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Vantagens do framework Scrum e seus pilares no gerenciamento de projetos

Vantagens do framework Scrum e seus pilares no gerenciamento de projetos
#UX
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#Dados
14 de agosto - min de leitura

O framework Scrum é um favorito entre as empresas por todas as suas vantangens de gerenciamento e agilidade. Entenda os pilares dessa metodologia ágil e como usá-los a seu favor.


Ultimamente, muito se fala sobre empresas que precisam se adaptar à Transformação Digital e como as metodologias e ferramentas podem ajudar nessa missão. As vantagens do framework Scrum se destacam tanto, que fica impossível não dar espaço para esta metodologia ágil que alcança a liderança.

Fazendo uma rápida retrospectiva, o Scrum nasceu com o objetivo de simplificar e garantir as entregas de projetos, inicialmente para a área de Tecnologia da Informação(TI) e desenvolvimento de software. 

Mas, com o passar dos anos, as empresas passaram a enxergar valor em todas as entregas, dentro de prazos previamente acordados. E aí, o Scrum cresceu, com sua popularidade justificada por conta de alguns benefícios importantes. 

Vantagens do framework Scrum

Abaixo, nossa professora, líder dos cursos executivos e Scrum Master, Aline Przybelak, elenca alguns benefícios que mostram por quê Scrum é importante no universo dos negócios.

1 – Adaptabilidade

Enquanto os métodos tradicionais de desenvolvimento, em especial o cascata, valorizam análise extensa e definições rígidas de requisitos, visando “segurança” (ou a falsa sensação dela), o Scrum abraça a imprevisibilidade que um projeto longo possui ao inserir mais resiliência a ele.

Esse é um dos pilares da ferramenta Scrum! Como diria a equipe dev do Spotify, construa princípios sólidos e metas claras, mas adapte a execução conforme a necessidade. Isso é ser ágil.

2 – Transparência

Scrum fala de adaptação, mas não há como se adaptar ao que não se consegue ver. E é por isso que o primeiro pilar da metodologia é a transparência. Tudo começa com ela.

Sem transparência não há:

➜ Inspeção adequada;

➜ Adaptação;

➜ Engajamento;

➜ Confiança;

➜ Evolução do time;

➜ Sucesso no projeto.

Precisamos promover a transparência em todas as áreas e todos os níveis da empresa. Geralmente, há receio em mostrar aos times o andamento dos processos e projetos, a fim de “proteger” o time de problemas. 

Mas, John Maxwell diz que “não tem como o time saber se está ganhando se ele não pode ver o placar!”. 

Quanto ao time, todos os envolvidos têm uma visão ampla e transparente de tudo o que diz respeito aos projetos. Portanto, é muito mais fácil conseguir se adaptar às mudanças e entender para onde a equipe deve ir.

Tem um ditado que diz o seguinte: se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Um projeto não fracassa, se não havia um objetivo para o mesmo, certo?!

3 – Feedback contínuo

O Scrum na prática fornece diversos mecanismos de feedback, o que garante o segundo pilar do framework: a inspeção.

Feedback contínuo não é dar tapinhas nas costas na reunião de final de ano da empresa. Tem a ver com transparência, pois o time precisa saber se suas ações estão gerando resultado. 

Afinal, você precisa saber se está no caminho certo.

O feedback precisa ser desmistificado dentro das empresas, ele não é só para falar as coisas boas ou apontar os erros. O feedback tem muito mais valor quando é construtivo, alertando o indivíduo em pontos de melhoria.

Inspeção leva à adaptação, ou seja, um ciclo virtuoso que gera a melhoria contínua.

4 – Melhoria contínua

Nesse processo, as melhorias ocorrem Sprint a Sprint. A cada novo ciclo, geramos um novo incremento e ajustamos o que não ficou tão bom. É assim que o Scrum no dia a dia faz a diferença.

Por isso, conseguimos gerar valor ao produto, pois estamos sempre ajustando e melhorando.

Na metodologia de inovação em startups denominada Lean Startup, existe um ciclo chamado construir-medir-aprender (build-measure-learn no original), que trabalha da seguinte maneira:

1. Você constrói um incremento de produto;
2. Mede o desempenho dele;
3. Aprende com os erros e refina-o;
4. Volta ao passo 1;
5. Entrega contínua de valor.


Com o framework Scrum, estamos sempre entregando algo ao nosso cliente. Mas, é importante salientar que não basta apenas entregar algo, ele precisa ser realmente de valor.

De nada adianta entregar um aplicativo com tela bonita e inovadora, por exemplo, se ele não funcionar.

Se não está tão bom agora, certamente na próxima sprint ela será melhorada (melhoria contínua). Você nunca terá como entregar tudo o que o cliente quer, no prazo que ele quer e dentro do orçamento dele. 

Isso não existe. Mas, o processo de criar e priorizar um Backlog de Produto garante que as exigências de maior valor ao cliente sejam atendidas primeiramente e que o valor que ele tanto busca (não confundir valor com custo) seja entregue em partes, à cada iteração.

5 - Motivação

E no método Scrum, como devem ser as reuniões diárias? Os processos de conduzir este encontro e de Retrospectiva da Sprint conduzem a níveis mais altos de motivação entre os colaboradores.

Uma das chaves para a motivação é o que Simon Sinek chama de Golden Circle, neste brilhante vídeo. Conforme evidenciado, não apenas nesse trabalho (do vídeo) mas em muitos outros, é necessário um ambiente de alta confiança para que o time se sinta motivado a seguir em frente, em prol dos objetivos gerais da sprint.

Todos os passos anteriores geram motivação ao time, que precisa ter tranquilidade para trabalhar em um lugar seguro e ter as informações que precisa para saber pra onde ir, com feedback constante que garanta o engajamento, apontamentos de melhoria etc. 

Se o time for encorajado, certamente estará motivado em fazer as melhores entregas.

Quer saber mais sobre metodologias ágeis e as diversas habilidades digitais que permeiam a Era de transformações que vivemos? Então, acompanhe este blog diariamente. Aqui, desmistificamos este universo e ainda convidamos você a fazer parte dele conhecendo a grade de cursos da Digital House

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#Dados

Como escolher um curso de análise de dados?

Se alguém procura obter sucesso profissional em sua carreira, sem dúvida, investir em um curso de análise de dados é uma ótima opção, pois, para as empresas, construir uma boa equipe de profissionais qualificados e com as habilidades técnicas necessárias está muito difícil.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024, entretanto, previsões confirmam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Com esse panorama, podemos entender que esse é o momento ideal para investir em um curso. Mas a questão é: como começar na área? Devo aprender sobre ciência de dados ou sua análise? Neste post, apresentaremos os principais pontos para construir sua carreira de sucessoCurso de análise de dados: Data Analytics ou Data Science?Obter uma certificação de um curso de análise de dados é uma ótima opção para o profissional que deseja impulsionar sua carreira. Ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores, proporcionando vantagem em um mercado de trabalho competitivo.Quem decide ingressar na área encontrará duas opções de curso de análise de dados: Data Analytics ou Data Science, e isso pode acabar se tornando uma dúvida ao procurar saber em qual deles o aluno se encaixa melhor. Vamos te contar a diferença entre eles:O Data Science (ciência de dados) é uma combinação de matemática, programação e estatísticas, na qual o profissional é responsável por organizar um volume de dados estruturados ou não estruturados, e que pode ser grande (big data), dependendo da empresa. Nessa atuação, o cientista busca por insights e encontra um padrão em comum em todos os dados coletados.Por outro lado, o especialista de Data Analytics (analista de dados) atua com todos esses grandes volumes de dados já organizados, analisando-os, a fim de criar correlações e formular novos conceitos que orientam no planejamento da empresa e suas tomadas de decisão.Ambas as áreas são forças vitais para tornar qualquer negócio bem-sucedido, pois atuam com o objetivo de extrair informações de valor que são diferenciais nos processos das organizações.O que é preciso para estudar Big Data?Um bom profissional de dados (tanto os analistas quanto os cientistas de dados) precisam saber lidar com o Big Data, ou seja, os imensos volumes de dados, não estruturados e estruturados, que estão presentes no dia a dia das organizações, independentemente de seu porte.Esses grandes volumes de dados não são processados ​​com softwares ou tecnologias tradicionais. Os dados desse processo se iniciam brutos, ou seja, não são organizados e, na maioria das vezes, são impossíveis de serem armazenados na memória de um único computador.Portanto, muitas pessoas se perguntam o que é preciso para estudar Big Data e se destacar no mercado de dados. Confira abaixo as principais características necessárias para estudar e ingressar na área:Pensamento críticoO profissional precisa ter uma visão de longo alcance, ou seja, desenvolver seu pensamento crítico, para detectar e interpretar as informações a partir de uma análise objetiva.Essa é uma habilidade que determina o sucesso do aluno quando coloca seus conhecimentos em prática. Portanto, quem pretende ingressar em um curso deve cultivar essa característica.Estudar constantementeUm bom profissional que lida com Big Data deve ter habilidade com códigos, matemática, algoritmos e saber lidar com grande volume de informações. Por isso, é necessário ter força de vontade para estudar constantemente e desenvolver suas habilidades técnicas.Familiaridade com tecnologiaPara estudar Big Data é preciso estar à vontade com a tecnologia. Na prática, o profissional deve entender as necessidades da empresa em que trabalha, sabendo analisar qual é a mais adequada para determinada demanda.Ter vontade de buscar soluçõesEssa característica é muito importante, não somente para solucionar os problemas da empresa, mas também conseguir antecipar tendências e prever possíveis situações.Qualquer um pode fazer um curso de análise de dados?A área de dados é relativamente nova no mercado. Normalmente, as pessoas que ingressam nesse campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer um pode fazer um curso de análise de dados.Por ser um campo recente, as oportunidades são inúmeras e a quantidade de profissionais qualificados ainda é escassa comparada às demandas disponíveis. Então, essa é a hora de começar a aprender sobre o assunto para quem quer se destacar no mercado!Se você se interessou em seguir essa profissão, invista na sua capacitação em um bom curso, que proporcione toda a base de conhecimento para o futuro! A Digital House é perfeita para isso! Confira a grade completa dos cursos de Data Science e de Data Analytics e escolha a que mais se encaixa com você.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e contam com os melhores especialistas do mercado. Impulsione sua carreira ainda este ano e conquiste o sucesso! Não deixe também de conferir nossos materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo e no Blog DH.Leia mais no blog DH:+ Qual a diferença entre data lake e data warehouse?+ Banco de dados públicos: conheça 6 repositórios de dados disponíveis+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidasE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

O que é typescript? Aprenda agora sobre tipagem img
#Tecnologia

O que é typescript? Aprenda agora sobre tipagem

Minha primeira linguagem de programação foi o Javascript e, por isso, eu tenho um amor muito grande por ela. Quando procurei sobre o que é Typescript, fiquei pensando por que eu iria perder tempo tipando as coisas. Javascript é mais prático e dinâmico. Mas será? Hoje vamos entender a linguagem Typescript e como ela resolve alguns problemas do Javascript.Quando eu mudei de time na empresa em que trabalho, passei a entender o que é Typescript pode ser a resolução de muitos problemas. Trabalhar com projetos de front-end em Javascript que eu ainda não conhecia.Você já se esqueceu quais são os parâmetros de uma função ou as propriedades de um objeto e teve que ficar indo e voltando no código? Você já precisou acessar camadas e camadas do projeto até encontrar as informações que precisava para entender o retorno de uma função?Sem tipagem é assim mesmo, né? Para quem está acostumado com Javascript, pode não parecer nada de mais. Mas, depois que comecei a trabalhar com linguagens tipadas, quando estou usando Javascript, às vezes parece que estou codando no escuro. E é por isso que hoje irei apresentar o Typescript.O que é Typescript?Typescript é uma linguagem de programação criada pela Microsoft que estende o Javascript e adiciona novas funcionalidades. Ou seja, ela não é uma linguagem completamente nova e sim um superset de Javascript.O nome Typescript vem da combinação das palavras Javascript + tipo, representando sua funcionalidade adicional principal que é a tipagem estática.Para que serve Typescript?O Typescript tem tudo o que o Javascript possui e ainda resolve alguns problemas, sendo os principais a tipagem estática e o suporte à programação orientada a objetos.Com a tipagem estática é possível compreender e refatorar com muita facilidade os dados que você está trabalhando no código. A intellisense da IDE fica muito melhor. Ao posicionar o cursor em cima do dado, a IDE te informa a tipagem dele, assim como sugere as propriedades de um objeto que você estiver usando.Para quem trabalha com programação orientada a objeto, o Typescript é muito mais apropriado, com funcionalidades e sintaxe adequadas. Ele dá suporte à: encapsulamento, herança, abstração e polimorfismo.Como funciona o Typescript?O Typescript é uma linguagem compilada, possibilitando a identificação de erros, sugerindo correções antes da execução do código e gerando economia de tempo. Com Javascript, você precisa executar o código para verificar possíveis erros. Ele transpila para Javascript, ou seja, o código é convertido para Javascript no build de produção, sendo utilizado apenas em ambiente de desenvolvimento. Todo código Typescript é no fim um código Javascript. Portanto ele funciona em todo navegador e sistema operacional que o Javascript rodar. Ele trabalha com inferência de tipo, tornando opcional a tipagem de todos os elementos do código. Só será necessária a tipagem do que o compilador não conseguir deduzir automaticamente.Adotar TypeScript pode ser gradual, sem necessidade de converter todos os arquivos de uma vez. Ele aceita arquivos Javascript, podendo então substituir aos poucos a linguagem do projeto até que todo o código tenha sido refatorado.Qual a diferença entre Javascript e Typescript?Quando falamos em diferenças, é importante ressaltar que o Typescript tem tudo o que o Javascript possui, sendo então muito parecidas.Podemos dizer que as grandes diferenças de funcionalidades entre Javascript e Typescript são a tipagem estática e o suporte a OOP (Programação Orientada a Objetos) e que o Typescript é uma linguagem compilada e que transpila para Javascript.Outras alternativas:JSDocÉ possível adicionar tipagem via JSDocs, através de comentários. É uma possibilidade que auxilia na adoção parcial do Typescript em projetos pré existentes.O JSDoc é apenas uma funcionalidade que atua através de comentários, enquanto Typescript é uma linguagem com diversas funcionalidades. Pelo JSDoc atuar através de comentários, a tipagem poderá ficar desatualizada. O Javascript não irá detectar alterações na documentação e exigirá a correção da tipagem, ao contrário do Typescript.Flow Uma alternativa ao Typescript é o Flow. Eles possuem funcionalidades muito parecidas, mas o Typescript é muito mais maduro e com maior apoio da comunidade. Isso faz toda a diferença na escolha de uma tecnologia.Typescript diminui a produtividade?No início da adoção do Typescript, sim, você irá levar mais tempo devido à curva de aprendizado da linguagem. Criar a tipagem leva um tempo extra também. Mas esse tempo perdido no aprendizado e na tipagem é recuperado e até superado com o crescimento da aplicação.A tipagem ajuda muito na produtividade, principalmente para novos devs, que não dominam o projeto. Isso porque o código fica muito mais simples de ser entendido e refatorado.Quais as vantagens e desvantagensComo todas as outras linguagens, Typescript também possui os seus prós e contras. Um código tipado tem suas vantagens e desvantagens, assim como um código não tipado. Confira abaixo quais são elas:Vantagens- Tipagem estática opcional- Previsibilidade e legibilidade- Rápida refatoração- Validação do código- Adoção parcial- Melhora a documentação- Melhora o IntelliSense da IDE- Novas funcionalidades- Melhor suporte a OOPDesvantagens - Curva de aprendizado da linguagem- Tempo gasto para tipar- Configuração do projeto- Tempo pra compilar / transpilar- Possível necessidade de refatoraçãoE sorvete, você gosta?Eu poderia falar mais sobre Typescript, mas como a gente explica pra alguém que nunca experimentou sorvete que ele pode ser muito bom, apesar de ser extremamente gelado e até congelar seu cérebro se você for com muita sede ao pote?"Você escreve código para outras pessoas poderem entender."Se eu puder resumir esse artigo, a lição que quero passar é que nós não escrevemos código para nós mesmos. Nós escrevemos código para que nossos colegas de trabalho, atuais e futuros, possam compreendê-lo e refatorá-lo sempre que necessário da forma mais fácil possível.Devemos sempre pensar em como diminuir a barreira para novos desenvolvedores e desenvolvedoras, ressaltando que eles terão diferentes senioridades e pessoas júnior já tem muitas barreiras a serem vencidas.Confira meus projetos comparando Javascript e TypescriptPara essa prova de conceito, eu fiz 2 projetos com a mesma proposta, um em Javascript e outro em Typescript, para estudar e apresentar as diferenças entre eles. É um projeto simples, que consome a api do Pokémon. Confira ele aqui.Vocês podem conferir o repositório nesse link.Entenda o que é Typescript na práticaAgora que você entendeu o que é Typescript deve estar cheio de vontade de aplicar esses conhecimentos na prática. Na Digital House, você aprende desenvolvimento web através de aulas remotas, 100% ao vivo, com interação entre professores e colegas de sala. Aprenda programação mão na massa e ainda saia com um Projeto Integrador que servirá de portfólio para você embarcar para o mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Aprenda como criar um aplicativo para celular em 6 etapas+ Área da tecnologia: É preciso uma faculdade para ser programador?+Curso Node.js: o que se aprende e quais são as vantagensE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Curso de UX Design da DH: Será que é pra mim? img
#UX

Curso de UX Design da DH: Será que é pra mim?

Primeiramente para falarmos sobre o curso de UX Design da DH, vamos entender um pouquinho mais sobre o termo “UX” com o nosso querido Don Norman (O Don Norman e sua empresa Nielsen-Norman Group são atualmente as maiores referências em UX, junto com a Interaction Design Foundation).Bom, conseguimos entender pelo vídeo que UX está muito relacionado com a usabilidade e a ergonomia de um sistema, produto ou serviço. É como uma pessoa experiencia algo.Estou trazendo experiência aqui como aprendizado através da prática e da vivência, mas também (e aliás, muito importante) como um conhecimento adquirido através da utilização dos sentidos. E também comentando uma crítica do Don Norman, é mais do que fazer um aplicativo, do que ser um web designer, apesar de isso se relacionar com UX, é toda a interação de alguém com aquele produto, sendo assim não é restrito a parte física do produto somente (em uma solução digital, podemos pensar nas telas e no design visual dele). O que vou aprender no curso de UX Design da Digital House?No curso de UX Design da DH, além de entendermos mais sobre o que é User Experience, vamos aprender os conceitos básicos de como construir e melhorar um produto. Passando por todas as áreas de UX, que são basicamente pesquisar, projetar, testar e iterar. É assim que criamos uma entrega de design de qualidade. Nós gostamos muito de colocar a mão na massa, então não se preocupe, você terá a oportunidade de entender na prática como essas etapas acontecem! Para cada aula teórica, nós separamos um tempinho de prática.Ao longo do curso você aprende maneiras de pesquisar o usuário, sendo elas baseada em números (quantitativa) ou respostas abertas (qualitativa). Depois, as necessidades de negócio e como trabalhar em cima do canvas da proposta de valor, criando a estrutura de uma solução digital, entendendo seu fluxo, suas hierarquias e as tarefas do usuário.Sim, você vai fazer um protótipo do 0, com todo o suporte do UI Design e depois testar, vamos testar muito. É dessa forma que você entende os erros, os acertos e os transforma em aprendizado, melhorando a solução em um ciclo sem fim! Por fim, durante todo o processo, você terá a oportunidade de desenvolver um projeto de Experiência do Usuário para levar para o portfólio de UX, baseando-se nas ODS da ONU (Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade), como por exemplo, um Projeto Integrador de alunos do curso de UX da Digital House que trouxe uma plataforma que conecta grandes empresas com a periferia, oferecendo capacitação e vagas.O papel do UX Designer Ser um UX Designer é essencialmente projetar soluções para pessoas, observar o tempo todo como ela está sendo usada pelos mesmos e assim melhorá-las continuamente. É dessa forma que fazemos, passando muito tempo observando quem são as pessoas que utilizam um certo produto e entendendo as necessidades delas e como elas utilizam o produto. É entender que design é iterativo, trabalhamos sempre em ciclos.Listo, então, algumas das principais habilidades comportamentais que um UX Designer tem:- Tem afinidade com coleta e análise de dados- Flexível que consiga lidar com um processo cheio de incertezas e levar como aprendizado- Pensamento sistêmicoAlguns disclaimers: Apesar de não necessariamente precisar de uma formação acadêmica específica para entrar na área de UX (mercado de tecnologia, no geral), ainda sim é preciso estudar bastante porque temos muitas áreas correlatas! E também, apesar de nós recebermos muitas pessoas de áreas criativas, o design, necessariamente, é sobre funcionalidade. É isso que estamos fazendo, ajudando usuários a atingir um objetivo da melhor forma possível. Alguns cargos mais específicos da área de UX Design são:- UX Research: é responsável por toda a parte de pesquisa do design, aplicação de métodos e análise de dados.- UX Strategist: cargo mais ligado à área de Negócios. Esse profissional é quem lida diretamente com decisões de proposta de valor e modelos de negócios.- UX Writer: criação por todo o conteúdo escrito de um produto. Garante o melhor entendimento e alinhamento da comunicação com o usuário.- Arquiteto de Informação: definição das estruturas e hierarquias de um produto. Tem pensamento sistêmico. Geralmente é o que mais se associa ao UX Design.- UI Designer: prototipação das telas e como elas interagem com os usuários. Garante que a interface cumpra o que foi projetado pelo UX Designer e atenda a identidade visual do projeto.Curso de UX Design da Digital HouseGostou de conhecer mais sobre como funciona o curso de UX Design da Digital House? Como falamos ao longo do texto, aqui você aprende com a mão na massa. Através das nossas aulas remotas, que são 100% ao vivo, você tem a oportunidade de se tornar UX Designer aplicando todos os conceitos aprendidos na sala de aula em prática.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação e transição de carreira, de forma que consiga alcançar os objetivos da sua vida profissional.Leia mais no blog DH:+ Entenda quais são os tipos de UX Research+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)