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User Experience e Dados: como conciliar as duas áreas?

User Experience e Dados: como conciliar as duas áreas?
#UX
13 de julho - min de leitura


User Experience: quando designers e analistas de dados trabalham juntos em prol da causa Não é novidade que Marketing e Design precisam trabalhar juntos no desenvolvimento e aperfeiçoamento de novos produtos. Entender a aceitação de um produto era tarefa tradicionalmente por meio de pesquisas de mercado, posteriormente, os testes de usabilidade passaram a procurar entender o comportamento do usuário. Com a revolução digital, no entanto, entrou em campo um outro tipo de coleta de dados. Nos ambientes online, as empresas são capazes de rastrear todas as nossas pegadas, informações que vamos deixando pelo caminho, enquanto interagimos com um produto, site, aplicativo ou e-commerce. Imagine que hoje é possível que um designer de User Experience assista ao vivo os usuários conectados em um site de compras e avalie em tempo real como é feita a escolha de produtos, a navegação pelos menus desenhados por ele, como o usuário coloca produtos no seu carrinho, passa pelas etapas de check out, e finaliza - ou não, sua compra. A coleta de dados dos usuários e do seu comportamento online são captados por bancos de dados que geram uma quantidade quase infinita de informações. Ficam registrados, por exemplo, desde nossos dados como consumidores, como gênero, idade, localização geográfica, ticket médio de compra e produtos preferidos, até informações importantes de usabilidade, como onde clicamos, que conteúdos lemos, quanto tempo demoramos em uma sessão no site e o trabalho que temos para realizar as tarefas que os designers esperam de nós. Esses dados, por si só, podem não trazer nenhuma grande revelação se não entrar em cena um profissional especializado em sua leitura, o cientista de dados. Sua responsabilidade é olhar para esse amontoado de dados e pescar dali informações importantíssimas para o aperfeiçoamento de produtos e interfaces, nutrindo a área de UX de insights valiosos.

Mas como isso é feito?

Antigamente, um designer de interfaces precisaria trazer insights de sua própria experiência profissional e da área de pesquisa e desenvolvimento para fazer testes de layout. Hoje, os dados de comportamento são lidos na velocidade da internet e trazem imediatamente feedbacks dos usuários.

Vamos pensar em alguns exemplos práticos?

O profissional de BI, ou um profissional de UX treinado em BI, pode rapidamente perceber que os usuários estão procurando informações muito óbvias no campo de busca do site que poderiam ser encontradas no menu. Então talvez o menu não esteja muito didático ou a navegação dele pode estar confusa. Ou então, qual seria o trajeto mais natural: um site que pede primeiro o cadastro para compras ou um check out desenhado para pedir os dados pessoais apenas no pagamento do carrinho? Se o abandono do site foi grande no primeiro caso, isso pode identificar que os usuários se sentem mais confortáveis primeiro escolhendo produtos para, então, inserir seus dados no momento de finalização da compra. As possibilidades são infinitas! Quantidade e qualidade de conteúdo, tipos de imagens, formatação de banners, desenhos de menus, sugestão de produtos, apresentação do carrinho, formas de pagamento... Hoje já é possível que os designers subam layouts diferentes de acordo com a localização do usuário que acessa o site, o que possibilita testes A/B de interface em tempo real! Uma empresa pode, por exemplo, desenhar home pages diferentes para clientes de segmentos diversos e ver como cada grupo reage. O resultado? Layouts totalmente personalizadas para o perfil do consumidor. Amyris Fernandez, Coordenadora de UX com 35 anos de experiência profissional, explica porque o big data está impactando diretamente no trabalho de User Experience. “Se a experiência pertence ao indivíduo, se ocorre de forma intelectual e física, deve ser personalizada! Considerando o volume de dados colhidos em cada interação, sabendo que é possível embarcar dados de lojas físicas, mobile e web numa única análise, é importante usar essas ferramentas de Marketing Cloud em toda sua extensão, para poder prover a melhor, mais adequada e mais pertinente Experiência para essa pessoa”. Não à toa, as grandes empresas de software estão trabalhando intensamente na área de Marketing Cloud, usando os dados coletados em todos os nossos rastros digitais, analisando-os e tomando decisões sobre isso. “O Marketing Cloud é ótimo, pois vamos apresentar apenas o que as pessoas querem ver. No entanto, todo o trabalho no nosso meio está sendo afetado”, observa Amyris. O encontro de profissionais de experiência do usuário e profissionais de dados está gerando uma revolução no mundo do User Experience. Não pensamos mais apenas em usabilidade. O design hoje envolve toda jornada do usuário com o produto digital, sendo englobado por uma área muito mais ampla e complexa, a de Customer Experience. Isso significa que, rapidamente, o perfil do designer UX estará mudando. Os profissionais não poderão apenas ficar fechados dentro de uma bolha de criação, mas precisarão ser cada vez mais analíticos, verdadeiros consultores de Experiência e Produto, baseando seu trabalho em dados de usuários e comportamento do consumidor. “É inegável o poder de análise de grandes volumes de dados, a velocidade de tomada de decisões e a capacidade de gerar resultados dessas ferramentas. Por isso nosso olhar não pode ser míope, nem desdenhoso. É preciso conhecer e abraçar o potencial desse novo momento, e passar a arquitetar experiências mais ricas, positivas e importantes para nossos clientes”, conclui a especialista. E você, está pronto para embarcar na revolução UX?

