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Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças
#UX
21 de outubro - min de leitura

Há inúmeras maneiras de testar um site, aplicativo, produto ou serviço para captar a aceitação e opinião dos usuários. Veja alguns deles e suas principais características para fazer a melhor escolha.


Os testes de usabilidade são ferramentas poderosas de avaliação sobre a funcionalidade de um site ou aplicativo, garantindo que as pessoas possam navegar com eficiência nele, em uma experiência satisfatória e que agregue valor positivo à marca.

Porém, com o boom das startups e a aplicação de diversas metodologias ágeis, fica difícil decidir por um dos muitos tipos de teste de usabilidade disponíveis no universo de User Experience (UX).

Para facilitar a sua tomada de decisão, separamos neste artigo três maneiras de fazer testes de usabilidade, pelas vias: presencial, online e pesquisa solicitada por orientador.

Como é feito o teste de usabilidade?

Teste de usabilidade online 

Essa opção pode ser realizada por meio de teste de usabilidade app, site ou telefone. 

O teste remoto pode não ser tão profundo, mas permite que você alcance um grande  número de entrevistados em diferentes áreas geográficas usando poucos recursos.

A escolha depende do seu objetivo no momento. Esses métodos de teste passivos fornecem informações sobre como os usuários interagem com um site ou um app em seu “ambiente/habitat natural”.

A organização das informações é feita por cards sorting, que envolvem a colocação de conceitos em cartões. Esse processo possibilita que os participantes manipulem os cartões em grupos e categorias diferentes. Depois de ordenar os cartões, eles explicam sua lógica em uma sessão de perguntas pensadas por moderadores.

Para registar o feedback sobre o layout e a estrutura de navegação, os cards são muito utilizados. Por meio deles é que designer e gerentes de produto poderão se guiar em seu desenvolvimento.

Sobre as ferramentas para testes online que permitem a observação remota do comportamento do usuário, podemos citar o teste de 5 segundos, onde os participantes têm este tempo para olhar a página antes de responderem à pergunta sobre percepção daquela plataforma.

Há também o método do primeiro clique, onde o objetivo é avaliar se os usuários podem identificar facilmente onde precisam navegar, para concluir uma determinada tarefa. 

Ele é importante, pois mede quanto tempo as pessoas levam para tomar uma decisão naquele site ou app, e, consequentemente, se é intuitivo e estruturado.

Teste de usabilidade presencial

Uma grande vantagem do teste presencial é a possibilidade de observar e analisar a linguagem corporal e as expressões faciais das pessoas, obtendo dados extras, comportamentais.

Porém, esse modelo requer mais tempo que o remoto, precisa de um local adequado para a realização, data específica e recrutamento dos participantes, muitas vezes, pago.

Existem testes feitos pessoalmente, de forma não moderada, realizados em um ambiente físico controlado, o que reduz a possibilidade de uma pessoa da equipe influenciar os participantes com suas perguntas.

Assim, os pesquisadores só assistem, mas não participam, agindo como uma espécie de observação de laboratório. 

Pesquisa solicitada por orientador/moderador

Esse tipo de teste pode ser remoto ou presencial e se diferencia, pois um(a) pesquisador(a) treinado(a) apresenta o teste aos participantes, responde as suas dúvidas e pode realizar perguntas de acompanhamento. 

Os testes moderados têm foco em resultados mais detalhados, por interação direta entre pesquisadores e participantes. Eles investigam o raciocínio, com perguntas mais específicas sobre padrões de comportamento da pessoa.

Outra característica é que este tipo de teste oferece mais recursos aos participantes que, geralmente, têm a missão de concluírem tarefas em computadores/dispositivos móveis, enquanto a pessoa moderadora treinada observa e faz perguntas.

Normalmente, quem solicitou a pesquisa assiste aos procedimentos, fazendo anotações atrás de um espelho unidirecional, na área de testes.

Essa prática é conhecida como teste de usabilidade do laboratório, com padrões específicos de condução, formado por um pequeno grupo de pessoas (de 8 a 10 participantes por pesquisa).

