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SXSW 2021 Edu: último dia reúne discussões sobre jogos na educação e sala de aula do futuro

SXSW 2021 Edu: último dia reúne discussões sobre jogos na educação e sala de aula do futuro
#UX
#Marketing
#Tecnologia
#Dados
12 de março - min de leitura

As palestras sobre o tema educação dentro do SXSW 2021 chegaram ao fim, e para fechar com chave de ouro, você confere um resumo do último dia, além de reflexões sobre o SXSW Edu.


O último dia do SXSW Edu 2021 aconteceu em 11 de março, e se você ainda não conferiu, eu fiz um resumão do primeiro dia e segundo dia.

Para o encerramente, praticamente usei um Vira-Tempo para fazer essa cobertura, as duas próximas palestras aconteceram ao mesmo tempo, mas eu pude assistir uma ao vivo e a outra gravada. Alguma vantagem o evento online precisava ter não é mesmo? Além de novidades tecnológicas, hoje eu trouxe uma reflexão. Vamos lá!

Painel: Tecnologia e jogos para capacitar jovens transformadores criativos

Participantes convidados para o bate-papo:

  • Carla Uller - Executive Manager - Oi Futuro Institute

  • Igor Moreno - Teacher - NAVE / CESAR

  • Sara Crosman - Executive Director - Oi Futuro Institute

  • Vinnícius Rodrigo Ferreira Nazaré - Nave Student and CEO & Co-Founder of Startup Cordel

painel do último dia de sxsw edu 2021

O meu dia começou com uma palestra de brasileiros! O pessoal da NAVE e do Porto Digital compartilharam como jogos podem ser uma ferramenta poderosa para educação.

"A palavra escola originalmente significava um tempo ou local de prazer."

(Johan Huizinga, Homo Ludens)"

Igor explica seu trabalho começando com o argumento de que perdemos essa ideia do prazer associado ao aprendizado ao longo do tempo.

Os jogos podem ser uma ferramenta dentro da sala tradicional para tornar um assunto mais interessante como história ou biologia, fazendo com que os alunos discutam e experimentem dinâmicas que produzem um aprendizado mais divertido.

Também é possível usar jogos como background para desenvolver skills técnicas relacionadas a mídia digital e programação. Isso desmistifica e estimula o aprendizado de matérias técnicas que poderiam ser assustadoras de outra maneira.

E por último Vinnícius mostrou como jogos podem representar situações da vida real, ele deu um exemplo de um jogo de Damas onde um dos jogadores tinha limitação na movimentação das peças enquanto outro poderia se mover livremente. O jogo era uma analogia para a limitação das mulheres na sociedade, tendo seus movimentos restringidos em diversos mercados por não serem vistas como pessoas proficientes em ciência e tecnologia.

Aliás, um tópico interessante da NAVE é a diversidade dos alunos, com muitas mulheres, negros e pessoas de baixa renda em geral.

Se você gostou dessas ideias pode baixar o e-book da Oi Futuro sobre práticas pedagógicas e ir mais a fundo em como isso pode ser usado em suas salas de aula.

Painel: Next Gen EdTech: Explorando a sala de aula do amanhã

Participantes convidados para o bate-papo:

  • Cigdem Ertem - Global Director For Education And Public Sector Sales - Intel

  • Jennie Magiera - Global Head Of Education Impact - Google

  • Max Greenfield - Actor & Dad

  • Shelley Wu - Director Of Enterprise And Education Solutions - ASUS System Business Group

painel com a Intel no último dia do sxsw edu 2021

Dispositivos eletrônicos na mão dos alunos é cada vez mais comum, e dependendo do curso é obrigatório. 

Jennie ficou em pânico quando teve de enfrentar uma sala onde cada aluno tinha um computador, "o que eu faço com isso"? Seis anos depois muitos professores ao redor do mundo podem aprender em 6 dias o que fazer na sala de aula do futuro lendo seu livro. Além do trabalho no Google, Jennie é autora do livro "Courageous Edventures: Navigating Obstacles to Discover Classroom Innovation" (que pode ser traduzido como "Eduventuras corajosas: navegando por obstáculos para descobrir a inovação na sala de aula").

O caso de Jennie serve de exemplo para uma situação que já comentei várias vezes: a distância entre a disponibilidade da tecnologia e o uso dessa tecnologia na prática. Não basta pôr o computador na sala de aula, assim como não basta colocar um sistema novo em uma empresa, se você não treinar e preparar as pessoas para usar aquela tecnologia.

Cigdem da Intel, traz uma boa e assustadora perspectiva desses tempos de mudança: segundo o World Economic Forum estima-se que por volta de 2025, 97 milhões de novos empregos serão criados em tecnologia, ao mesmo tempo que 85 milhões de empregos tradicionais vão desaparecer.

Em seguida Shelley da Asus contou um pouco sobre inovações criadas para esse cenário, de aluno estudando no computador à distância: a conectividade do computador foi melhorada uma vez que ele será usado sempre online e foi usado um material antibactericida para evitar proliferação de bactérias num computador que será usado por muitas horas (e muitas vezes com comida por perto, bem diferente do padrão de um escritório). 

Os computadores também virão com redução de ruído, já que o microfone deixa de ser eventual e se torna diário. E escolas podem ter acesso a programas de manutenção remota de computadores, sem se preocupar com uma equipe interna de TI.

Você achou tudo isso muito complicado? A boa notícia é que Jenny Magiera, Global Head Of Education Impact no Google, também acha confuso, e está tudo bem: "ainda estamos todos aprendendo como viver num mundo de ensino remoto, não podemos ter expectativas irreais de que já sabemos como é a sala de aula do futuro".

Cigdem acredita que o ensino híbrido veio para ficar e precisamos trazer as boas práticas do período pré-pandemia para o modelo atual misturando presencial e digital. Além disso, a escola do futuro deve começar a usar ferramentas de inteligência artificial para ajudar tanto os professores quanto a gestão da escola.

E o mais importante, essas empresas de tecnologia não acreditam que vão ditar como é a sala de aula do futuro, mas sim, construir juntos com a sociedade.

banner da biblioteca DH no post de sxsw edu 2021

Saúde Mental, Inclusão e Diversidade

Esse ano o SXSW EDU trouxe diversas palestras sobre Saúde Mental, Inclusão e Diversidade, eram temas já recorrentes no evento e por conta do COVID-19 se falou muito mais sobre o assunto. 

Algumas questões que surgiram em diversas atividades:

1. Crianças que perderam a interação social com os amigos

2. Crianças que não tinham acesso a tecnologia e ficaram para trás nos estudos

3. Pais que perderam o emprego e isso trouxe um desequilíbrio para o lar da criança

4. Pais que tiveram que trabalhar com os filhos em casa

5. Como foi desigual a relação entre empregos perdidos por gênero e raça, muito mais mulheres, negros e latinos ficaram desempregados

6. Como o serviço doméstico foi distribuído de forma desigual pelos casais no home office

7. Pessoas que sofreram burnout pela sobrecarga trabalho profissional + doméstico + cuidar das crianças

Todas essas questões estão relacionadas com educação. Acesso a melhor educação leva a melhores empregos, que leva a melhores condições financeiras, que providenciou uma casa melhor, que permitiu abrigar o home office e o homeschooling de forma menos caótica.

Sem acesso a tecnologia, o trabalho e estudo de milhões de pessoas ao redor do mundo ficou comprometido.

As empresas passaram pelo equivalente a 5 anos de transformação digital somente em 2020, e agora precisam de profissionais digitais que não estão disponíveis. Falhamos como sociedade em promover acesso igualitário ao ensino de skills digitais para todos os setores demográficos da população.

Muitos pensam nisso apenas como uma política social, porém esquecem que, além da questão humanitária (que deveria ser o suficiente), temos um problema econômico: nos países onde o gap entre vagas de emprego e profissionais qualificados é maior, a economia vai estagnar. Não dá pra crescer sem mão de obra.

A tecnologia está criando mais empregos do que destruindo, existem cada vez mais oportunidades aí fora, mas nem todos têm condições de aproveitar essas oportunidades. Nós como sociedade podemos mudar essa história.

Espero muito que a tragédia global que vivemos traga alguma reflexão, sei que nem todo mundo vai sair desse período com grandes aprendizados, mas aqueles que refletirem e aprenderem terão o poder de mudar o mundo, ainda que muitos não entendam o porquê.

Leia mais no blog DH:

Era do áudio: entenda o que é Clubhouse, a rede social do momento

De olho no novo consumidor Digital First

Inovação: como reinventar a minha empresa?

