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10 tecnologias de filmes e séries que viraram realidade

10 tecnologias de filmes e séries que viraram realidade
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31 de janeiro de 2019
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A vida imita a arte ou a arte imita a vida?


No caso da ficção científica, essa relação é bastante confusa e a linha que separa realidade de fantasia muitas vezes deixa de existir ao passo que nossa tecnologia concretiza avanços inovadores. Não é incomum que gadgets e dispositivos antes somente reais nas telinhas e telonas tenham ganhado espaço em nossas vidas e lares. Desde comunicadores portáteis a hologramas, veja nossa lista de 10 tecnologias da ficção que se transformaram realidade.

Touchscreen - 2001: Uma odisseia no Espaço, Star Trek, Minority Report e De Volta para o Futuro 2

Conseguir realizar múltiplos comandos e tarefas com um simples toque em uma tela plana foi uma ideia perpetuada por muitos filmes e séries futurísticos. Em De Volta Para o Futuro 2 e 2001: Uma Odisseia no Espaço vemos dispositivos muito similares ao Tablet. Enquanto que em Minority Report a grande tela high tech quase holográfica que respondia aos mais sutis toques era o sonho de consumo de qualquer aficionado por tecnologia.

Video Chat - Os Jetsons

As agora tão comuns e triviais conversas por vídeo que começaram com a webcam e hoje estão na palma de nossas mãos foram "previstas" pelo desenho animado Os Jetsons, exibido entre as décadas de 80 e 90. Nele, a família se comunicava através de pequenas telas que apareciam pela casa ou em seus carros.

Telefone celular - Tempos Modernos e Star Trek

O personagem de Charles Chaplin no filme Tempos Modernos cruza na rua com uma mulher que segura um aparelho perto do ouvido dando a entender que está conversando com alguém. E durante a série Star Trek, a principal forma de comunicação entre a tripulação da nave Enterprise era um dispositivo muito parecido com os extintos celulares de flip.

Automóvel com GPS - 007 (1964)

Os filmes da série 007 sempre foram recheados de gadgets futuristas e até engraçados, mas muito pouco prováveis de se tornarem realidade, até que em 1964 o icônico Aston Martin de James Bond ganhou um GPS, muito antes de sonharmos com a existência de Waze ou Google Maps.

Assistente pessoal de voz - 2001: Uma Odisseia no Espaço, Blade Runner e Star Trek

Siri, Cortana, Alexa e tantos outros assistentes pessoais de voz provavelmente só estão entre nós porque muitos filmes de ficção científica adoravam a noção de poder controlar tudo ao seu redor com um comando simples, sem precisar apertar botões ou digitar códigos.

Carros com piloto automático - O Exterminador do Futuro

Em O Exterminador do Futuro, os táxis dirigiam-se sozinhos possuindo somente o boneco Johnny para fazer as vezes de um simpático e decorativo motorista. Atualmente, carros que andam sem a necessidade de um condutor são realidade, mas ainda uma tecnologia bastante cara.

Impressora 3D - Star Trek

Durante a série Star Trek era comum ver “replicadores” sendo usados para criar desde comida a peças para reparos na nave. Apesar de ainda não conseguir produzir uma lasanha, impressoras 3D já realizam feitos bastante impressionantes que seriam certamente úteis na Enterprise.

Celular com biometria- 007: Um novo dia para morrer

Leitura de impressões digitais em telefones ou dispositivos móveis era considerado algo realmente do futuro, mas hoje faz parte do nosso dia a dia. Interpretado por Pierce Brosnan, James Bond no filme 007- Um novo dia para morrer apareceu com um telefone que identificava sua digital.

Holograma - Star Wars e Blade Runner

Os hologramas que aparecem espalhados pelo cenário de Blade Runner em forma de anúncios e, de uma forma mais icônica, nas comunicações em Star Wars hoje ganharam os palcos de shows de lendas de rock que são ressuscitadas com a tecnologia.

Kinect - De Volta para o Futuro 2

Existem muitos gadgets que foram previsões certeiras do futuro no filme De Volta para o Futuro 2, mas poucas cenas são tão emblemáticas para gamers quanto o momento em Marty McFly está em um fliperama do futuro e descobre que controles não são mais necessários para jogar videogame, já que no ano fictício de 2015 é possível fazê-lo somente com seus movimentos. O conceito remete ao Kinect, que consegue ler os movimentos do jogador. Confira também 7 filmes de cabeceira para quem é apaixonado por tecnologia.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.

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Viva a experiência Digital House em São José dos Campos!Nascemos com a missão de capacitar profissionais na área digital. Somos um hub de tecnologia e educação para formação de profissionais de alta performance. Te desafiamos a pensar como realizador de ideias em vez de deixá-las só no papel. Chegamos ao Brasil em 2018 e, nesses 2 anos, já formamos mais de 3 mil alunos em nossos cursos: Marketing Digital, Programação, Dados, UX e Gestão de Negócio Digital. Em 2020, queremos que mais pessoas tenham oportunidade de viver a experiência de ser um aluno Digital House. Chegamos em São José dos Campos com os curso de Programação Web Full Stack e Marketing Digital, em parceria com a Workflex, coworking com ambiente inovador, localizado no coração do Jardim Aquárius, no Edifício Infinity Tower. Os joseenses e vale paraibanos interessados em fazer nossos cursos, que têm início em março, já podem se inscrever no site da Digital House;Acreditamos que a melhor maneira de adquirir habilidades digitais é com a metodologia de “aprender fazendo”, que integra teoria e prática de forma constante. Queremos que os alunos tragam suas ideias e consigam encontrar as respostas para seus desafios. A interação constante com professores que têm experiência real no mercado possibilita que eles sejam orientados no melhor caminho para o sucesso.Preparado para viver essa experiência com a gente?Faça sua inscrição para que possamos entrar em contato com você. #VemSerDigital! 

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UX Research: o que é e como planejar

Por mais que estejamos imersos num projeto, entendendo o briefing e conhecendo o problema, é de vital importância ouvir o usuário, reconhecer suas necessidades e validar o projeto justamente com quem vai utilizar o produto ou serviço.Antes de tomar qualquer decisão sobre um produto, é necessário investigar o cenário. Por isso, a UX Research ajuda na identificação do problema e também é essencial para refutar ou comprovar as hipóteses de um projeto. Ou seja, a pesquisa é uma parte fundamental do trabalho de User Experience.Por isso, vamos nos aprofundar um pouco mais nesse tema, entendendo como funciona, quais habilidades são necessárias e como planejar uma pesquisa em UX. Afinal, o que é UX Research?A pesquisa é uma etapa pouco compreendida e valorizada em Experiência do Usuário, mas também é a mais crítica para o processo. Muitas vezes, é deixada de lado, ou considerada um luxo desnecessário, mas em momentos críticos, faz muita falta!Traduzindo a definição da Interaction Design Foundation, UX research é a investigação sistemática dos usuários e seus requisitos, contextualizando e buscando insights para o processo de user experience. A pesquisa emprega diversas técnicas, ferramentas e metodologias para chegar a conclusões, estabelecer fatos e encontrar problemas, revelando, dessa forma, informações valiosas para o processo de design.Ou seja, é a maneira de reconhecer um problema, confirmar ou refutar hipóteses, além de reconhecer as principais necessidades e objetivos do público-alvo, por meio de diferentes pontos de vista e contextos, melhorando ainda mais todo o trabalho de experiência do usuário. Para quem está começando a carreira nessa área, vale ter a consciência da importância da pesquisa desde já! As vantagens de uma pesquisa de UXEntender o público para trazer soluções que aumentem a satisfação dele já é, por si só, uma grande vantagem, certo? Pois além disso, incorporar a pesquisa no dia a dia dos processos de UX tem outros pontos positivos!Na prática, isso traz melhorias de tempo e dinheiro. De tempo, pois a investigação ajuda a identificar erros e tomar decisões mais acertadas num tempo mais curto, economizando esforços de retrabalho, por exemplo. E solucionar os problemas antes de desenvolver o projeto sairá muito mais barato do que refazer tudo quando o mesmo já estiver em funcionamento!Ah, e sem contar a vantagem competitiva, pois quando você busca o feedback do usuário, você o entende e, por isso, melhora a sua experiência interativa. Isso te colocará sempre um passo à frente dos seus concorrentes e mantém seu cliente sempre satisfeito, sendo mais um passo na busca pela fidelização.No final das contas, com um trabalho de pesquisa de UX, você garante um produto que tenha não só um design bonito, mas que também tem usabilidade e inteligência.Como planejar uma pesquisa de usuário?O planejamento deve começar sempre pela questão mais fundamental: qual dúvida queremos que seja respondida? Qual o objetivo? Além disso, é importante considerar as hipóteses, ou seja, quais as possibilidades de respostas. Com o resultado da pesquisa, será possível entender se essas suposições foram confirmadas ou refutadas.Também é fundamental entender com quem a marca quer falar, ou seja, definir quais dos stakeholders serão parte da pesquisa. Afinal, o público questionado deve ser exatamente o mesmo que se beneficiará dos resultados da investigação, por isso é tão importante definir essa questão com clareza.Entenda também qual metodologia será utilizada. Os métodos qualitativos mostram comportamentos e explicam porque um usuário age de uma maneira ou de outra, enquanto os métodos quantitativos trazem dados numéricos e estatísticas. Dentre os métodos, temos as entrevistas, teste de usabilidade, estudo etnográfico, entre outros. Se você não tem muita certeza de qual é o ideal, retorne à questão que precisa ser respondida. Se, por exemplo, você quer entender como as pessoas utilizam seu app, o método mais adequado deveria ser um teste de usabilidade. Mas se, por outro lado, você quer entender por que alguns usuários clicaram num botão e outros não, aí pode ser o caso de uma entrevista, algo mais qualitativo.Definitivamente, a pesquisa é uma parte essencial a ser executada em qualquer projeto. Observar e compreender o usuário demonstra empatia e é de vital importância para criar produtos e serviços que o cliente realmente necessita.