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SXSW 2021 Edu: 2º dia fala sobre inteligência artificial na educação e lifelong learning

SXSW 2021 Edu: 2º dia fala sobre inteligência artificial na educação e lifelong learning
#UX
#Marketing
#Tecnologia
#Dados
11 de março - min de leitura

Se no primeiro dia muito se falou sobre soft skills, neste encontro o tema foi tecnologia e os benefícios de IA dentro do segmento da educação. Além disso, trago curiosidades sobre idiomas para vocês.


O SXSW Edu ainda está acontecendo, e depois do meu primeiro resumo sobre a abertura do festival, compartilho com vocês minhas reflexões e opinião sobre o segundo dia.

Neste 10 de março, a agenda reuniu Edtechs e grupos de pesquisa para comentar sobre o futuro da educação e as percepções do mercado profissional. Vamos nessa? Tenho uma lista de informações instigantes para compartilhar.

Painel: Como projetar uma EdTech sem preconceitos

Participantes convidados para o bate-papo:

  • Patricia Scanlon - Founder & CEO - SoapBox Labs

  • Nicol Turner-Lee - Director, The Center for Technology Innovation (CTI) - The Brookings Institution

  • Vic Vuchic - Chief Innovation Officer & Executive Director of the Learner Variability Project - Digital Promise

O painel começou apresentando algumas oportunidades de inteligência artificial na educação. Um dos exemplos é o reconhecimento de fala para criar sistemas que ajudam a criança a ler, corrigir pronúncias, avaliar pontos fortes e fracos e recomendar atividades. 

A ideia não seria substituir o professor, mas permitir uma individualização sem necessidade do professor sentar do lado de cada criança, o professor pode intervir onde for mais necessário e a IA não consegue cobrir, porque um sistema por enquanto não consegue cobrir todos os problemas e soluções possíveis.

Além disso, um sistema pode ficar por horas acompanhando a criança em seus estudos e ajudando-a a direcionar seu tempo e energia onde ela mais precisa. Seria um substituto do livro de atividades que depende da auto-avaliação das crianças ou pais para definir a rotina de estudos.

painel sobre educação no sxsw 2021 edu

Outra vantagem desses sistemas seriam oferecer diferentes formatos e jornadas dependendo da facilidade de aprendizado de cada criança, ela poderia escolher entre games, histórias, imersões 3D ou até entre formatos clássicos como texto, voz, imagens, vídeos. Conforme a criança tem melhor desempenho em uma técnica o sistema vai aprendendo como ensiná-la melhor.

Os maiores problemas em todas essas soluções é que ainda temos 2 grandes dificuldades ao distribuir a tecnologia:

  1. O acesso em si - nem todo mundo tem conexão à internet e equipamentos adequados.

  2. A fluência em tecnologia - não adianta distribuir ferramentas sem que as crianças e/ou pais entendam como usar aquela tecnologia de forma eficiente.

Porém, se resolvermos esses problemas, alguns estudos com cerca de 100 crianças em famílias de baixa renda tiveram cerca de 93% de melhoria na fluência do inglês. 

Podemos melhorar muito o aprendizado se pensarmos que a infraestrutura necessária para educação vai além das salas de aula.

painel sobre educação no sxsw 2021

Outro problema na forma como esses sistemas funcionam hoje é porque eles são treinados e testados em pessoas de uma determinada idade, gênero, região geográfica, etc. E quando são colocados em produção eles não reconhecem corretamente a voz de diferentes pessoas que falam de forma diferente dos dados usados para treinar essas inteligências artificiais.

painel sobre educação no segundo dia do sxsw 2021 edu

No atual formato um sistema de ensino que não entende a criança poderia dizer que ela está errada quando está certa simplesmente por não compreendê-la.

Por outro lado, se corrigirmos esse modelos a tecnologia pode funcionar melhor do que as pessoas, porque um sistema não enxerga o gênero, cor da pele ou classe social do aluno. 

Uma possível solução seria uma joint venture entre empresas para compartilhar datasets buscando ter mais diversidade e consequentemente mais precisão. Não é preciso compartilhar algoritmos, cada uma manteria sua proposta de valor.

O problema é que muitas vezes o dataset é visto como uma vantagem competitiva, quando na verdade, no atual momento, os dados organizados isoladamente têm sido a real razão de não termos sistemas eficientes em diversas áreas.

Painel: Múltiplos caminhos futuros - expandindo a percepção dos alunos

Participantes convidados para o bate-papo:

  • David Shapiro - CEO - MENTOR: The National Mentoring Partnership

  • Shaun McAlmont - President Of Career Learning Solutions - Stride, Inc. (Formerly K12)

  • Julia Freeland Fisher - Director of Education - Clayton Christensen Institute

  • Sabari Raja - Co-Founder & CEO - Nepris Inc

  • Jean Eddy - Pres & CEO - American Student Assistance

momento de apresentação no painel do sxsw edu 2021

O painel começa com cada participante falando das suas origens e uma primeira fala se destaca: Sabari, que nasceu numa área rural, só seguiu o caminho do empreendedorismo por conta do seu tio que era bem sucedido no ramo de tecnologia e serviu de inspiração, e isso leva a uma reflexão onde relacionamentos muitas vezes importam mais do que diplomas.

David faz um parênteses na discussão mostrando que, aquilo que medimos depende da régua que usamos, se escolhemos medir por diplomas o mercado cria rankings de universidades, se medidos por relacionamentos criamos rankings de conexões e comenta sobre a forma como o estudo é avaliado: através de testes.

O problema com os testes é que nem sempre eles representam o desafio do mundo real, mas uma vez que professor e aluno são medidos por essa régua eles se tornam muito bons em preparar pessoas para os testes e fazer os testes.

Então, se queremos que a escola promova mais relacionamentos, se entendemos que relacionamentos são importantes, precisamos começar a medir a escola também pelas conexões que os alunos criam. Não é sobre acabar com os testes, mas repensar a importância de outros elementos na formação do aluno para a vida.

Nepris é uma plataforma que conecta alunos com profissionais do mercado, basicamente Sabari está dando a oportunidade de todo mundo encontrar alguém para inspirar sobre a carreira, assim como seu tio fez com ela no passado.

Shaun explica que usa a plataforma da Nepris na Stride e além das conexões com o mercado vê a importância do aprendizado por projetos, que não é apenas um modelo de avaliação melhor do que testes, mas também dá ao aluno uma experiência mais próxima ao mercado, e permite que ele faça melhores escolhas sobre sua futura profissão. E não é apenas para alunos no colégio, quando mais cedo eles têm experiências profissionais, mais opções se desenham na cabeça do aluno para o seu futuro.

A ideia de plataformas como a Nepris, não é substituir o mentorado tradicional, muitas vezes desempenhado pelo professor. Ter um mentor é uma conexão mais profunda e difícil de escalar, dar acessos em escala num primeiro momento apresenta mais opções para o aluno que depois pode se aprofundar.

Ou seja, no final não é sobre substituir os modelos de avaliação e desenvolvimento de carreira, é sobre ter mais opções para cobrir as oportunidades que estão cada vez mais complexas e diversificadas. Somente conhecendo o que acontece no mundo podemos influenciar as novas gerações a se prepararem para esse mundo e mitigar futuros gaps entre formação e mercado de trabalho.

6 coisas que você não sabia sobre idiomas

Essa foi uma palestra bem divertida, eram 10 coisas, mas eu não "traduzi tudo". Vou destacar alguns aprendizados interessantes e deixar o link do YouTube para quem quiser assistir na íntegra.

E se você tiver dificuldades de aceitar algum desses tópicos vale lembrar que a palestrante, Emily Sabo, é Phd em linguística ;)

  • Existem aproximadamente 7 mil idiomas no mundo, mas infelizmente 1 desaparece a cada 2 semanas porque não são transmitidos para novas gerações ou a cultura a qual pertence aquele idioma é assimilado por outra cultura.