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#Dados

Do banco de dados à nuvem: o que muda e como se adaptar?

O novo petróleo da humanidade, para ser tão valioso, precisa de gerenciamento, segurança, espaço...muito espaço... e armazenamento. O antigo banco de dados, hoje, cede espaço para o armazenamento em nuvem, ou cloud. Mas, então, por que cargas d'água tantas empresas relutam em adotar a tal cloud computing em seu universo operacional? A Transformação Digital prova que há um movimento de mão única para quem quer crescer e não sumir em meio à inovação. Logo, ou o mindset de algumas empresas muda por bem... ou vai pela força das circunstâncias mesmo. Com a pandemia da Covid-19, por exemplo, momento significativo no que se refere a adequação ao digital, trabalhar em casa se tornou imprescindível para todos os tipos de empresa, das pequenas às multinacionais. E aí é que entra a importância do armazenamento em nuvem. Pesquisas mostram o crescimento da nuvem para armazenamento de dadosA pesquisa da Hibou/Indico sobre home office durante o Covid-19 anunciou na semana passada que 59,9% dos brasileiros estão trabalhando home office. Isso não significa menos trabalho. Isso porque 25,2% dos entrevistados dizem que estão trabalhando mais do que antes. Então, o paradigma da menor produtividade em casa já era. Outra informação que deixa muita gente de queixo caído é o quanto armazenamento cloud se tornou essencial. De acordo com estudo sobre armazenamento na nuvem da SAS Brasil, 80% das empresas nacionais avaliadas têm ou terão um projeto baseado em cloud computing nos próximos 12 meses e, até 2025, 80% das companhias já terão migrado para o armazenamento de dados em nuvem. A pergunta que fica é: por que as empresas estão tão preocupadas em mudar o armazenamento para nuvem o mais rápido possível? Pois, além de prezar pela vida de seus negócios, os olhos brilham para as vantagens que aderir à nuvem traz, como: 1. Melhora na experiência de quem depende de recursos tecnológicos em nível pessoal ou profissional, incluindo clientes; 2. Redução de custos com infraestrutura, como compra de software, instalação e manutenção; 3. Economia de espaço, já que os dados permanecem armazenados online; 4. Centralização da informação, o que gera praticidade e rapidez na tomada das decisões; 5. Trabalho remoto viável e não dispendioso ao empregador; 6. Segurança: com monitoramento e atualizações automáticas do servidor, serviços de assistência técnica e backups são inclusos no pacote de cloud. As vantagens do Cloud Computing para as empresas Entre as vantagens de usar cloud computing está melhorar experiência do cliente, incluindo segurança e agilidade nos serviços, além de produtos ofertados a ele. É óbvio que essa movimentação gera demanda por profissionais especializados em cloud computing, ou seja, os pilotos.Você que sonha em evoluir nas áreas de ciência de dados, inteligência artificial, ciência quantitativa ou engenharia de software, a Digital House oferece um curso sobre Cloud Architect com especialistas em criação de armazenamento em nuvem privada, pública ou híbrida. Ministramos os melhores cursos em habilidades digitais, entre eles, o curso voltado para Cloud Computing, que tem o objetivo de te ensinar a manjar muito sobre planejamento estratégico para nuvem. No programa, você aprenderá a construir projetos e arquiteturas eficientes e escalonáveis ​​na AWS, seguindo as melhores práticas do mercado, além de configurar um data lake, criar APIs, fazer entradas de informações em tempo real e usar ETLs no Spark. Acompanhe o blog da Digital House para aprender mais sobre o mundo dos dados e como utilizá-los para alavancar a sua empresa.

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como img
#Dados

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como

Esse termo tech descolado foi dado, oficialmente, em 1956, durante uma conferência na Dartmouth College, universidade da terra do tio Sam, em New Hampshire. Na ocasião, os moderninhos da época  definiram a inteligência artificial, ou IA para os íntimos, como a "ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes". Uau! Se parece futurista hoje, imagine há mais de meio século atrás. Mas, só nos anos 2000 que a inteligência artificial realmente começou a decolar, passando a tomar forma e integrar a vida e o cotidiano dos humanóides.IA à vista! E olha a inteligência artificial ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Recentemente, a Microsoft anunciou a criação de um AI Industry Board (Comitê da Indústria para Inteligência Artificial) junto a outras empresas e organizações, aqui no país. A meta é se reunir trimestralmente para discutir o uso ético e responsável da IA, além dos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia. A conferência contou com a presença de executivos de empresas como Bradesco, Vivo, Grupo Fleury, Sulamérica e Car10, além da participação de Miriam Wimmer, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O encontro, realizado online, teve palestra de Lisa Tanzi, vice-presidente corporativa da Microsoft Corporation. O AI Industry Board tem foco no uso responsável desta tecnologia, compartilhando boas práticas adotadas por empresas e organizações de vários segmentos, aprendendo todos juntos a promover o desenvolvimento da inovação no Brasil. Bola dentro no que se refere à competitividade do país por meio da IA e seu impacto na transformação digital.Fizemos uma lista abaixo com 8 indícios de IA, presente no dia a dia, para você não achar que estamos viajando no desenho dos Jacksons (jóvens talvez nem entendam a brincadeira). Acompanhe. 1 - Assistentes virtuais A criação de assistentes pessoais virtuais é uma das aplicações de IA mais utilizadas, atualmente. Seja a Siri, Cortana, Alexia, eles funcionam em diversos celulares e auxiliam em tarefas básicas como definir alarmes, lembrar compromissos, ligar para outros números, informar a previsão do tempo, entre outras funcionalidades. O Google Maps e muitos outros também entram nos assistentes que salvam rotinas e agendas por aí. 2 - Medicina Exames e diagnósticos sofisticados dependem de IA para serem mais precisos. Tratamentos contra alguns tipos de câncer também se desenvolvem com a ajuda dela. Um exemplo atual de IA na medicina é a Stratasys, que anunciou mobilização global dos recursos e experiência em impressão 3D da empresa para ajudar no combate à pandemia atual da Covid-19. A empresa pretende fornecer milhares de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) descartáveis para os profissionais da saúde. 3 - Segurança Mundo conectado, com encurtamento de distâncias entre pessoas, empresas, países e continentes. Em contrapartida, o lado negro da força também tira vantagens disso, independentemente da pandemia ou não. Os cibercriminosos, cada vez mais presentes e sem escrúpulos, se aproveitam de situações de crise e vulnerabilidade, com novas e mais sofisticadas ameaças digitais. No sentido de se precaver contra este perigo, além do bom senso (práticas de uso cauteloso de acessos e compartilhamento de dados), existem sistemas e softwares, com tecnologia baseada em IA, que ajudam a detectar problemas de invasão e não conformidade, abrangendo usuários, dados e perímetro. 4 - Transporte Aqui a atuação da IA é soberana, atualmente. Você, ou o motorista de transporte, público ou não, que você utiliza para se locomover, usam inteligência artificial. No caso do transporte público, de rastreamento. No caso de particular, para escolher melhor rotas, evitando trânsito e estradas acidentadas, chamando o próximo passageiro e por aí vai. Já no transporte rodoviário de cargas, essa tecnologia ajuda a aumentar a lucratividade das empresas e impulsionar a logística por terra, água e ar, ajudando aquela sua compra pela internet a chegar, linda e rastreada, em suas mãos, no menor tempo possível. Como? Robôs com inteligência artificial fazendo um sofisticado trabalho de gerenciamento de cargas para alcançar os melhores resultados em entregas. 5 - Alimentação Aqui, IA não se restringe apenas nos apps que entregam alimentos, mas revolucionando a forma como os procedimentos da indústria de alimentos e bebidas são realizados, na relação ao atendimento ao consumidor, processos de fabricação, manuseio, gestão da cadeia de suprimentos e embalagens. Para que você entenda o tamanho da evolução, algumas empresas especializadas contam com um acervo de algoritmos fundamentados em IA, que tornam capaz a obtenção de grandes volumes de dados para aprender os mais variados padrões de processos logísticos, incluindo campanhas de marketing, sazonalidades, produtos mais vendidos, entre muitas outras informações deste mercado, tudo com foco no bon appefit do freguês. 6 - Entretenimento Fora os aplicativos que mudam avatares, fotos, edições destas fotos, tudo ao alcance de nossos dedinhos em dispositivos móveis, podemos colocar neste barco do entretenimento também os serviços de streaming, cinema e uma outra infinidade de aplicações incríveis na produção de conteúdo, com algoritmos tratando textos, imagens, áudio e vídeo. E, calma, pois aqui não esquecemos de citar o universo dos games, outro espaço onde a inteligência artificial está mudando a forma como jogamos. Com a chegada de acessórios como os óculos de realidade virtual, a imersão do usuário só aumenta, proporcionando experiências nunca antes vividas. 7 - Mercado de trabalho A tecnologia de IA já tem como reformular o processo de contratação, coletando os dados para ajudar a colocar as pessoas certas nas posições certas. O uso de dados, com os programas de IA, aprimoram a experiência humana, em vez de substituí-la. E é nessa aposta que plataformas de experiência de talentos oferecem ferramentas para mudar a maneira como as empresas gerenciam o desenvolvimento dos funcionários. Essa tecnologia acompanha o progresso e dá a oportunidade de medir o sucesso dos colaboradores de uma maneira muito mais ágil e tangível. 8. Casa inteligente Os eletrodomésticos chamados inteligentes, ou seja, com base em dados de IA, devem crescer quase 20% até 2023. Esse mercado já mostra como as casas inteligentes caminham para ser realidade em poucos anos. Nesse campo fértil, o aprendizado de máquina e a conectividade de aparelhos são a base para fornecer uma experiência de ambientes integrados. Por exemplo, uma cozinha integrada com dispensas que se “comuniquem” com as geladeiras, evitando desperdício, entre outros tipos de automação. Hoje, as luzes, câmeras e garagem de seu prédio talvez sejam o mais próximo que você tenha de experiência com este tipo de tecnologia, mas os assistentes de voz ganham cada vez mais espaço e sua máquina de lavar, por exemplo, toda programável, é sinal de que sua casa caminha para esta trend. Quer saber mais sobre como fazer parte destas mudanças que o mundo passa, sendo protagonista delas. Conheça os cursos em habilidade digitais da Digital House. Nosso time-fera de especialistas pode te ajudar nesta missão. Projete sua carreira para o futuro que já começou.

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado img
#Dados

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado

LGPD colocando ordem no parquinhoCom o avanço da hiperconexão, nossos dados navegam por vários destinos, seja em sites, cadastros de acessos, apps, jogos, etc. Essa superexposição deixa empresas e cidadãos vulneráveis e na mira de cibercriminosos que roubam informações e disseminam vírus a torto e a direito.A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais vem justamente para colocar ordem nesta antes terra de ninguém. A LGPD é a regulamentação brasileira, baseada na GRPD europeia, que garante o direito da proteção de dados, exigindo mais transparência das empresas quanto ao tratamento de informações confidenciais. Isso quer dizer que qualquer informação sua só será coletada com prévia autorização, assim como guardada por terceiros somente pelo tempo que você definir.A LGPD entra em vigor a partir de agosto de 2020. Mesmo com a pandemia mudando as rotinas e destinos, essa data de início permanece até segunda ordem. E quando gritarem valendo, quem desobedecer às regras ficará de castigo! Antes fosse… na real, as empresas que não seguirem a norma estarão sujeita a duras e altas multas - algumas equivalentes a 2% do faturamento da empresa, com teto de R$ 50 milhões por ocorrência. Sim, como diria aquele meme raiz, que dó da formiguinha...Portanto, cyber segurança passa a não ser um serviço apenas opcional. Vira questão de prioridade, sobrevivência e base de qualquer negócio da era digital.Cyber Segurança - a realidade do virtualParte dos casos de vazamentos de dados acontece por falhas humanas, olha que beleza. E isso aumentou após o uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo e no trabalho remoto dos usuários. Nesse sentido, a cyber segurança fornece ferramentas de proteção que acompanham o movimento das informações e conscientizam usuários sobre os riscos no ciberespaço.É digital, mas é real. Por isso, proteger dados com boas práticas de utilização, softwares de monitoramento, backup e firewalls de segurança são saídas para a sobrevivência das empresas. E não só para não pagar altas multas, mas também para manter a chamada reputação da marca, que, se manchada, pode acabar com anos de construção.Ter um sistema de proteção cibernética em uma empresa engloba:     > Evitar e barrar ataques virtuais; Identificar riscos;      > Proteger dados;      > Determinar diretrizes para gerenciamento de informações;      > Controlar o acesso dos usuários aos dados;      > Recuperá-los em caso de vazamentos. Chegou a hora do Data Protection OfficerO novo mercado que surge precisa se adequar às regras do jogo, investindo em sistemas de segurança e em um profissional voltado para a proteção de dados que saiba gerenciar estas ferramentas, assim como educar as pessoas para seu uso. E esse movimento é mais uma das características da revolucionária Transformação Digital, que traz várias oportunidades de carreira para quem tem coragem e quer aprender a reaprender.A Digital House, uma das maiores escolas de habilidades digitais do planeta, possui um curso de Cyber Segurança. Nele, você entende sobre Sistemas Operacionais, Topologia de Rede e Bancos de Dados, e tudo o que é indispensável para controlar a segurança de uma empresa, criando e monitorando um plano de ação.Como? Manjando muito de:     1. Redes TCP/IP      2. Aplicações Web e Banco de Dados      3. Criptografia      4. Identidade de Acesso      5. Cloud      6. Normativas e Análise de Risco      7. Plano de Segurança da Informação Nossos especialistas estão ministrando aulas remotas neste período de quarentena, para que você invista seu tempo em capacitação e entre neste novo momento, qualificado. Vem com a gente para o novo, nada desconhecido.