MENU

| BR

Campus

Programação

Marketing

UX

Dados

Negócios

Paises

5 técnicas de vendas para o seu negócio

5 técnicas de vendas para o seu negócio
mkt
20 de setembro de 2018
  -  
-min de leitura

Seja no comércio eletrônico ou físico, todas as marcas estão em busca de abordagens que as aproximem de seus clientes e de dicas que as façam nutrir esse relacionamento de forma saudável.


Os dois objetivos principais são sempre os mesmos: converter e fidelizar. Para isso, vários estudos e termos - como a psicologia do consumo e os micro-momentos - surgiram para melhor definir as oportunidades em torno destes propósitos. Elucidando de uma maneira bem simplificada, a psicologia do consumo considera o desenvolvimento de estratégias de marketing com foco nos gatilhos mentais, mecanismos cognitivos que sustentam grande parte das decisões. E, por sua vez, os micro-momentos têm como eixo os breves instantes de engajamento, quando o consumidor está mais receptivo e inclinado a estabelecer suas preferências e intenções. Assim, por meio de cinco técnicas de vendas, você aprenderá como essas possibilidades poderão ser aplicadas no seu negócio. Confira-as a seguir!

1. AIDA

Acrônimo de Atenção + Interesse + Desejo + Ação, este método tem como objetivo cobrir os principais momentos da jornada de compra. Entenda-os abaixo: A: como a palavra-chave indica, o primeiro passo é chamar a atenção, fazer a marca ser notada pelo cliente. Isso pode acontecer através de banners, anúncios em redes sociais e uma boa disposição visual do e-commerce (ou da loja física); I: após o primeiro contato, é preciso despertar o interesse pelos produtos, torná-los atraentes aos olhos do consumidor. Este incentivo é geralmente feito por meio de descrições coerentes e um atendimento acessível; D: nesta próxima etapa, o desejo de "ter" deve ser provocado. O gatilho mental de autoridade fará toda diferença através de reviews audiovisuais, mostrando todos os prós da mercadoria; A: por último, claro, o momento de finalização. O estímulo aqui poderá vir por meio de descontos e facilidades no checkout (como parcelamento e mais de uma opção de pagamento).

2. Cross-sell

Esta segunda técnica é bem simples, contudo, tem um poder imenso sobre o ticket médio de um negócio. Cross-sell (em português, venda cruzada) acontece quando se é ofertado um produto complementar daquele que o consumidor decidiu comprar. Em lojas virtuais, geralmente aparecem como "Aproveite e veja também" em sugestões logo abaixo do item escolhido ou em pop-ups no momento do checkout. Já nos comércios físicos, é o vendedor quem cria estas oportunidades. Se o cliente está comprando um sofá, por exemplo, provavelmente serão recomendados tapetes e televisões. Se um colchão, as propostas certamente serão travesseiros, edredons e, até mesmo, uma nova cama. Para incentivar ainda mais essa venda cruzada, é possível oferecer descontos para tais combos e, especificamente em e-commerces, frete grátis em compras a partir de R$ 100 ou qualquer outro valor pré-determinado.

3. Upsell

Parecida com a abordagem do cross-sell, a do upsell também tem como objetivo indicar um outro produto. Porém, neste caso, o foco será um item de qualidade e preço superiores se comparado a aquele que o consumidor se interessou inicialmente. Uma maneira simples de promover essa troca é por meio do gatilho mental de prova social, deixando visível depoimentos e comentários de clientes satisfeitos nas páginas da mercadoria sugerida. O desejo de pertencer a um grupo de usuários, que se realizaram ao comprar tal produto, fará com que o consumidor pense duas vezes antes de adquirir um item considerado "inferior".

4. Downsell

Na sequência, o downsell vai de encontro ao upsell: sabe quando você quer muito um eletrônico da marca X, mas ele está acima das suas possibilidades financeiras? Então, aí entra a oferta de um produto semelhante, mas com um preço "mais em conta". Essa é uma maneira simples de não perder a chance de vender. Quando o cliente já está desistindo de adquirir o item tão desejado, o salva-vidas é lançado, e ele compra algo que cabe no orçamento e cumpre as principais funções idealizadas.

5. Scarcity

Por fim, a técnica chamada Scarcity tem como propósito ativar dois principais gatilhos mentais: o de urgência e o de escassez. Ambos são estimulados por meio de limites impostos. O primeiro mecanismo acontece através do tempo, como: promoções que duram por um período determinado (Black Friday e Natal) e cupons de desconto com validade. E o de escassez surge por meio da quantidade, quando se tem poucas unidades do produto X em estoque, por exemplo. Estes gatilhos podem ser despertados com calls-to-action e frases de efeito no modo imperativo como, por exemplo, "Não perca tempo!" e "Compre agora!". O desejo de adquirir algo raro, com certeza, resultará em conversão.

