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Back-end: o que é, para que serve e como aprender?

Back-end: o que é, para que serve e como aprender?
tech
24 de outubro de 2019
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-min de leitura

Está em dúvida sobre qual caminho seguir dentro da programação? Veja neste artigo tudo o que você precisa saber sobre Back-end!


Sempre que buscamos esse tema na internet, o resultado vem com milhares de artigos que falam de back-end e front-end em uma tacada só. É verdade que ambos são utilizados para o desenvolvimento de sites ou aplicativos, e se complementam.

Mas cada área foi ganhando tanta complexidade com o passar do tempo, que existe um mundo inteiro de peculiaridades, informações e aprendizados dentro de cada um. Por isso, nesse artigo vamos falar só sobre back-end.

O que é back-end

Antes de falar sobre back-end, precisamos falar sobre o que é arquitetura cliente-servidor. Esse modelo pressupõe dois agentes: o chamado client-side envolve linguagens que são processadas pelo navegador do usuário, o server-side faz referência ao que é processado no servidor e faz uso de diferentes linguagens.

Apesar de diferentes, os dois lados precisam trabalhar juntos para garantir a usabilidade do site e uma boa experiência de navegação. Nesse contexto, a programação back-end está associada ao server-side.

O desenvolvimento back-end cuida das engrenagens de uma aplicação web, criando códigos para que as funções do site sejam executadas. Como o próprio nome sugere, é um trabalho de bastidores. 

Além de envolver linguagens de programações distintas do desenvolvimento front-end, aqui também são envolvidos bancos de dados, que são responsáveis por processar as informações recebidas pelo front-end.

Para que serve?

Simples processos como buscas ou ações mais complexas como compras dependem do processamento de dados no servidor, que busca e seleciona informações. Tudo isso acontece no back-end e é responsabilidade do desenvolvedor fazer com que as informações sejam encontradas.

Os usuários não têm acesso direto a esses dados, que são requisitados em linguagens de programação como PHP, Python, Ruby, para citar as mais populares. A maneira como essas informações são exibidas é responsabilidade do front-end.

Como aprender?

Para aprender a ser um desenvolvedor back-end você precisa estar familiarizado com alguns conceitos e áreas de conhecimento, além de saber programar utilizando linguagens específicas, é preciso também se aprofundar em servidores, banco de dados, API, escalabilidade e segurança.

Linguagens de Programação

Entre as linguagens mais populares para desenvolvimento back-end e soluções voltadas para web estão PHP, Python, muito utilizada também para análise de dados, e Ruby.

HTML e CSS

Essas duas linguagens de programação são muito recomendadas para quem está começando como desenvolver front-end, mas também recomenda-se o conhecimento delas antes de se aventurar no universo do back-end.

Servidor

É onde as operações back-end acontecem, pode ser um software ou um computador central. Existem diversos tipos de servidores, como DNS, Proxy e FTS, e é papel do desenvolvedor conhecê-los. 

Banco de Dados

As informações da aplicação ficam armazenadas em um banco de dados que funciona como uma grande e inteligente memória. É o banco de dados que recebe uma busca, aceita, encontra e "responde" para o site. A principal base de dados hoje é a MySQL, por ser a mais popular.

API

A sigla, em inglês quer dizer Application Programming Interface. Ou, em tradução livre, Aplicação de Interface de Programação. A API tem o papel de conectar dois sistemas por meio de uma linguagem de programação em comum. Por exemplo, fazendo com que aplicações, base de dados e serviços consigam se comunicar. Evitando, assim, programações complexas e cansativas.

Escalabilidade

Esse pode ser considerado um dos conceitos mais importantes do desenvolvimento back-end, pois leva em consideração constantes adaptações que precisam ser feitas por causa de mudanças tecnológicas, maior tráfego de dados e até novos códigos. 

Segurança

Por fim, a segurança de uma aplicação é trabalhada no desenvolvimento back-end, para que esta não seja vulnerável a simples ataques. 


Agora você já sabe o que é back-end, para que ele serve e o que você precisa saber para ser um desenvolvedor na área!

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Houve um tempo no universo das ferramentas de busca em que ter a sua página repleta de backlinks era o suficiente para ficar em uma boa posição. Mas como tudo na vida, a quantidade foi substituída por qualidade e, agora, para usar link building em estratégia de SEO é preciso ir um bastante além.Para quem não está familiarizado com o termo, link building é a tática de adquirir links de outros sites. Esse trabalho é uma via de mão dupla, porque ao mesmo tempo que outros sites possuem links apontando para a sua página, você também acrescenta hiperlinks externos no seu conteúdo.Os mecanismos de busca entendem links como "votos", sendo assim, quanto mais links apontando para você, mais votos de que seu conteúdo é confiável e você é uma autoridade em determinado assunto. Antigamente, os algoritmos não eram inteligentes o suficiente para entender a qualidade desses votos, então muitas pessoas utilizavam essa estratégia criando links e sites falsos. Por esse motivo, o link building acabou se tornando "persona non grata" nas estratégias de SEO. Mas é possível usar essa tática de maneira responsável e ética, e ainda garantir o sucesso da sua página.De acordo com a MOZ, que realiza pesquisas com profissionais de SEO bianualmente, 99,2% dos primeiros 50 resultados de uma pesquisa no Google possuíam pelo menos um link externo apontando para algum site. Contexto importaComo já mencionamos, os mecanismos de busca estão muito focados em qualidade quando o assunto é links, por isso não adianta só colocar um hiperlink em uma frase aleatória ou ter sempre um link na palavra-chave.Contexto é um dos critérios de avaliação, os outros critérios do Google são: o texto que está no link e se o link tiver a tag "dofollow" ou "nofollow". Se o link for o segundo caso, com a tag "nofollow", o algoritmo do Google não reconhece este link como um voto a seu favor, apesar de gerar tráfego para seu site. Qualidade > QuantidadeEssa é uma tecla que vale a pena apertar, bater, repetir e relembrar até cansar. Link building tem tudo a ver com qualidade em vez de quantidade. Isso vale para links e também para o conteúdo do seu site.Existem alguns fatores que indicam qualidade (ou a falta dela) em seus links, como a idade do domínio, o acesso dos motores de busca a esta página, o número de links para aquela página ou domínio, os tipos de sites linkados na página, entre outros. E não adianta falarmos só de links, a qualidade do seu conteúdo também precisa ser levada em consideração. Textos relevantes, claros, objetivos e bem escritos também são parte fundamental da sua estratégia de link building.Guest PostEscrever um post para outro blog é uma excelente técnica para melhorar seu link building. A prática é comum em agências e empresas, e te dá mais controle em relação às âncoras do link. O Google, no entanto, vem tentando banir o guest post, porque muita gente está usando a técnica para o mal, gerando spams no lugar de conteúdo relevante. Além de ser uma boa prática para o link building, o guest post envolve criar um relacionamento com outro produtor de conteúdo ou com uma empresa, algo que sempre será positivo para sua marca.Escolha blogs que trabalhe com temas relevantes para sua empresa e que tenham uma boa visibilidade, crie um relacionamento comentando nos posts e nas redes sociais antes de mandar um e-mail abordando o assunto do guest post.Mostre que você é uma boa autoridade sobre o assunto que deseja escrever e, quando seu post for publicado, compartilhe em suas redes e continue nutrindo um bom relacionamento com os autores do outro site. Prospecção (ou Assessoria de Imprensa)Fazer uma prospecção ativa links é um trabalho muito similar ao de assessor de imprensa, em que um profissional é contratado para fazer com que site e veículos importantes e relevantes falem da sua marca. Consequentemente, o link da sua página pode ganhar destaque nesses canais.Se sua empresa tiver condições de contratar uma assessoria de imprensa ou um profissional interno para conduzir esse trabalho, os principais lançamentos de sua marca e notícias do seu nicho de atuação poderão ser usados para melhorar seu link building.MonitoramentoNem sempre você sabe quem está falando de você, por isso é uma tática muito positiva investir em ferramentas de monitoramento, pode até ser o Google Alerts, que é gratuito. Assim, através de palavras-chave, você consegue saber quem está mencionando sua marca e, caso não tenham incluído um link, você pode entrar em contato para pedir a inserção.Acrescentar o link building em sua estratégia de SEO com certeza vai trazer frutos muitos positivos, você só precisa ficar atento para não cair em nenhuma das más práticas que são corriqueiras nessa técnica.