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SXSW 2021 Edu: 1º dia tem Oprah Winfrey, Forbes, IBM e discussões sobre soft skills do futuro

SXSW 2021 Edu: 1º dia tem Oprah Winfrey, Forbes, IBM e discussões sobre soft skills do futuro
#Marketing
#Carreira
#Tecnologia
#Dados
10 de março - min de leitura

O SXSW 2021 Edu está acontecendo de 9 a 11 de março no ambiente virtual e você acompanha os principais insights aqui no blog DH. Veja o que rolou no primeiro dia através do resumo (e reflexões) de Edney Souza.


O SXSW, que é um dos maiores festivais de inovação e criatividade do mundo, acontece na cidade de Austin, capital do Texas nos Estados Unidos, e possui 4 grandes temas: Música, Cinema, Interatividade e Educação. 

O SXSW Edu começou no dia 9/março, antes dos demais conteúdos (que neste ano se iniciam em 16/março). Por aqui quem fala é o Edney Souza, Diretor Acadêmico da DH, e nos próximos dias vou fazer um resumo do que estou acompanhando e compartilhando com vocês algumas das minhas descobertas.

Frequento o evento desde 2011, essa é a minha 6ª edição do SXSW, sendo a 1ª online. Se não fosse a pandemia, eu estaria em Austin nesse momento, felizmente o evento está acontecendo de forma online e posso acompanhar mesmo estando longe! Esta edição tem diversos painéis e palestras sobre como reagir durante e depois da pandemia, além das novidades tecnológicas que continuaram surgindo no mundo.

A cada dia vou publicar um resumo das palestras mais interessantes, essas foram as que me chamaram mais atenção no 1º dia, amanhã volto com mais conteúdo pra vocês.

Keynote de abertura: Oprah Winfrey & Dr. Bruce Perry in Conversation 

O Dr. Bruce Perry é psiquiatra, membro sênior da Academia de Trauma da Criança em Houston, Texas, e professor na Feinberg School of Medicine em Chicago, Illinois. Oprah, apesar de dispensar apresentações, gostaria de enfatizar que também é psicóloga, além de apresentadora, jornalista, atriz, empresária, repórter, produtora, editora e escritora.

Oprah e Bruce são co-autores do livro: What Happened To You, onde explicam como o nosso cérebro pode ser afetado biologicamente e não apenas psicologicamente durante eventos traumáticos.

oprah winfrey no evento sxsw 2021

No começo da abertura, eles começam deixando claro que traumas não são apenas grandes eventos como incêndios, enchentes, furacões ou violência física, atos repetidos de discriminação no dia-a-dia podem gerar traumas.

Seja por um grande impacto ou repetidos impactos que acabam se somando, nosso sistema mental responsável por nos defender do estresse é ativado, viver sob constante estresse acaba por levar a doenças como hipertensão, diabetes e asma.

Além disso, os gatilhos que ativam nosso sistema de resposta ao estresse acabam por fechar nosso córtex cerebral, tornando o aprendizado quase impossível

Para ensinar alguém que esteja nessa situação de estresse é necessário em primeiro lugar "regular" a pessoa de volta as respostas normais, falando da pandemia do COVID-19 será necessário um tempo de interação social com jogos e brincadeiras para tirar os alunos do estado de estresse e prepará-los novamente para o aprendizado com o córtex cerebral "reaberto".

Daí vem o título do livro, que numa tradução livre seria "O que aconteceu com você?", nem sempre uma resposta agressiva ou exagerada de uma pessoa tem relação com o que está acontecendo naquele momento, mas sim com um trauma anterior, que pode ser uma série de micro agressões acontecendo repetidas vezes.

Fiquei pensando se no final das contas várias "dicas" que conhecemos como "auto-ajuda" não tem relação biológica com partes do nosso cérebro que ainda não compreendemos.

O conteúdo acabou me surpreendendo e me fez pensar muito em nossos alunos que apesar de estarem estudando remotamente conosco estão enfrentando todo o tipo de problemas em sua vida presencial. 

Fiquei pensando também na minha filha, e quão importante será a volta do convívio social para regular seu aprendizado antes de efetivamente tentar recuperar o tempo perdido.

Ficou a vontade de comprar o livro e me aprofundar no assunto, porém o livro só estará disponível em 27 de abril, mas serviu para começar o evento mais animado.

Painel: Aceitando que um diploma não é uma panaceia

Participantes convidados para o bate-papo:

  • Anant Agarwal - Founder and CEO - edX

  • Annabel Cellini - Chief Strategy Officer - American Student Assistance

  • Ryan Craig - Managing Director - Student Achievement Partners

  • Michael Horn - Columnist - Forbes

Panaceia é um termo utilizado para descrever um remédio que possa curar todos os males. Assim como um único medicamento não pode tratar todas as doenças, um diploma universitário não soluciona todas as necessidades profissionais do mercado atual.

painel sobre educação do evento sxsw 2021

Muitas das discussões aqui apresentadas começam com o argumento de que o sistema educacional tradicional é inacessível em função do custo e o mercado começou a criar alternativas à faculdade que acabaram sendo vistas de forma pejorativa na sociedade.

Durante parte do painel eles desconstruíram esse argumento explicando que a universidade continua preparando o aluno em habilidades cognitivas como pensamento crítico e resolução de problemas. O problema é que o mercado de trabalho mudou, antes o empregador contratava um estudante universitário porque "essa pessoa tem a base que precisamos para aprender esse trabalho", agora o mercado profissional precisa de alguém que seja produtivo desde o 1º dia

Ou seja, as alternativas à universidade não são piores do que a universidade, mas sim um complemento que prepara o aluno para as necessidades profissionais do mundo moderno.

Uma alternativa apresentada foram os micro-bacharelados, onde o estudante pode estudar algumas matérias em separado, começar a trabalhar e ir estudando mais matérias conforme sua necessidade profissional. Em um dado momento no futuro ele pode somar os créditos de todos esses micro-bacharelados e obter um diploma de bacharel.

Outra questão discutida é a visão de que, para quem não fizer uma faculdade só vai restar trabalhos manuais, o que não é verdade. Existem uma série de trabalhos em tecnologia que precisam de habilidades e conhecimentos que não são ensinados na universidade, ou seja, existem ótimos empregos por aí que o diploma universitário não vai lhe dar acesso.

Outra perspectiva apresentada é a do aluno, que ao terminar o colégio se vê obrigado a decidir que curso e em que universidade vai estudar, quando na verdade existem mais opções como os bootcamps, micro-bacharelados e outros treinamentos técnicos que podem levar a outras opções de carreira e diferentes investimentos do seu tempo e dinheiro.

Essa decisão vai além de conhecer as oportunidades de mercado, ela também passa por uma reflexão pessoal do aluno que não é incentivada / desenvolvida. Questões como: "o que eu gosto de fazer?", "o que me deixa motivado", "quais são minhas forças e fraquezas", "quais são as coisas que eu não quero fazer com certeza", nunca são feitas ou são feitas, mas sem dar o aluno a experiência necessária para respondê-las adequadamente. Muitas vezes o aluno decide baseado em alguém que ele conhece na sua vida pessoal, sem a escola fazer parte dessa jornada.

Outra reflexão feita no final é que os empregadores precisam mudar os processos seletivos na exigência desnecessária do diploma universitário para funções que exigem conhecimentos que não são ensinados na universidade. Ou seja, muitas empresas têm dificuldade em contratar profissionais de tecnologia porque estão procurando no lugar errado.

Inclusive as empresas podem ser mais uma outra alternativa nesse aconselhamento de carreira, muitas possuem em seus quadros muitos profissionais que não executam trabalhos técnicos e poderiam ser direcionados pela empresa para se desenvolverem em conhecimentos que ela precisa para crescer e permitir que esses funcionários façam uma movimentação lateral dentro da empresa.