Outras notícias

O que é tráfego orgânico e como gerar mais conversões no site img
#Marketing

O que é tráfego orgânico e como gerar mais conversões no site

Quando ouvimos falar de tráfego, associamos à circulação de veículos no trânsito. Na internet, a palavra é utilizada para se referir à movimentação de usuários nas páginas online. Este é o principal objetivo dos sites, e por isso você precisa aprender o que é tráfego orgânico, a menina dos olhos das empresas.Há alguns anos, as principais formas de atrair a atenção de visitantes em determinadas páginas eram pagas. A internet foi avançando, o cenário foi mudando e o marketing digital passou a ganhar novas estratégias para atrair pessoas.Métodos para trazer o público certo aos canais digitais, sem precisar pagar caro por eles, foram surgindo, e é por conta disso que vamos falar sobre tráfego orgânico. Entenda como conquistar mais usuários acessando suas páginas, continuando essa leitura.O que é tráfego orgânico?O tráfego orgânico é composto por todos os acessos que um canal digital, como sites, páginas de blog ou landing pages, recebem de maneira espontânea, sem a utilização de propagandas e anúncios pagos. Normalmente, a origem dessas entradas vem dos mecanismos de busca, como o Google, Bing, entre outros.Nesses mecanismos, aplica-se às técnicas de SEO (Search Engine Optimization), que é uma das principais ferramentas de marketing digital para a produção e implementação de conteúdos de valor.Ao pensar nas boas práticas de SEO para blog, por exemplo, o artigo é reconhecido pelo algoritmo e aparece nas primeiras páginas dos resultados das pesquisas de usuários que procuraram uma palavra-chave relevante utilizada no conteúdo.Os buscadores são a base de novos conhecimentos na internet, ou seja, são muito relevantes. Mesmo que existam sites, como redes sociais, que também auxiliam na descoberta de novos conteúdos, os mecanismos de busca são a maneira mais confiável de encontrar pesquisas sobre um determinado assunto.Sendo assim, o tráfego orgânico é muito importante, pois representa uma grande parcela de acessos a um site. Uma organização que investe no aprimoramento dessa estratégia garante melhores resultados para sua marca, além de aumentar sua autoridade e engajamento com o público.Qual a diferença entre tráfego pago e orgânico?Até aqui, nós explicamos o que é tráfego orgânico e sua importância. No entanto, existem outros tipos, como o tráfego pago, que é baseado em um investimento financeiro para poder gerar resultados. Facebook Ads, Google Ads, mídia programática são alguns exemplos de plataformas para tráfego pago.Não dá para afirmar, exatamente, que o tráfego orgânico não demanda custo, até porque qualquer estratégia de marketing digital para atrair novos clientes exige dinheiro e leva tempo para trazer resultados.No entanto, no tráfego orgânico você gastará dinheiro apenas uma vez, para colher resultados constantes, enquanto no pago você sempre precisará investir mais para ter retorno.Exemplo de tráfego orgânico: artigo de blogPara entendermos na prática, utilizaremos como exemplo um artigo de blog. Para produzi-lo, você precisará de tempo e possíveis custos podem surgir, como a contratação de redatores e programadores para realizar a manutenção do site, entre outros.Entretanto, você poderá gerar resultados hoje e daqui alguns meses ou até anos, pois o conteúdo sempre estará disponível para ser visitado e descoberto pelos mecanismos. Por outro lado, o anúncio pago dura o tempo que você pode investir nele, limitando as visitas. Ficou clara essa diferença, não é mesmo?Além disso, a relevância é um ponto muito importante que diferencia os métodos. O orgânico gera conversões de novos visitantes por seu conteúdo ser de valor e estar bem classificado no Google. Já o pago, somente pela sua compensação financeira, o que não garante que a página seja relevante.Como conquistar mais usuários?Agora que você já sabe o que é e qual a diferença entre tráfego pago e orgânico, chegou a hora de entender como atrair mais usuários organicamente, ou seja, com menos esforços financeiros e com estratégias mais assertivas. Confira:Marketing de conteúdoComo um dos pilares do Marketing Digital, o marketing de conteúdo é uma estratégia essencial para a geração de tráfego orgânico. Se você quer atrair visitas qualificadas, saiba como trabalhar o marketing de conteúdo dentro do funil de vendas e redes sociais.SEOO Search Engine Optimization, que falamos acima, é a otimização de mecanismos de busca. Possui o objetivo de melhorar o posicionamento orgânico no Google, gerando conversões e resultados para um negócio.É uma estratégia excelente para trazer mais tráfego orgânico, em conjunto com o marketing de conteúdo. No entanto, leva tempo e requer disciplina para aplicá-la. Não duvide que todo o esforço valerá a pena, pois um site bem ranqueado pelo Google possui grande potencial de gerar tráfego orgânico.E-mail marketingEssa estratégia visa manter um relacionamento com os visitantes que acessam seu conteúdo, com o objetivo de qualificá-los e transformá-los de simples visitantes para leads ou até mesmo clientes, através do envio de e-mails para uma lista de contatos.É uma das melhores maneiras de gerar mais resultados nas vendas e melhorar a retenção, cultivando o interesse do seu público com conteúdo atualizado e relevante.3 dicas para ter tráfego orgânico no InstagramPrimeiro de tudo, se você é iniciante no marketing digital, é importante saber que o Instagram é uma das redes sociais mais utilizadas para gerar leads de maneira orgânica a um site, pois nele é possível trabalhar o marketing de conteúdo de forma assertiva.Desde a época em que a rede foi inaugurada, o aplicativo teve diversas mudanças, tanto esteticamente quanto nos algoritmos. Mas não se preocupe, nós estamos aqui para te ajudar e trazer 3 dicas para ter tráfego orgânico no Instagram que irão te auxiliar nas suas estratégias de marketing digital. Confira:FrequênciaPara aumentar o tráfego orgânico no Instagram, você não pode postar apenas quando der vontade. É necessário ter um planejamento, programando as postagens em dias e horários específicos, de acordo com o perfil do seu público e o horário que estão mais engajados.Conteúdo de qualidade em diferentes recursosUm bom engajamento não acontece somente por conta das postagens no feed. Existem métricas e indicadores como respostas às demais funções do aplicativo, entre os quais stores, reels, IGTV e menções. Explorar todos os recursos traz mais oportunidades de visualização e engajamento, aumentando também o seu tráfego orgânico. Além de desbravar a diversidade de funcionalidades e ferramentas no Instagram, é importante que o conteúdo seja de qualidade em todos eles, atingindo a dor do público-alvo e gerando conversões.Reserve um tempo exclusivo para engajamentoVocê também deve reservar um tempo para engajar nos conteúdos de seus seguidores, deixando comentários nas postagens, respondendo perguntas e compartilhando o que for relevante.Lembre-se também de interagir com o engajamento que eles deixaram em suas postagens, pois isso fortalece o relacionamento entre cliente e marca.Que tal ser um profissional de marketing digital?Agora que você entende o que é tráfego orgânico e suas principais estratégias, deve saber que, devido à ascensão dos meios digitais, elas se tornam cada vez mais essenciais para melhorar os resultados dos negócios.A busca por cursos de marketing digital aumentou exponencialmente por conta das habilidades digitais, sem contar que a área está presente em qualquer empresa, independente do seu tamanho.Sendo assim, considere uma formação e alavanque sua carreira. O mercado está quente e tais conhecimentos podem ser aplicados no seu próprio negócio, em um cargo ou com foco em consultorias para empresas no geral :)Leia mais no blog DH:+ Escola de marketing digital: Conheça os cursos de marketing da Digital House+ Métricas de marketing: como defini-las em um plano de estratégia?+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

