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Afinal, o que é essa tal de User Experience (UX)?

Afinal, o que é essa tal de User Experience (UX)?
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20 de junho de 2018
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Para entendermos o conceito de User Experience (UX) precisamos voltar algumas décadas atrás, mais precisamente no final dos anos 80, quando os computadores passaram a fazer parte do dia-a-dia de milhares de pessoas, não só nos escritórios, mas em suas casas. Amyris Fernandez, Coordenadora de User Experience com 35 anos de experiência profissional, conta a história do surgimento do UX na nossa vida moderna: "vamos lembrar que a primeira vez que vimos um computador desktop na vida foi no início dos anos 80, onde se trabalhava com uma interface preta e verde". Isso era funcional para os objetivos de quem trabalhava com esses primeiros computadores, mas era complicado demais para consumidores de uma forma geral.

No começo dos anos 90, foi se consolidando a ideia de que as interfaces não deveriam ser apenas próprias para a função, mas deveriam ter algo a mais. Essa mudança veio do surgimento dos computadores pessoais com interfaces gráficas. Como trazer essas máquinas para dentro da casa das pessoas, de forma que o mais leigo usuário de tecnologia pudesse utilizá-lo sem grandes dificuldades?

A indústria percebeu que precisava começar a conversar com as pessoas que não estavam acostumadas com a linguagem da máquina e, para atender essa demanda, desenvolveu interfaces gráficas para esses modelos de computadores pessoais. É curioso pensar que foi nesse momento que passamos a trabalhar com cores e ícones, traduzindo para o digital elementos da nossa própria realidade.

A Microsoft trouxe os ícones mundialmente aceitos até hoje, como as pastas para organização de arquivos e o ícone da Lixeira. Consegue imaginar como essa ideia foi revolucionária? "Foi a primeira vez que se pensou em uma interface voltada para um público que achasse fácil, eficiente e eficaz interagir com ela. E que ainda por cima esse mesmo público ficasse satisfeito com o seu uso. Está aí o conceito de User Experience!", explica Amyris Fernandez.

Desde quando começamos a interagir com o ambiente ao nosso redor, nós, seres humanos, sempre procuramos tecnologias para resolver nossos problemas cotidianos. Seja usando um galho para alcançar uma fruta na árvore, seja usando pinturas para nos comunicar com outros humanos, a busca por ferramentas e técnicas que pudessem nos ajudar em nossas missões sempre fez parte de nossa natureza. Com o passar do tempo as interfaces que usamos ficaram cada vez mais complexas, e com o advento do digital, o User Experience se tornou parte essencial para o sucesso desse processo.

UX não é simplicidade, mas experiência

É importante entendermos que um bom design de experiência não significa tornar as interfaces de computadores, tablets e celulares mais simples. Um bom projeto tem sua qualidade relacionada ao perfil de usuário que buscamos atender. Se desenvolvemos um jogo, por exemplo, nosso público final é o gamer. Ele não quer uma interface simples. Muito pelo contrário! Quer gráficos bem trabalhados e interfaces complexas, para que o mundo virtual do seu jogo se torne o mais próximo possível da realidade. Por outro lado, se estamos criando um aplicativo para pessoas da terceira idade, nosso objetivo é outro: tornar os processos naturais e as tarefas simples e fáceis de entender até para quem não tem muita experiência com as ferramentas digitais.

O que esperar do trabalho como profissional de User Experience?

O trabalho de um profissional de User Experience não se limita apenas aos nossos gadgets. Hoje, o digital acabou envolvendo todas as áreas da nossa vida. Nossos carros possuem interfaces digitais nos painéis, nossas geladeiras possuem funcionalidade digitais incríveis, conectando-se com a internet e nos ajudando a fazer a gestão dos mantimentos em casa. Assim como nossas cafeteiras, chuveiros, Smart TVs, aparelhos de som.

O profissional de UX pode desde atuar como um arquiteto de informação, criando protótipos de novos produtos e ferramentas, como também se especializando em testes de usabilidade, onde vai observar como é o comportamento do usuário ao realizar tarefas diversas em uma interface, e percebendo onde estão os erros ou as possibilidades de melhorar a satisfação durante esse uso. Pode ainda, ao longo da carreira, tornar-se um estrategista de produtos, capaz de atingir os objetivos das empresas! Ou seja, User Experience não é apenas design funcional, é o desenvolvimento de experiências incríveis para seus usuários, capazes de transformar suas tarefas diárias em momentos satisfatórios e felizes.

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O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)?