Em resumo, o que funcionou nos últimos 50 anos em termos de carreira e formação já não está funcionando bem hoje e deve mudar ainda mais nos próximos anos, principalmente com a transformação digital acelerada pela pandemia.

Painel: Além do Blended -: Cruzando fronteiras para transformar

Participantes convidados para o bate-papo:

  • Frank Uffen - Director of PartnershipsThe Student Hotel

  • Marco Van Hout - Creative Director/ Co-founderDigital Society School

  • Sabine de Zeeuw - Growth For Good Project Lead | Talent Program Development ManagerGrowth Tribe

Uma reflexão bem interessante desse painel é como precisamos criar um espaço de aprendizado global para avançarmos como humanidade. Historicamente, conforme o ser humano migrava pelo globo ele levava conhecimento com ele, quando colocamos fronteiras muito desse conhecimento ficou preso dentro dos países.

Um exemplo interessante de colaboração internacional foram as pesquisas sobre a COVID-19, apesar de muito conhecimento sobre as vacinas serem segredo industrial, muitos dos estudos foram compartilhados e o aprendizado permitiu a criação de diversas vacinas em tempo recorde.

Além disso, os painelistas discutiram sobre como seria o mundo do aprendizado ideal no pós-pandemia.

painel sobre tecnologia no sxsw 2021

O ensino online para adultos mostrou que uma série de ferramentas podem tornar a experiência do aprendizado no ambiente digital muito interessante (assim como fazemos na Digital House) mas ainda falta a troca social com as pessoas. 

No aprendizado online, conhecer pessoas novas depende de um esforço extra, você acaba tendo contato apenas com o professor ou com um número reduzido de pessoas nas dinâmicas de grupo.

No mundo ideal, na visão dos painelistas, o futuro será do ensino híbrido, onde pegamos as melhores práticas online descobertas antes e durante a pandemia e misturamos com tudo que sentimos falta do presencial e não foi incorporado adequadamente. O resultado deve ser experiências mais intensas e trocas mais prazerosas aliado ao aprendizado.

Painel: Contratação baseada em skills -: mudança de paradigma para educadores

Participantes convidados para o bate-papo:

  • Carlos Moreno - Co-Executive Director - Big Picture Learning

  • Grace Suh - Vice President, Education, Corporate Social Responsibility - IBM Corporation

  • Jake Hirsch-Allen - North America Workforce Development And Higher Ed System Lead - LinkedIn

  • Pat Leonard - Vice President, Strategic Partner And Business Development - Credly

  • Julie Lammers - VP Consumer Advocacy & Govt Rel - American Student Assistance

  • Michael Rubin - Principal - Uxbridge High School

O painel começa detalhando como as contratações evoluíram nas empresas, um anúncio de vaga de trabalho costumava ter apenas skills técnicas (ou hard skills) necessárias para desempenhar a função, agora os empregadores têm detalhado as skills humanas (ou soft skills) que eles procuram.

Esse é um movimento que pode ser notado principalmente em grandes empresas como Microsoft, IBM e Amazon e em função do valor que traz para as empresas provavelmente deve se tornar o novo padrão de contratação não somente para as grandes empresas, mas até para as pequenas e médias.

painel sobre contratação no evento sxsw education 2021

Outra reflexão importante aqui é como promover a educação adequada (que inclui hard e soft skills) para pessoas de diferentes culturas. O sistema atual favorece as pessoas de classes sociais mais privilegiadas, e quando todos essas pessoas de mesma origem chegam na empresa, falta uma diversidade de pensamentos e ideias que atrapalha a empresa em ser criativa e inovadora de uma forma que se conecte com toda sociedade. A empresa precisa ter um ambiente diverso para favorecer a diversidade de ideias, as empresas têm começado a reconhecer isso, porém o sistema educacional ainda não entrega esses estudantes diversos.

