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SXSW 2021: como criar experiências marcantes e conexão com o público

SXSW 2021: como criar experiências marcantes e conexão com o público
#UX
#Marketing
#Tecnologia
#Dados
22 de março - min de leitura

Os últimos momentos do SXSW 2021 reuniram discussões sobre o novo momento vivido por artistas, as diferentes maneiras de se conectar com os fãs, presença do futuro híbrido e a criação de experiências marcantes.


Como a tecnologia está modificando nossas experiências? A pandemia nos forçou a mudar e repensar a forma como nos divertimos, aprendemos, trabalhamos e convivemos uns com os outros. Com isso surgiram muitas oportunidades de criar novas experiências e melhorar experiências existentes, e este foi um dos pontos bastante discutido ao longo do SXSW 2021.

Este é o último conteúdo sobre o festival, mas você pode conferir o resumo do primeiro dia, segundo dia, e terceiro dia, se quiser. Para hoje, selecionei uma série de palestras sobre o futuro das experiências, desde festivais de música a uma nova forma de transporte.  

Vamos refletir sobre desenhar novas experiências usando tecnologia, design, arquitetura e sentidos.

Sem espectadores: multiversos virtuais criados pela comunidade

Vanessa Mathias - Co-Founder - White Rabbit

Kim Cook - Director, Creative Initiatives - Burning Man Project

Timothy Waldron - Courier Club

Génifère Legrand - Chief Creative Officer - C2 Montréal

Infodemia é um um grande aumento no volume de informações associadas a um assunto específico. Quando começou a pandemia os eventos presenciais foram suspensos e vivemos uma enxurrada de webinars e eventos online, não faltou informação, mas foi difícil lidar com esse novo fluxo.

Ainda sentimos muita falta dos eventos presenciais: falta de contato humano, networking, happy hours, conversas aleatórias fora das salas de conteúdo que muitas vezes fechavam negócios, permitiam trocar de emprego ou até encontrar um novo amor.

Vejamos como cada um desses festivais lidou com a transição para o digital:

Courier Club

Ao invés de cancelar a turnê, a banda Courier Club criou um festival no Minecraft chamado Block By Blockwest.

block by blockwest no sxsw 2021

Foram mais de 30 bandas, havia merchandising à venda e sessões de bate-papo com algumas bandas onde você perguntava num chat de texto e os músicos respondiam por voz.

Burning Man

Foi criada uma versão virtual da Black Rock City, a cidade temporária no meio do deserto deu espaço a uma cidade digital composta de múltiplos universos. Você podia navegar do seu computador, do celular, usando óculos de realidade virtual, etc.

novo conceito do burning man online no sxsw 2021

Era possível participar de várias experiências que incluíam jogos, chats, shows de música, exposições de arte, interagir com objetos 3D, criar seu acampamento virtual, etc.. Vale a pena ver o vídeo para entender um pouco mais.

C2  

Foi criada uma edição online com conteúdo ao vivo distribuído ao longo de 10 dias que também poderia ser acessada posteriormente.

A ideia de distribuir o conteúdo ao longo de mais dias (geralmente o evento acontece em 3 dias) vem do entendimento que, por não estar presente fisicamente, muitos participaram do evento em paralelo ao seu dia-a-dia com reuniões de trabalho e filhos em casa.

Dentro de uma plataforma online era possível interagir com participantes de qualquer lugar do mundo.

O futuro híbrido

Foi um consenso entre os participantes de que o futuro dos eventos deve ser híbrido.  A tecnologia ainda vai demorar muito tempo para trazer para o ambiente online os ganhos e vantagens de se encontrar presencialmente e talvez algumas dessas experiências nunca serão digitalizadas.

A dúvida é: como fazer isso?

Integrar a versão online com a presencial é o desafio sobre o qual todos estão debruçados no momento. Talvez soluções como Microsoft Mesh possam ajudar nesse sentido, mas ainda tem a questão do custo envolvido que não é acessível para todo participante, mesmo dos eventos voltados para um público com maior poder aquisitivo.

painel sobre realidade virtual no sxsw 2021

Pessoalmente passei por situações muito parecidas ao converter o FuTeCH Summit (antigo Social Media Week São Paulo) para o mundo digital e junto com meus amigos da Tambor (que organiza o evento em parceria comigo) percorremos os passos discutidos no painel:

É preciso decidir rapidamente e  dar um "salto de fé" -  Quando decidimos fazer o FuTeCH Summit online não tínhamos nenhuma certeza de que daria certo, mas acreditamos que, se planejássemos o máximo possível, a comunidade (participantes e patrocinadores), embarcaria conosco nessa jornada.

Buscar inspirações nos games - às vezes essa inspiração é muito mais simples do que criar um festival no Minecraft ou uma cidade virtual como os exemplos que vimos aqui. No FuTeCH Summit foram adotados canais de áudio (através do Discord, uma plataforma muito usada por gamers) onde os participantes podiam interagir entre si, com os palestrantes e os patrocinadores.

Encontre o que une sua comunidade - Decidir como seria o evento online partiu da premissa de que o que os participantes do FuTeCH Summit valorizavam principalmente 2 aspectos do evento: conteúdo e networking, então esse foi o nosso foco ao pensar em soluções digitais para nossa transição. 

O caminho para os artistas no futuro

Tim Westergren - Founder & CEO - Sessions (Founder of Lollapalooza)

Marc Geiger - Savelive (Ex CEO & Founder of Pandora)

Muitos artistas hoje contam com as plataformas digitais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, Snapchat, Spotify, SoundCloud, Tencent Music, etc..) para se relacionarem com o seu público. 

A vantagem dessas plataformas é que a "fricção" é baixa (os fãs já estão lá) e o custo é zero (artistas ganham seguidores naturalmente nessas plataformas ao contrário de empresas que na maioria das vezes precisam investir muito).

A desvantagem dessas plataformas é que os fãs não são seus, eles pertencem a plataforma. Aqui Tim traz uma reflexão: o músico não é expert em marketing, na maioria das vezes ele não sabe o que fazer se tivesse um banco de dados de fãs, ou seja, o esforço para o futuro não é sobre brigar com as plataformas, é sobre pensar de que outras maneiras você pode interagir com o seu fã e criar novas opções de monetização.

painel sobre o futuro das artistas e da música no sxsw 2021

A solução: criar novas experiências

Criar uma loja online hoje é fácil com plataformas como Shopify (ou Mercado Shops no Brasil por exemplo) onde ele pode vender todo tipo de merchandising (camisetas, bonés, canecas, discos de vinil, cartões autografados, etc.)

Abrir um canal de patrocínio no Patreon (ou Catarse Assinaturas no Brasil), em troca de alguns benefícios simples (uma newsletter, ter seu nome divulgado no site) até coisas mais exclusivas (bater um papo com o artista) é possível obter um apoio recorrente.

Licenciar suas músicas e imagem: muito além de permitir que sua música seja usada em filmes e séries, é possível vender o licenciamento  para Podcasts, Games ou ainda criar brinquedos, perfumes, acessórios, etc.. tudo com pagamento de royalties regulares ou mediante um grande investimento único.

O importante é pensar do ponto de vista dos fãs, e a partir daí pensar em categorias: produtos de comunicação, digitais, físicos, customizados, para imprimir em casa, etc...

O mais importante é ter a mente aberta e entender que o mundo da música vai continuar a se transformar frequentemente e essa mudança é liderada principalmente pelos fãs que querem consumir música de outras maneiras, não adianta querer brigar com as plataformas, elas estão atendendo as necessidades de um público.

Esqueça o medo: as táticas que os profissionais de marketing precisam agora

Nancy Harhut - Chief Creative Officer - HBT Marketing

Medo é um estímulo poderoso para o marketing, falar que a promoção vai acabar logo, que são as últimas unidades, isso provoca um medo de perder uma oportunidade, de ficar de fora de uma tendência da moda.

Em tempos de pandemia, usar medo como gatilho de vendas pode afastar seu cliente completamente de você. Nessa palestra Nancy deu algumas ideias de como usar outros motivadores para criar uma melhor experiência de compra para o seu consumidor, desde o consumo da sua propaganda até o checkout.

Faça seu cliente se sentir no controle

As pessoas adoram estar no controle, atualmente vivemos numa era onde perdemos parte do controle sobre nossas próprias vidas. Fomos forçados a mudar a forma como trabalhamos e nos divertimos.

- Dê opções aos seu cliente: 2 a 4 opções são suficientes, muitas opções podem tornar sua escolha difícil

- Diferentes tipos de produto, diferentes formas de pagamento

- Descreva de forma clara todo o processo de compra e vá sinalizando quais são os próximos passos

- Lembre-o a todo momento que ele pode devolver, desistir, para e continuar depois, etc...

Deixe sua propaganda fácil de entender

- Use números para gerenciar expectativas:

Números ímpares

10 ou múltiplos de 10

Use o numeral e não o número por extenso.

- Faça rimas: é mais fácil para o cérebro processar

- Evite fundos escuros sobre letras claras, ou uso exagerado de itálico

- Use nomes fáceis de pronunciar

- Use listas e subtítulos

- Compare o preço dos seus produtos com coisas do dia-a-dia (um cafezinho, uma cerveja, etc…)

Use prova social

- Elimine o medo de testar algo novo adicionando depoimentos de outros clientes felizes

- Mencione a quantidade de clientes que você tem: quanto mais pessoas usando mais novos compradores se sentem à vontade de comprar

- Adicione fotos de pessoas reais usando o produto ou serviço

- Mostre o que pessoas parecidas com seu consumidor estão fazendo

- Certifique de que os depoimentos, fotos, etc. são realistas se tudo parece muito bonito ou feliz demais não parece real, clientes céticos dão ótimas provas sociais

Quer mais dicas? Nancy oferece uma planilha que você pode baixar aqui.

Projetando a Experiência do Passageiro Hyperloop

Sara Luchian - Director Of Passenger Experience - Virgin Hyperloop

John Barratt  - Ceo - Teague

Jakob Lange - Partner - BIG - Bjarke Ingels Group

Joel Beckerman - Founder, Composer - Man Made Music

O Hyperloop é um meio de transporte onde cápsulas levitando por magnetismo se deslocam dentro de um tubo a vácuo, a velocidade possível é de 1220 km/h e um protótipo sul coreano já ultrapassou 1.000km/h

Apesar de ser um serviço completamente diferente dos produtos e serviços que entregamos no dia-a-dia, eu adorei a reflexão ao redor da criação e design.

Primeiro é preciso entender que todo o setor do transporte está passando por uma mudança agressiva nos próximos 20 anos. 

Montar carros elétricos é mais barato, o que vai levar em algum momento, assim que demanda e oferta forem equacionados, a veículos mais baratos (ou talvez até de graça), que gastam menos, são mais confortáveis e poluem menos. Alguns lugares do mundo já estão proibindo carros a combustão.

A aviação também está investindo em biocombustíveis, um dos grandes atrativos aqui são as cadeias de produção e fornecimento mais curtas e controláveis. A extração do petróleo, seu refino em combustível e o transporte, aliado às tensões político-econômicas  no mundo tornam a gasolina/querosene de aviação muito cara e instável como componente do custo. Ou seja, há a preocupação com a sustentabilidade não somente na questão poluente, mas na questão de independência financeira do setor.

Nesse cenário complexo está surgindo um novo modelo de transporte, que tem de vencer o ceticismo que novas invenções experimentam, a competitividade com a soluções existentes e todos os traumas relacionados a meios de transporte em geral.

transporte público hyperloop no sxsw 2021

As equipes de som (Man Made), design exterior (BIG) e interior (Teague) tem vários desafios para resolver:

Não  repetir os erros do passado: é muito fácil querer incorporar soluções já existentes dos trens, aviões, etc. Mas a realidade é que não gostamos de muitas coisas nesses meios de transporte, então porque não aproveitar a oportunidade para se reinventar?

Projetar um design realista: a experiência do Hyperloop não é para um mundo futurista. Há planos para lançar um trajeto reduzido em 2022 em Dubai, entre 2025 e 2030 na Índia.

Ser inclusivo: 15% da população mundial (segundo os painelistas), tem algum tipo de deficiência, somado a esse público tem os introvertidos, claustrofóbicos, neuro divergentes, etc.  Como fazer todos terem acesso e se sentirem confortáveis?

Pensar em toda a jornada: A viagem não começa no avião ou no aeroporto, começa ao sair de casa. A equipe do Hyperloop pensa na jornada desde a sua chegada ao complexo de embarque/desembarque, passando por compra de passagem, segurança, etc. É preciso diminuir a fricção em cada ponto.

Pensar nos detalhes: A luz natural na estação, a luz dentro da cabine indicando a hora do dia e dando a sensação de deslocamento, o som e o silêncio criando a sensação de mudança de ambiente. Tudo isso afeta as emoções e o conforto dos passageiros.

Novas tecnologias precisam ser convidativas e confortáveis, não importa se é um app, um eletrônico ou uma viagem num túnel de vácuo a 1000 km/h.

O que é paladar?

Jonathan McIntyre - CEO - Motif FoodWorks

Dominique Crenn - Chef - Atelier Crenn

Rachel Herz - Phd Professor - Brown University and Boston College

Ben Pook - Co-Founder - So Vegan

O paladar envolve uma combinação entre emoções, memórias, texturas, sabores, aromas e visão. É a forma como  o cérebro interpreta os 4 tipos de sabores  (salgado, azedo, doce, amargo) somados ao aroma.

Há uma parte do paladar que possui influência genética, algumas pessoas têm uma percepção mais aguçada (e acabam preferindo sabores menos intensos pois eles sentem muito), outras tem um paladar menos sensível (e preferem sabores mais fortes)  e há um grande público entre esses 2 extremos.

Outra parte do paladar é desenvolvido por influência cultural, depende do que te servem desde a sua infância. Essa parte pode ser continuamente ensinada ao longo da vida.

Um aspecto interessante da influência cultural é que ela era predominantemente geográfica, porém hoje com o mundo online você pode ter influências de qualquer lugar através da internet.

Comer envolve satisfazer nossas necessidades nutricionais, mas também envolve satisfazer nosso prazer. Comer é um dos maiores prazeres da humanidade.

painel sobre paladar no sxsw 2021

Um chef de cozinha é como um design de experiências que procura satisfazer tanto nosso prazer quanto necessidades nutricionais.

Para isso é possível trabalhar a qualidade e origem dos ingredientes, a montagem visual, a história do prato, as especiarias que vão modificar o aroma e até o prato em si

Um prato com detalhes caramelo reforça a sensação de algo doce e um prato azul acentua a percepção do salgado. 

Uma história mexe com as emoções e memórias relacionadas àquela comida em nossa mente. A história também mexe com nossa percepção da comida, a lagosta por exemplo já foi comida dada a prisioneiros, depois virou iguaria cara e agora é considerada fast-food nos Estados Unidos.

É possível induzir alguém a experimentar algo novo usando formas e aromas conhecidos. E não há nada de mal nisso.  Novas experiências são importantes para as pessoas e ao longo do tempo, conforme nos transformamos, nossa percepção muda e novas experiências nos ajudam a redescobrir quem somos.

Se você comeu algo enquanto estava doente existe uma grande chance de evitar aquele prato no futuro, basicamente é um mecanismo de sobrevivência que tenta evitar que você "coma veneno" novamente. Ou seja, se alguém viveu uma experiência ruim você precisa oferecer uma nova experiência para a pessoa se arriscar novamente.

Como foi a experiência online do SXSW 2021?

Uma das melhores coisas da experiência online é a possibilidade de acessar conteúdos gravados a qualquer momento. Termino minha cobertura por aqui, mas ainda verei algumas palestras que me chamaram a atenção e estarão disponíveis até meados de abril.

Senti falta de um pouco mais de interatividade apesar de reconhecer que a organização do evento se esforçou colocando alguns palestrantes para interagir no chat das salas, com sessões no Clubhouse e até uma versão em realidade estendida do festival onde pessoas podiam se encontrar com seus avatares.

Porém a experiência ao vivo das sessões de música, acompanhar demonstrações de novas tecnologias, ver filmes na tela grande, encontrar pessoalmente para conversar sobre as palestras (ao invés do grupo do WhatsApp).  Perguntar no microfone e ver a cara do palestrante reagindo a sua pergunta. Experimentar a comida de Austin e todas as experiências sensoriais. Tudo isso parece insubstituível.

Porque eu digo "parece" e não que "é" insubstituível? Nós temos eventos presenciais desde que a humanidade surgiu, reconhecemos o valor da presencialidade. Ainda estamos engatinhando em termos de eventos online, digitais e virtuais. Já reconhecemos alguns benefícios como o deslocamento e consumo sob demanda dos conteúdos, mas creio que ainda há muito que aprender. 

Eventos digitais vão se tornar melhores, sem necessariamente acabar com os presenciais. Assim como raramente uma tecnologia mata sua predecessora, eu também acredito que o  futuro é híbrido  e sei que vamos descobrir juntos como é o aprendizado do futuro.


Leia mais no blog DH:

+ Confira como foi o SXSW Edu e insights sobre educação

Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?

De olho no novo consumidor Digital First

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#Carreira

O que está em alta no mercado de trabalho?

Estamos vivendo uma série de desafios, onde a economia, por exemplo, teve o PIB diminuído em 9,7% no segundo trimestre de 2020. Além disso, o mercado de trabalho também está sofrendo as consequências da crise, com o avanço da taxa de desemprego, que passa dos 14%, segundo o IBGE. Com o efeito deste números, vem a pergunta: o que está em alta no mercado? Ainda existe algum setor que valha a pena ser investido?Os efeitos da crise se espalharam em praticamente todos os setores, com impacto em diversas carreiras. Naturalmente, alguns campos sofreram menos do que outros e o mercado teve que se adaptar ao home office, por conta do isolamento social. No entanto, ainda no ano de 2020, algumas áreas passaram a ter indícios de recuperação e voltaram a operar de forma consistente e até impulsionada.Acompanhe este artigo e, além de entender o que está em alta no mercado, saiba quais são as principais tendências para quem busca ingressar em uma nova carreira e/ou quer estabilidade profissional e financeira.O que mais está em alta no mercado?Está mais do que claro. Ao pesquisar sobre o que está em alta no mercado, existe um setor que sempre predomina em qualquer previsão de tendência para o futuro: a tecnologia. Com a realidade pandêmica, as inovações e os processos digitais foram acelerados.O isolamento social alterou a forma das pessoas viverem. Com a população dentro de casa, todo mundo passou a buscar por entregas rápidas, delivery, entre outras opções. Embora tudo isso já existisse antes da pandemia, o período impulsionou a área, que agora está consolidada no mercado e é irreversível.A digitalização ocorreu em diversos setores e muitas empresas não estavam preparadas para isso. Sendo assim, cresceu  a demanda por profissionais como engenheiros de softwares, analistas de dados, marketing digital, linguagens de programação, para suprir as demandas criadas pelo novo comportamento da população. Conforme as empresas vão passando pelo processo de transformação digital para se manterem firmes no mercado, determinadas habilidades técnicas e competências se tornam mais necessárias.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas dentro das áreas do futuro que demandam habilidades digitais, em aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.Quais serão as tendências para os próximos anos no marketing?Não há dúvida. O marketing é uma das áreas que oferecem diversas profissões do futuro. Isso porque a atuação só vem aumentando e, para quem deseja ingressar nesse campo, o melhor momento de se preparar é agora!São muitas empresas existentes no mercado e, ao mesmo tempo, novas organizações, de diferentes portes, surgem constantemente. Isso faz com que haja mais competitividade e os gestores invistam em trabalhar sua imagem para o público, através das mídias digitais e a promoção de seus produtos e serviços.Neste cenário, o marketing digital é a atividade principal do ramo. De acordo com informações da Pesquisa Maturidade do Marketing Digital, desenvolvida pela parceria entre a Resultados Digitais, Mundo do Marketing, Rock Content e Vendas B2B, 94% dos entrevistados afirmaram usar o marketing digital como estratégia para crescer no mercado. E mais: 95% deles comentaram que as suas próprias estratégias ainda precisam de melhorias, abrindo mais demandas para novos profissionais que queiram ingressar na área.A internet é um dos recursos principais da Era Digital, onde a maior parte das pessoas troca informações e se comunica socialmente. Com isso, encontrar uma empresa sem site ou contas nas redes sociais, é praticamente impossível. Elas precisam promover o negócio e prospectar novos leads por meio dessas e outras ferramentas digitais.Este movimento das empresas para o ambiente online foi potencializado pela pandemia, onde até as organizações com pensamentos mais tradicionais entenderam a necessidade de aderir às estratégias digitais para se manterem firmes no mercado. Por isso, podemos concluir que o mercado de marketing está em um ótimo momento.A Digital House entende a importância da área e a sua tendência cada vez maior no mercado de trabalho. Confira as grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado e veja tudo o que você pode aprender, estudando em uma escola referência nas habilidades digitais da América Latina.Quais são as tendências para o futuro do software?Nos últimos anos, a área de desenvolvimento teve muitas mudanças. Novos dispositivos e modelos ditam formas de criar aplicativos e páginas web. A tendência é a tecnologia ficar cada vez mais próxima das pessoas, priorizando uma experiência do usuário cada vez melhor. Se você está questionando o que está em alta no mercado, esta também é uma ótima opção a ser considerada.Neste cenário, as empresas devem estar preparadas para flexibilizar suas rotinas, adotando as novas tendências de TI e no processo de construção das interfaces digitais, pensando em proporcionar o melhor ao cliente em seu resultado final.A computação em nuvem, por exemplo, permite que os desenvolvedores tenham seus processos mais flexíveis e integrados, não precisando necessariamente estar no ambiente de trabalho para elaborar uma ferramenta. Para isso, basta uma boa conexão com a internet para acessar seus frameworks e IDEs.Para a construção de interfaces, a área de User Experience (UX) é cada vez mais essencial. Desde descobrir as reais necessidades do público-alvo, aplicar um design responsivo, informações e conteúdos dispostos estrategicamente até a escolha certa das cores e imagens fazem parte de todo esse processo.Independentemente de qual meio de comunicação ou área, quando o assunto é tecnologia e habilidades digitais, as notícias sempre são sobre o crescimento constante do setor e as inúmeras oportunidades disponíveis no mercado.A Digital House tem consciência de todas essas tendências e oferece os cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para quem possui interesse na área de programação e o curso de Experiência do Usuário (UX) para os apaixonados em criar produtos e interfaces que oferecem a melhor interação para cada cliente.Principais tendências para a área de dadosJá ouviram falar que o dado é o novo petróleo da atualidade? Pois é, todos os dias, muitas informações são geradas no mundo online. Com isso, as empresas estão sempre buscando informações relevantes nesse infinito universo, para melhorar e otimizar suas demandas e tomar as melhores decisões.A área abarca carreiras mais generalistas, como o analista, que formula novos conceitos e identifica informações em comum entre diferentes informações, vindos de diversas origens, campos e assuntos, para orientar o planejamento das empresas.Ao mesmo tempo, há áreas mais específicas, como o cientista de dados, que precisa de um background maior em determinadas habilidades, como matemática, estatística, computação e o especialista em inteligência artificial, que manipula os diversos softwares que operam e aprendem novos recursos por conta própria.A área é relativamente nova. Porém, quando se pesquisa o que está em alta no mercado, não há dúvida de que ela está superaquecida. Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. Com pouca gente qualificada para muita oferta por parte das empresas, quem se interessa por este universo já está à frente da concorrência, considerando a alta possibilidade de alcançar sua estabilidade profissional e financeira.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) da DH. Eles preparam o aluno para lidar com os desafios do dia a dia da melhor maneira. Termine o curso com um portfólio completo, contando também com o projeto integrador para se colocar no mercado de trabalho.Nós acreditamos que a educação profissional deve estar sempre aliada com o desenvolvimento pessoal. Temos um departamento de carreiras que oferece cursos complementares, palestras, plantão de dúvidas e apoio na transição de carreira e novas oportunidades aos alunos. Nossos dados confirmam que a Digital House tem 95% de empregabilidade dos alunos.Se você gostou deste artigo, baixe também o nosso mapa de carreiras digitais, e veja quais são as áreas e profissões que estão em alta, além de como é a jornada profissional, os panoramas de mercado e o salário médio de cada uma.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira