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Técnicas de vendas que funcionam para testar nas suas estratégias

Técnicas de vendas que funcionam para testar nas suas estratégias
#Marketing
26 de junho - min de leitura

A jornada do consumidor, assim como seu comportamento, mudaram, e com eles as técnicas de vendas que funcionam na Era Digital. Conheça algumas estratégias para conquistar seus clientes e público.


Independentemente da empresa e seu segmento, o objetivo real é vender. Seja pela via do marketing ou com a equipe comercial no front, as técnicas de vendas sempre ajudam na luta diária por visibilidade e escolha dos clientes. 

Obviamente, não basta o papo de vendedor nato. O mundo está mais exigente, até para os vendedores experientes.

Assim, estas técnicas agem como um conjunto de ações e processos estratégicos para convencer o cliente de que o seu produto ou serviço é a solução ideal para os problemas dele, durante sua jornada.

A jornada do consumidor diz muito sobre as técnicas de venda

Vendas e marketing andam de mãos dadas há muito tempo. Podemos dizer que um não sobrevive sem o outro. 

Com o advento da internet e crescimento do marketing digital, explodiram as formas de aplicar técnicas de vendas eficientes. No entanto, elas só funcionam se o foco for na experiência do consumidor, respeitando o caminho que ele percorre, antes da decisão de compra.

Ou seja, a jornada do consumidor é dividida em:


No primeiro momento, o potencial cliente descobre que tem um problema e busca por conteúdos mais genéricos para solucionar esse gargalo. É aí que a atuação do marketing para captar a atenção da pessoa entra em ação.

Em seguida, ele identifica e reconhece que realmente tem um problema. Então, convencido, procura por soluções para resolver o gap. Este é um momento importante, que exige esforços da equipe de vendas e marketing, para levar esta pessoa a considerar seu produto ou serviço.

No último estágio, o cliente já sabe o que precisa e está considerando as opções disponíveis na mesa. Sendo assim, ele procura por melhores soluções. A dica é utilizar cases de sucesso, depoimentos, entre outros materiais que comprovem que sua empresa é a melhor alternativa.

+ Aprenda a analisar seus resultados de marketing digital para saber se a estratégia está dando certo

Técnicas de vendas que funcionam

Agora que entendemos quais são os estágios da jornada do consumidor, chegou o momento de saber quais são as técnicas de vendas e implementar todas elas, na real. 

1. Ofereça conteúdo de qualidade

A produção de conteúdo relevante é essencial, pois ele vai ajudar a agregar valor para o seu negócio, ajudando o cliente a entender o que ele precisa. 

O perfil do consumidor mudou ao longo do tempo. Segundo levantamento da NZN Intelligence, 74% das pessoas preferem comprar pela internet por conta da praticidade. Hoje, não adquirimos mais somente produtos, mas todos os valores agregados a ele. Por exemplo, ninguém compra ração para os pets da marca que faz testes com animais, deu para sacar?

Se tornando autoridade no assunto, isso aumenta as chances do consumidor lembrar de você futuramente.

2. Entenda seu público-alvo

Não adianta criar conteúdo, se não está adaptado à linguagem de quem você quer que leia, ou seja,sua persona. Ele deve falar o mesmo idioma e estar alinhado com os interesses do seu cliente ideal, a fim de gerar identificação.

Da mesma forma, não se deve escrever como advogado, se o seu público-alvo é o estudante. Enquanto um abusa dos termos das regulamentações, o segundo prefere a descontração e a objetividade. 

3. Gatilhos mentais que ajudam a vender

Para tornar o seu produto ou serviço atraente, não basta escrever bem. Você tem que convencer o consumidor de que ele precisa da sua solução. Bacana utilizar algumas técnicas de copywriting, como os gatilhos mentais.

Eles podem te favorecer no momento de rebater dúvidas e convencer sobre as vantagens da sua oferta. São exemplos destes gatilhos para você testar:

Razão 

Antes de adquirir qualquer produto ou serviço, as pessoas costumam pesquisar se realmente vale a pena. Para ser convincente, é preciso dar motivos concretos, como:

 “Procurando um curso de marketing digital para entrar no mercado de trabalho? Conheça o curso imersivo da nossa escola, onde você aprende na prática. Pesquisas apontam que estamos entre as melhores instituições do país para fazer o curso”.

Segurança

Sabe aquela empresa que diz que se você não gostar do produto pode devolver em tantos dias ou trocar por outro? Pois bem, o gatilho da segurança funciona dessa forma.

“Insatisfeito com o curso, nós devolvemos o seu dinheiro”.

Prova social

Antes de adquirir qualquer produto, você busca pelas avaliações ou vídeos para saber o que estão falando dele, acertamos? Prova social, meu caro(a).

“Conheça os clientes que fizeram o curso e entraram no mercado de trabalho”.

Autoridade 

Mesmo sem ser autoridade no assunto, podemos demonstrar autoridade no segmento da seguinte forma:

“Conheça o produto XYZ, recomendado por 8 a cada 10 profissionais da área”.

Empatia

Empatia é a palavra deste século. E ficamos felizes por isso. Mas, voltando ao assunto, demonstre afinidade e mostre que passou pelo mesmo problema, gerando identificação:

“Antes de fazer o curso, eu tinha as mesmas dificuldades”.

Escassez

Quando você coloca um limite de que as vagas estão acabando, isso cria um sentimento de urgência nas pessoas:

“Aproveite as 100 bolsas grátis para os cursos de marketing digital”.

Na Digital House, temos uma grade extensa de cursos voltados às principais habilidades digitais do século. Entre eles, há o de Marketing Digital, que vai diretamente no ponto - técnicas de captação de leads e satisfação do cliente, objetivamente voltadas a este cenário.

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#Tecnologia

Os 6 principais comandos git para um programador iniciante

O git é sem dúvidas o maior sistema de versionamento da atualidade. Utilizado amplamente pela comunidade dev, os comandos git são ferramentas indispensáveis no currículo de qualquer pessoa que pensa em trilhar alguma profissão na área de TI, por isso vamos te contar tudo o que você precisa saber para dar os primeiros passos nessa ferramenta incrível e tão importante.Comandos git x github: é a mesma coisa?Primeiramente vamos ajustar os conceitos: Git é o sistema de versionamento em si, é onde você cria “commits” e pode registrar o histórico de modificações do seu projeto, criar “branches” e, caso algo dê errado, dar “rollback” para uma versão anterior. O github é apenas uma das muitas centrais de repositórios remotos existentes. Outras centrais que você já pode ter ouvido falar são bitbucket ou gitlab, todas elas se encaixam na mesma categoria do github.  Como usar comandos git? Aprenda os básicos!Existe uma máxima hoje em qualquer ambiente que se trabalhe com TI que é: “Em caso de incêndio: 1 - git commit, 2 - git push, 3 - Saia do recinto”. Apesar do ar cômico, esses dois comandos (acompanhados de um terceiro) são os responsáveis por salvar muitos projetos (ou pelo arrependimento de quem esqueceu de usá-los) e eu vou te explicar o que cada um deles faz. Git addEste comando adiciona os arquivos solicitados ao ambiente de stage, é uma forma de dizer para o git que você deseja que as modificações daquele arquivo sejam gravadas na próxima remessa. Um exemplo de utilização é: git add . onde o ponto representa todos os arquivos na pasta.Git commitAgora fazemos a gravação em si das modificações, desta forma criamos um snapshot do estado atual do nosso projeto. Uma forma muito usada é o git commit -m “descrição das atualizações do projeto” onde o -m é uma flag que aponta para a mensagem de descrição.Git pushPor fim precisamos subir essas modificações no nosso repositório remoto, para isso basta utilizar o comando git push e, se já estiver tudo devidamente configurado, os arquivos serão salvos no repositório remoto correspondente ao seu repositório local!Bônus! Mais dicas para iniciantesVamos agora falar de outros comandos que podem ser úteis no dia a dia de quem está começando com o Git:Git statusEste comando permite ver quais arquivos estão sendo “rastreados” pelo git e quais modificações já foram enviadas para o stage. É bem útil para quando se tem dúvidas sobre o que está sendo enviadoGit branchÉ usado para verificar todas as branches presentes no repositório. Ao utilizar a flag -r no final do comando é possível ver todas as branches presentes no repositório remoto e se você quiser criar uma nova branch basta utilizar este comando: git branch <branch_name>.Git checkoutÉ o comando utilizado para trocar de branch passando o nome da branch destino no final do comando. Caso a flag -b seja colocada após o “checkout” é possível criar a branch em questão e já trocar para esta imediatamente.E aí, o que achou desta dose de git? Vale lembrar que esta é uma ferramenta muito versátil e tem muito mais funcionalidades do que poderíamos cobrir aqui, portanto não deixe de buscar mais informações para se especializar neste que é o sistema de versionamento mais utilizado do mundo!Aprenda os comandos git na práticaAprendendo o git, você aumenta sua produtividade, além de ter menor risco de perder um trabalho já feito, possuindo maior controle sobre o processo de desenvolvimento.A Digital House tem um curso de desenvolvimento Web Full Stack completo e atualizado. Aqui, você aprende na prática, com os melhores profissionais do mercado, em aulas 100% ao vivo e interativas, como programar do zero em até seis meses.Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher? + Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Javascript front-end: guia de como a linguagem atua no desenvolvimento

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#Marketing

O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços

Quando um consumidor compra um produto mais caro, mesmo sabendo que existem outros com valores menores, ele entende o verdadeiro valor de uma marca, pois está carregando não apenas o objeto em si, mas também o valor agregado, que pode ser até emocional. Continue acompanhando o artigo e entenda o que é brand equity.O que é brand equity e qual a sua importância?A tradução literal de brand equity é equidade da marca. O termo consiste no valor dos produtos ou serviços, relacionando-o com a força que essa marca possui no mercado digital.Essa força tem relação com a imagem da marca que é reconhecida pelos consumidores, onde as experiências e percepção de valor dos clientes obtidas contam muito. Paleta de cores, identidade corporativa, qualidade, ponto de venda, redes sociais, site, embalagem, tudo isso, além de muitos outros fatores, colaboram para a construção de uma imagem.Como isso funciona na prática? Imagine uma bolsa preta, sem nenhum símbolo ou logo, e imagine também uma mesma bolsa preta com o logotipo da Chanel, por exemplo. Na prática, isso mostra o poder das marcas fortes, pois através dela que o consumidor avalia seu preço, relevância, suas emoções com a empresa, autoridade e sua fidelidade a ela.Portanto, construir uma boa brand equity é essencial para qualquer empresa que queira se manter no mercado. Por isso que, cada vez mais, as marcas investem nessa estratégia de marketing.Estratégias de brand equity: como criar um valor de marca?Com a ascensão dos meios digitais, o marketing vem se consolidando digitalmente, o comportamento dos consumidores muda e a exigência deles se torna cada vez maior.Hoje, a internet e as redes sociais são um dos principais caminhos de acesso às novidades do mercado e a relação entre marca e consumidor, sem contar que impactam diretamente na decisão de compra. Além disso, todos podem expor suas opiniões, as quais contam muito para a imagem e autoridade de uma empresa no mercado.Construir uma brand equity no marketing é planejar e articular um conjunto de fatores em detalhes para que a marca ganhe relevância. Alguns deles não se relacionam apenas com o planejamento, mas também com as consequências das ações com o “target” escolhido. Confira abaixo os principais:Escolha dos elementos de marca:É necessário escolher os elementos e identidades que constituem a marca. Qual a missão e os valores da empresa? Qual o seu público-alvo? Como é a identidade visual que você quer passar aos clientes?, entre outros.Integração com marketing:A marca deve ser integrada à área de marketing e, consequentemente, as estratégias devem ser pensadas para buscar o conhecimento dela por novos consumidores do mercado e o reconhecimento pelo que ela oferece em relação aos concorrentes. Nesse sentido, é importante escolher os canais de comunicação certos, onde o seu público realmente está. Com isso, você pode entender seus comportamentos, reações, a melhor maneira de se comunicar (tom de voz), gerar conteúdo frequente de valor e converter leads, a partir dos canais escolhidos.Buscar a preferência e lealdade:Agora que você aprendeu o básico sobre o que é brand equity, é fundamental entender como funciona o processo. E a jornada é construída a partir de boas estratégias, fazendo com que os consumidores experimentem a marca e repitam a compra, desenvolvendo conexões significativas, ou até mesmo fazendo questão de usar a marca e não aceitar similares ou concorrentes.Construir uma boa estratégia de brand equity é um grande desafio, assim como manter e fazer com que cresça sempre. O planejamento de ações constantes, buscando melhorias nos fatores e proporcionar melhores experiências de usuário é essencial nesse processo contínuo.Aprenda o que é brand equity na visão de especialistas do mercadoNo curso de Marketing Digital da Digital House você aprende com profissionais do mercado, além de ter aulas ao vivo 100% dinâmicas. Que tal baixar o programa do curso e conferir a variedade de assuntos abordados?Durante o curso, você irá aprender o que é brand equity de forma prática, inclusive, a gerar valor, construindo uma marca forte diante dos concorrentes. Garanta a sua vaga para essa área tão promissora ao futuro!Leia mais no blog DH:+ Era do áudio: entenda o que é Clubhouse, a rede social do momento+ Como configurar o Google Analytics?+ Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente

 Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional img
#Dados

Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional

Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.O que é um banco de dados relacional e não relacional?O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.Como elaborar um banco de dados?Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico. Projeto conceitual:Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.Projeto lógico:Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.Projeto físico:Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.Seja um especialista da área!Que tal se tornar um profissional na área de dados? Na Digital House, temos o curso de Data Science, que ensina o aluno a dominar os diferentes modelos de banco de dados. Seja um especialista da área e garanta sua estabilidade em uma área do futuro.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia.Leia mais no blog DH:+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas+ Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado+ Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira