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SXSW 2021: neurotecnologia, Amy Webb e tendências para o futuro

SXSW 2021: neurotecnologia, Amy Webb e tendências para o futuro
#UX
#Marketing
#Tecnologia
#Dados
17 de março - min de leitura

O maior festival de tecnologia do mundo acontece no online! Fique por dentro das novidades do SXSW 2021 e principais insights comentados por nosso diretor acadêmico, Edney Souza.


A edição SXSW 2021 acontece inteiramente online, e por consequência disso, a maior parte das palestras e painéis foi gravada anteriormente, imagino (e concordo) que foi para evitar possíveis problemas técnicos. 

Desta forma, diversas sessões foram liberadas para transmissão já no primeiro dia, então a cobertura será basicamente sobre as palestras que eu decidi assistir naquele dia e mais algumas coisas que foram liberadas aos poucos ao longo da semana  :)

Meu nome é Edney Souza, Diretor Acadêmico da Digital House, essa é a 6ª edição do SXSW que tenho o prazer de assistir e espero que vocês gostem dos insights que vou compartilhar por aqui no nosso blog ao longo dos próximos dias.

SXSW 2021: Jornada para um cérebro melhor

Iain McIntyre - Ceo - Humm

Vivienne Ming - Founder & Executive Chair - Socos

A Humm é uma startup que está pré-lançando um dispositivo que estimula seu cérebro por 15 minutos e melhora a performance do seu cérebro e sua memória por 90 minutos.

Neste painel um dos convidados foi Vivienne, Phd em neurociência com 20 anos de experiência em pesquisas nessa área.

Durante a palestra, Vivienne explica um pouco sobre a ciência por trás da estimulação cerebral e outros avanços da neurociência e da neurotecnologia.

Se olharmos a história da neurociência, o EEG (Eletroencefalografia) para movimentar um cursor no computador é algo que já tem 20 anos, o que mudou é o avanço tecnológico, tanto na eletrônica, para miniaturizar o leitor de EEG, quando na inteligência artificial para organizar esses dados e permitir leituras mais elaboradas. Juntos com esses avanços também temos próteses mais desenvolvidas, mais leves, mais resistentes, mais avançadas.

Quando você combina tudo isso, temos próteses movimentadas por "ondas" cerebrais

Alguns ramos da neurotecnologia se desenvolveram mais rapidamente do que outros, em função do tipo de entendimento necessário para fazê-los funcionar. O uso de EEG para movimentar próteses, por exemplo, precisa ler a atividade do cérebro, mas não precisa interpretá-la detalhadamente. 

Ao compilar os dados de diferentes pessoas foi possível criar um modelo que permite a interpretação do padrão dessa atividade, mesmo sem saber explicar exatamente porque aquelas células estão fazendo aquilo.

Humm: um produto que te deixa mais...feliz?

Produtos como o Humm usam o que se chama de "estimulação transcraniana de corrente alternada", não entendeu? Nem eu! Mas Vivienne Ming explica que é uma espécie de neto da "estimulação do nervo vago" e filho da "estimulação cerebral profunda", todos métodos onde você estimula o cérebro com eletricidade (de baixa voltagem não é choque!).

Esses métodos no passado mostraram-se eficientes para tratar desde depressão até Parkinson, o problema é que, antigamente, não se sabia o porquê de funcionar. Porém, nos últimos anos começou-se a entender a relação entre as partes do cérebro e como esses estímulos permitiam que essas áreas se comunicassem melhor ou funcionassem de forma diferente.

Além de potencializar sua memória e performance mental, é possível estimular suas emoções com métodos parecidos com esse, deixando você mais feliz e não apenas relaxado, por exemplo.

Parece incrível né? Porém como toda criação da humanidade pode ser usada para o bem ou para o mal.

A Dra. Ming já trabalhou numa startup onde, lendo dados de movimentação de um indivíduo através do celular (GPS, giroscópio, acelerômetro) e comparando com os padrões de movimentação de uma pessoa bipolar, eles conseguiram detectar episódios de bipolaridade com antecedência.

Chegou um momento na pesquisa onde eles sabiam afirmar na base de usuários quem era bipolar, mas nunca levaram essa informação a público, pois o objetivo do app não tinha nada a ver com saúde.

Imagine se um algoritmo desses cai em mãos erradas e pessoas decidem demitir ou admitir em processos profissionais e educacionais pessoas baseadas na análise de seus dados "mentais"? O pior é que a tecnologia já existe, mas não há legislação para isso.

Os investidores da neurotecnologia

Atualmente, Mark Zuckerberg e Elon Musk, respectivamente donos do Facebook e da Tesla, 2 entre os 5 homens mais ricos do mundo, estão investindo em empresas de neurotecnologia.

Imagine você usando o Oculus VR (produto do Facebook para realidade virtual) que vem embutido com um estimulador para te deixar feliz e clicar em anúncios

Ok, não precisa ficar paranóico, ninguém acha que Mark Zuckerberg vai fazer algo assim que pode gerar tanta repercussão negativa para seu negócio e felizmente o conhecimento da tecnologia não é monopólio do Facebook. Entretanto, já vivemos experiências no passado onde as pessoas sabiam que algum tipo de manipulação estava sendo feita e não se importavam, como o conhecido escândalo da Cambridge Analytica contado no documentário "O Dilema das Redes".

Proibir uma tecnologia que pode curar o Alzheimer e proporcionar muitos anos adicionais de vida para muitas pessoas que sofrem de problemas mentais no final da vida não parece o caminho, o jeito é nos informarmos e exigirmos, enquanto é possível, legislação para não usar essas tecnologias para o mal.

A Dra. Vivienne tem uma sugestão: governos trabalharem para que dispositivos que melhoram a performance mental sejam um direito de todos, que você pode abrir mão se não quiser ser "turbinado", mas, caso você tenha interesse, não seja algo que possa ser negado em função da sua situação financeira. Se por um lado podemos salvar vidas, por outro podemos aumentar ainda mais o abismo social entre ricos e pobres.

Dispositivos como o Humm devem ser lançados ainda esse ano (2021), e talvez nesse momento, você já tenha disputado algum concurso ou processo seletivo com alguém usando um aparelho desses. Já pensou nisso?

Amy Webb lança relatório de tendências de tecnologias emergentes de 2021

Essa é uma das palestras mais aguardadas todos os anos, Amy Webb é futurista, autora, fundadora e CEO do Future Today Institute. É uma espécie de Pelé da futurologia, e engana-se quem acredita que Amy faz previsões sobre o futuro, ela compila sinais e apresenta cenários!

O relatório de 2021 tem mais de 500 tendências, um incremento de 22% em relação a 2020. O crescimento deste ano tem uma causa principal, o COVID-19 e dois desmembramentos: as tecnologias criadas para diminuir os problemas de saúde física e mental relacionados à pandemia e as tecnologias criadas para os negócios continuarem existindo apesar da pandemia.

Para projetar as tendências o FTI analisa as tecnologias disponíveis para diferentes setores da economia, sinais fracos (ainda em pesquisa ou desenvolvimento), sinais fortes (produtos disponíveis no mercado ou protótipos funcionais que podem se popularizar rapidamente) e baseado nisso montam tendências do que deve dominar mercados existentes ou criar novos mercados.

Com base nessas tendências, a equipe do FTI, liderada por Amy, faz projeções (e não previsões) de possíveis cenários futuros apresentando riscos e oportunidades. Com esses riscos e oportunidades em mãos, Amy espera que nós, indivíduos, empresas e governos, sejamos capazes de tomar melhores decisões.

O relatório de 2021 ficou tão grande que foi dividido em 12 relatórios setoriais!

Cada tecnologia é apresentada com insights, exemplos, impacto disruptivo e uma lista de players emergentes, que não são necessariamente os maiores ou mais conhecidos, mas aqueles que provavelmente você não conhece e deveria olhar mais de perto.

Além disso, para cada tecnologia você encontra uma página adicional com 4 tipos de recomendações: Estratégia, Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento e Risco.

Você pode baixar os relatórios aqui. Pronto! Você já tem leitura de tecnologia pro resto do ano :)

Brincadeiras à parte eu aconselho você a ler com cuidado pelo menos as partes mais próximas da sua profissão, área do conhecimento, empresa ou mercado onde você está inserido.

A seguir segue um resumo de algumas tendências que ela apresentou:

O auge da IoT: o que já temos e o que vem por aí

Ela chamou esse primeiro conjunto de tendências de YoT (You of Things), que seria uma espécie de Internet das Coisas (IoT), porém onde tudo está conectado em você! 

Essa tendência inclui desde dispositivos "vestíveis", como relógios inteligentes e pulseiras, dispositivos implantados em nosso corpo como marcapassos, e chips para medir sinais vitais como batimentos cardíacos ou eletroencefalograma até dispositivos na sua casa que interagem diretamente com seu corpo, como uma cama inteligente que resfria para você dormir ou aquece para você acordar, uma lixeira que escaneia seu lixo ou uma privada inteligente que analisa tudo que você elimina do seu corpo. Sim, todos esses exemplos já existem!

Em um cenário positivo esses produtos ajudam você a controlar sua saúde de forma reativa (enviando seus dados para o médico) ou proativa (recomendado que você beba água, coma vegetais, etc.)

Em um cenário catastrófico você pode ter seu corpo ou sua casa hackeados ou ter sua vida controlada por uma empresa (companhia de seguros te manipulando para fazer algumas coisas senão seu seguro sobe de valor) ou governo (você ter acesso a determinados serviços como saúde o coleta de lixo dependendo de como você cuida da sua casa ou da sua vida).

Talvez você leia esses riscos e decida que é melhor não usar nada disso, mas e se eu te disser, que as pessoas que usam isso tem descontos das companhias de seguro, descontos de impostos do governo e vivem de 10 a 15 a mais por conta do monitoramento e recomendações de saúde? Não é uma decisão muito simples no final das contas né?

E falando sobre os tipos de tecnologia...

Nesse segundo conjunto de tendências, Amy fala de mudanças na nossa realidade provocadas por diferentes tecnologias.

Assistive Reality - são tecnologias que te ajudam a fazer coisas, como por exemplo Brown Noise, uma frequência de ruído que te ajudam a manter o foco enquanto trabalha ou estuda (tem no Spotify se você quiser usar da próxima vez que precisar se concentrar).

Diminished Reality - tecnologias que removem coisas ao seu redor, podem ser óculos inteligentes que apagam pessoas ou objetos em tempo real da sua visão, ou dispositivos de cancelamento de som que eliminam vozes ou ruídos.

Imagine ir em um restaurante e, se você não gostar de alguém que está numa mesa perto de você, é possível "cancelar" essa pessoa. Apesar de ser possível criar ambientes mais relaxantes, tecnologias desse tipo podem ser danosas à sociedade: o que acontece se ao invés de recolher o lixo, nós apenas apagarmos digitalmente? Ou se ao invés de acolher os moradores de rua nós desaparecermos com eles através das janelas dos ônibus, carros e outros veículos?

Outros exemplos de realidade modificada incluem: 

  • Um dispositivo que toca uma frequência desagradável que apenas jovens escutam, dessa forma é possível afastar adolescentes de alguns locais!

  • Video games que melhoram a concentração de quem tem TDAH (e só podem ser jogados com prescrição médica!).

  • Pessoas criadas digitalmente que podem usar informações pessoais para parecer mais realistas (imagine uma inteligência artificial ministrando um treinamento e falando coisas da sua vida no meio da conversa), ou podem até parecer com alguém que já morreu (usando dados de mídias sociais ou outros conteúdos).

Muito se fala dos deep fakes para se falsificar uma pessoa, porém você pode ter um deep fake gerenciado por você, que permitiria você estar em mais de um lugar ao mesmo tempo, participando de palestras, reuniões, aulas, etc. Imagine as possibilidades de ser "mais de uma pessoa"?

A palestra apresenta um monte de outras tecnologias, e eu recomendo muito que você baixe o relatório e reflita sobre os impactos dessas tecnologias na sua vida.

Toda tecnologia pode ser usada para o bem ou para o mal, toda tecnologia tem o potencial de mudar completamente o mercado onde você está inserido, no final das contas os futuros possíveis já estão disponíveis no presente e você tem chances de preparar sua empresa e carreira para o futuro. 

Não desperdice seu tempo tentando evitar o futuro ou manipular o futuro, não tem como ter certeza de que alguma coisa vai acontecer ou deixar de acontecer, mas você pode estar preparado para algumas possibilidades e não ser pego de surpresa quando o futuro chegar.

Por fim, você pode conferir como foram os outros painéis do SXSW 2021. Veja o resumo sobre o segundo dia, terceiro dia e último dia.

Leia mais no blog DH:

+ Insights SXSW Edu 2021: tendências no cenário da educação 

+ Conheça o desenvolvedor full cycle

Mulheres na tecnologia: como é atuar no mercado de TI

Outras notícias

 O que está em alta no mercado de trabalho?  img
#Carreira

O que está em alta no mercado de trabalho?

Estamos vivendo uma série de desafios, onde a economia, por exemplo, teve o PIB diminuído em 9,7% no segundo trimestre de 2020. Além disso, o mercado de trabalho também está sofrendo as consequências da crise, com o avanço da taxa de desemprego, que passa dos 14%, segundo o IBGE. Com o efeito deste números, vem a pergunta: o que está em alta no mercado? Ainda existe algum setor que valha a pena ser investido?Os efeitos da crise se espalharam em praticamente todos os setores, com impacto em diversas carreiras. Naturalmente, alguns campos sofreram menos do que outros e o mercado teve que se adaptar ao home office, por conta do isolamento social. No entanto, ainda no ano de 2020, algumas áreas passaram a ter indícios de recuperação e voltaram a operar de forma consistente e até impulsionada.Acompanhe este artigo e, além de entender o que está em alta no mercado, saiba quais são as principais tendências para quem busca ingressar em uma nova carreira e/ou quer estabilidade profissional e financeira.O que mais está em alta no mercado?Está mais do que claro. Ao pesquisar sobre o que está em alta no mercado, existe um setor que sempre predomina em qualquer previsão de tendência para o futuro: a tecnologia. Com a realidade pandêmica, as inovações e os processos digitais foram acelerados.O isolamento social alterou a forma das pessoas viverem. Com a população dentro de casa, todo mundo passou a buscar por entregas rápidas, delivery, entre outras opções. Embora tudo isso já existisse antes da pandemia, o período impulsionou a área, que agora está consolidada no mercado e é irreversível.A digitalização ocorreu em diversos setores e muitas empresas não estavam preparadas para isso. Sendo assim, cresceu  a demanda por profissionais como engenheiros de softwares, analistas de dados, marketing digital, linguagens de programação, para suprir as demandas criadas pelo novo comportamento da população. Conforme as empresas vão passando pelo processo de transformação digital para se manterem firmes no mercado, determinadas habilidades técnicas e competências se tornam mais necessárias.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas dentro das áreas do futuro que demandam habilidades digitais, em aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.Quais serão as tendências para os próximos anos no marketing?Não há dúvida. O marketing é uma das áreas que oferecem diversas profissões do futuro. Isso porque a atuação só vem aumentando e, para quem deseja ingressar nesse campo, o melhor momento de se preparar é agora!São muitas empresas existentes no mercado e, ao mesmo tempo, novas organizações, de diferentes portes, surgem constantemente. Isso faz com que haja mais competitividade e os gestores invistam em trabalhar sua imagem para o público, através das mídias digitais e a promoção de seus produtos e serviços.Neste cenário, o marketing digital é a atividade principal do ramo. De acordo com informações da Pesquisa Maturidade do Marketing Digital, desenvolvida pela parceria entre a Resultados Digitais, Mundo do Marketing, Rock Content e Vendas B2B, 94% dos entrevistados afirmaram usar o marketing digital como estratégia para crescer no mercado. E mais: 95% deles comentaram que as suas próprias estratégias ainda precisam de melhorias, abrindo mais demandas para novos profissionais que queiram ingressar na área.A internet é um dos recursos principais da Era Digital, onde a maior parte das pessoas troca informações e se comunica socialmente. Com isso, encontrar uma empresa sem site ou contas nas redes sociais, é praticamente impossível. Elas precisam promover o negócio e prospectar novos leads por meio dessas e outras ferramentas digitais.Este movimento das empresas para o ambiente online foi potencializado pela pandemia, onde até as organizações com pensamentos mais tradicionais entenderam a necessidade de aderir às estratégias digitais para se manterem firmes no mercado. Por isso, podemos concluir que o mercado de marketing está em um ótimo momento.A Digital House entende a importância da área e a sua tendência cada vez maior no mercado de trabalho. Confira as grades dos cursos de Marketing Digital e Marketing Digital Avançado e veja tudo o que você pode aprender, estudando em uma escola referência nas habilidades digitais da América Latina.Quais são as tendências para o futuro do software?Nos últimos anos, a área de desenvolvimento teve muitas mudanças. Novos dispositivos e modelos ditam formas de criar aplicativos e páginas web. A tendência é a tecnologia ficar cada vez mais próxima das pessoas, priorizando uma experiência do usuário cada vez melhor. Se você está questionando o que está em alta no mercado, esta também é uma ótima opção a ser considerada.Neste cenário, as empresas devem estar preparadas para flexibilizar suas rotinas, adotando as novas tendências de TI e no processo de construção das interfaces digitais, pensando em proporcionar o melhor ao cliente em seu resultado final.A computação em nuvem, por exemplo, permite que os desenvolvedores tenham seus processos mais flexíveis e integrados, não precisando necessariamente estar no ambiente de trabalho para elaborar uma ferramenta. Para isso, basta uma boa conexão com a internet para acessar seus frameworks e IDEs.Para a construção de interfaces, a área de User Experience (UX) é cada vez mais essencial. Desde descobrir as reais necessidades do público-alvo, aplicar um design responsivo, informações e conteúdos dispostos estrategicamente até a escolha certa das cores e imagens fazem parte de todo esse processo.Independentemente de qual meio de comunicação ou área, quando o assunto é tecnologia e habilidades digitais, as notícias sempre são sobre o crescimento constante do setor e as inúmeras oportunidades disponíveis no mercado.A Digital House tem consciência de todas essas tendências e oferece os cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para quem possui interesse na área de programação e o curso de Experiência do Usuário (UX) para os apaixonados em criar produtos e interfaces que oferecem a melhor interação para cada cliente.Principais tendências para a área de dadosJá ouviram falar que o dado é o novo petróleo da atualidade? Pois é, todos os dias, muitas informações são geradas no mundo online. Com isso, as empresas estão sempre buscando informações relevantes nesse infinito universo, para melhorar e otimizar suas demandas e tomar as melhores decisões.A área abarca carreiras mais generalistas, como o analista, que formula novos conceitos e identifica informações em comum entre diferentes informações, vindos de diversas origens, campos e assuntos, para orientar o planejamento das empresas.Ao mesmo tempo, há áreas mais específicas, como o cientista de dados, que precisa de um background maior em determinadas habilidades, como matemática, estatística, computação e o especialista em inteligência artificial, que manipula os diversos softwares que operam e aprendem novos recursos por conta própria.A área é relativamente nova. Porém, quando se pesquisa o que está em alta no mercado, não há dúvida de que ela está superaquecida. Normalmente, as pessoas que ingressam no campo possuem diversas origens profissionais, como Estatística, Engenharia, Administração ou Economia.Em meio a sua trajetória de carreira, todos buscam uma especialização para adquirir os conhecimentos necessários e transitar de área. Sendo assim, qualquer pessoa possui potencial para ingressar no campo.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), cerca de 420 mil novas vagas no mercado de tecnologia devem ser criadas até o ano de 2024. No entanto, as previsões apontam que 150 mil delas não serão preenchidas por falta de profissionais qualificados.Se você está pensando em ser um profissional da área de dados, este é o melhor momento para começar esta jornada. Com pouca gente qualificada para muita oferta por parte das empresas, quem se interessa por este universo já está à frente da concorrência, considerando a alta possibilidade de alcançar sua estabilidade profissional e financeira.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science, Data Analytics e Inteligência Artificial (IA) da DH. Eles preparam o aluno para lidar com os desafios do dia a dia da melhor maneira. Termine o curso com um portfólio completo, contando também com o projeto integrador para se colocar no mercado de trabalho.Nós acreditamos que a educação profissional deve estar sempre aliada com o desenvolvimento pessoal. Temos um departamento de carreiras que oferece cursos complementares, palestras, plantão de dúvidas e apoio na transição de carreira e novas oportunidades aos alunos. Nossos dados confirmam que a Digital House tem 95% de empregabilidade dos alunos.Se você gostou deste artigo, baixe também o nosso mapa de carreiras digitais, e veja quais são as áreas e profissões que estão em alta, além de como é a jornada profissional, os panoramas de mercado e o salário médio de cada uma.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH img
#Otros

NPS: o que significa e qual a sua importância para a DH

Você provavelmente já deve ter recebido algum tipo de e-mail de pesquisa de satisfação para responder, mas nem sempre ficam claros os motivos e as formas pelos quais os resultados são utilizados. Por esse motivo, resolvemos explicar quais são as ideias por trás do esforço permanente em medir a satisfação com os cursos e, por extensão, na escola.Na Digital House o aluno responde a três tipos de pesquisa: uma na metade do curso e uma no final, ao NPS (Net Promoter Score); a cada três semanas de aula, é aplicado o NSI (Net Satisfaction Index); pôr fim, ao final de cada aula as perguntas vêm na forma do 3Q (que bom, que pena, que tal). A frequência, as métricas e a metodologia de cada uma são diferentes entre si, e a ideia aqui é esclarecer o papel do NPS, suas origens e o que esse indicador revela para nós.NPS é uma sigla que significa Net Promoter Score, uma métrica de lealdade do cliente a uma determinada empresa, baseada na atribuição de uma nota numérica entre 1 e 10 ao produto ou serviço consumido. O indicador foi criado a partir da experiência de uma rede de locadoras de automóveis dos Estados Unidos, e parte do pressuposto de que, mais do que a média de satisfação da clientela, o que interessa aos negócios que visam crescimento e resultados de longo prazo é a quantidade de clientes que, de tão satisfeitos, passam a indicar a empresa a colegas e familiares.Ao empregar a escala de 1 a 10, aqueles que atribuem notas 10 e 9 ao produto ou serviço consumido são os “promotores”; os que deram notas 8 e 7 são “neutros” e, de 6 para baixo, estão os “detratores”. A nota final é dada pela subtração da proporção de promotores e detratores, conforme figura abaixo:Fonte: File:Nps.jpg - Wikimedia CommonsAqui na Digital House, os alunos são chamados com frequência a responder pesquisas de satisfação. Periodicamente são disparadas enquetes via email que são, em última instância, um retrato da escola na visão de seu público-alvo.A invenção do NPSAs ideias por trás do NPS vieram à luz num artigo da Harvard Business Review em 2003, sob o ambicioso título “O único número que você precisa para crescer”. Ciente das limitações e custos envolvidos na realização de grandes e complexas pesquisas de satisfação dos clientes (surveys), Andy Taylor, CEO da Enterprise Rent a Car, introduziu uma pesquisa mensal composta de apenas duas perguntas, uma sobre a qualidade da experiência de locação e outra, sobre a probabilidade do cliente repetir a locação com a empresa. A simplicidade das perguntas possibilitou que a empresa fornecesse um feedback rápido para suas mais de 5 mil filiais, com foco apenas nos clientes mais engajados, ou seja, aqueles que fornecem as notas mais altas.E os demais clientes? Obviamente todos interessavam à Enterprise e interessam a qualquer negócio, mas o foco nos entusiastas parte do pressuposto de que estes, e não a média dos clientes, são aqueles que não apenas voltam a consumir, mas recomendam o produto ou serviço a outros consumidores. Afinal de contas, ao recomendar uma empresa para uma pessoa próxima, estamos não apenas atestando nossa satisfação com o ato de consumo, mas também colocando em risco nossa própria reputação. Usando um exemplo que quase todo mundo já viveu, nada pior do que indicar um encanador, por exemplo, e descobrir que a sua indicação foi responsável pelo alagamento da casa dos amigos.Com base na experiência da Enterprise, o professor Frederick Reichheld sistematizou dados sobre outras companhias e setores de atividade, procurando identificar uma suposta correlação entre a fidelidade do cliente e o crescimento e lucratividade do negócio. Os dados levantados ao longo de dois anos levaram à conclusão de que o único caminho para o crescimento lucrativo baseava-se na habilidade das companhias em tornar seus clientes fiéis a ponto destes recomendarem constantemente seus produtos, captando novos clientes e agindo, na prática, como seus departamentos de marketing.As premissas do NPS colocavam em xeque uma série de outras métricas, especialmente aquelas relacionadas à satisfação do cliente. Taxas de retenção, por exemplo, são um bom indicador de lucratividade, mas não de crescimento, e os níveis de satisfação passada não apresentam evidências fortes de estarem relacionadas com o comportamento atual do consumidor ou com o crescimento do negócio.A pergunta que interessaPara encontrar a pergunta-chave a ser feita aos consumidores e, a partir daí, a métrica ideal para aferir a fidelidade do cliente, o professor Reichheld associou dados de surveys com informações sobre o comportamento real de mais de 4 mil consumidores, especialmente em relação à repetição de compras e padrões de recomendação, usando para isso ferramentas como Satmetrix e um questionário de 20 perguntas chamado Loyalty Acid Test. Esse trabalho possibilitou determinar quais questões apresentavam a mais alta correlação estatística com a repetição de compra e a recomendação. Se inicialmente procurava-se a melhor pergunta para cada setor de atividade, o que se descobriu é que apenas uma pergunta era a ideal para a maioria dos setores: “qual é a probabilidade de você recomendar a empresa X para um amigo ou colega?”.Encontrada a pergunta, era necessário estabelecer a escala de resposta, uma escala que fosse simples, sem ambiguidade e pudesse ser compreendida de forma intuitiva por consumidores, investidores e jornalistas, enfim, pelo grande público. Essa escala serviria como base para o estabelecimento de grupos de consumidores que resumiram a experiência do cliente, servindo como guia de orientação dos esforços da empresa em busca do crescimento sustentado.Dessa forma, quando a Digital House aparece na sua caixa postal perguntando qual é a possibilidade de você nos recomendar para seus familiares e amigos, o que queremos saber é qual é a proporção dos alunos que, de tão satisfeitos, colocam sua reputação em jogo pela qualidade percebida em sua jornada. Sem nunca descuidar dos feedbacks negativos, que são analisados semanalmente por coordenadores, professores e áreas de apoio, nossa preocupação é proporcionar uma experiência de aprendizagem que tenha valor e faça a diferença na sua trajetória.Assim, mais do que nunca, pedimos: responda às pesquisas! A sua opinião que tornará a DH cada vez melhor.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira