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10 motivos para fazer um curso na Digital House Brasil

10 motivos para fazer um curso na Digital House Brasil
carreira
18 de fevereiro de 2019
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São muitos os motivos para fazer um curso na Digital House Brasil, mas só precisamos de 10 para te convencer.


Próximo de completar um ano, a filial brasileira da Digital House Digital é muito mais do que só uma escola de tecnologia e coding. É também um hub e ponto de encontro para troca de experiências e conhecimento. No ano de 2018, a Digital House Brasil matriculou 1028 alunos, divididos entre os cursos de Marketing Digital, Desenvolvimento Web Full Stack, Data Analytics, Gestão de Negócios Digitais e outros. São muitos os motivos para escolher um curso na Digital House Brasil e mudar a sua carreira em 2019. Para explicar melhor os diferenciais que a escola pode oferecer aos seus alunos, o blog da Digital House Brasl bateu um papo com nosso Diretor Acadêmico, Edney Souza.

Aprender na prática

A grade curricular dos cursos na Digital House Brasil é montada para que o aluno não aprenda só a teoria, mas também aprenda na prática. "Esse é o nosso maior diferencial, porque ninguém faz isso com a mesma dedicação que nós", conta o diretor Edney. As aulas são inteiramente voltadas para a dinâmica do mercado de trabalho e os desafios que o aluno enfrentará no dia a dia. Os professores aplicam as mesmas práticas de organização do mercado com objetivo de simular experiências reais para os alunos. Assim, eles saem ainda mais preparados do curso, com bagagem muito além do intelectual.

Aprender a aprender


O mercado digital está em constante mudança, novos softwares, códigos ou tendências surgem de um dia para o outro. E para manter-se relevante, é preciso manter-se atualizado. É por isso que nos cursos na Digital House, o aluno aprende a aprender. Mas o que isso significa? "Além de aprender na sala de aula, o professor orienta aos alunos onde e como e onde buscar informações, recomendando blogs, podcasts, webinars e outras fontes", explica Edney, O objetivo é que, ao final do curso, o aluno saiba como se desenvolver no dia a dia sem depender de uma sala de aula.

Sempre atualizados

O diretor acadêmico explica que todos os cursos na Digital House Brasil estão em constante revisão e sempre há mudanças entre uma turma e a próxima. "Estamos sempre de olho no mercado, comparecemos a eventos dentro e fora do Brasil e conversamos com grandes empresas para estarmos em sintonia com as grandes tendências", conta. É sempre importante entregar ao aluno um currículo atualizado e de acordo com as necessidades do mercado, ao contrário de outras escolas que demoram a rever as grades de seus cursos e acabam entregando aulas desatualizadas e fora de sintonia com o mercado.

Um método que dá certo

Apesar da Digital House Brasil ser um ambiente de experimentações, o aluno nunca é tratado como um rato de laboratório. Pois o método utilizado é um que comprovadamente dá certo, como mostra nossa unidade na Argentina. É possível tentar coisas novas dentro de um método que dá certo sem fazer de alunos cobaias. E a maneira de medir o sucesso do que aplicamos está na alta taxa de recolocação profissional daqueles que terminam nossos cursos.

Soft skills

Saber realizar a parte técnica é muito importante para ter um trabalho, mas saber trabalhar em equipe é fundamental para conquistar uma carreira. "Uma pessoa é contratada pelas hard skills, mas continua na empresa pelas soft skills", compartilha Edney. Trabalho em equipe, comunicação adequada, saber dar e receber feedback são habilidades estimuladas em sala de aula pelos professores e também nos oito workshops de desenvolvimento de carreira aos quais o aluno tem direito ao longo do curso na Digital House Brasil.

Mentoria de carreira

Se o seu objetivo for tornar-se freelancer, empreendedor ou funcionário em uma grande empresa de tecnologia, nós te ajudamos a alcançá-lo com a mentoria de carreira. Todos os alunos que fazem um curso na Digital House têm direito a aulas e palestras gratuitas e exclusivas, além de workshops e eventos voltados para o tema.

Networking

O diretor acadêmico, Edney Souza, ressalta que um dos grandes diferenciais de quem faz um curso na Digital House são as possibilidades de Networking. "Nós temos professores que trabalham na área, profissionais que vêm de fora fazer palestras, alunos com o mesmo objetivo de carreira e muitas atividades que te colocam em contato com todas essas pessoas". A escola também promove o Recruiting Day, um dia inteiro no qual empresas vão para a Digital House conhecer alunos e encontrar talentos para suas equipes. Além disso, eventos que conectam turmas de diferentes cursos ocasionalmente resultam no nascimento de startups, pois promovem o encontro entre profissionais de todas as áreas essenciais para o nascimento de um novo negócio.

Ambiente acolhedor e inovador

O próprio ambiente físico da escola é um grande bônus para os alunos, pois promove a mesma cultura de divisão de espaço que muitas empresas inovadoras de tecnologia e startups defendem atualmente. O espaço de colearning se assemelha muito a um coworking e já coloca o aluno em contato com o tipo de ambiente que ele encontrará no mercado de trabalho.

Reconhecimento do mercado

"Além de nossos alunos serem recolocados no mercado de forma bem-sucedida, nossa escola já é recomendada para treinamentos corporativos pelas principais empresas do ramo digital", conta Edney. Atualmente, quem escolhe fazer um curso na Digital House Brasil está escolhendo a escola que possui os mesmos investidores que startups e unicórnios brasileiros, como Nubank, QuintoAndar e Loggi. Isso significa que, apesar de jovem, já somos uma referência no mercado, reconhecida por recrutadores das melhores empresas de tecnologia do país.

Todas as disciplinas do digital em um único lugar

Unindo todos os cursos da Digital House Brasil, você tem todas as disciplinas de tecnologia em um mesmo lugar. Isso significa flexibilidade e facilidade em construir sua carreira digital em um único lugar e, no processo, contar com profissionais com experiência prática no mercado para te ajudar. A Digital House oferece tudo o que você precisa para começar sua carreira, montar uma startup ou treinar sua equipe. Confira nossos cursos e veja o que mais nós podemos fazer por você!

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É difícil começar algo novo quando não se tem ideia do primeiro passo que é preciso tomar para iniciar a jornada. Esse é o questionamento de muitas pessoas que buscam fazer uma transição de carreira, principalmente para aqueles com interesse em se tornar um cientista de dados. Sobre esse tema, já falamos em outro artigo quais são as principais habilidades e competências necessárias (e demandadas pelo mercado de trabalho) para iniciar uma carreira em dados. Mas quais são os passos anteriores ao curso de Data Science, ao treinamento do pensamento lógico ou ao networking?Os professores do curso de Data Science da Digital House se prontificaram a responder uma simples pergunta que faz todo a diferença para quem quer ingressar nesta nova carreira: qual é o primeiro passo para quem quer se tornar um cientista de dados?Quebre paradigmasPara o professor Victor Morganti, o primeiro passo é “desconstruir a ideia de que a profissão é puramente ferramental”. Muitos são atraídos pela profissão por encontrar semelhanças com o dia a dia de profissionais de TI, no entanto, Victor alerta que o cientista de dados possui desafios muito diferentes.“O dia a dia do cientista de dados é permeado por questões e decisões de negócios”, conta o professor. E neste cenário, ser um profissional multidisciplinar e com experiência em áreas diversas não é só um diferencial, como também uma característica essencial da profissão.Sendo assim, ao ingressar nesta carreira é importante ter em mente que, mais do que administrar ferramentas, você administrará problemas e conflitos reais. LeituraNós já indicamos uma lista de leitura para quem quer ingressar na área de dados, mas a professora Caroline Oliveira destaca a editora O’Reilly como a melhor para quem ainda nem começou. “A coleção de livros possui exemplares desde o básico até níveis mais avançados e é uma ótima coletânea para te dar uma base antes de iniciar um curso, por exemplo”. A Editora Novatec distribui os livros da O’Reilly no Brasil em português, mas você pode encontrar versões originais em sites como Estante Virtual (e já pratica o inglês).Assista vídeosUma forma dinâmica e rápida de aprender ou se inteirar é através de vídeos na internet. Ambos os professores, Victor e Caroline, indicaram vídeos para entender melhor a carreira de dados antes de apostar em uma mudança drástica.A professora Caroline recomendou “perder-se” pelos muitos TEDs sobre Dados. Os breves vídeos de até 20 minutos com especialistas não só dão uma dimensão da importância dos dados no mundo atual, como também mostram sua utilização nas mais diversas áreas.Cientistas de dados do mundo inteiro podem ser vistos falando sobre a profissão, seus rumos, o lado positivo e o negativo, e seu papel em nossa sociedade.Pesquise vagasA melhor forma de saber o que você precisa aprender para ser um profissional de dados é indo direto à fonte: o mercado de trabalho. Pesquise por vagas na área em diferente países e níveis: júnior, pleno e sênior, para compreender quais são os principais requisitos exigidos em cada etapa e ganhar uma ideia de como deve ser desenhado seu plano de carreira.Participe da comunidadeUma fonte inesgotável de dicas, informações e aprendizados é a comunidade de cientista de dados, que reúne profissionais e entusiasta da área. Fóruns de discussão, grupos em redes sociais, Summits e Workshops reúnem não só as pessoas que fazem parte da Ciência de Dados, mas que também questionam sua atuação e quebram barreiras. Além de ser informativo, é uma experiência que alivia momentos de ansiedade. Afinal, não é ótimo saber que outras pessoas já enfrentaram determinados problemas na mudança de carreiras e agora possuem experiência para te ajudar e te guiar?Para saber mais sobre ser cientista de dados, faça uma visita à Digital House, conheça nossos professores e as soluções que oferecemos para transições de carreira.

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Qual a diferença entre front-end e back-end

Se você decidiu entrar no universo da programação, já está ciente de que essa área contempla inúmeras opções de atuação e diversas linguagens, o que pode deixar tudo um tanto quanto confuso! Quantas vezes você encontrou alguma oportunidade de trabalho na qual você não sabia muito bem qual o papel, como atuar e o que ela significava? Porém, justamente essa diversificação é que faz a carreira de desenvolvedor tão atrativa! E, para esclarecer um pouco e ajudar no seu caminho, vamos falar de uma das maiores dúvidas para quem está começando: o que diferencia o profissional de back-end do profissional front-end? Que habilidades cada um deles requer?O que é Back-EndPara mostrar as diferenças, vale começar com as definições de cada atividade.Basicamente, quando falamos dos “bastidores”, ou seja, o servidor e o banco de dados que ajudam a fornecer as informações ao usuário de uma interface, falamos do back-end. É a parte do site que você não tem contato direto (a não ser que você seja um profissional da área, claro!).O back-end é uma parte fundamental de qualquer site ou aplicação na web. Se você está lendo esse texto, por exemplo, é um sinal de que a comunicação com o servidor obteve sucesso e isso se deve, provavelmente, a um profissional de back-end!Quem prefere se especializar como desenvolvedor back-end vai atuar com lógica, com a funcionalidade do site, regras, segurança e integridade de banco de dados. Ou seja, para viver os “bastidores da internet” requer muita paciência, cuidado e concentração constante!O que é Front-EndSe back-end é o desenvolvimento da parte da web que não vemos, o front-end, por outro lado, é toda a parte visível das aplicações e sites. Essa área não lida diretamente com banco de dados, servidores e todas as aplicações complexas do back-end, mas cuida da usabilidade, efeitos visuais, velocidade de carregamento, etc.De maneira mais direta, o Desenvolvedor de Front-end fica responsável pela interação direta com o usuário, e por isso acaba desenvolvendo cuidando do lado mais visual das aplicações, como o cuidado com cores, botões, links, menus, e tudo o que vemos numa página quando estamos acessando.Justamente por conta disso, um profissional front-end precisa ter um olhar constante para a melhor Experiência do Usuário. Ou seja, as preocupações de front-end e back-end são opostas, porém complementares. Os desenvolvedores de front-end e back-end devem sempre trabalhar em conjunto para que o aplicativo ou site funcione corretamente.Pode atuar com front-end e back-end ao mesmo tempo?Com experiências e habilidades tão opostas, será que é possível trabalhar com interface e servidor ao mesmo tempo? A resposta é sim! Inclusive, uma pessoa qualificada para fazer as duas atividades é bastante demandada no mercado e é bem valorizada!Quando o profissional de programação atua nas mais diversas partes do projeto, ou tem conhecimento tanto de back-end quanto de front-end, ele é chamado de Desenvolvedor Full Stack.O desenvolvedor Full-Stack é um profissional mais flexível, com visão mais completa do negócio, que vai atuar do início ao fim de um projeto. Provavelmente, isso demandará o conhecimento de diferentes tecnologias e linguagens de programação, ainda mais se for o caso de atuar sozinho.Neste caso, a principal dica para quem está começando a programar é estudar muito sobre todas as áreas do Desenvolvimento Web, conhecer as linguagens de programação mais utilizadas atualmente e entender quais habilidades que mais parecem adequadas ao seu perfil.