O que é UI? Aprenda User Interface através do Yahoo img
#UX

O que é UI? Aprenda User Interface através do Yahoo

A evolução dos produtos digitais traz uma maior exigência dos usuários em relação a eles. Desta forma, as empresas foram forçadas a entregar um produto que não somente atenda as necessidades do usuário, mas que também seja visualmente agradável. Por isso, hoje vamos explicar o que é UI e seu papel dentro de um negócio.Antes de tudo, vamos fazer uma breve análise do antes e depois da página do Yahoo para explicar o que é UI. Veja na imagem a seguir como eram as telas, a primeira página de internet do Yahoo foi criada em 1996, quando a internet não tinha conceito de design e usabilidade definido.E já na segunda imagem, foram 25 anos a mais. Observe as duas imagens e perceba como o modelo de negócios mudou, incluindo a forma que o usuário interage com as páginas, que no caso, não é a mesma de anos atrás. Então, podemos concluir que a evolução da forma que os usuários interagem com o sistema sempre está passando por evoluções.O que é UI?Quando somos chamados para uma visita, esperamos que a casa esteja organizada e com boa aparência. Agora imagine que esta casa estivesse bagunçada como a página do Yahoo, não seria agradável. Desta forma, podemos dizer que um UI Design bem aplicado nos leva ao ditado: “a primeira impressão é a que fica”.De forma mais técnica, UI significa User Interface (Interface do Usuário), ou seja, é um termo que explica como o usuário interage com softwares. Indo além, por trás deste termo tem um estudo muito forte, incluindo análise de tipografia, cores e tamanhos de cada botão e como isso será usado pelas pessoas.Já entrando no impacto direto dentro das empresas, o trabalho de UI no negócio pode ser decisivo. Pense assim, se um cliente não está satisfeito com o produto, com toda certeza ele irá para o concorrente - e ainda tem a possibilidade dele expor a marca negativamente. Então, quanto mais agradável visualmente, melhor, e adicione nesta “receita” a usabilidade do site, pois deve ser fácil para o usuário, estimulando a navegabilidade.Sendo assim, concluímos que toda empresa deve ficar atenta ao UI do site ou app, pois isso fortalece a marca e o usuário enxerga valor quando a empresa se preocupa com a parte visual do produto.O que é UI e UX? Seria a mesma coisa?Com a explosão de UX Design, é muito comum as pessoas falarem que UX Design são as “telinhas bonitinhas” dos sites e apps, mas User Experience é apenas uma parte do projeto por trás do visor.Em uma breve explicação, UX design está mais ligado a parte estratégica do negócio, a equipe de UX realiza pesquisas com usuários para saber a necessidade deles, trabalha com personas com base no público-alvo, entre outras demandas.Já o UI design faz essa ponte entre o usuário e o negócio, quanto mais essa ponte está bem construída, mais o usuário vai ficar satisfeito. É importante que as empresas comecem a dar importância ao visual do seu produto para ter uma marca de sucesso.E por que UX e UI andam juntos?Quando uma equipe de arquitetos recebe um projeto de uma casa, eles precisam de engenheiros para que o projeto saia o mais perfeito possível, correto? Inclusive no curso de UX Design aqui da escola, ensinamos a base de ambos porque é fundamental para qualquer profissional da área.Agora imagine se um arquiteto começar o projeto sem a sustentação das paredes ou planta do projeto. Fica uma casa super estranha e eles teriam um prejuízo, pois o cliente reclamaria e teriam que refazer muitas coisas.Com UX e UI é a mesma coisa, imagine que UX é o engenheiro e UI é o arquiteto, ambos têm que conversar a todo momento. Imagine que UX faz as pesquisas e passa as informações ao UI para que o produto saia de forma coerente.  É comum pessoas que não sabem muito sobre Experiência do Usuário começarem a desenhar a interface sem saber exatamente o que o usuário precisa, e quando vai para o teste de usabilidade, acabam falhando. Pois é, aí resta ficar na tentativa e erro, até acertar o que o usuário quer.Para as empresas, é importante que o UI Designer tenha breves conhecimentos sobre UX, para que o andamento do projeto possa ser muito consistente.Leia mais no blog DH:+ UX Writing: o que é e 5 dicas para ingressar na carreira+ UX e usabilidade: entenda a relação entre eles+ UX Design é uma das profissões mais procuradas e os dados comprovam

