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SXSW 2021: neurotecnologia, Amy Webb e tendências para o futuro

SXSW 2021: neurotecnologia, Amy Webb e tendências para o futuro
#UX
#Marketing
#Tecnologia
#Dados
17 de março - min de leitura

O maior festival de tecnologia do mundo acontece no online! Fique por dentro das novidades do SXSW 2021 e principais insights comentados por nosso diretor acadêmico, Edney Souza.


A edição SXSW 2021 acontece inteiramente online, e por consequência disso, a maior parte das palestras e painéis foi gravada anteriormente, imagino (e concordo) que foi para evitar possíveis problemas técnicos. 

Desta forma, diversas sessões foram liberadas para transmissão já no primeiro dia, então a cobertura será basicamente sobre as palestras que eu decidi assistir naquele dia e mais algumas coisas que foram liberadas aos poucos ao longo da semana  :)

Meu nome é Edney Souza, Diretor Acadêmico da Digital House, essa é a 6ª edição do SXSW que tenho o prazer de assistir e espero que vocês gostem dos insights que vou compartilhar por aqui no nosso blog ao longo dos próximos dias.

SXSW 2021: Jornada para um cérebro melhor

Iain McIntyre - Ceo - Humm

Vivienne Ming - Founder & Executive Chair - Socos

A Humm é uma startup que está pré-lançando um dispositivo que estimula seu cérebro por 15 minutos e melhora a performance do seu cérebro e sua memória por 90 minutos.

Neste painel um dos convidados foi Vivienne, Phd em neurociência com 20 anos de experiência em pesquisas nessa área.

Durante a palestra, Vivienne explica um pouco sobre a ciência por trás da estimulação cerebral e outros avanços da neurociência e da neurotecnologia.

Se olharmos a história da neurociência, o EEG (Eletroencefalografia) para movimentar um cursor no computador é algo que já tem 20 anos, o que mudou é o avanço tecnológico, tanto na eletrônica, para miniaturizar o leitor de EEG, quando na inteligência artificial para organizar esses dados e permitir leituras mais elaboradas. Juntos com esses avanços também temos próteses mais desenvolvidas, mais leves, mais resistentes, mais avançadas.

Quando você combina tudo isso, temos próteses movimentadas por "ondas" cerebrais

Alguns ramos da neurotecnologia se desenvolveram mais rapidamente do que outros, em função do tipo de entendimento necessário para fazê-los funcionar. O uso de EEG para movimentar próteses, por exemplo, precisa ler a atividade do cérebro, mas não precisa interpretá-la detalhadamente. 

Ao compilar os dados de diferentes pessoas foi possível criar um modelo que permite a interpretação do padrão dessa atividade, mesmo sem saber explicar exatamente porque aquelas células estão fazendo aquilo.

Humm: um produto que te deixa mais...feliz?

Produtos como o Humm usam o que se chama de "estimulação transcraniana de corrente alternada", não entendeu? Nem eu! Mas Vivienne Ming explica que é uma espécie de neto da "estimulação do nervo vago" e filho da "estimulação cerebral profunda", todos métodos onde você estimula o cérebro com eletricidade (de baixa voltagem não é choque!).

Esses métodos no passado mostraram-se eficientes para tratar desde depressão até Parkinson, o problema é que, antigamente, não se sabia o porquê de funcionar. Porém, nos últimos anos começou-se a entender a relação entre as partes do cérebro e como esses estímulos permitiam que essas áreas se comunicassem melhor ou funcionassem de forma diferente.

Além de potencializar sua memória e performance mental, é possível estimular suas emoções com métodos parecidos com esse, deixando você mais feliz e não apenas relaxado, por exemplo.

Parece incrível né? Porém como toda criação da humanidade pode ser usada para o bem ou para o mal.

A Dra. Ming já trabalhou numa startup onde, lendo dados de movimentação de um indivíduo através do celular (GPS, giroscópio, acelerômetro) e comparando com os padrões de movimentação de uma pessoa bipolar, eles conseguiram detectar episódios de bipolaridade com antecedência.

Chegou um momento na pesquisa onde eles sabiam afirmar na base de usuários quem era bipolar, mas nunca levaram essa informação a público, pois o objetivo do app não tinha nada a ver com saúde.

Imagine se um algoritmo desses cai em mãos erradas e pessoas decidem demitir ou admitir em processos profissionais e educacionais pessoas baseadas na análise de seus dados "mentais"? O pior é que a tecnologia já existe, mas não há legislação para isso.

Os investidores da neurotecnologia

Atualmente, Mark Zuckerberg e Elon Musk, respectivamente donos do Facebook e da Tesla, 2 entre os 5 homens mais ricos do mundo, estão investindo em empresas de neurotecnologia.

Imagine você usando o Oculus VR (produto do Facebook para realidade virtual) que vem embutido com um estimulador para te deixar feliz e clicar em anúncios

Ok, não precisa ficar paranóico, ninguém acha que Mark Zuckerberg vai fazer algo assim que pode gerar tanta repercussão negativa para seu negócio e felizmente o conhecimento da tecnologia não é monopólio do Facebook. Entretanto, já vivemos experiências no passado onde as pessoas sabiam que algum tipo de manipulação estava sendo feita e não se importavam, como o conhecido escândalo da Cambridge Analytica contado no documentário "O Dilema das Redes".

Proibir uma tecnologia que pode curar o Alzheimer e proporcionar muitos anos adicionais de vida para muitas pessoas que sofrem de problemas mentais no final da vida não parece o caminho, o jeito é nos informarmos e exigirmos, enquanto é possível, legislação para não usar essas tecnologias para o mal.

A Dra. Vivienne tem uma sugestão: governos trabalharem para que dispositivos que melhoram a performance mental sejam um direito de todos, que você pode abrir mão se não quiser ser "turbinado", mas, caso você tenha interesse, não seja algo que possa ser negado em função da sua situação financeira. Se por um lado podemos salvar vidas, por outro podemos aumentar ainda mais o abismo social entre ricos e pobres.

Dispositivos como o Humm devem ser lançados ainda esse ano (2021), e talvez nesse momento, você já tenha disputado algum concurso ou processo seletivo com alguém usando um aparelho desses. Já pensou nisso?

Amy Webb lança relatório de tendências de tecnologias emergentes de 2021

Essa é uma das palestras mais aguardadas todos os anos, Amy Webb é futurista, autora, fundadora e CEO do Future Today Institute. É uma espécie de Pelé da futurologia, e engana-se quem acredita que Amy faz previsões sobre o futuro, ela compila sinais e apresenta cenários!

O relatório de 2021 tem mais de 500 tendências, um incremento de 22% em relação a 2020. O crescimento deste ano tem uma causa principal, o COVID-19 e dois desmembramentos: as tecnologias criadas para diminuir os problemas de saúde física e mental relacionados à pandemia e as tecnologias criadas para os negócios continuarem existindo apesar da pandemia.

Para projetar as tendências o FTI analisa as tecnologias disponíveis para diferentes setores da economia, sinais fracos (ainda em pesquisa ou desenvolvimento), sinais fortes (produtos disponíveis no mercado ou protótipos funcionais que podem se popularizar rapidamente) e baseado nisso montam tendências do que deve dominar mercados existentes ou criar novos mercados.

Com base nessas tendências, a equipe do FTI, liderada por Amy, faz projeções (e não previsões) de possíveis cenários futuros apresentando riscos e oportunidades. Com esses riscos e oportunidades em mãos, Amy espera que nós, indivíduos, empresas e governos, sejamos capazes de tomar melhores decisões.

O relatório de 2021 ficou tão grande que foi dividido em 12 relatórios setoriais!

Cada tecnologia é apresentada com insights, exemplos, impacto disruptivo e uma lista de players emergentes, que não são necessariamente os maiores ou mais conhecidos, mas aqueles que provavelmente você não conhece e deveria olhar mais de perto.

Além disso, para cada tecnologia você encontra uma página adicional com 4 tipos de recomendações: Estratégia, Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento e Risco.

Você pode baixar os relatórios aqui. Pronto! Você já tem leitura de tecnologia pro resto do ano :)

Brincadeiras à parte eu aconselho você a ler com cuidado pelo menos as partes mais próximas da sua profissão, área do conhecimento, empresa ou mercado onde você está inserido.

A seguir segue um resumo de algumas tendências que ela apresentou:

O auge da IoT: o que já temos e o que vem por aí

Ela chamou esse primeiro conjunto de tendências de YoT (You of Things), que seria uma espécie de Internet das Coisas (IoT), porém onde tudo está conectado em você! 

Essa tendência inclui desde dispositivos "vestíveis", como relógios inteligentes e pulseiras, dispositivos implantados em nosso corpo como marcapassos, e chips para medir sinais vitais como batimentos cardíacos ou eletroencefalograma até dispositivos na sua casa que interagem diretamente com seu corpo, como uma cama inteligente que resfria para você dormir ou aquece para você acordar, uma lixeira que escaneia seu lixo ou uma privada inteligente que analisa tudo que você elimina do seu corpo. Sim, todos esses exemplos já existem!

Em um cenário positivo esses produtos ajudam você a controlar sua saúde de forma reativa (enviando seus dados para o médico) ou proativa (recomendado que você beba água, coma vegetais, etc.)

Em um cenário catastrófico você pode ter seu corpo ou sua casa hackeados ou ter sua vida controlada por uma empresa (companhia de seguros te manipulando para fazer algumas coisas senão seu seguro sobe de valor) ou governo (você ter acesso a determinados serviços como saúde o coleta de lixo dependendo de como você cuida da sua casa ou da sua vida).

Talvez você leia esses riscos e decida que é melhor não usar nada disso, mas e se eu te disser, que as pessoas que usam isso tem descontos das companhias de seguro, descontos de impostos do governo e vivem de 10 a 15 a mais por conta do monitoramento e recomendações de saúde? Não é uma decisão muito simples no final das contas né?

E falando sobre os tipos de tecnologia...

Nesse segundo conjunto de tendências, Amy fala de mudanças na nossa realidade provocadas por diferentes tecnologias.

Assistive Reality - são tecnologias que te ajudam a fazer coisas, como por exemplo Brown Noise, uma frequência de ruído que te ajudam a manter o foco enquanto trabalha ou estuda (tem no Spotify se você quiser usar da próxima vez que precisar se concentrar).

Diminished Reality - tecnologias que removem coisas ao seu redor, podem ser óculos inteligentes que apagam pessoas ou objetos em tempo real da sua visão, ou dispositivos de cancelamento de som que eliminam vozes ou ruídos.

Imagine ir em um restaurante e, se você não gostar de alguém que está numa mesa perto de você, é possível "cancelar" essa pessoa. Apesar de ser possível criar ambientes mais relaxantes, tecnologias desse tipo podem ser danosas à sociedade: o que acontece se ao invés de recolher o lixo, nós apenas apagarmos digitalmente? Ou se ao invés de acolher os moradores de rua nós desaparecermos com eles através das janelas dos ônibus, carros e outros veículos?

Outros exemplos de realidade modificada incluem: 

  • Um dispositivo que toca uma frequência desagradável que apenas jovens escutam, dessa forma é possível afastar adolescentes de alguns locais!

  • Video games que melhoram a concentração de quem tem TDAH (e só podem ser jogados com prescrição médica!).

  • Pessoas criadas digitalmente que podem usar informações pessoais para parecer mais realistas (imagine uma inteligência artificial ministrando um treinamento e falando coisas da sua vida no meio da conversa), ou podem até parecer com alguém que já morreu (usando dados de mídias sociais ou outros conteúdos).

Muito se fala dos deep fakes para se falsificar uma pessoa, porém você pode ter um deep fake gerenciado por você, que permitiria você estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, participando de palestras, reuniões, aulas, etc. Imagine as possibilidades de ser "mais de uma pessoa"?

A palestra apresenta um monte de outras tecnologias, e eu recomendo muito que você baixe o relatório e reflita sobre os impactos dessas tecnologias na sua vida.

Toda tecnologia pode ser usada para o bem ou para o mal, toda tecnologia tem o potencial de mudar completamente o mercado onde você está inserido, no final das contas os futuros possíveis já estão disponíveis no presente e você tem chances de preparar sua empresa e carreira para o futuro. 

Não desperdice seu tempo tentando evitar o futuro ou manipular o futuro, não tem como ter certeza de que alguma coisa vai acontecer ou deixar de acontecer, mas você pode estar preparado para algumas possibilidades e não ser pego de surpresa quando o futuro chegar.

Por fim, você pode conferir como foram os outros painéis do SXSW 2021. Veja o resumo sobre o segundo dia, terceiro dia e último dia.

Leia mais no blog DH:

+ Insights SXSW Edu 2021: tendências no cenário da educação 

+ Conheça o desenvolvedor full cycle

Mulheres na tecnologia: como é atuar no mercado de TI

Outras notícias

O que é média móvel e por que está tão em alta na realidade atual? img
#Dados

O que é média móvel e por que está tão em alta na realidade atual?

No dia a dia das empresas, é muito importante que, em suas estratégias e planejamentos, as tomadas de decisão sejam baseadas em dados. Neste contexto, uma das principais ferramentas que ajudam na interpretação dessas informações é a média móvel.Esse indicador ajuda as organizações a entenderem as tendências em seus nichos de mercado. Sendo assim, de maneira mais embasada, os negócios podem saber quando é mais interessante fazer uma determinada ação ou que tipo de melhoria deve ser aplicada em seus processos, ao implantar a média móvel nas análises de dados.Quer entender mais sobre este conceito? Continue acompanhando este artigo.O que é média móvel?A média móvel é uma das ferramentas mais importantes para a análise técnica de informações, principalmente quando falamos do cenário atual do mercado, independentemente de setor ou assunto. Ele é um indicador muito utilizado em estatísticas e gráficos, onde é possível entender uma inclinação de comportamento ou de situação.Lembrando que elas só apontam uma determinada tendência quando esta já existe, de maneira que a velocidade com que os dados dela irão aparecer no gráfico depende também do tipo de média utilizada, o que explicaremos ainda neste artigo.Além de confirmar possíveis previsões, a média móvel também é capaz de sinalizar uma possível reversão, por meio da identificação de fortes movimentos nos dados mostrados em seu gráfico.Tipos de média móvelAssim como outros indicadores utilizados pelas empresas, a média móvel também possui diversos usos de dados, com cálculos que permitem o estudo e análise de informações em diferentes setores e nichos de mercado. Separamos os principais tipos e como funcionam o seu uso. Confira:Média Móvel Simples (SMA)Como o nome sugere, essa é a maneira mais simples de calcular o indicador. Ele é calculado a partir da média em um determinado período. No entanto, por ser móvel, o valor está sempre mudando, adicionando novas informações e eliminando dados muito antigos.Média Móvel Exponencial (EMA)O contexto dessa média é similar à simples, mas seu cálculo é um pouco mais complexo, a fim de proporcionar mais ênfase em dados mais recentes, com as informações antigas possuindo menos importância neste contexto. Isso torna a medida ainda mais dinâmica do que a média anterior, podendo identificar tendências de mercado mais rapidamente.Média Móvel Ponderada (WMA)Esse cálculo é uma variação da média anterior, mas ainda mais específica para tornar a linha do gráfico mais próxima possível da tendência. Para isso, a WMA acompanha o dado muito mais próximo do que a média e, ao mesmo tempo, uma análise ainda mais dinâmica do que a exponencial. Isso não quer dizer que ela é a melhor, mas pode ser mais indicada para quem prefere obter informações mais rápidas.Média Móvel de Hull (HMA)Por fim, mas não menos importante, temos a Média Móvel de Hull ou Hull Moving Average, como também é conhecida. Esse indicador apresenta menor ruído entre os tipos disponíveis, ou seja, os valores são mais exatos. Ele foi criado por Alan Hull, um dos maiores traders da Austrália.O cálculo é realizado com base na média móvel ponderada, mas também toma como base a raiz quadrada do período que está sendo analisada, suavizando os dados. Por que ele está em alta?Já faz um bom tempo que vivemos uma realidade bastante diferente, não é mesmo? Neste sentido, a complexidade da pandemia do coronavírus está presente não só no combate à doença, mas também na análise dos dados de novas infecções e óbitos.Para se entender a evolução, estabilização ou queda de contaminações, é preciso observar e analisar além dos números do próprio dia. Traçar a média móvel se tornou uma das formas mais eficazes de entender tudo isso.O recurso permite observar se o número de casos confirmados e o de óbitos têm aumentado ou diminuído em um determinado período, normalmente calculado semanalmente e em comparação com as anteriores. Talvez você esteja se perguntando: por que fazer tantos cálculos? A percepção sobre o aumento ou diminuição no número de casos é imprescindível nas tomadas de decisão do governo para as ações de combate à pandemia, como restrições e liberações. Deste modo, quanto mais preciso forem essas médias, medidas mais eficazes poderão ser tomadas e mais vidas poderão ser salvas.Uma vantagem é que esse é um indicador usado mundialmente, ou seja, permite fazer comparações não só em diferentes períodos, mas também em localidades diversas.Entenda como é calculada a média móvel no contexto da Covid-19Como comentamos, é importante calcular a média móvel na realidade pandêmica que estamos vivendo. Para isso, é preciso somar o número de casos ou mortes do dia com o dos 6 dias anteriores.Para saber a tendência, é preciso calcular a variação percentual das médias móveis em um período de 14 dias. Por exemplo, a média móvel do dia 14 deve ser comparada com a média móvel do dia 1º. Se o percentual for de até 15%, a situação é estável. Se for acima, está em crescimento, e se for mais de 15% negativo, está em queda.Seja um profissional de dados! :)Acompanhando o conteúdo até aqui, ficou clara a importância dos dados no dia a dia, não é mesmo? E além da pandemia, as empresas também precisam analisar informações para ajudar a tomar decisões mais assertivas em seus processos internos.De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em torno de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. Entretanto, previsões confirmam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados. E isso também inclui a área de dados e suas análises.Com esse panorama, podemos entender que esse é o momento ideal para investir em um curso. Se você se interessou em seguir essa profissão, invista em sua capacitação no curso de Data Analytics da Digital House, que te proporciona toda a base de conhecimentos necessários para o seu futuro.Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas com os melhores especialistas do mercado. Impulsione sua carreira ainda este ano e conquiste o seu sucesso! Não deixe também de conferir nossos materiais gratuitos e ricos de conhecimento ao seu dispor em nossa biblioteca de conteúdo e no Blog DH.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa? img
#UX

UX Strategy: o que é e quais as vantagens de se implantar em uma empresa?

A área de UX está se consolidando cada vez mais em empresas de diferentes tamanhos, setores e configurações. Neste contexto, como um processo natural da disciplina e com o aumento da importância desses profissionais no mercado de trabalho, é normal que haja posições mais especializadas, como o UX Strategy.Acompanhe este artigo, onde te explicaremos tudo sobre a função, sua relação com a área de UX design e os principais benefícios de implantá-lo em uma empresa.O que é UX Strategy?UX Strategy ou estratégia de UX, como também é chamado, é a construção e elaboração de toda a abordagem que está por trás do processo de desenvolvimento de um produto digital.Neste contexto, o profissional é o especialista que auxilia o negócio a entender quais são as suas metas e objetivos em relação às necessidades de seus usuários e, consequentemente, as experiências que terão, de modo a traçar o melhor caminho para que tudo seja atingido de forma assertiva.Uma estratégia de UX bem construída deve certificar-se de que a visão, a missão, os desejos dos clientes e as habilidades técnicas do negócio estejam todas bem alinhadas. Com isso, o profissional poderá trabalhar da melhor forma para oferecer soluções que atendam todas as expectativas.Qual a sua relação com o UX Design?Como comentamos, o UX é uma área que vem se consolidando no Brasil em diversas empresas. E a ramificação de funções mais específicas acaba sendo uma consequência natural de tudo isso, para que a área e o processo funcionem da melhor forma possível dentro dos negócios. Uma delas é o UX Strategy.Quando falamos da relação e diferença entre o UX Design e o UX Strategy no dia a dia, o primeiro possui suas ações e trabalhos com foco mais na evolução do produto, enquanto o UX Strategy foca no business.Basicamente, o UX Strategy é o profissional que lidera o projeto em que o UX designer atua, pois é ele quem define as estratégias a serem seguidas. Em outras palavras, podemos dizer que um foca mais na parte teórica e o outro, no caso o UX Design, foca na prática, ou seja, no desenho e no desenvolvimento do produto final.No dia a dia, nada impede que o UX designer também possa desenvolver uma estratégia. Mas quando falamos do mercado atual, a especialização do profissional é algo essencial para que as coisas aconteçam da melhor forma dentro das empresas.Isso porque contribui para que o negócio desenvolva um trabalho melhor, economizando recursos, pois os profissionais especializados podem resolver problemas com mais qualidade e em menos tempo.Agora que você já sabe o que é UX Strategy e sua relação com UX Design, deve saber também que realizar um curso na área é uma ótima alternativa para adentrar na carreira, adquirindo uma base sólida de conhecimentos para utilizar no dia a dia em grandes empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele também aborda o UX Strategy de forma detalhada, ou seja, caso o aluno deseje, é possível se especializar nisso.Todos os alunos também podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito), além de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira agora mesmo!Qual é o papel de um UX strategist?Quando falamos sobre o papel do profissional, sem dúvida, temos que considerar o livro “UX Strategy” escrito por Jaime Levy, que se tornou uma referência para a carreira e traz 4 papéis essenciais para um UX strategist. Confira:Estratégia de negóciosQuais são os diferenciais da marca? Como ela irá se posicionar no mercado? Como fazer com que o produto seja viável? Essas são algumas perguntas essenciais para que o profissional tenha uma visão ampla do nicho em que atua e a estratégia do seu próprio negócio. É preciso estar alinhado com a missão e os valores da empresa ou produto com o qual trabalha.No dia a dia, a partir desse papel, o profissional irá implementar design sprints, saber priorizar ações e encontrar soluções efetivas, que sejam interessantes tanto para o público quanto para a empresa.Inovação de valorUm dos papéis do UX strategist é definir como a empresa vai gerar valor para o público a partir da inovação e a diferenciação, alinhadas com o baixo custo de implantação de ações.Pesquisa com usuáriosComo o objetivo é oferecer as melhores experiências do usuário, é essencial que a pesquisa com o público-alvo seja um dos papéis principais do UX strategist. Isso porque, no mercado, não há mais espaço para achismos e todas as decisões de um bom planejamento devem ser tomadas a partir de dados.Experiência do usuárioPor fim, este último papel, que se relaciona muito com o anterior, se baseia no entendimento de todas as sensações de um usuário ao ter contato e interagir com o produto ou serviço desenvolvido. É preciso analisar e considerar todos os feedbacks para aplicar possíveis melhores e obter uma melhor performance. Quais são as principais vantagens de implantar o UX Strategy em uma empresa?Implementar o UX Strategy pode trazer diferentes benefícios para um negócio. Separamos os principais. Confira:Otimização e simplificação do acompanhamento dos padrões de comportamento dos usuários.Integração de diferentes times em torno da mesma visão de negócio.Mensuração de resultados para tomar decisões baseadas e orientadas por dados.Validar suposições e evitar achismos.Minimizar riscos e deixar os processos mais assertivos, pois identifica as necessidades reais dos usuários ainda no início de um projeto.E aí, gostou do conteúdo? Se sim, recomendamos que leia também nosso artigo sobre a carreira de UX writing, onde te contamos 5 grandes dicas para ingressar na carreira.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital? img
#Marketing

Valor de marca: o que é e qual a sua relação com o marketing digital?

No mercado, dentre as inúmeras opções de marcas, existem produtos que, apesar de possuírem a mesma função e serem semelhantes, são mais caros do que o outro e, mesmo assim, possuem clientes fiéis. Você já deve estar acostumado com essa situação. Mas você já refletiu o porquê disso? Neste contexto, vamos falar sobre o valor de marca e como ela se aplica no dia a dia.Este é um dos principais objetivos das estratégias de marketing digital das empresas, ou seja, fazer com que sua imagem se desenvolva de maneira que as pessoas se interessem por ela, além dos próprios produtos. Continue acompanhando este artigo para entender essa dinâmica de maneira clara.O que é valor de marca?Quando falamos sobre o termo, também conhecido como brand equity, em inglês, estamos falando sobre a relação do valor de produtos e/ou serviços com a força que a marca possui no mercado de consumo.Isso quer dizer que a imagem dela é reconhecida pelas pessoas, tanto pela eficiência quanto a boa experiência de tudo que oferece, sua história, status, percepções de mercado e/ou valores emocionais que variam para cada pessoa.Muitos fatores podem contribuir para a construção de uma boa imagem, como a qualidade, ponto de venda, conteúdos em seus diferentes canais, site, embalagem, psicologia das cores, identidade corporativa, entre outros.Sendo assim, construir um valor de marca é importante para qualquer organização que queira se manter firme em um mercado tão competitivo.Valor de marca no marketing digitalNo marketing digital, o valor de marca é uma estratégia essencial para as empresas. Não é nenhuma novidade que, nos últimos anos, tanto as organizações quanto as pessoas passaram a migrar para a internet, adquirindo novos comportamentos e hábitos de consumo, onde se inclui a aquisição de novas informações e entretenimento nesse meio digital.Para se ter uma ideia, dados mostram que 74% dos consumidores brasileiros fazem diferentes pesquisas nas redes sociais a respeito dos produtos que querem comprar. Além disso, ainda na mesma fonte, consta que 86% dos brasileiros são adeptos ao consumo online.Tudo isso foi impulsionado ainda mais com a pandemia, marcando uma tendência de consumo que se manterá mesmo com a normalização das atividades e o fim do isolamento social das pessoas. Isso nos leva a entender que a presença online não é mais um diferencial para as marcas do mercado, mas, sim, um fator de sobrevivência no meio de tantas opções.É por isso que gerar valor de marca acaba sendo um objetivo presente no marketing digital, podendo ser notado de diferentes formas, seja em um conteúdo, nas campanhas, entre outras ações e opções existentes dentro da área, atraindo leads e aumentando as vendas.Você possui interesse em ingressar nessa área profissionalmente e colocar todas essas ações em prática? Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital, onde o aluno é capacitado a dominar as principais ferramentas e estratégias do mercado atual, podendo gerar valor para diferentes empresas.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por especialistas da área, que estão no mercado. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Qual a diferença entre branding e brand equity?O branding é um termo que vem se tornando cada vez mais conhecido dentro do mercado. Em resumo, trata-se da gestão de marca, ou seja, é o desenvolvimento e a implantação de diferentes trabalhos, estratégias de posicionamento para desenvolver a imagem de uma empresa no mercado.Com isso, podemos entender que o objetivo final do branding é gerar brand equity ou valor de marca, como também é conhecido. Vamos pensar como isso funciona na prática? Imagine, por exemplo, uma camiseta lisa, sem nenhum símbolo ou logo visível. Agora pense também na mesma camiseta com o logotipo da Gucci. Isso mostra o poder de determinadas empresas e é isto que o marketing digital considera como valor de marca.É através disso que as pessoas avaliam o preço, relevância, suas emoções com uma empresa, fidelidade e autoridade, ou seja, pontos muito importantes dentro do branding.Exemplos de valor de marca no mercadoNós acabamos de colocar um exemplo sobre como o valor de marca pode fazer a diferença para uma empresa. Neste contexto, aprender com as grandes organizações a utilizar o seu valor para impactar o mercado e garantir o sucesso dos seus produtos é algo essencial para qualquer negócio.Sendo assim, separamos mais três marcas que possuem grande crescimento e relevância dentro de seus setores. Confira:AppleEssa poderosa corporação é um dos maiores exemplos de como o valor de marca faz toda a diferença. Já parou para pensar na quantidade de pessoas que fazem filas nas portas das lojas quando há o lançamento de um novo modelo da empresa?Algumas vezes, as especificações técnicas de seus produtos nem sempre são melhores do que de seus concorrentes. Mas, mesmo assim, a Apple consegue se consagrar no mercado através de diversos diferenciais, como seu próprio design, atraindo uma legião de fãs.Quando você compra um de seus produtos, você não está comprando um smartphone, por exemplo, mas sim um iPhone. Quem o adquire possui a sensação de pertencer a um grupo seleto de pessoas.HavaianasNo Brasil, a empresa é um dos maiores exemplos de brand equity no mercado. A marca possui um reconhecimento tão grande, que muitos dos seus produtos são referidos pelo próprio nome Havaianas, ao invés de dizer o objeto em si.Um ponto interessante é que muitas das campanhas de marketing digital da organização possuem um toque humorístico. Isso contribuiu muito para desenvolver uma identificação com seus consumidores, gerando mais valor no mercado.Coca-ColaO valor de marca da empresa é tão grande, que a identidade visual dela serve de inspiração para muitos estilos, sejam em trabalhos gráficos até decoração de ambientes. Sua tipografia específica faz com que qualquer pessoa saiba identificar a marca, mesmo não sendo um consumidor frequente de seus produtos.Ou seja, a empresa investiu muito no seu branding. O slogan "abra a felicidade", de suas campanhas, traz o conceito de que você não está bebendo um refrigerante apenas, mas, sim, consumindo felicidade.Com essa ideia, sua legião de fãs só aumentou e, hoje, milhões de pessoas em todo o mundo consomem seus produtos.E aí, gostou dos exemplos? Possuir grandes marcas como inspiração e entender os cases é uma ótima maneira de entender o que é possível fazer para inovar e impactar o mercado, gerando valor de marca e rentabilidade aos seus produtos.Quer aprender mais? Confira também o nosso artigo sobre o que é tráfego orgânico e como gerar ainda mais conversões em seu site.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)