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UX e usabilidade: entenda sua relação e quais são as 6 metas para se aplicar em um desenvolvimento

UX e usabilidade: entenda sua relação e quais são as 6 metas para se aplicar em um desenvolvimento
#UX
22 de março - min de leitura

Hoje em dia é comum ouvir falar sobre UX e usabilidade para sites e produtos e surgem algumas questões: qual a importância deles? Qual a relação entre eles? Vamos te explicar tudo neste artigo. Acompanhe!


Ao interagir com um produto, como está a UX e usabilidade do usuário? Ele consegue se localizar e entender como tudo funciona rapidamente? Os possíveis erros são estudados e adotados, para conduzir à melhor utilização?

Todos os pontos e questões ligados à eficácia, eficiência e satisfação, durante a interação com um produto, possuem relação direta com uma boa ou má usabilidade. Entenda melhor esse conceito.

O que é UX e usabilidade?

Os conceitos sobre o que é UX e usabilidade são essenciais no aprendizado sobre o usuário para alcançar melhores resultados. A usabilidade é a habilidade de um sistema em conduzir um usuário a concluir seus objetivos com eficácia, eficiência e satisfação em uma experiência de produto, serviço ou interface.

Ao abordarmos o processo de experiência do usuário (UX), a usabilidade aparece inevitavelmente como um fator fundamental nesse processo, trazendo a seguinte pergunta-chave: "eu consigo usar esse produto?”.

Por mais que um produto tenha uma ótima proposta de valor, se a usabilidade do produto não cumprir com as expectativas, proporcionando dificuldades ou impossibilidades de manejar o produto/interface, sua percepção de valor se torna difícil e a sua permanência no mercado também é comprometida.

Portanto, a usabilidade é um dos principais pilares da experiência do usuário. Trata-se de uma qualidade do sistema, enquanto UX é o conjunto das percepções de uma interação.

Ao colocar em prática, algumas regras de usabilidade do usuário são usadas para a identificação de possíveis erros e acertos no processo de construção de uma interface. Uma das listas de diretrizes mais famosas é a heurísticas de Nielsen, criadas por Jakob Nielsen, muito utilizada nesses processos.

Assim como regras e diretrizes são aplicadas, existem algumas metas de usabilidade a serem cumpridas para que a melhor usabilidade do produto seja garantida. Veja a seguir.

As 6 metas da usabilidade

O principal objetivo da usabilidade é garantir a eficiência e a facilidade de interação, validando e testando a performance de um produto ou serviço e verificando se há a necessidade de melhorias ou inovações, sempre pensando na perspectiva do usuário. 

Para isso, existem 6 metas que trazem questionamentos essenciais para garantir a melhor usabilidade. Elas podem ser usadas antes, durante e depois do desenvolvimento de um produto, com o objetivo de avaliar a performance em diferentes aspectos.

Para cada pergunta, é imprescindível realizar uma análise detalhada e não somente respondê-las com um “sim” ou “não”. Isso trará mais certeza na identificação de pontos de melhoria ou inovação em seu projeto.

Confira as 6 metas abaixo:

Eficácia:

Esta meta se relaciona com o propósito do produto/serviço. É a capacidade do sistema solucionar o problema, fazendo o que se espera dele.

Uma interação eficaz permite o alcance dos objetivos desejados, a realização de tarefas, acesso às informações necessárias durante o uso e o aprendizado sobre todo o processo.

Um questionamento fundamental para essa meta: o sistema cumpre com o seu propósito principal?

Eficiência:

Aqui temos relação com a maneira do produto, interface ou serviço auxiliar os usuários para a realização de uma tarefa. Aqui a agilidade e a clareza contam muito.

Por exemplo, quando uma pessoa está em um site de compras, a eficiência pode ser medida ao acompanhar o tempo para a realização de tarefas, como carregar a foto de um produto, fazer uma pesquisa de algo específico, entre outros.

Algumas perguntas ligadas a essa meta: quantos recursos são necessários para realizar a tarefa? A resposta é rápida?

Segurança:

Esse é um fator primordial para tudo e não se refere somente à segurança da informação e a proteção de dados pessoais, mas garantir que o usuário não passe por situação indesejável ou perigosa ao utilizar um produto/serviço.

O principal objetivo dessa meta é prevenir erros e reduzir possíveis riscos, sem limitar a interação do usuário na interface e permitir uma experiência agradável.

Botões como "deletar" e "salvar", por exemplo, se estiverem próximos uns dos outros e uma pessoa clicar na opção errada por acidente, poderá causar uma frustração muito grande para ela, caso a ação não seja sua real intenção no momento.

Botões como "refazer" ou "recuperar" também são ótimas opções para garantir a segurança da usabilidade do usuário, caso esse tipo de situação aconteça e faça parte da meta.

Pergunta-chave: quais são os possíveis erros ao utilizar seu produto e como os usuários podem corrigi-los facilmente?

Utilidade:

Um usuário interage com uma interface ou produto por um objetivo. Nesse processo de experiência, a usabilidade do produto deve fornecer um conjunto de funções esperadas pela pessoa naquele contexto.

Uma pessoa entra em um aplicativo de banco online, por exemplo, para fazer uma transferência. Ao pensarmos nessa meta de utilidade, essa interface também deve oferecer outras funções, como visualizar extrato, bloquear cartão etc. Se não oferece isso, se torna uma plataforma com pouca utilidade.

Perguntas essenciais: o produto permite que os usuários realizem todas as tarefas necessárias? Todas as funcionalidades do contexto estão incluídas?

Aprendizagem:

O usuário deve aprender durante a sua experiência com a interface e, nesse contexto, um sistema deve ser fácil de usar e intuitivo. Se algo é difícil de usar, as pessoas simplesmente podem desistir do processo.

Imagine que uma pessoa entre em um aplicativo pela primeira vez e necessite entrar novamente para realizar a mesma tarefa. O ideal é que ela já tenha esse conhecimento para alcançar o seu propósito na segunda vez, sem nenhum tipo de dificuldade.

Pergunta-chave: o sistema permite o aprendizado de uso facilmente?

Memorização:

Essa meta está muito ligada à anterior. É muito importante que os sistemas usados com menos frequência permitam a memorização de seus processos.

Se uma pessoa interage com uma interface e depois de muitos meses retorna e lembra como realiza todas as tarefas desejadas, comprova que o sistema é intuitivo e permite a memorização, cumprindo com essa meta.

As pessoas não devem reaprender a usar um serviço toda vez que o acessam e, para isso, é necessário realizar um levantamento de como o usuário vê e entende o sistema.

Pergunta-chave: existe algum tipo de suporte para auxiliar os usuários na realização de tarefas (principalmente para as não recorrentes)?

Seja um profissional da área!

O que achou de aprender sobre UX e usabilidade como fatores essenciais e complementares em um desenvolvimento de produto?

Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX) para você se tornar um UX Designer aprendendo na prática. Além de ensinar o processo como um todo, a DH permite que os alunos aprendam todos os princípios da usabilidade e User Experience garantindo o melhor desenvolvimento. Se inscreva agora mesmo!

Leia mais no blog DH:

Heurísticas de Nielsen: 10 erros de usabilidade para não cometer

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#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)