Fornecer estudantes diversos, com as skills humanas necessárias para as empresas da atualidade vai exigir um redesenho da admissão no sistema educacional e da forma de ensinar, porque você não ensina colaboração colocando uma disciplina "Colaboração", você precisa criar atividades colaborativas e orientar os alunos nessas atividades sobre sua postura, ou seja, é preciso redesenhar a forma como todas as disciplinas são lecionadas para incluir atividades que desenvolvam as soft skills.

Por hoje é só! Até amanhã! :)

Leia mais no blog DH:

+ Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?

De olho no novo consumidor Digital First

Inovação: como reinventar a minha empresa?

Outras notícias

 O que está em alta no mercado de trabalho?  img
#Carreira

O que está em alta no mercado de trabalho?

Estamos vivendo uma série de desafios, onde a economia, por exemplo, teve o PIB diminuído em 9,7% no segundo trimestre de 2020. Além disso, o mercado de trabalho também está sofrendo as consequências da crise, com o avanço da taxa de desemprego, que passa dos 14%, segundo o IBGE. Com o efeito deste números, vem a pergunta: o que está em alta no mercado? Ainda existe algum setor que valha a pena ser investido?Os efeitos da crise se espalharam em praticamente todos os setores, com impacto em diversas carreiras. Naturalmente, alguns campos sofreram menos do que outros e o mercado teve que se adaptar ao home office, por conta do isolamento social. No entanto, ainda no ano de 2020, algumas áreas passaram a ter indícios de recuperação e voltaram a operar de forma consistente e até impulsionada.Acompanhe este artigo e, além de entender o que está em alta no mercado, saiba quais são as principais tendências para quem busca ingressar em uma nova carreira e/ou quer estabilidade profissional e financeira.O que mais está em alta no mercado?Está mais do que claro. Ao pesquisar sobre o que está em alta no mercado, existe um setor que sempre predomina em qualquer previsão de tendência para o futuro: a tecnologia. Com a realidade pandêmica, as inovações e os processos digitais foram acelerados.O isolamento social alterou a forma das pessoas viverem. Com a população dentro de casa, todo mundo passou a buscar por entregas rápidas, delivery, entre outras opções. Embora tudo isso já existisse antes da pandemia, o período impulsionou a área, que agora está consolidada no mercado e é irreversível.A digitalização ocorreu em diversos setores e muitas empresas não estavam preparadas para isso. Sendo assim, cresceu  a demanda por profissionais como engenheiros de softwares, analistas de dados, marketing digital, linguagens de programação, para suprir as demandas criadas pelo novo comportamento da população. Conforme as empresas vão passando pelo processo de transformação digital para se manterem firmes no mercado, determinadas habilidades técnicas e competências se tornam mais necessárias.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas dentro das áreas do futuro que demandam habilidades digitais, em aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.Quais serão as tendências para os próximos anos no marketing?Não há dúvida. O marketing é uma das áreas que oferecem diversas profissões do futuro. Isso porque a atuação só vem aumentando e, para quem deseja ingressar nesse campo, o melhor momento de se preparar é agora!São muitas empresas existentes no mercado e, ao mesmo tempo, novas organizações, de diferentes portes, surgem constantemente. Isso faz com que haja mais competitividade e os gestores invistam em trabalhar sua imagem para o público, através das mídias digitais e a promoção de seus produtos e serviços.Neste cenário, o marketing digital é a atividade principal do ramo. De acordo com informações da Pesquisa Maturidade do Marketing Digital, desenvolvida pela parceria entre a Resultados Digitais, Mundo do Marketing, Rock Content e Vendas B2B, 94% dos entrevistados afirmaram usar o marketing digital como estratégia para crescer no mercado. E mais: 95% deles comentaram que as suas próprias estratégias ainda precisam de melhorias, abrindo mais demandas para novos profissionais que queiram ingressar na área.A internet é um dos recursos principais da Era Digital, onde a maior parte das pessoas troca informações e se comunica socialmente. Com isso, encontrar uma empresa sem site ou contas nas redes sociais, é praticamente impossível. Elas precisam promover o negócio e prospectar novos leads por meio dessas e outras ferramentas digitais.Este movimento das empresas para o ambiente online