Escola de programação: cursos para desenvolver sua carreira img
#Tecnologia

Escola de programação: cursos para desenvolver sua carreira

A escola de programação é um centro de tecnologia que desenvolve aplicações e usabilidades que estão presentes no dia a dia de todos. Repare que para qualquer lugar que olhamos, sempre há alguma coisa que envolve programação. O seu celular é um exemplo disso!Em paralelo, cada vez mais aumenta o número de profissões, o mercado de trabalho torna-se mais aquecido e se você é uma pessoa que busca estar por dentro das profissões do futuro, deve saber que uma escola de tecnologia é uma ótima alternativa para garantir o seu sucesso.No exterior, o cenário também é o mesmo: muitas empresas procurando pessoas qualificadas, tendo em vista que a oferta de programadores capacitados é escassa. Ou seja, os profissionais que dominam as linguagens de programação possuem grandes chances de conseguir oportunidades dentro ou fora do Brasil.Por isso, te explicaremos com mais detalhes como está o panorama de mercado da área e como funciona uma escola de programação. Continue acompanhando e prepare-se para ingressar em um mundo cheio de possibilidades e soluções!O que é uma escola de programação?As escolas de programação são centros de ensino que visam à formação de profissionais que saibam codificar, solucionando problemas de clientes ou outras empresas, além de automatizar determinadas tarefas.Sendo assim, em uma boa escola, é importante que o aluno aprenda as principais linguagens de programação, como HTML, CSS, JavaScript, NodeJS e domine o que chamamos de lógica de programação.Em outras palavras, é a maneira de se estruturar um processo de aplicação, com base em seus principais objetivos. Ao realizar essa estrutura, o programador também determina a melhor linguagem a ser utilizada no trabalho.Geralmente, uma escola de programação oferece cursos que formam profissionais aptos a lidar com os desafios nas diferentes etapas de desenvolvimento em menos de 1 ano, a exemplo da Digital House.3 cursos que você pode fazer em uma escola de programaçãoSe você possui interesse em aprender tecnologia ou é um marinheiro de primeira viagem, confira abaixo 3 cursos que você pode fazer em uma escola de programação:Desenvolvimento Web Full Stack:Neste curso de programação, o aluno aprende como criar sites e sistemas web, usando diversas linguagens de programação, como HTML, CSS, Javascript, entre muitos outros.Na área de TI, é uma função muito requisitada no mercado de trabalho, pois o profissional full stack tem a capacidade de atuar como um especialista em ambas as pontas do desenvolvimento: front-end e back-end. Atualmente, há muitos profissionais especializados em uma das duas frentes e no dia a dia das empresas, situações em que é a interação entre essas duas áreas é muito frequente. Sendo assim, o full stack é um grande diferencial dentro das empresas.Desenvolvimento Mobile AndroidAtualmente, é muito difícil achar uma pessoa que não tenha um celular, pois a variedade de funcionalidades do aparelho é extensa, desde o entretenimento até serviços essenciais, como pagamento de contas.Neste contexto, ao realizar este curso de Android Kotlin, o aluno aprende a desenvolver esses aplicativos para um sistema específico, o Android.Desenvolvimento Mobile iOSEm um curso específico para iOS, o aluno desenvolve o entendimento pleno do programa App Development with Swift, que faz parte da iniciativa Everyone Can Code, da Apple.Ao longo da jornada a pessoa deve aprender sobre introdução ao iOS, programação orientada a objetos, interfaces, arquitetura, APIs e outras habilidades fundamentais para a construção de um aplicativo.Na Digital House, as turmas ainda desenvolvem soft skills, como aprender a trabalhar em equipe, e realizam projetos utilizando metodologia agile.Mercado de trabalho de TI: oportunidade!Sabendo dessas grandes oportunidades e antes de embarcar em uma escola de programação, é importante entender com mais detalhes o mercado de trabalho de TI: oportunidade ou não?De acordo com uma pesquisa realizada pela Catho, no estado de São Paulo, as vagas no setor de tecnologia tiveram um crescimento de 671% no ano de 2020. Com isso, não podemos negar que a programação é uma área promissora para o mercado de trabalho.E para animar mais e consolidar o interesse, o cenário financeiro também se mostra bom para quem busca estabilidade. O salário médio de um desenvolvedor pode variar de R$4.000.00 a R$9.250,00, de acordo com o Guia Salarial 2021, da Robert Half.Se você possui interesse em iniciar numa escola de programação, é importante saber que o processo de aprendizagem das linguagens de programação funciona da mesma forma que aprender um novo idioma. O estudo constante, a dedicação e a prática são necessários, mas qualquer pessoa pode e consegue aprender!Não deixe de conferir também o material que produzimos sobre as 8 linguagens de programação mais faladas no mundo da programação, o guia que vai te ajudar a escolher sua jornada dentro dos códigos de um jeito mais fácil e vantajoso. Vamos nessa?Leia mais no blog DH:+ Aprenda como criar um aplicativo para celular em 6 etapas+ Área da tecnologia: É preciso uma faculdade para ser programador?+Curso Node.js: o que se aprende e quais são as vantagens