Em 2018, o então presidente Michel Temer, sancionou a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que define regras, direito e deveres relacionados a dados pessoais e como empresas manipulam, tratam e utilizam esses dados. Essa lei é uma tendência mundial, que surgiu em resposta ao vazamento de dados que acontecem em 2017 com o Facebook. Saber que as informações pessoais de tantas pessoas estavam à disposição na internet fez com que todos dessem um passo para trás e refletissem sobre a importância de seus próprios dados – e sobre a responsabilidade de empresas em garantir sua segurança. A nova lei brasileira só entra em vigor em agosto de 2020. Ao aprovar a legislação, o Congresso entendeu que muitas empresas precisariam de tempo para se adaptar às novas regras – e ainda bem! A LGPDP pode causar um grande impacto, principalmente em empresas menores. Para entender melhor o que muda com a Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais, você precisa entender como a lei enxerga dados, usuários e o papel das empresas nessa história toda. A partir de 2020, qualquer dado que seja coletado, pode ser do mais simples como nome e endereço de e-mail, entram nas regras da nova lei. E ela se aplica a qualquer tipo de empresa, não só aquelas que, de fato, fazem grande uso de dados, como empresas de Marketing Digital ou bancos, por exemplo. Isso significa que escolas, dentistas, empresas de transporte, qualquer negócio que lide com informações de terceiros em um banco de dados estará submetido à LGPDP. Quem não cumprir as regras terá que pagar uma multa equivalente a 2% do faturamento da empresa, com um limite de R$ 50 milhões, e sofrerá bloqueio imediato dos dados relacionados à infração. Como você, usuário, se beneficia com a Lei? Uma das maiores mudanças está relacionado aos chamados “dados sensíveis”, uma nova categoria criada pela LGPDP que coloca origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, saúde ou vida sexual em um maior nível de proteção, a fim de garantir que não haverá discriminação por causa desses dados. Os usuários também poderão perguntar a qualquer empresa se ela possui dados a seu respeito e solicitar quais dados, a quem foram repassados esses dados e com qual finalidade. Ele poderá cobrar a correção de registros incorretos e, em determinador casos, pode se opor a determinado tratamento de seus dados. Como preparar sua empresa para a Lei? Como empresa, você deverá sempre informar, ao coletar um dado, a sua finalidade para o usuário. Se ele aceitar, você deve garantir que o dado será tratado de acordo com a finalidade descrita e acordada. É dever da empresa garantir a segurança dessas informações e informar o usuário se houver qualquer quebra de sigilo ou incidente. Para conseguir garantir tudo o que a lei prevê, será necessário fazer um investimento em estrutura, equipe e treinamento dentro da sua empresa. A segurança do seu sistema precisará ser revisitada, um simples antivírus não é mais garantia de que os dados dos seus clientes estão seguros. De acordo com a lei, é obrigatório que o tratamento de dados seja conduzido por uma equipe de especialistas de TI, que deverá ser contratada caso sua empresa não possua uma. Novas políticas internas e planos de proteção de dados deverão ser desenhados, assim como estratégias de prevenção e gerenciamento de possíveis crises (como vazamento de dados). Por fim, a empresa inteira precisa estar alinhada às novas regras, com um treinamento ou distribuição de comunicados, informando sobre a nova responsabilidade acerca das informações pessoais de seus clientes. Agora que você já tem maiores informações, pode se preparar para quando a lei entrar em vigor e não ser pego desprevenido! Ainda há alguns meses para se organizar, procurar uma empresa de TI que possa te ajudar ou formar seu próprio time, e desenhar sua estratégia para tratar, coletar e utilizar dados com mais responsabilidade e segurança.

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Afinal, o que é Business Intelligence?

Se você tem mais do que 30 anos, provavelmente sente que o mundo está ficando “complexo demais”. Antes, tudo parecia mais simples e menos conectado. Pode ter certeza de que muitos empresários pensam da mesma forma, decisões em seus negócios eram tomadas baseadas em experiências e intuição, mas isso não é mais suficiente hoje e suas escolhas precisam ser cada vez mais inteligentes. É aí que entra o tal do business intelligence que tanto ouvimos falar!Se você só conhece BI por meio de anúncios de vagas e sempre se perguntou, “mas afinal, o que é business intelligence?”, pode ficar tranquilo! Estamos aqui não só para responder essa pergunta, mas também para te contar por que ele é fundamental para sua estratégia de marketing e para seus negócios!BI é um conjunto de práticas, conceitos e metodologias que tem como objetivo coletar, gerenciar e distribuir dados. Esses dados são informações valiosas que vão se transformar em insights e dar suporte à tomada de decisões dentro da empresa. Ou seja, BI é aquilo que torna as escolhas de um negócio mais inteligentes, porque são feitas com base em informações de valor.Três importantes pilares sustentam o BI:- Coleta de dados: cada ação dentro da empresa gera um dado, uma informação. Quando reunidos, eles contam diversas histórias sobre seu negócio: a produtividade dos seus funcionários, a sua reputação no mercado, quais oportunidades foram perdidas...- Organização e análise: para conseguir visualizar e entender essas histórias, é preciso organizá-las em um banco de dados e facilitar a sua visualização, para que seja possível analisá-las, compreendê-las e, a partir dessas histórias, tomar decisões;- Ação e monitoramento: mas não para por aí, agora chegou a hora de fazer sua escolha e ficar de olho nos resultados, para entender se ela foi a decisão certa ou se algo ainda precisa melhorar. Os resultados vão gerar novos dados e, portanto, uma nova história, que vai entrar nesse mesmo ciclo.BI e MarketingO Business Intelligence pode oferecer suporto para o planejamento estratégico de todo o seu negócio e seus pilares podem ser aplicados em qualquer área, financeiro, RH, operacional, entre outros.As suas vantagens são diversas, como a otimização de processos, o aumento na eficiência de operações, um processo de tomada de decisões mais ágil e com mais qualidade. Tudo isso deixa o seu negócio mais competitivo dentro do mercado em que atua.Mas queremos dedicar uma parte desse artigo à aplicação de business intelligence na estratégia de Marketing da sua empresa, pois ele também pode destacar oportunidade e apontar falhas dentro do seu processo.Você dentro do seu mercadoA primeira maneira de usar BI em sua estratégia de Marketing é ao analisar o mercado no qual você está inserido, quem são os principais players, quais são as tendências globais, mudanças de consumo e ameaças. Ao cruzar dados de diferentes fontes, você consegue um panorama 360° do mercado. E saberá exatamente qual é sua posição dentro dele.Reconhecer para otimizarNenhuma empresa é perfeita, e a sua certamente não é. Mais de uma campanha sua já teve um resultado abaixo do esperado, por exemplo. Com o BI é possível encontrar a origem das falhas e erros dos seus processos e otimizá-los.Com Business Intelligence tem a premissa de agir rápido em relação aos dados extraídos, as mudanças também acontecem em uma velocidade maior quando precisam ser implementadas em empresas que adotam BI. Como consequência, os resultados também mudam rapidamente, trazendo valor para sua empresa e seus clientes.Oportunidades e riscosÉ hora de investir em uma equipe de marketing maior? Estamos prontos para assumir um compromisso com determinado cliente? Essa nova conta da agência vai ser uma boa oportunidade ou um risco para a estabilidade do meu quadro de funcionários?Essas são perguntas frequentes que sua empresa – e principalmente seu gestor de marketing – faz quando encontra oportunidades. Ou seriam riscos? Afinal, nem sempre conseguimos diferenciar uma do outro!O BI ajuda sua empresa a tomar ações preventivas, que minimizam riscos futuros, e a encontrar insights valiosos no mercado, que ajudam a identificar com mais facilidade suas oportunidades.Podemos concluir que o BI é o próximo passo depois de Big Data dentro de uma empresa. Ao entender a base de dados do seu negócio, você está melhor equipado para tomar decisões que estejam alinhadas com seu objetivo: crescimento, inovação, diferenciação. Agora, é só aplicar esses conhecimentos!Quer saber mais sobre BI ou como começar uma carreira na área? Venha para a Digital House!

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Como as mudanças no comportamento afetam a jornada de compra

Ao vender qualquer produto ou serviço, é preciso criar uma estratégia para impactar seus consumidores. E um dos conceitos fundamentais para que se possa criar esse método é o da jornada de compra — também conhecida como jornada do consumidor ou jornada do cliente.Mais adiante vamos entender um pouco sobre essa jornada clássica, mas, de forma resumida, trata-se do caminho que um cliente faz desde o momento em que ainda nem sabe que quer realizar aquela compra até o momento em que faz a aquisição.Conhecer cada uma dessas etapas é importante para que se possa criar sua estratégia, seja para vender online ou offline, mas para planejar campanhas digitais. Entretanto, é preciso ter um outro olhar sobre esse processo no mundo superconectado em que vivemos.Neste artigo, vamos apresentar a jornada de compra clássica e, depois, quais as mudanças às quais os profissionais de marketing digital precisam estar atentos na hora de estruturar suas ações na internet. Vamos lá?A jornada de compra clássicaA jornada de compra se baseia no modelo do funil de vendas, um modelo criado em 1898 pelo americano E. St. Elmo Lewis. A ideia era mapear os estágios pelos quais uma pessoa passa desde que descobre a existência de um produto até quando, de fato, se torna um cliente.A imagem é a de um funil porque parte-se do princípio de que muitas pessoas podem conhecer o produto, um número menor pode ser de potenciais clientes, menos gente ainda pode, de fato, se interessar por aquela mercadoria e uma quantidade bem inferior realmente vai adquirir aquele artigo. Dessa forma, o número de pessoas em cada etapa vai se afunilando. A partir do funil de vendas, criou-se a jornada de compra. Ela se divide em quatro etapas:Aprendizado e descoberta: quando o cliente começa a se interessar por determinado tema;Reconhecimento do problema: nessa etapa, o consumidor percebe que tem um problema ou uma oportunidade de consumo;Consideração da solução: nesse momento, o cliente já começa a pesquisar ativamente uma solução para o problema que identificou na etapa anterior;Decisão de compra: no último estágio da jornada, o consumidor já decidiu que vai realizar a compra e passa a pesquisar qual produto ou serviço será o mais adequado.O comportamento do consumidor digitalO modelo clássico da jornada de compra ajuda muito a identificar cada etapa pela qual o consumidor está passando. Dessa forma, fica mais fácil criar o conteúdo e os anúncios para que esse potencial consumidor seja impactado com materiais relevantes para ele.Todavia, por se basear em um conceito de funil de vendas do fim do século XIX, uma parte da realidade atual é deixada de lado. Por estarmos conectados praticamente o tempo todo com nossos smartphones, somos bombardeados com milhões de estímulos.Dessa forma, considerar um comportamento linear na jornada de compra se torna muito simplista. Mais uma vez, é claro que esse modelo não deve ser desconsiderado. Entretanto, ele deve ser uma base para que se possa compreender os hábitos do consumidor digital.Sempre conectado, o comprador será impactado por diversas campanhas, em diferentes pontos da jornada, pelos mais diversos tipos de produtos e serviços — tudo isso tendo apenas um orçamento individual para gastar. Assim sendo, as empresas precisam ter isso em mente na hora de montar sua estratégia, desde as campanhas de marketing até a precificação dos produtos e a análise da concorrência.Um ponto importante a se considerar é que a jornada do consumidor deve ser cíclica. É sempre positivo focar na manutenção de consumidores engajados com sua marca, seja em seu e-commerce, no blog da sua empresa ou nas redes sociais do seu negócio. Isso porque é mais barato fazer com que um cliente antigo compre novamente do que atrair novos consumidores.Como se comportar nesse cenárioTendo os conceitos e a realidade em vista, é hora de saber de algumas ações que sua empresa pode desenvolver para que se sobressaia nesse cenário. Vamos a elas?Trabalhe sua marcaUm ponto muito importante para atrair o reconhecimento dos clientes é o de trabalhar sua marca. Dessa forma, os consumidores vão associar o nome da sua empresa a algumas características do produto ou serviço que você oferece.Para isso, foque em conteúdos originais no seu blog e nas redes sociais. Assim, você pode se tornar uma referência no ramo em que atua.Além disso, você pode trabalhar com anúncios no Google Display e com banners nas redes sociais, de modo a fortalecer o reconhecimento de marca. Outra forma de desenvolver seu nome é levar sua empresa para participar de eventos do seu ramo de atuação.Entenda o comportamento do seu consumidorComo já abordamos anteriormente, o consumidor moderno é abordado por milhões de estímulos toda vez que faz uma pesquisa no Google, assiste a um vídeo no YouTube ou navega pelo feed do Instagram, por exemplo. Dessa forma, é preciso saber muito bem o que está fazendo para chamar sua atenção.Portanto, nada melhor do que conhecer seu público a fundo para saber como despertar seu interesse. Crie personas dos seu clientes ideais e considere o que os faria parar para ver um conteúdo da sua marca.Proporcione uma ótima experiênciaPode parecer óbvio, mas muitas empresas focam na parte de atrair novos clientes e acabam se esquecendo de proporcionar uma ótima experiência para aqueles que estão, de fato, comprando delas.Um exemplo de como você pode garantir uma excelente compra para seus clientes é por meio de um atendimento excepcional. Esteja atento às dúvidas e necessidades dos compradores. Procure ajudá-los de verdade. Dessa forma, eles enxergarão valor ao fazer negócio com sua marca.Considerar as particularidades do mundo moderno na jornada de compra é uma forma de adequar as estratégias do seu negócio à realidade dos seus clientes. Os modelos clássicos nos ajudam a entender como abordar esses potenciais compradores, mas é preciso observar o comportamento da sociedade para se adaptar de forma a impactar as pessoas de forma mais efetiva!E, então, está pronto para criar sua estratégia?---Informações da autoraVictoria Salemi é a editora responsável pelas parcerias de conteúdo da Nuvemshop, a maior plataforma de comércio digital da América Latina, com mais de 30 mil lojas ativas. Formada em Jornalismo, ama escrever e tornar assuntos complicados acessíveis a todos!