  • A linguagem de sinais não representa necessariamente uma mímica da palavra, algumas palavras são completamente diferentes e existe uma linguagem de sinais diferente para cada idioma. Já prestou atenção que LIBRAS significa Linguagem Brasileira de Sinais?

  • Todo idioma permite expressar qualquer tipo de ideia, o que acontece é que em alguns idiomas existe uma palavra única, mas em outro idioma, usando mais palavras, é possível expressar a mesma ideia.

  • Através da voz é possível deduzir, com algum grau de precisão, a idade, gênero, raça, orientação sexual, altura e nacionalidade. Confesso que fiquei muito surpreso aqui, principalmente sobre a questão da altura, ela não entrou em detalhes, mas comentou que é legal saber que parte da nossa identidade vive na nossa voz.

sxsw 2021 edu acontecendo virtualmente

  • O idioma que você fala pode moldar a forma como você pensa. Existem idiomas por exemplo, como o quéchua (falado na época do império inca e até hoje por pessoas no Peru, Bolívia e Equador) que na "conjugação da palavra" é inserida a informação se você tem certeza de algo ou apenas ouviu falar, ou seja, quem fala quéchua tem de pensar na origem da informação que vai passar adiante. Fiquei pensando que deveria ter isso em mais idiomas, ia resolver o problema das fake news.

  • O rosto da pessoa muda como você percebe a voz. Isso pode atrapalhar a leitura labial ou inserir um sotaque onde não existe. Fizeram um experimento mostrando o mesmo áudio de uma aula para 2 grupos, para um dos grupos falaram que o professor era japonês, esse segundo grupo reclamou do sotaque, mas o áudio não era de um japonês e não tinha sotaque!

Top 10 Things You Didn’t Know About Language | Mango Languages 

Painel: Upskilling para o futuro

Participantes convidados para o bate-papo: 

  • Ryan Stowers - Executive Director - Charles Koch Foundation

  • Josh Jarrett - Executive Chair - SkillUp Coalition

  • Nitzan Pelman - Founder/Co-Founder - Climb Hire

O adolescente de 18 anos de hoje provavelmente vai viver 100 anos, e muitos acreditam que a primeira pessoa a viver 150 anos já deve ter nascido.

Com essa perspectiva em mente, Josh aponta que 4 anos de estudo não vão resolver a vida profissional desse jovem até o final de sua vida produtiva..

É preciso pensar em outros formatos e conteúdos, pois a pessoa vai voltar várias vezes pra escola, o tão falando lifelong learning, e ela precisa aprender skills técnicas para aprimorar sua vida em alguns sentidos nem sempre diretamente relacionados a uma nova profissão por exemplo: finanças e projetos.

painel sobre educação no sxsw 2021

Além disso a pessoa que vai passar por uma experiência de upskilling precisa de outros suportes, muitas vezes ele não teve acesso a uma formação tradicional aos 30, e dificilmente ele vai conseguir essa formação por não se sentir parte da comunidade de estudantes universitários majoritariamente na casa dos 18~20 anos.

E quando falamos das profissões mais novas, que geralmente pedem um reskilling (transição de carreira) existem ainda outras questões que fazem os alunos se sentirem deslocados pois faltam mulheres, negros e pessoas de baixa renda de uma forma geral na sala de aula.

Aqui um parênteses, já passamos por situações similares na Digital House, principalmente nos programas de bolsas. O professor e os demais alunos não sabem quem é o bolsista, mas o bolsista se sente deslocado, é preciso um acompanhamento regular para entender como esse aluno está, às vezes uma simples conversa já ajuda, em outros casos pode ser necessário uma orientação psicológica.

Voltando ao painel, a necessidade de reskilling e upskilling cresceu absurdamente nesse último ano em função do crescimento do nível de automação no mercado. Os 5 anos de transformação digital que as empresas experimentaram em um único ano significam uma mudança agressiva na força de trabalho dessas empresas.

E Nitzan reforça que não basta ensinar as skills, é preciso reforçar a autoconfiança dessas pessoas através de uma mentoria de carreira e criar redes de contatos que permitam que elas tenham acesso aos empregos que dependem de indicação e não estão anunciados. 

Está gostando dos resumos? Então compartilhe com aqueles que também gostam de se manter antenados sobre o mundo da tecnologia. Amanhã volto com mais uma lista de insights do SXSW Edu 2021.

Leia mais no blog DH:

Qual a rotina de um profissional analista de dados?

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Curso de Data Science ou Analytics? Vem tirar as suas dúvidas

Outras notícias

 O que está em alta no mercado de trabalho?  img
#Carreira

O que está em alta no mercado de trabalho?

Estamos vivendo uma série de desafios, onde a economia, por exemplo, teve o PIB diminuído em 9,7% no segundo trimestre de 2020. Além disso, o mercado de trabalho também está sofrendo as consequências da crise, com o avanço da taxa de desemprego, que passa dos 14%, segundo o IBGE. Com o efeito deste números, vem a pergunta: o que está em alta no mercado? Ainda existe algum setor que valha a pena ser investido?Os efeitos da crise se espalharam em praticamente todos os setores, com impacto em diversas carreiras. Naturalmente, alguns campos sofreram menos do que outros e o mercado teve que se adaptar ao home office, por conta do isolamento social. No entanto, ainda no ano de 2020, algumas áreas passaram a ter indícios de recuperação e voltaram a operar de forma consistente e até impulsionada.Acompanhe este artigo e, além de entender o que está em alta no mercado, saiba quais são as principais tendências para quem busca ingressar em uma nova carreira e/ou quer estabilidade profissional e financeira.O que mais está em alta no mercado?Está mais do que claro. Ao pesquisar sobre o que está em alta no mercado, existe um setor que sempre predomina em qualquer previsão de tendência para o futuro: a tecnologia. Com a realidade pandêmica, as inovações e os processos digitais foram acelerados.O isolamento social alterou a forma das pessoas viverem. Com a população dentro de casa, todo mundo passou a buscar por entregas rápidas, delivery, entre outras opções. Embora tudo isso já existisse antes da pandemia, o período impulsionou a área, que agora está consolidada no mercado e é irreversível.A digitalização ocorreu em diversos setores e muitas empresas não estavam preparadas para isso. Sendo assim, cresceu  a demanda por profissionais como engenheiros de softwares, analistas de dados, marketing digital, linguagens de programação, para suprir as demandas criadas pelo novo comportamento da população. Conforme as empresas vão passando pelo processo de transformação digital para se manterem firmes no mercado, determinadas habilidades técnicas e competências se tornam mais necessárias.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas dentro das áreas do futuro que demandam habilidades digitais, em aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.Quais serão as tendências para os próximos anos no marketing?Não há dúvida. O marketing é uma das áreas que oferecem diversas profissões do futuro. Isso porque a atuação só vem aumentando e, para quem deseja ingressar nesse campo, o melhor momento de se preparar é agora!São muitas empresas existentes no mercado e, ao mesmo tempo, novas organizações, de diferentes portes, surgem constantemente. Isso faz com que haja mais competitividade e os gestores invistam em trabalhar sua imagem para o público, através das mídias digitais e a promoção de seus produtos e serviços.Neste cenário, o marketing digital é a atividade principal do ramo. De acordo com informações da Pesquisa Maturidade do Marketing Digital, desenvolvida pela parceria entre a Resultados Digitais, Mundo do Marketing, Rock Content e Vendas B2B, 94% dos entrevistados afirmaram usar o marketing digital como estratégia para crescer no mercado. E mais: 95% deles comentaram que as suas próprias estratégias ainda precisam de melhorias, abrindo mais demandas para novos profissionais que queiram ingressar na área.A internet é um dos recursos principais da Era Digital, onde a maior parte das pessoas troca informações e se comunica socialmente. Com isso, encontrar uma empresa sem site ou contas nas redes sociais, é praticamente impossível. Elas precisam promover o negócio e prospectar novos leads por meio dessas e outras ferramentas digitais.Este movimento das empresas para o ambiente online foi potencializado pela pandemia, onde até as organizações com pensamentos mais tradicionais entenderam a necessidade de aderir às estratégias digitais para se manterem firmes no mercado. Por isso, podemos concluir que o mercado de marketing está em um ótimo momento.A Digital House entende a importância da área e a sua tendência cada vez maior no mercado de trabalho. Confira as grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado e veja tudo o que você pode aprender, estudando em uma escola referência nas habilidades digitais da América Latina.Quais são as tendências para o futuro do software?Nos últimos anos, a área de desenvolvimento teve muitas mudanças. Novos dispositivos e modelos ditam formas de criar aplicativos e páginas web. A tendência é a tecnologia ficar cada vez mais próxima das pessoas, priorizando uma experiência do usuário cada vez melhor. Se você está questionando o que está em alta no mercado, esta também é uma ótima opção a ser considerada.Neste cenário, as empresas devem estar preparadas para flexibilizar suas rotinas, adotando as novas tendências de TI e no processo de construção das interfaces digitais, pensando em proporcionar o melhor ao cliente em seu resultado final.A computação em nuvem, por exemplo, permite que os desenvolvedores tenham seus processos mais flexíveis e integrados, não precisando necessariamente estar no ambiente de trabalho para elaborar uma ferramenta. Para isso, basta uma boa conexão com a internet para acessar seus frameworks e IDEs.Para a construção de interfaces, a área de User Experience (UX) é cada vez mais essencial. Desde descobrir as reais necessidades do público-alvo, aplicar um design responsivo, informações e conteúdos dispostos estrategicamente até a escolha certa das cores e imagens fazem parte de todo esse processo.Independentemente de qual meio de comunicação ou área, quando o assunto é tecnologia e habilidades digitais, as notícias sempre são sobre o crescimento constante do setor e as inúmeras oportunidades disponíveis no mercado.A Digital House tem consciência de todas essas tendências e oferece os cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para quem possui interesse na área de programação e o curso de Experiência do Usuário (UX) para os apaixonados em criar produtos e interfaces que oferecem a melhor interação para cada cliente.Principais tendências para a área de dadosJá ouviram falar que o dado é o novo petróleo da atualidade? Pois é, todos os dias, muitas informações são geradas no mundo online. Com isso, as empresas estão sempre buscando informações relevantes nesse infinito universo, para melhorar e otimizar suas demandas e tomar as melhores decisões.A área abarca carreiras mais generalistas, como o analista, que formula novos conceitos e identifica informações em comum entre diferentes informações, vindos de diversas origens, campos e assuntos, para orientar o planejamento das empresas.Ao mesmo tempo, há áreas mais específicas, como o cientista de dados, que precisa de um background maior em determinadas habilidades, como matemática, estatística, computação e o especialista em inteligência artificial, que manipula os diversos softwares que operam e aprendem novos recursos por conta própria.A área é relativamente nova. Porém, quando se pesquisa o que está em alta no mercado, não há dúvida de que ela está superaquecida. Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. Com pouca gente qualificada para muita oferta por parte das empresas, quem se interessa por este universo já está à frente da concorrência, considerando a alta possibilidade de alcançar sua estabilidade profissional e financeira.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) da DH. Eles preparam o aluno para lidar com os desafios do dia a dia da melhor maneira. Termine o curso com um portfólio completo, contando também com o projeto integrador para se colocar no mercado de trabalho.Nós acreditamos que a educação profissional deve estar sempre aliada com o desenvolvimento pessoal. Temos um departamento de carreiras que oferece cursos complementares, palestras, plantão de dúvidas e apoio na transição de carreira e novas oportunidades aos alunos. Nossos dados confirmam que a Digital House tem 95% de empregabilidade dos alunos.Se você gostou deste artigo, baixe também o nosso mapa de carreiras digitais, e veja quais são as áreas e profissões que estão em alta, além de como é a jornada profissional, os panoramas de mercado e o salário médio de cada uma.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira