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Alunos da Digital House apresentam seus projetos profissionais

Alunos da Digital House apresentam seus projetos profissionais
carreira
27 de maio de 2019
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Apresentações fazem parte das aulas de mentoria de carreira


No dia 22 de maio, alguns estudantes da Digital House que participam da Mentoria tiveram a oportunidade de apresentar seus Projetos Profissionais. Foi um momento onde os alunos mostraram o quanto estão preparados para o mercado de trabalho e para conversar com recrutadores. Foram dois formandos do curso de Experiência do Usuário (UX), Aline Soares Rocha e Danilo Molina, e Maurício Amaro Ferreira do curso de Desenvolvimento Web Full Stack, todos orientados pela mentora de carreiras da escola, Andréa Tedesco. As apresentações mostraram os objetivos profissionais de cada um, os seus propósitos, desafios e o que eles estão fazendo para alcançar suas metas. Durante as apresentações, os demais alunos que foram para prestigiar, tiveram a chance de compartilhar suas percepções e dicas entre eles, dando sugestões de melhorias e falando dos pontos que mais gostaram. Foi um momento de troca e de aprendizado mútuo.

Montando um projeto profissional

Qual a importância desses projetos? Para Andréa Tedesco, é uma maneira de construir sua marca profissional. Cada pessoa tem suas características individuais e suas fortalezas, e saber como destacar isso tudo é a chave para o sucesso. Para Aline, recém formada no curso de UX, o projeto a ajudou a se conhecer melhor. Ela afirma que a mentoria significou muito e ela é muito grata pelo que aprendeu. De acordo com Maurício, participar das aulas da mentoria, assim como montar e apresentar seu plano individual, o fez se sentir com mais segurança: “eu estava me sentindo perdido antes da Digital House, mas saio daqui outra pessoa”. Ao criar um plano, o aluno reflete sobre quem é, o que gosta de fazer e quais seus pontos fortes e fracos, montando um storytelling pessoal, que dá mais direcionamento para ele entender qual a forma que ele prefere trabalhar. Para Andréa Tedesco, não existe um plano de carreira sem um plano de vida: “o maior objetivo da mentoria de carreira é aprender a fazer a gestão da própria vida, assumindo as responsabilidades das nossas escolhas”. Claro que existem técnicas de comunicação e maneiras de se posicionar, pois a linguagem corporal conta muito, mas não há a necessidade de seguir um padrão no planejamento do projeto: “cada um tem seu objetivo e seu road map. Nessa apresentação, não tem certo ou errado. É algo individual, onde os alunos mostram seu perfil e quem eles realmente são”.

O que é a Mentoria de Carreira?

Não basta apenas ter conhecimento técnico, é preciso trabalhar as habilidades comportamentais também. Ao longo dos cursos da Digital House, os alunos podem participar das aulas de Gerenciamento de Carreiras, que permitem que eles transformem sua jornada profissional e ajudem a conquistar os objetivos que vieram buscar na escola. Dessa maneira, eles aprendem a se conhecer melhor para que se tornem os novos profissionais que a “Nova Economia” espera. Seja para conseguir um emprego na área digital, ganhar uma promoção, empreender ou virar freelancer, é preciso preparar-se e ir além das habilidades técnicas, o que aumentam as chances de crescer no mercado. Quer saber mais sobre como montar sua marca profissional, construir seu pitch pessoal e aumentar suas chances de empregabilidade? Venha para a Digital House e participe do programa de mentoria!

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É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.