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Muito além dos designers: por que aprender User Experience (UX)?

Muito além dos designers: por que aprender User Experience (UX)?
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30 de julho - min de leitura


Oferecer a melhor experiência ao usuário de um produto ou serviço: essa é a missão do profissional de UX. Entenda por que o tema está tão em alta. De repente, só se fala em UX. Se você é profissional de comunicação, marketing, publicidade ou, principalmente, desenvolvedor, essa sigla já faz parte do seu cotidiano. Poderíamos elaborar um texto repleto de termos técnicos e palavras em inglês, gírias de tecnologia, para explicar UX. Escolhemos aqui um caminho mais simples. Pense na palavra “experiência”. O que é experiência? Entre muitas definições, experiência é o conjunto de conhecimentos obtidos por meio dos sentidos. Em português claro - ou melhor, em internetês - é o bom e velho “curti”/ “não curti”, “entendi”/ “não entendi”. A preocupação de um profissional de UX é justamente essa: fazer com que você tenha a melhor experiência em um determinado ambiente. Mas o que significa “a melhor experiência”? Em um site de compras ou em um aplicativo de um serviço, por exemplo, é garantir que todas as funcionalidades oferecidas estão visíveis, são compreendidas e estão sendo exploradas. É fazer o usuário se sentir confortável em um ambiente digital, sem se perder na navegação, concluir a jornada satisfeito e, claro, voltar. Mais e mais vezes. Ou seja: UX é um assunto diretamente ligado a aumento ou diminuição de vendas. Impacta, de verdade, no resultado do negócio. Por isso tanta gente está falando disso.

Por que é importante entender de UX?

Apesar do nome complicado, o termo UX parte de uma coisa simples: como as pessoas pensam? A navegação do meu site está clara? Deu pra entender que isso é um link e aquilo é um botão? Ficou claro que se clicar aqui acontece tal coisa? Em suma: estou conseguindo passar claramente a minha mensagem? Pode-se dizer que, para um bom resultado de UX, é necessária uma soma de conhecimentos, que envolvem técnicas de pesquisa, análises de dados, organização de informações e testes de usabilidade. Desenvolver produtos digitais também requer a criação de um design virtual da interface alinhado ao comportamento do consumidor potencial. “Em todas as situações de trabalho, é possível aplicar os conhecimentos de UX Design: uma simples apresentação de PowerPoint, o envio de um e-mail, ou mesmo em uma grande loja de produtos ou serviços. O profissional de UX é criativo, capaz de desenvolver soluções úteis, belas e funcionais”, explica Amyris Fernandez, Coordenadora do curso de UX Design da Digital House. O curso de UX da Digital House oferece a base teórica necessária para apresentar a disciplina aos alunos, além de introduzi-los às ferramentas e aos métodos de trabalho que serão aplicados aos projetos desenvolvidos - novos produtos ou serviços, sejam eles digitais ou mistos (meio online, meio offline). Por meio da criação de protótipos, é possível testar produtos ou soluções com usuários reais: “Os alunos aprendem a articular ideias e pensamentos por meio de palavras, esboços e wireframes. Reunimos pessoas de diferentes formações e perfis em grupos de alunos multidisciplinares, o que é muito proveitoso”, explica Amyris. Se interessou pelo curso de UX? Venha conversar com os nossos especialistas!

Outras notícias

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mkt

Como aplicar o storytelling ao seu negócio

Muito se fala sobre o storytelling, ou seja, a arte de contar histórias. O termo, normalmente, é associado à publicidade e ao marketing, como uma forma de aumentar o engajamento do público. Mas, então, como contar uma história em seu negócio?Existem muitas formas de trazer o storytelling para sua empresa, seja para quem vai vender pela internet ou apenas divulgar produtos e serviços na web. Antes de apresentar algumas delas, é importante destacar que essa estratégia costuma ser muito positiva na hora de atrair e envolver os potenciais consumidores.Saber como contar uma história conquista a atenção das pessoas desde que os seres humanos começaram a se comunicar. Portanto, aplicar o storytelling ao seu negócio é uma forma de manter seu cliente ligado nos seus conteúdos, sejam eles em que canal for.Portanto, vamos conhecer algumas formas para contar histórias em seu negócio!1. Tenha uma página sobre a empresa no site e capricheUm ótimo espaço para aplicar o storytelling em seu negócio é na página sobre a empresa. Ali, normalmente, há um texto explicando o que você faz, que tipo de serviço presta, desde quando e outras informações do tipo. Por que não utilizar esse espaço para contar uma história?Você pode contar como surgiu a ideia de começar a empresa, os motivos que o levaram a escolher aquele ramo e todo tipo de informação interessante sobre seu negócio. Assim, você desperta a curiosidade do leitor e pode deixá-lo mais envolvido com sua marca!O restaurante Madero é um que explora muito esse tipo de comunicação para apresentar sua história. Este vídeo, por exemplo, mostra como surgiu o cheeseburguer do chef Júnior Durski.Você pode adaptar conteúdos como o vídeo acima para a página sobre a empresa em seu site.Mas atenção! Você não deve, em hipótese nenhuma, inventar uma história que pareça bonita apenas para chamar a atenção. Além de enganar seus potenciais clientes não ser uma atitude correta, ela pode até ser penalizada. Exemplo disso foi uma campanha da fabricante de sorvetes Diletto. Em 2014, a empresa foi punida pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) depois que descobriu-se que a história sobre a fundação da empresa era falsa.2. Produza conteúdos com histórias em seu blogSe você já é um adepto do marketing de conteúdo ou pretende começar a aplicá-lo como estratégia em seu negócio, o blog é um ótimo local para aplicar o storytelling!Quando for escrever posts sobre seu nicho de mercado, procure caprichar nos textos e pense em como contar uma história com aquele conteúdo. Por exemplo, se você costuma produzir artigos com dicas de maquiagem no seu site, procure contar a história de alguns dos produtos mais utilizados ou da evolução das tendências das makes ao longo da história.Além disso, você pode fazer estudos de caso de outras empresas ou até mesmo contar experiências pelas quais o seu negócio tenha passado e que possam despertar interesse no público. Dessa forma, você engaja seus potenciais clientes e os mantêm sempre ansiosos pelo seu próximo artigo!3. Atenção às palavras na descrição dos produtosSe você tem ou quer criar uma loja virtual, o espaço da descrição dos produtos pode ser um ótimo espaço para aplicar o storytelling. Sempre prestando atenção às palavras-chave para a estratégia de SEO do seu e-commerce, você pode tornar os textos sobre as mercadorias muito mais atrativos.Se você vende, por exemplo, camisetas com estampas de artistas famosos, não precisa se limitar a uma descrição engessada. Por que não contar um pouco da história do artista ou do desenho retratado na estampa da peça de roupa ali na descrição? Dessa forma, a pessoa que se interessar por aquele produto já se sentirá mais envolvida com ele à medida que lê as informações em seu site.A loja de rações naturais para pets Simple Dog, por exemplo, conta como os alimentos são feitos de forma envolvente nas descrições:Seja sua loja virtual montada por um desenvolvedor ou a partir de uma plataforma de e-commerce, você sempre terá um espaço para descrever seus produtos. Então, utilize-o de forma proveitosa!4. Use as redes sociais para contar históriasAs redes sociais são ótimos espaços para divulgar conteúdos, produtos e serviços da sua marca. E, assim como em outros espaços digitais, nelas os usuários também apreciam e se envolvem com histórias bem contadas!Seja no Instagram, no Facebook ou no YouTube, lembre-se de não fazer os posts e vídeos apenas para mostrar os produtos. Conte como surgiu a ideia de desenvolvê-los ou quais as maiores dificuldades que encontrou para começar seu negócio, por exemplo.Um exemplo simples, porém que já cria uma história na percepção das pessoas ao verem o post é o da loja virtual de acessórios Oficial Accio:No post acima, ao invés de apenas apresentar o kit eco, toda a expectativa de uma viagem à praia no verão é apresentada. Isso tem a capacidade de mexer com as emoções das pessoas, que já se imaginam na situação mostrada pelo post.Se estiver com dificuldades, observe as redes sociais de grandes marcas que você admira e que despertam o engajamento do público. Preste atenção e tente entender como elas fazem isso. Dessa forma, você consegue encontrar formas de aplicar a ideia ao seu negócio!Agora que você já sabe como contar uma história sobre sua marca e produtos, já pode começar a aplicar o storytelling em seu negócio. Seu público, certamente, vai se tornar muito mais engajado com seus conteúdos!---Informações da autoraVictoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!

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Milhares de programadores web full stack de todo o mundo se expressaram no Twitter dias atrás para opinar sobre quais são suas linguagens de programação favoritas, com base em seis critérios: A primeira que aprenderam, a que teve mais dificuldade, a que mais usam, a que odeiam, a que mais amam e a que recomendam para principiantes.Após obter dados de uns 15.000 desenvolvedores, Victoriano Izquierdo analisou os tuits com a ferramenta de análise científica de dados Graphext e obteve, como resultado, que Javascript, Python, Java e C# lideram o ranking das linguagens preferidas.Este resultado coincide com outras sondagens em todo o mundo. Por exemplo, a última pesquisa anual de desenvolvedores de JetBrains, realizada no início deste ano, além dos índices TIOBE, o PYPL, entre outros.Este ranking é ideal para aqueles que querem aprender a programar, porque mostra as opiniões em primeira pessoa daqueles que já estão percorrendo seu caminho dentro do campo da programação web.

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As organizações já estão modificando os perfis que requerem. Isto, bastante demonstrado em todo o mundo, foi comprovado também pelo estudo “The Skills companies need most“, elaborado por LinkedIn em sua edição 2019. Segundo essa pesquisa, o ranking das 25 habilidades hard mais demandadas está composto por:- Cloud Computing- Raciocínio analítico- Gestão de pessoas- UX Design (User Experience Design)- Desenvolvimento de aplicações de celulares- Produção de vídeo- Sales Leadership- Tradução- Produção de áudio- Processamento da linguagem natural (PLN)- Scientific Computing- Game Development- Social Media Marketing- Animação- Business Analysis- Jornalismo- Marketing Digital- Design Industrial- Estratégias competitivasUm dado importante: O documento enfatiza que as organizações estão focando mais no “saber fazer” dos candidatos do que no fato de que tenham título universitário.