foi potencializado pela pandemia, onde até as organizações com pensamentos mais tradicionais entenderam a necessidade de aderir às estratégias digitais para se manterem firmes no mercado. Por isso, podemos concluir que o mercado de marketing está em um ótimo momento.A Digital House entende a importância da área e a sua tendência cada vez maior no mercado de trabalho. Confira as grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado e veja tudo o que você pode aprender, estudando em uma escola referência nas habilidades digitais da América Latina.Quais são as tendências para o futuro do software?Nos últimos anos, a área de desenvolvimento teve muitas mudanças. Novos dispositivos e modelos ditam formas de criar aplicativos e páginas web. A tendência é a tecnologia ficar cada vez mais próxima das pessoas, priorizando uma experiência do usuário cada vez melhor. Se você está questionando o que está em alta no mercado, esta também é uma ótima opção a ser considerada.Neste cenário, as empresas devem estar preparadas para flexibilizar suas rotinas, adotando as novas tendências de TI e no processo de construção das interfaces digitais, pensando em proporcionar o melhor ao cliente em seu resultado final.A computação em nuvem, por exemplo, permite que os desenvolvedores tenham seus processos mais flexíveis e integrados, não precisando necessariamente estar no ambiente de trabalho para elaborar uma ferramenta. Para isso, basta uma boa conexão com a internet para acessar seus frameworks e IDEs.Para a construção de interfaces, a área de User Experience (UX) é cada vez mais essencial. Desde descobrir as reais necessidades do público-alvo, aplicar um design responsivo, informações e conteúdos dispostos estrategicamente até a escolha certa das cores e imagens fazem parte de todo esse processo.Independentemente de qual meio de comunicação ou área, quando o assunto é tecnologia e habilidades digitais, as notícias sempre são sobre o crescimento constante do setor e as inúmeras oportunidades disponíveis no mercado.A Digital House tem consciência de todas essas tendências e oferece os cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para quem possui interesse na área de programação e o curso de Experiência do Usuário (UX) para os apaixonados em criar produtos e interfaces que oferecem a melhor interação para cada cliente.Principais tendências para a área de dadosJá ouviram falar que o dado é o novo petróleo da atualidade? Pois é, todos os dias, muitas informações são geradas no mundo online. Com isso, as empresas estão sempre buscando informações relevantes nesse infinito universo, para melhorar e otimizar suas demandas e tomar as melhores decisões.A área abarca carreiras mais generalistas, como o analista, que formula novos conceitos e identifica informações em comum entre diferentes informações, vindos de diversas origens, campos e assuntos, para orientar o planejamento das empresas.Ao mesmo tempo, há áreas mais específicas, como o cientista de dados, que precisa de um background maior em determinadas habilidades, como matemática, estatística, computação e o especialista em inteligência artificial, que manipula os diversos softwares que operam e aprendem novos recursos por conta própria.A área é relativamente nova. Porém, quando se pesquisa o que está em alta no mercado, não há dúvida de que ela está superaquecida. Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. Com pouca gente qualificada para muita oferta por parte das empresas, quem se interessa por este universo já está à frente da concorrência, considerando a alta possibilidade de alcançar sua estabilidade profissional e financeira.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) da DH. Eles preparam o aluno para lidar com os desafios do dia a dia da melhor maneira. Termine o curso com um portfólio completo, contando também com o projeto integrador para se colocar no mercado de trabalho.Nós acreditamos que a educação profissional deve estar sempre aliada com o desenvolvimento pessoal. Temos um departamento de carreiras que oferece cursos complementares, palestras, plantão de dúvidas e apoio na transição de carreira e novas oportunidades aos alunos. Nossos dados confirmam que a Digital House tem 95% de empregabilidade dos alunos.Se você gostou deste artigo, baixe também o nosso mapa de carreiras digitais, e veja quais são as áreas e profissões que estão em alta, além de como é a jornada profissional, os panoramas de mercado e o salário médio de cada uma.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira