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Storytelling no marketing: torne sua marca relevante contando uma boa história

Storytelling no marketing: torne sua marca relevante contando uma boa história
#Marketing
15 de abril - min de leitura

Narrativas que conquistam vendem mais, é fato. E será que você já criou uma história para a sua marca que está cativando o público? Chegou a hora da verdade.


Antes de falar de storytelling, tem tempo para uma histórinha rápida?

O Cebolinha nunca vence a Mônica nas historinhas do Maurício de Souza. Você compra o gibi e sabe disso, há mais de 30 anos. Mas, mesmo assim, esse é um quadrinho que ultrapassa gerações, pois conta uma trajetória que rende boas risadas (emoções), na jornada divertida dos planos infalíveis.

Justamente essa é a raiz do storytelling - contar uma boa história.

O que é storytelling?

Estas duas palavrinhas gringas, agrupadas, designam a arte de prender a atenção do espectador no seu roteiro, texto, vídeo, com um objetivo não explícito, mas que conduza a pessoa, ou usuário de um site, por exemplo, de maneira fluida.

As maneiras de contar histórias podem utilizar de recursos audiovisuais e palavras para atrair atenção do receptor, pois os fins não justificam os meios. O como aqui precisa é ser envolvente, ganhar o usuário pelo intangível.

Aprenda a criar um storytelling

Tirar para dançar sem mesmo sair do lugar. Eis um pedacinho de uma música que mostra bem como uma história age pela via certa. E, de certo, você captou a mensagem da frase acima, por via direta, emocional. Bingo! Objetivo concluído.

Em linhas menos poéticas, o storytelling no marketing digital utiliza elementos técnicos, como personagens, ambiente, conflito e, no final, traz a mensagem a ser transmitida de maneira convincente, guiando a emoção do leitor em uma jornada com início, meio e fim.

Mesmo em temas conhecidos pelo público, o storytelling consegue imprimir sua identidade na narrativa, ou mesmo estruturar tópicos, explorando o encadeamento de ideias, sempre considerando a experiência do usuário. Pois, desde os homens da caverna, a humanidade gosta de uma boa história, seja por identificação, para despertar emoções e sentimentos ou mesmo para cativar os ouvintes.

Como criar storytelling no Marketing Digital

Nesta área, a técnica é similar, embora mais sofisticada. Aqui, ele ajuda a promover um negócio e a venda de seus serviços e produtos de forma indireta, com caráter persuasivo. Portanto, na estratégia do Marketing Digital, o storytelling aproxima uma marca de seu consumidor final, agindo em lançamentos de novos produtos ou fidelização dos clientes.

Existem várias técnicas de storytelling para o marketing de conteúdo como: personagens, ambiente, conflito e mensagem, com estrutura em formato de introdução, desenvolvimento e conclusão. Mas, não se restringe a isso. O importante é amarrar as ideias entre parágrafos, no caso de textos.

Uma narrativa que brilhe olhinhos deve ter elementos visuais, diálogos, personagem identificado com seu público-alvo, apresentar problemas e como resolvê-los, além da emoção, claro. Sim, o leitor precisa sentir algo.

Crie uma história para a sua marca

Somos bombardeados com informações todos os dias, por todos os lados. O storytelling, usado para informar sobre algo importante, além de fixar a informação mais facilmente, dá leveza ao assunto, pode chamar mais a atenção e aumentar o lucro de um negócio.

Storytelling, com dados na narrativa e com teor mais positivo, auxilia na credibilidade sobre o assunto abordado e pode performar bem, são vários os motivos que provam por que storytelling é importante para as marcas:

➜ Segundo um artigo publicado pela Scientific American, as histórias que estimulam emoções positivas são mais compartilhadas do que aquelas que provocam sentimentos negativos;
➜ Cativa a atenção do leitor ou espectador;
➜ Aproxima a relação entre marcas e consumidores.
➜ É capaz de emocionar, entreter e persuadir.

Na Digital House, você aprende esta e muitas outras estratégias e ferramentas para gestores e líderes no curso de Gestão de Marketing Digital.

Nele, os alunos são preparados para entender como gerir ou montar uma equipe de marketing digital, assim como matérias como análise de concorrência, planejamento, marketing de conteúdo, SEO e SEM, e sobre nosso protagonista de hoje, storytelling para marcas.

Vem, deixa a gente fazer parte da sua história de sucesso profissional.

Outras notícias

Sistemas de recomendação: a experiência por trás de serviços de streaming img
#Dados

Sistemas de recomendação: a experiência por trás de serviços de streaming

Os sistemas de recomendação vieram para mudar o mundo, ou melhor, facilitar a vida das pessoas. Se você ainda não entende por completo o que eles significam, e mais, como funcionam, hoje a "aula" é sobre eles!Fazer compras, mais do que uma necessidade, para muitas pessoas também é um passatempo. Passear pelas lojas, garimpar produtos e, finalmente, encontrar algo do qual gostamos.Em pequena escala, este processo chega até a ser prazeroso. Mas quem nunca entrou em uma loja grande demais, com produtos demais e se sentiu perdido?A urgência dos sistemas de recomendação nasceu de onde?Com o surgimento dos e-commerces, a limitação de espaço físico das lojas foi vencida, fazendo com que seja possível, em uma mesma loja (a Amazon, por exemplo), se ter uma infinidade de produtos dos mais diversos tipos e categorias. E como encontrar algo que buscamos em um ambiente como esse?Vamos mudar um pouco de perspectiva. Imagine se quiséssemos assistir a um filme, abríssemos uma plataforma de streaming e ela nos apresentasse todos os incontáveis filmes de seu catálogo separados por gênero, mas sem uma ordem definida.Garimpar um filme de nosso agrado ali seria uma tarefa enfadonha, demorada e muitos de nós desistiríamos no meio do processo.O que é um sistema de recomendação?Neste contexto, de um mundo onde existe uma diversidade muito grande de produtos (sejam eles bens de consumo, filmes, vídeos, posts, etc), é que surge a necessidade de uma ferramenta que consiga entender e disponibilizar para os usuários os produtos mais relevantes, de forma que o processo de escolha/compra seja viável. Assim surgiram os sistemas de recomendação que, hoje, são muito presentes no nosso dia a dia.Como funcionam os Sistemas de RecomendaçãoTomando o exemplo de sistemas de recomendação Netflix, com um catálogo muito abrangente, vamos pensar juntos em algumas estratégias diferentes para fazer recomendações relevantes. Aqui o objetivo é tentar entender a intuição por trás de algumas dessas estratégias, sem mergulhar muito fundo na parte técnica.Um bom ponto de partida é reconhecer que para fazermos recomendações relevantes, precisamos conhecer nossos clientes.Filtro content basedPara isto, uma alternativa seria submeter aos usuários um questionário em que eles nos contariam quais gêneros de filmes, atores, diretores eles gostam; se preferem finais tristes ou felizes, dentre ouras características. Em seguida, classificaríamos os filmes de nosso catálogo segundo estas categorias. O filme Gladiador, por exemplo, poderia receber nota 5 para ação e nota 0 para comédia, além de nota 3 para final triste (spoiler alert).Por fim, seríamos capazes de mapear os gostos dos usuários aos filmes e fazer sugestões. Esta abordagem é conhecida como filtro baseado em conteúdo (content based filtering).O grande problema aqui é que a qualidade das recomendações depende de quão detalhado é o questionário, ou seja, do quanto os usuários nos contam sobre seus gostos. Para muitos negócios, pedir que os clientes respondam um extenso questionário sobre suas preferências é impraticável. Além disso, nossos gostos mudam com o tempo, então tal formulário precisaria ser reavaliado periodicamente. Este é o caso do nosso exemplo. Imagine se ao se cadastrar em uma plataforma de streaming, tivéssemos que responder um tedioso questionário sobre nossas preferências. Eu, provavelmente, desistiria no meio do caminho.Filtro colaborativeAinda precisamos conhecer nossos clientes, mas vimos que pedir que eles, deliberadamente, nos contem sobre seus gostos não é uma estratégia viável. Outra alternativa seria inferirmos sobre as preferências de nossos clientes a partir de seus padrões de uso.Para tanto, deixamos que os usuários comecem a utilizar a plataforma, mas pedimos que eles avaliem os filmes que assistiram, como indicativo do quanto o filme os agradou. Esta abordagem que infere as preferências dos usuários a partir dos seus padrões de uso é chamada de filtro colaborativo (colaborative filtering).Suponha, então, que o usuário “A” avaliou positivamente os filmes Matrix, Senhor dos Anéis e Star Wars. Para fazer recomendações relevantes, podemos olhar para outros usuários que também tenham avaliado positivamente estes três filmes (usuários similares) e recomendar filmes que tais usuários também avaliaram positivamente. Daqui surgem recomendações do tipo: “Usuários como você também gostaram: <recomendações>”. Além disso, para complementar nossas recomendações, podemos olhar para filmes que receberam avaliações semelhantes. Isto dá origem a recomendações do tipo: “Porque você viu Gladiador: <recomendações>”.Contudo, afirmar que dois filmes são similares apenas porque receberam avaliações semelhantes pode ser simplista demais. O mesmo vale para afirmar similaridade entre usuários apenas com base nas notas que eles deram para os filmes.Sistemas de recomendação com Machine LearningUma estratégia de recomendação mais sofisticada seria utilizar modelos de machine learning (ferramentas muito boas para identificar padrões, especialmente padrões que nós, seres humanos, temos dificuldade em perceber) para criar variáveis que descrevem os usuários e os filmes a partir dos padrões de uso. É importante ressaltar que tais variáveis são variáveis latentes, ou seja, variáveis criadas pelo computador e, não necessariamente, interpretáveis por seres humanos.Uma vez conseguindo descrever o perfil dos usuários e dos filmes com base nestas variáveis latentes, o modelo consegue, para um dado usuário, estimar como seria a interação dele com filmes que ainda não assistiu. E, com essa estimativa de interação, sugerir os filmes que o usuário avaliaria melhor, logo, os filmes que o usuário mais gostaria.Além disso, o modelo também nos dá insumos para afirmar com mais convicção que usuários ou filmes são similares. Esta técnica de recomendação é conhecida por fatoração de matrizes (matrix factorization).Nesta abordagem, em que aprendemos as preferências do usuário através dos padrões de uso, as recomendações são menos assertivas no começo, mas quanto mais informações de uso, mais relevantes serão as recomendações. Ou seja, para este tipo de abordagem, precisamos de um volume de dados significativo e as recomendações vão melhorando à medida que os usuários utilizam nossa plataforma. Mas e para um novo usuário? Como fazer sugestões? Aqui pegamos a ideia da primeira abordagem, mas com um questionário bem simplificado. Pedimos, apenas, que o usuário selecione alguns filmes dos quais gostou. E pronto, já temos um ponto de partida! À medida que ele for utilizando nosso serviço, as recomendações vão melhorando.Ufa, bastante coisa para digerir, né? Mas é bem legal entender um pouco mais sobre esses algoritmos que estão no nosso dia a dia.O outro lado dos algoritmos de recomendaçãoLegal, mas esses algoritmos devem ter algum defeito, né?Apesar de muito convenientes, os sistemas de recomendação têm alguns pontos sensíveis. Lembra que comentei que quanto mais dados, quanto mais interações, mais precisa ficará a recomendação? Ou seja, quanto mais interações, mais o algoritmo entende com quais produtos temos mais probabilidade de interagir positiva ou negativamente. Considere, agora, uma rede social, que tem milhões, bilhões de usuários interagindo muitas vezes por dia. É uma quantidade colossal de dados e isso permite que os algoritmos consigam entender bem o perfil dos usuários, o que aumenta drasticamente a conversão de anúncios, por exemplo.Além disso, com recomendações assertivas, é possível maximizar o tempo que o usuário fica conectado, estando mais suscetível a novos anúncios. Ou seja, se considerarmos uma rede social de vídeos, os vídeos recomendados provavelmente serão de assuntos que já conhecemos e gostamos ou que reforçam a nossa visão/opinião, reduzindo nossa exposição a novas experiências.Além disso, somos mais suscetíveis a querer assistir vídeos “bombásticos”, o que pode contribuir para um aumento da disseminação de notícias falsas e teorias da conspiração. Se você se interessou pelo tema, deixo como recomendação o documentário “O Dilema das Redes”, que discute este tema mais a fundo e é super interessante!Seu ponto de partida dentro dos sistemas de recomendação!Sistemas de recomendação são ferramentas super convenientes, especialmente em um mundo globalizado com uma diversidade gigantesca de produtos. Vimos que para fazer recomendações relevantes precisamos conhecer nossos clientes, mas, dificilmente, os clientes estarão dispostos a, explicitamente, nos contar mais sobre suas preferências. Assim, uma saída é inferir tais preferências a partir dos padrões de uso e, assim, fazer recomendações que façam sentido. O problema é que quando alimentados com uma quantidade de dados significativa, tais algoritmos podem ser capazes até de influenciar o comportamento de seus usuários.Quer saber mais sobre a área de dados? Aprofunde seus conhecimentos e entre para um dos mercados mais promissores dos últimos tempos através de um curso de Data Science :)No curso da DH, você aprende na prática a ser um cientista de dados e a desenvolver sistemas de recomendação, por exemplo. E aí, vem com a gente?Leia mais no blog DH:+ Computação em nuvem: o que é AWS?+ Descubra exemplos reais de Data Science+ Exemplo de Internet das Coisas no seu dia a diaE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Como fazer um blueprint de serviço? Aprenda os 6 passos para construir o diagrama img
#UX

Como fazer um blueprint de serviço? Aprenda os 6 passos para construir o diagrama

Os curiosos pelos processos do Design Thinking vão acabar cruzando com o blueprint de serviço por aí! Mas afinal, como essa ferramenta, que está em alta, ajuda a otimizar processos, e mais, o que significa este diagrama quando aplicado dentro dos projetos?Vamos passar pelas principais dúvidas sobre service blueprint e como fazer um com a ajuda da Ana Cezere, professora de UX Design, aqui da DH.O que é um Blueprint de serviço?O blueprint de serviços é um mapeamento detalhado de todos os pontos (ações e interações) de um serviço.A ferramenta foi criada para se ter uma melhor visualização das ações necessárias para que um serviço funcione, tanto as que são visíveis para o consumidor quanto as que não são. (WREINER,..).O diagrama mapeia, então, todas as relações entre diferentes componentes do serviço, que estão diretamente conectadas com os pontos de contato de uma jornada específica do consumidor.Como nasceu o service blueprintA técnica do blueprint foi introduzida, inicialmente, como uma ferramenta de gestão de serviços na Harvard Business Review, em 1984, pela executiva bancária G. Lynn Shostack.Pegando de inspiração as blueprints dos projetos de desenho técnico tanto de arquitetura e engenharia, quanto de design de produtos, ela utilizou o conceito para implementar um método sistemático de design, controle e performance.Assim, o blueprint de serviços veio para ajudar a tangibilizar o que até então era intangível, os serviços. As dificuldades de se entender a complexidade das interações entre funcionários, processos e clientes quando não vistos de uma maneira geral eram inúmeras.Para que serve blueprint?As falhas na experiência do serviço podem ser definidas em 5 razões (Segundo Zeithamal, 1990, apud Polonsky e Sargeant, 2005):1 - Os gerentes incorretamente definem o que os consumidores/clientes esperavam;2 - Os gerentes definem os padrões de serviço errados;3 - Os funcionários não entregam no padrão de qualidade esperados;4 - Consumidores / Clientes têm expectativas equivocadas, possivelmente por erro ou falta de comunicação da Organização;5 - A experiência atual não atende às expectativas.Com o blueprint, nós conseguimos ter uma visão geral do serviço, mapeando e descobrindo os pontos falhos na jornada.Quando comparada com uma jornada que seria “ideal”, conseguimos entender quais pontos podemos melhorar não somente para o consumidor, mas também para o funcionário, alinhando todas as expectativas e o que pode/deve ser entregue ao consumidor.Conseguimos otimizar, medir o sucesso e nosso crescimento quando temos noção de todas as partes que envolvem o serviço.Ok, mas como eu faço isso então, Ana?Blueprint Design na práticaBom, primeiramente, vou te apresentar os pontos-chaves de um blueprint:(NN/G)Ação dos Consumidores:Passos, atividades, escolhas e interações que um cliente tem com o serviço para atingir um objetivo/completar uma tarefa. São derivadas a partir da pesquisa com o usuário e da jornada.Ações em Cena:Ações que são visíveis ou que ocorrem diretamente em interação para com os consumidores. Pontos de contato com o serviço. Podendo ser feita com funcionários ou não (ex: tecnologia)Ações nos Bastidores:Atividades que acontecem fora de cena, para oferecer suporte às ações em cena.Processos:Etapas internas que oferecem suporte aos funcionários para entregarem o serviço.Exemplo de um Blueprint de serviçoVisualmente, um blueprint é dividido em 3 linhas: linha de Interação, linha de visibilidade e linha de interação interna.➜ A linha de interação mostra as interações diretas entre o consumidor e a organização.➜ A linha de visibilidade separa todas as ações do serviço que são visíveis para o consumidor daquelas que não são. Ações em Cena aparecem em cima dessa linha e Ações nos Bastidores (fora de cena) aparecem embaixo.➜ A linha de interação interna separa funcionários que são participantes dos pontos de contato com os clientes daqueles que não suportam interações diretamente com os consumidores/clientes.Fonte: NNGroupExplicado os pontos-chaves, vamos nos ater a quais etapas seguimos para montar um blueprint de serviço!São 6 passos que podemos adotar. (Zeithaml and Bitner (2000 p212) apud Polonsky e Sargeant, 2005)1º passo: Identificar a tarefa ou objetivo a ser cumprido. Uma organização pode oferecer várias tarefas para um cliente, dentro de um único serviço. (Por ex: jantar no local ou pedir para entrega)2º passo: Identificar o consumidor/cliente. Vamos fazer a jornada à partir do ponto de vista dele, então é imprescindível que nós saibamos quem ele é, como se comporta e quais suas expectativas para com o serviço.3º passo: Mapear as ações da tarefa pelo ponto de vista do consumidor.4º passo: Mapear os pontos de contato com os funcionários, em cena e fora de cena.5º passo: Relacionar as atividades do cliente/consumidor e do funcionário com funções necessárias de suporte. Relacionar as atividades organizacionais com a experiência do cliente.6º passo: Identificar os pontos de falha, comparar com uma experiência ideal e desenhar maneiras de resolver os pontos de falha.Após esses passos estarem completos e mapeados, será possível visualizar o contexto geral do serviço e assim ir melhorando a cada momento.O service blueprint é importante, também, pois coloca o consumidor e sua jornada como ponto de partida para gestão do serviço.Blueprint no UXDesenhar um serviço é criar pontes entre um consumidor e seu objetivo, com o mínimo de fricção possível, o máximo de eficiência possível e entendendo o que o cliente percebe como valor. E a técnica de blueprint de serviços nos ajuda a organizar todas essas informações da melhor maneira.Quer descobrir os fundamentos do UX Design e aprender na prática a entender a experiência do usuário? Então conheça o curso de UX da Digital House, ministrado por professores como a Ana, que estão em contato com o mercado e de olho nas tendências de UX!Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecerE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Planilhas para iniciantes: 8 fórmulas mais usadas no Excel e atalhos para o dia a dia img
#Dados

Planilhas para iniciantes: 8 fórmulas mais usadas no Excel e atalhos para o dia a dia

As fórmulas mais usadas no Excel estão no dia a dia de administradores, engenheiros, matemáticos, e principalmente dos profissionais de dados.Desenvolvido pela Microsoft na década de 1980, o programa serve para formatar e desenvolver planilhas, criar fórmulas e inserir cálculos, organizar e visualizar dados e configurar diversos tipos de gráficos.Mesmo com o surgimento de novas ferramentas para manusear e visualizar dados, o Excel continua tendo o seu lugar ao sol. Não se surpreenda, mas com ele é possível desenvolver até jogos.Apesar de ser um programa muito conhecido, muitos profissionais acabam se perdendo na quantidade de atalhos e fórmulas que podem ser utilizadas.Para ajudá-los, a Digital House separou algumas fórmulas para salvar seus projetos no dia a dia.  Fórmulas mais usadas no ExcelNesta lista você vai descobrir três funções para quem quer começar a se arriscar no Excel, além das fórmulas mais usadas no Excel. Vamos lá?SomaA soma é o cálculo mais comum no Excel. Basta escolher as células desejadas: =SOMA(A1;A2) ou =A1+A2. Quando o cálculo for maior que a soma de dois números, basta acrescentar dois pontos =SOMA(A1:A5). Os dois pontos significam o intervalo entre as células A1 e A5.Subtração  Para acompanhar os gastos do mês, o Excel serve para fazer cálculos de subtração. É preciso acrescentar o sinal de negativo. Olhe o exemplo =A1-(SOMA(A1-B1)) ou =A1-B1. Quando o cálculo envolver a subtração de mais números, basta acrescentar dois pontos =A1-(SOMA(A2:A5)).PorcentagemO Excel pode ajudar na resolução de porcentagens. Imagine que um produto custa R$300,00 e você recebeu um desconto de 25%. Para saber o valor do desconto, basta fazer a seguinte fórmula: =A2*(B2%*100).MultiplicaçãoA fórmula de multiplicação no Excel também não é nada de outro mundo e segue as regras anteriores. Veja só! Basta colocar =(A1*B1).DivisãoSe você quer dividir a quantidade de frutas que vem dentro de um saco de laranja, basta acrescentar a barra de divisão entre as células e sem palavra antes da função. Veja a fórmula =(A1/B1).MédiaSe você está procurando a média de um conjunto de valores, a fórmula é =MEDIA(A2:A5), outra maneira de alcançar o resultado é =SOMA(A2:A5)/3.Como congelar células no ExcelA função de congelar uma célula está disponível na parte superior, em "Exibir" e logo abaixo, em "Congelar painéis".Quer congelar x linhas e colunas? Pare na célula que define o número de linhas e colunas que serão congeladas e clique em "Congelar painéis";Em "Congelar linha superior", apenas a primeira linha será congelada, assim como "Congelar primeira coluna".Como mesclar células no ExcelA opção de mesclar células está disponível em "Página inicial", no ícone abaixo de AB, ao lado de alinhamento. Esta função permite que você integre mais de uma célula, e para usar, basta selecionar aquelas que gostaria de juntar e clique no ícone.Atalhos rápidos para o ExcelO Excel disponibiliza uma série de atalhos para quem quer ganhar tempo no serviço. Se fôssemos mencionar todos, a lista ficaria enorme.Por esse motivo, filtramos alguns atalhos que podem ajudá-lo no dia a dia, divididos em três categorias: atalhos gerais, seleção e navegação e formatação. Veja algumas situações mais frequentes: Atalhos geraisImagine que você criou um gráfico superimportante para sua apresentação e não quer perdê-lo, digite CTRL e B para salvá-lo. Depois de finalizá-lo, se você não quer se deslocar até a área de arquivos e, em seguida, clicar em “imprimir”, basta clicar em CTRL e P. Automaticamente a página de impressão é aberta. Seleção e navegaçãoImagine que você tem uma planilha enorme cheia de contatos, mas não quer perder tempo mexendo no mouse. Para isso, basta digitar CTRL e ↦ (para ir a célula direita), CTRL e ↧ (para ir a última célula da coluna), CTRL e ↥ (para ir a primeira célula da coluna), entre outras funcionalidades.FormataçãoSe você mexe com valores e deseja aplicar o formato moeda, basta digitar CTRL + Shift + $. Mas se você quer mudar a data, clique em CTRL + Shift + #, entre outras possibilidades de formatação.Se aprofundando na análise de dadosSe a sua área de atuação lida com dados e números, o uso do Excel é imprescindível, principalmente nos setores de análise.Quer aprender, na prática, a analisar dados? Dos primeiros passos até a criação de relatórios e data storytelling? Temos um curso de Data Analytics para desbravadores da área de dados! Vamos nessa para aprender fazendo!Leia mais no blog DH+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ DH Alunos: de administrador de empresas à Ciência de Dados+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)