Há também como esses testes serem feitos via online ou telefone, com a presença de uma pessoa moderadora treinada, com grande capacidade de análise.

Neles, o moderador instrui os participantes a concluir tarefas e coleta feedback, enquanto o comportamento eletrônico do usuário é registrado remotamente.

Teste de usabilidade em UX

Como você pode observar, muitos são os caminhos para estudar e analisar as preferências e desejos de seus usuários e os testes de usabilidade encurtam estas distâncias, seja qual for a sua escolha.

E para você estruturar um teste mais assertivo e de maneira profissional, a dica é aprender com quem realmente entende do assunto. Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário que vai te ajudar a desenvolver não apenas testes de usabilidade, mas a analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios.

Leia mais no blog DH:

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Para exemplificar a utilidade do Google Data Studio para gerar relatórios e insights, é importante ter um aspecto em mente: o filtro. Dizem que os dados são o novo petróleo, mas é importante fazer uma ressalva. Assim como o petróleo precisa ser refinado, os dados precisam ser interpretados e analisados. Ao contrário disso, vira um acúmulo de informações sem valor.O “achismo” é uma palavra banida no vocabulário de profissionais do marketing. Antigamente, era impossível mensurar os resultados de determinada campanha nos meios tradicionais. Essa história mudou para melhor com o advento da internet, mas esbarramos em outro desafio: a quantidade, o que inviabilizaria o nosso trabalho se não existissem ferramentas específicas para essa finalidade.É o caso do Google Data Studio, que ajuda na interpretação de dados coletados. Por meio dos seus infográficos, mais modernos que as planilhas, a ferramenta facilita o entendimento das informações.O que é o Google Data Studio?O Google Data Studio é uma solução disponibilizada gratuitamente pela empresa Google para visualização de dados de forma mais atrativos. A principal atribuição dessa ferramenta é justamente organizar os dados, podendo ser compartilhado em tempo real e salvo na nuvem para os demais colaboradores.Quando informamos que o Google Data Studio é ideal para criar infográficos mais modernos não é sem motivo. Com a ferramenta, é possível introduzir elementos visuais: tabelas, infográficos e mapas, sem precisar ser um profissional da área de design. Além de ser visualmente mais moderno, a ferramenta para criar dashboards serve para orientar a tomada de decisões das empresas com base nos dados recolhidos, o que diminui as chances de erro.Como usar Google Data Studio?Antes de ter acesso ao painel do Google Data Studio, precisamos partir de um princípio básico, que é o de possuir uma conta Gmail. Em seguida, é só acessar a plataforma com os seus dados e aceitar os Termos de Serviço e Políticas do Data Studio. Caso esteja interessado em saber como criar um relatório do zero, veja o passo a passo do Google Data Studio do próprio suporte ou no relatório de tutorial da plataforma, disponível somente na versão em inglês. Mas adiantamos um pouco do que você pode fazer no Data Studio:➜ Combinação de dados de diferentes plataformas (Facebook, YouTube, Google Ads, entre outros).➜ Introdução de novas dimensões (URL, palavras-chave, rede sociais, entre outros).➜ Escolha de métricas relevantes.➜ Mudar o visual do relatório.➜ Inserir gráficos.7 dicas de como usar Google Data StudioA aplicabilidade do Google Data Studio é tão grande que é perigoso se perder. Porém, para evitar esse problema, vamos dar algumas dicas importantes para o seu uso:➜ Estabeleça um objetivo para cada relatório, para não virar uma bagunça e resumir as informações.➜ Integre a sua fonte de dados, pois isso vai aumentar as suas opções.➜ Pratique antes de colocar a mão na massa. Use o explorador para ver como isso funciona na prática.➜ Comece pelos 11 pré-modelos, antes de começar a criar um do zero.➜ Compartilhe com os seus colegas e com a comunidade, para receber feedbacks.➜ Abuse dos recursos da ferramenta para fazer a personalização do seu relatório, por exemplo, com elementos interativos.➜ Padronize os seus relatórios, para saber onde encontrar as informações. As vantagens em criar dashboardsO Google Data Studio é a ferramenta certa para dashboards. A criação de painéis visuais fica mais fácil de identificar erros que não conseguimos visualizar enquanto estamos desenvolvendo o projeto. Outra vantagem de criar dashboards no Google Data Studio é a possibilidade de ser compartilhado com outros colegas de trabalho, mantendo a equipe unida e trabalhando colaborativamente. Para se tornar um profissional de dados e aprender sobre a ferramenta na prática, conheça o curso de Data Analytics da Digital House, para transformar grande quantidade de dados em insights.  Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

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Análise heurística em UX Design: como fazer uma inspeção na usabilidade do produto

Há algum tempo quase tudo que fazemos tem a ajuda de um computador ou de um smartphone.Desde a escolha do programa de fim de semana ao uso das planilhas mais complexas de cálculo. Desde a localização exata daquela balada marota até a chamada de um carro para te levar de volta para casa, passando pelo pagamento do consumo naquele local.Todos esses sistemas, sites e aplicativos que facilitam (e muito) a nossa vida, são desenvolvidos por equipes multidisciplinares que pensam cada detalhe para que você tenha a melhor experiência possível, fique satisfeito e volte a utilizá-lo.Os profissionais responsáveis pela criação das experiências dos aplicativos e sites que usamos são os UX Designers. Muitos pontos precisam ser levados em consideração para atender uma quantidade quase que infinita de necessidades das pessoas. Visando facilitar a criação desses sistemas, são utilizadas boas práticas que vão além da estética das interfaces. O que é análise heurística?Para avaliar a qualidade da usabilidade de qualquer sistema, ou seja, se está fácil de usar aquele aplicativo diário, é utilizada uma técnica chamada Análise Heurística.As 10 heurísticas de Nielsen são as mais difundidas entre os designers e foram desenvolvidas há 25 anos por um profissional chamado Jacob Nielsen.Conheça as 10 aplicações da análise heurística nos projetosAbaixo a descrição de cada heurística e como elas impactam no design e na compreensão das interfaces.Visibilidade do status do sistemaO design deve sempre manter os usuários informados sobre o que está acontecendo, por meio de feedback apropriado dentro de um período de tempo razoável: 10 segundos é o tempo limite para manter a atenção do usuário focada.Quando os usuários sabem o status atual do sistema, eles aprendem o resultado de suas interações anteriores e determinam as próximas etapas. As interações previsíveis criam confiança no produto e também na marca.Combinação entre o sistema e o mundo realO design deve falar a linguagem dos usuários. Use palavras, frases e conceitos familiares ao usuário. Siga as convenções do mundo real, fazendo com que as informações apareçam em uma ordem natural e lógica.Termos, conceitos, ícones e imagens que parecem perfeitamente claros para você e seus colegas podem ser estranhos ou confusos para seus usuários.Quando um projeto segue as convenções do mundo real e correspondem aos resultados desejados (chamados de mapeamento natural), é mais fácil para os usuários aprenderem e lembrarem como a interface funciona. Isso ajuda a construir uma experiência intuitiva.Saídas claramente demarcadasOs usuários costumam realizar ações por engano. Eles precisam de uma "saída de emergência" claramente marcada para deixar a ação indesejada sem ter que passar por um longo processo.Quando é fácil para as pessoas desistir de um processo ou desfazer uma ação, isso fomenta um senso de liberdade e confiança. As saídas permitem que os usuários permaneçam no controle do sistema e evitem travar e se sentir frustrado.ConsistênciaOs usuários não devem se perguntar se palavras, situações ou ações diferentes significam a mesma coisa. Um mesmo comando ou ação deve ter sempre o mesmo efeito.A mesma operação deve ser apresentada na mesma localização e deve ser formatada/apresentada da mesma maneira para facilitar o reconhecimento. Isso reduzirá a carga cognitiva do usuário.Prevenção de errosBoas mensagens de erro são importantes, mas os melhores designs evitam cuidadosamente a ocorrência de problemas. Identifique e elimine qualquer situação que possa levar o usuário ao erro. Geralmente os erros são conscientes e baseados em uma incompatibilidade entre o modelo mental do usuário e o design.Minimizar a sobrecarga de memória do usuárioTorne os elementos, ações e opções visíveis. O usuário não deve ter que se lembrar de informações de uma parte da interface para outra.As informações necessárias para usar o design (por exemplo, rótulos de campo ou itens de menu) devem ser visíveis ou facilmente recuperáveis ​​quando necessário.Os humanos têm memórias de curto prazo limitadas. As interfaces que facilitam o reconhecimento reduzem a quantidade de esforço cognitivo exigido dos usuários.AtalhosDisponibilize atalhos para que usuários experientes executarem as operações mais rapidamente. Abreviações, teclas de função, duplo clique no mouse, função de volta em sistemas hipertexto podem ajudar. Tudo isso facilidade a usabilidade.Atalhos também servem para recuperar informações que estão em um outro ponto da navegação a partir da interface principal.Diálogos simples e naturaisAs interfaces não devem conter informações irrelevantes ou raramente necessárias. Cada unidade de informação em uma interface compete com as unidades relevantes de informação e diminui sua visibilidade relativa.Garanta que o conteúdo e o design visual estejam focados no essencial. Certifique-se de que os elementos visuais da interface apóiem ​​os objetivos principais do usuário.Boas mensagens de erroAs mensagens de erro devem ser em linguagem simples (sem códigos de erro), indicar precisamente o problema e sugerir uma solução de forma construtiva.Devem também devem ser apresentadas com tratamentos visuais que ajudarão os usuários a perceber e reconhecê-las.Ajuda e documentaçãoÉ melhor se o sistema não precisar de nenhuma explicação adicional. No entanto, pode ser necessário fornecer documentação para ajudar os usuários a entender como concluir suas tarefas.O conteúdo da ajuda e da documentação deve ser fácil de pesquisar e focado na tarefa do usuário. Seja conciso e liste as etapas concretas que precisam ser executadas.Qualquer sistema pode e deve ser construído com uma boa usabilidade, para isso, além das heurísticas citadas acima, leve em consideração também o contexto de uso, o setor de atuação, e principalmente, pesquisas com usuários. Com isso será possível encontrar outros tipos de heurísticas bem como desenvolver as próprias heurísticas do projeto.Você pode aprender UX Design na práticaÉ fazendo que a gente aprende, e por isso, esta é uma das máximas do curso de UX Design da Digital House. Ao longo das aulas você participa de exercícios, projetos, e desenvolve as habilidades que um UX Designer precisa ter.E mais, ao final do curso você conta com um portfólio de UX para apresentar ao mercado!Leia mais no blog DH:+ Como começar em UX Design+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Vantagens em contratar um UX Designer JúniorE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Empreendedorismo de oportunidade: aprenda como criar negócios de sucesso img
#Marketing

Empreendedorismo de oportunidade: aprenda como criar negócios de sucesso

Há uma diferença entre empreendedorismo de oportunidade e empreendedorismo por necessidade. Antes de mostrar quais serão os tópicos apresentados ao longo do texto, cabe dizer que a atividade empreendedora envolve coragem e criatividade desses profissionais autônomos, para montar o negócio dos sonhos ou fugir do desemprego.A quantidade de empreendedores no Brasil chegou aos 52 milhões, usando como referência o levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), feito em 2019. Destes, 9.031 milhões são microempreendedores, de acordo com o Sebrae. Veja empreendedores brasileiros de sucesso:➜ Flávio Augusto da Silva, fundador da Wise Up.➜ Luiza Helena Trajano, presidente da Magazine Luiza.➜ Abílio Diniz, fundador do Pão de Açúcar.O que é empreendedorismo de oportunidade?O empreendedorismo de oportunidade envolve o profissional que identificou uma lacuna no mercado e decidiu empreender nesta área. Mesmo possuindo alternativas de emprego, eles escolhem montar um novo negócio por causa da possibilidade de crescimento. Entre as motivações de um empreendedor, podemos elencar a vontade de abrir o negócio dos sonhos, aumentar a renda e ser independente financeiramente.Todo projeto empreendedor requer planejamento estratégico, estudo de mercado e confiança. Veja a importância desses três pilares antes de abrir o seu negócio: ➜ Planejamento estratégico: para que as ideias saiam do papel de forma baseada. ➜ Estudo de mercado: para que o empreendedor saiba o cenário em que está ingressando.➜ Confiança: o empreendedor precisa ser o primeiro a acreditar no seu negócio. Características de um empreendedorPara se tornar um empreendedor de sucesso, é preciso ter algumas atitudes e comportamentos, que não são regra, mas ajudam.Por isso, reunimos as principais dicas para empreender e que são necessárias para profissionais seguirem nesta carreira, lembrando que muitas são soft skills requisitadas em diversas áreas. ➜ Proatividade: profissional que se antecipa aos fatos e cria novas oportunidades de negócio.➜ Persistência: não desiste facilmente diante dos desafios, reformula o plano e se esforça mais do que os outros para alcançar os objetivos.➜ Empreender é se arriscar: avalia as alternativas para fazer as escolhas certas e tentar reduzir a margem de erro.➜ Qualidade: busca melhorar os produtos ou serviços do negócio, cumprindo com os prazos.➜ Comprometimento: chama a responsabilidade para si e tem senso de equipe para alcançar o que deseja.➜ Atualização: mantém-se informado sobre o que está acontecendo no mercado.➜ Focado em resultados: estabelece metas que precisam ser alcançadas em curto e longo prazo.➜ Versatilidade: é resiliente para se adaptar às mudanças e sistemático para a tomada de decisões.➜ Relacionamento: sabe se envolver com as pessoas certas que possam ajudá-los nos seus projetos.➜ Autoconfiança: demonstra segurança para sustentar o seu negócio.Diferença entre empreendedorismo de oportunidade e necessidadeExistem várias formas de empreender, porém as mais comuns são por oportunidade ou necessidade.De um lado, temos os novos negócios que surgem paralelos a outras atividades do empreendedor, que pode ser um trabalho fixo, e que funcionam como renda extra ou busca da independência profissional.Já no empreendedorismo de necessidade, as pessoas buscam melhores alternativas de trabalho, pois não encontraram, ou se veem em um caminho único devido ao desemprego ou situação econômica do país. Como transformar necessidades em oportunidades?Para transformar as suas necessidades em oportunidades, você deve fazer o mesmo que o empreendedor que age para realizar o seu sonho.Então, faça um planejamento estratégico, estude o mercado que pretende entrar, seja seguro de si e busque desenvolver as características mencionadas no tópico anterior.3 dicas para investir em empreendedorismo de oportunidadeSe você está pensando em abrir um negócio, mas não sabe por onde começar. Nós separamos alguns segmentos que você pode ficar de olho para 2021. Veja quais são:Criação de infoprodutos Se você possui um conhecimento amplo sobre um assunto, a criação de infoprodutos pode ser uma boa alternativa para começar a empreender, podendo ser um curso online, vídeoaulas, um e-book, entre outras possibilidades.A grande vantagem é que você consegue atingir um número maior de pessoas, por ser um negócio desenvolvido no formato digital.AfiliadosO marketing de afiliados é uma das formas de ganhar dinheiro que está ganhando mais adeptos no mundo.Existem diversos programas como a Magalu Parceiro e Amazon Associados que oferecem essa possibilidade, além de plataformas específicas para isso.Loja virtualOs e-commerces estão bombando, nunca se vendeu tanto. Essa tendência só deve aumentar, já que as pessoas viram que é mais prático e cômodo comprar de casa sem precisar se deslocar até o local. Como empreender com a Digital HouseUm empreendedor de sucesso tem ainda mais chances de avalancar seus negócios com um curso de marketing digital. Aprenda na prática a criar estratégias, o branding de uma marca, mídia e como acompanhar resultados.A melhor parte é que você tem aulas com especialistas de mercado que sabem como funciona a dinâmica do empreendedorismo.Leia mais no blog DH:+ Dica dos professores: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Pitch de sucesso: passo a passo para vender ideias+ Como criar anúncios no Google AdsE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)