo. Com o BI é possível encontrar a origem das falhas e erros dos seus processos e otimizá-los.Com Business Intelligence tem a premissa de agir rápido em relação aos dados extraídos, as mudanças também acontecem em uma velocidade maior quando precisam ser implementadas em empresas que adotam BI. Como consequência, os resultados também mudam rapidamente, trazendo valor para sua empresa e seus clientes.Oportunidades e riscosÉ hora de investir em uma equipe de marketing maior? Estamos prontos para assumir um compromisso com determinado cliente? Essa nova conta da agência vai ser uma boa oportunidade ou um risco para a estabilidade do meu quadro de funcionários?Essas são perguntas frequentes que sua empresa – e principalmente seu gestor de marketing – faz quando encontra oportunidades. Ou seriam riscos? Afinal, nem sempre conseguimos diferenciar uma do outro!O BI ajuda sua empresa a tomar ações preventivas, que minimizam riscos futuros, e a encontrar insights valiosos no mercado, que ajudam a identificar com mais facilidade suas oportunidades.Podemos concluir que o BI é o próximo passo depois de Big Data dentro de uma empresa. Ao entender a base de dados do seu negócio, você está melhor equipado para tomar decisões que estejam alinhadas com seu objetivo: crescimento, inovação, diferenciação. Agora, é só aplicar esses conhecimentos!Quer saber mais sobre BI ou como começar uma carreira na área? Venha para a Digital House!