Conclusão

Perceba, então, que gerar a intenção de compra vai muito além de ter produtos de qualidade - o consumidor precisa sentir que suas necessidades e seus interesses serão prioridades para uma marca. Por isso, invista nessas técnicas para encantar os clientes do seu empreendimento e vender muito mais. Sucesso e boa sorte!


Escrito por Raquel Lisboa, licenciada em Letras, com ênfase nas línguas portuguesa e inglesa. Já atuou nas áreas de educação e de atendimento ao cliente. Atualmente é editora de conteúdo da Nuvem Shop - plataforma de e-commerce que busca educar e empoderar aqueles que desejam investir no mercado online.

Outras notícias

Qual a diferença entre front-end e back-end img
tech

Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

Digital House abre nova unidade em São José dos Campos img
tech

Digital House abre nova unidade em São José dos Campos

Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

UX Research: o que é e como planejar img
ux

UX Research: o que é e como planejar

Por mais que estejamos imersos num projeto, entendendo o briefing e conhecendo o problema, é de vital importância ouvir o usuário, reconhecer suas necessidades e validar o projeto justamente com quem vai utilizar o produto ou serviço.Antes de tomar qualquer decisão sobre um produto, é necessário investigar o cenário. Por isso, a UX Research ajuda na identificação do problema e também é essencial para refutar ou comprovar as hipóteses de um projeto. Ou seja, a pesquisa é uma parte fundamental do trabalho de User Experience.Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema, entendendo como funciona, quais habilidades são necessárias e como planejar uma pesquisa em UX. Afinal, o que é UX Research?A pesquisa é uma etapa pouco compreendida e valorizada em Experiência do Usuário, mas também é a mais crítica para o processo. Muitas vezes, é deixada de lado, ou considerada um luxo desnecessário, mas em momentos críticos, faz muita falta!Traduzindo a definição da Interaction Design Foundation, UX research é a investigação sistemática dos usuários e seus requisitos, contextualizando e buscando insights para o processo de user experience. A pesquisa emprega diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões, estabelecer fatos e encontrar problemas, revelando, dessa forma, informações valiosas para o processo de design.Ou seja, é a maneira de reconhecer um problema, confirmar ou refutar hipóteses, além de reconhecer as principais necessidades e objetivos do público-alvo, por meio de diferentes pontos de vista e contextos, melhorando ainda mais todo o trabalho de experiência do usuário. Para quem está começando a carreira nessa área, vale ter a consciência da importância da pesquisa desde já! As vantagens de uma pesquisa de UXEntender o público para trazer soluções que aumentem a satisfação dele já é, por si só, uma grande vantagem, certo? Pois além disso, incorporar a pesquisa no dia a dia dos processos de UX tem outros pontos positivos!Na prática, isso traz melhorias de tempo e dinheiro. De tempo, pois a investigação ajuda a identificar erros e tomar decisões mais acertadas num tempo mais curto, economizando esforços de retrabalho, por exemplo. E solucionar os problemas antes de desenvolver o projeto sairá muito mais barato do que refazer tudo quando o mesmo já estiver em funcionamento!Ah, e sem contar a vantagem competitiva, pois quando você busca o feedback do usuário, você o entende e, por isso, melhora a sua experiência interativa. Isso te colocará sempre um passo à frente dos seus concorrentes e mantém seu cliente sempre satisfeito, sendo mais um passo na busca pela fidelização.No final das contas, com um trabalho de pesquisa de UX, você garante um produto que tenha não só um design bonito, mas que também tem usabilidade e inteligência.Como planejar uma pesquisa de usuário?O planejamento deve começar sempre pela questão mais fundamental: qual dúvida queremos que seja respondida? Qual o objetivo? Além disso, é importante considerar as hipóteses, ou seja, quais as possibilidades de respostas. Com o resultado da pesquisa, será possível entender se essas suposições foram confirmadas ou refutadas.Também é fundamental entender com quem a marca quer falar, ou seja, definir quais dos stakeholders serão parte da pesquisa. Afinal, o público questionado deve ser exatamente o mesmo que se beneficiará dos resultados da investigação, por isso é tão importante definir essa questão com clareza.Entenda também qual metodologia será utilizada. Os métodos qualitativos mostram comportamentos e explicam porque um usuário age de uma maneira ou de outra, enquanto os métodos quantitativos trazem dados numéricos e estatísticas. Dentre os métodos, temos as entrevistas, teste de usabilidade, estudo etnográfico, entre outros. Se você não tem muita certeza de qual é o ideal, retorne à questão que precisa ser respondida. Se, por exemplo, você quer entender como as pessoas utilizam seu app, o método mais adequado deveria ser um teste de usabilidade. Mas se, por outro lado, você quer entender por que alguns usuários clicaram num botão e outros não, aí pode ser o caso de uma entrevista, algo mais qualitativo.Definitivamente, a pesquisa é uma parte essencial a ser executada em qualquer projeto. Observar e compreender o usuário demonstra empatia e é de vital importância para criar produtos e serviços que o cliente realmente necessita.