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Data Storytelling: como transformar dados em uma narrativa envolvente

Data Storytelling: como transformar dados em uma narrativa envolvente
#Dados
14 de julho - min de leitura

A construção de um storytelling com dados precisa ser envolvente, ter começo, meio e fim, mas sem se esquecer do protagonista: os números. Senta que lá vem a história, com dados.


Storytelling, e todo o poder criativo que a prática propõe, somado ao universo dos Dados. Será que dá match? Com certeza, sim, por isso o storytelling com dados é tão importante.

Você não precisa fazer um curso sobre como contar histórias para saber que não há nada mais chato do que receber um relatório quadrado, inflexível e pouco atrativo aos olhos de quem o interpreta, que provavelmente ficará ansioso para saber o caminho final, já nas primeiras linhas.

E o desafio está justamente aí: tornar esse relatório cheio de números, mais sedutor. Mas, como exibir dados importantes e nada carismáticos, a ponto de deixar o leitor encantado com a apresentação? 

A resposta está diretamente relacionada ao bom uso de Storytelling na análise de dados. Preparamos este artigo, em parceria com a nossa professora de Dados, Nadja Pereira, para te contar mais sobre esta combinação.

+ Cientista de dados: tudo sobre a profissão do futuro

Data Storytelling, ou melhor, storytelling com dados

Observe, estamos cercados por narrativas com início, meio e fim. Seja em uma aula, um filme, uma música, livros, séries e indústria cultural, essa é a maneira mais eficaz de se passar uma mensagem e ser rapidamente compreendido. 

Nadja sugere um exemplo prático de reflexão sobre storytelling com dados: “Imagine o título de uma manchete de jornal: “Avião cai no mar com 100 pessoas e todos sobrevivem”. Você certamente ficaria curioso para clicar e saber mais sobre ela, certo? E essa notícia fictícia certamente estaria contada desta forma:

1 -  Uma breve explicação do acidente e o status atual;

2 - O problema que gerou o acidente;

3 - Como o problema foi resolvido?;

4 - E o status atual do acidente?;

5 - O que vai acontecer?”.

Voltando ao mundo dos Dados, e inspirando-se no exemplo da notícia acima, o analista, quando prepara seu relatório, deve partir de uma construção lógica bem similar. Ou seja, contar uma história.

Como contar histórias com dados

Acompanhe as dicas da nossa professora para estruturar seu report, com base em princípios do Storytelling:

O que aconteceu?: mostre os big numbers no cenário atual;

Os prós e contras dos números: aponte os problemas e também as vitórias que os dados contam;

Contra dados não há argumentos: deixe claro como os problemas podem ser resolvidos com os dados;

Perspectivas e previsibilidade no radar: recomende as ações a partir dos dados e especule o que pode acontecer;

Outro ponto decisivo para que sua apresentação seja incrível é o treinamento prévio. Ensaiar é sempre fundamental. 

“Lembra do Steve Jobs? Certamente ele ensaiava antes de se apresentar para encantar a plateia e destrinchar informações relevantes. O seu momento de dizer “one more thing” ficou na história da Apple”, completa.

Com um discurso bem alinhado, uma história será melhor contada e fixada pelas pessoas. Além disso, mostrará seu domínio sobre o conteúdo. 

“Por fim, pode parecer bizarro, mas este é um ótimo indicativo para saber se a sua apresentação está na ordem correta: mesmo que você já tenha finalizado a sequência da apresentação, alguns slides e informações ficam melhores contados antes ou depois de outros”, finaliza Nadja., convidando você para um olhar mais crítico e criativo sobre suas análises. 

Seja um especialista em dados

A criatividade é uma das bases da inovação e Dados são alicerce da nossa Era Digital. Aprender a lidar com os dois, por meio do storytelling, significa transformar informações em soluções, compreendidas por muito mais pessoas.

Na Digital House este é o jeito de transformar a carreira e a vida das pessoas, por meio da inovação, incluindo a tecnológica. Conheça mais sobre o curso que a Nadja e muitos outros professores feras no assunto ministram diariamente.

+ Guia básico para entender todas as etapas da análise de dados

Data Analytics, Data Science e Inteligência Artificial fazem parte da grade de Dados. Veja qual tem seu perfil e invista em sua carreira com a Transformação Digital. 

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Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional img
#Marketing

Conheça o curso de Ads e como se tornar um bom profissional

Os profissionais que trabalham na área de Ads são responsáveis pela promoção da imagem de uma marca para o mercado, a fim de gerar leads, visibilidade, engajamento e mais vendas, ou seja, tudo que é essencial para o seu crescimento. Que tal entender melhor as vantagens de fazer um curso de Ads e as principais habilidades de um bom profissional neste segmento? Continue acompanhando.O que é um curso de Ads?Em um curso de Ads ou mídia paga, como também pode ser chamado, o aluno aprende a atuar com campanhas de publicidade online. Ele adquire habilidades técnicas e competências para construir e gerenciar campanhas de links patrocinados em diferentes canais, como o Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, LinkedIn Ads, entre muitos outros.Durante sua formação, o aluno também aprende a analisar dados, como métricas e indicadores de performance das campanhas em ação, utilizando ferramentas, como o Google Analytics, além de gerar relatórios personalizados, usando o Google Data Studio, por exemplo. Ao término do curso, o profissional também estará apto para planejar e aplicar estratégias de publicidade online, através de parcerias com influenciadores digitais, redes de afiliados e e-mail marketing.Mídia paga: como funciona?Depois de saber o que é um curso de Ads, você deve estar se perguntando: mas no que consiste a mídia paga? Como funciona? Vamos te explicar.O segmento consiste em qualquer comunicação que uma marca realiza, investindo dinheiro para ter um determinado resultado além do próprio retorno financeiro, como a visibilidade, geração de leads, vendas ou/e engajamento, entre outros objetivos.Parece fácil até aqui, né? Mas não é somente investindo dinheiro em campanhas e anúncios pagos que você terá o retorno esperado. É preciso considerar diferentes fatores ao planejar uma estratégia. Separamos as principais para você. Confira:Plataformas de anúncioSão diversas plataformas disponíveis para utilizar, podendo ser tanto as redes sociais (Facebook, Instagram, YouTube, Twitter, LinkedIn etc.), quanto buscadores e outros sites, como Google, Yahoo, Waze, Bing, entre outros.Formato do anúncio O anúncio será em imagem? Vídeo? Enquete? Slides? Esses são alguns dos diversos formatos disponíveis em cada plataforma, de acordo com as necessidades e objetivos do negócio.Definição do público-alvoA definição do público-alvo é uma das etapas mais importantes e define como será toda a estratégia de uma determinada campanha com mídia paga. É a partir disso que se identifica quais são as oportunidades para a marca, além de orientar todo o planejamento de atuação da marca no mercado. Afinal, para se comunicar da melhor maneira e construir um relacionamento com os clientes, é preciso conhecê-los antes de tudo.Quais as habilidades de um profissional de performance?Ficou interessado em adentrar ainda mais na área e fazer um curso de Ads? Para te ajudar nessa jornada, listamos 3 habilidades de um bom profissional de marketing de performance ao atravessar a nova realidade. Confira a seguir:Análise de dadosA construção de campanhas produz indicadores que geram relatórios e informações relevantes para o negócio. Neste contexto, ter a capacidade analítica com todos esses dados é essencial. Com isso, a empresa terá maior controle e organização, utilizando tudo o que for relevante para tomadas de decisão e ajudando a marca a entender, com mais exatidão, as expectativas de seu público-alvo.LGPDA Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é um assunto essencial para qualquer empresa que trabalhe com dados pessoais de clientes. Sendo assim, surge a necessidade de saber quais são as exigências que se tornam cada vez mais importantes para o profissional de performance.Independência e dinamismoNão é só de hard skills que vive o profissional de performance, pois as soft skills também são essenciais para os desafios do dia a dia. Neste sentido, quem trabalha na área sabe que é preciso resolver as crises o mais rapidamente possível, tendo dinamismo para tomar decisões de forma independente, com o emocional em controle.Dica extra: organizaçãoNão há profissional de marketing de performance que seja bem-sucedido e desorganizado com seu trabalho. Desde o planejamento, até colocar os anúncios pagos no ar, é preciso que tudo seja muito bem pensado e estruturado.Qual curso de Ads fazer?Ao contrário do que muitos pensam, a mídia paga pode ser usada para diferentes objetivos e não somente para anúncios de venda direta. Em um curso de Ads, o aluno adquire toda a base de conhecimentos necessários para aplicar tudo isso, entendendo que uma verba disponibilizada para a elaboração de uma campanha, por exemplo, pode influenciar o rumo que ela terá com seus anúncios, em suas diferentes possibilidades.Além disso, mesmo que as empresas possam investir pouco, elas não deixam de aumentar sua visibilidade, em uma campanha de período curto. Todo esse processo gera métricas e indicadores, que são essenciais para a identificação de oportunidades de melhorias e novas tomadas de decisão.A tecnologia está em constante avanço. Sendo assim, a procura por um curso de Ads também faz parte deste crescimento. Segundo uma pesquisa, em 2018, foram registrados 3,9 bilhões de usuários online. É muita coisa! Ainda na mesma pesquisa, em 2023, esse número deve evoluir para 5,3 bilhões, um aumento de 36%. (Fonte: Cisco, 2020).A Digital House tem consciência de todo esse panorama e todo o poder de retorno que uma boa mídia pode oferecer para uma empresa, mudando seu destino. Caso esteja interessado em ingressar na área, que faz parte do marketing digital, saiba que possuir um diploma de curso é um diferencial para que consiga ingressar na carreira com tudo, pois ele prova toda sua base de conhecimentos.Que tal se inscrever no curso de Marketing Digital Avançado? Ele prepara o aluno para dominar os diferentes tipos de estratégia, incluindo o marketing de performance e as diferentes plataformas e técnicas para criação de anúncios pagos.Se você possui um negócio, saiba também como planejar, otimizar e automatizar as suas estratégias e ferramentas de campanha que você já usa atualmente. Não é demais?Todas as aulas são dinâmicas, 100% ao vivo, nas melhores plataformas digitais para educação e ministradas por profissionais especialistas do mercado. Garanta a sua ascensão profissional no futuro!Não deixe de conferir também nosso post sobre empregos em tecnologia e quais os melhores sites de oportunidades para ingressar na área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreira

 4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira img
#Carreira

4 sinais que indicam quando vale a pena mudar de carreira

A mudança de carreira não deve ser encarado como um problema. É comum gostar de algo e, depois de um tempo, não gostar mais, não se identificar. Portanto, vale a pena mudar de carreira sim!Antes de realizar qualquer ação ou tomar decisões, é importante entender o seu momento, para saber se é ideal para isso. Acompanhe este artigo, onde explicaremos alguns sinais que indicam a necessidade de mudança.Como saber se devo mudar de carreira?Durante qualquer jornada profissional, altos e baixos estão sujeitos a acontecer, independentemente do segmento de trabalho. No entanto, existem alguns sinais que identificam e mostram se vale a pena mudar de carreira em um determinado momento. Separamos quatro deles para te ajudar. Confira:Desânimo e desinteresse pelo trabalhoVocê acorda cedo todos os dias para iniciar o trabalho e, ao final da tarde, vai descansar. Sua rotina se consiste nisso? Já não sente mais uma sensação boa ao acordar ou antes de dormir, pensando na profissão?Os sentimentos de desinteresse ou angústia pelo trabalho são fortes sinais de que mudanças precisam ser feitas. Caso o problema seja a própria empresa, uma mudança de ambiente pode ser o suficiente para renovar essas sensações. No entanto, se a função e o ramo forem as questões principais, é preciso considerar a transição de carreira para outra área.Falta de reconhecimento profissionalExistem casos de profissionais muito bem capacitados, talentosos e dedicados em seus trabalhos, mas não reconhecidos por suas ações, não sendo promovidos por muitos anos, estagnando-se e se vendo com muitas obrigações no dia a dia.Essa é uma situação de falta de reconhecimento profissional, o que pode causar desânimo com a carreira. Quando se dedica a uma determinada tarefa e não há um mínimo de retorno, o ânimo para trabalhar acaba se tornando inexistente. Neste contexto, é difícil manter a motivação.Desvalorização da área no mercadoSabemos que algumas áreas e profissões são mais valorizadas do que outras no mercado de trabalho, como a tecnologia, que vem se mostrando como uma promessa para o futuro e necessitando de mais profissionais capacitados para atuação.Por outro lado, quem se dedica a um campo desvalorizado acaba se desgastando, por não ter um retorno favorável, mesmo com muito esforço. Isso pode causar desânimo, mesmo em longo prazo. As despesas nunca deixam de existir e sempre tendem a aumentar, enquanto o salário pode se manter igual. Portanto, é normal considerar se vale a pena mudar de carreira neste contexto.Queixas e estresse constanteO estresse diário no trabalho é outro sinal para considerar a transição de carreira. Muitas vezes, isso não afeta somente o campo profissional, mas todas as áreas da vida, por conta das exigências constantes, as reclamações e os sentimentos ruins, que podem ter origem nos superiores ou colegas de trabalho.Sendo assim, questione se essas situações são reversíveis ou contornáveis, além de afetar ou não sua saúde mental e o interesse pelo trabalho. As vezes (na maioria delas), não vale a pena passar por tudo isso ao considerar o salário mensal e outros retornos de trabalho.O que fazer quando se quer mudar de profissão?Ao ler os sinais apontados no tópico anterior, você se identificou com algum deles ou todos? Se sim, talvez seja o momento de mudar de profissão e não há problema em considerar esse objetivo, pois é preciso buscar mais satisfação à própria vida, que passa rápida e ininterruptamente, buscando o sucesso profissional desejado. Veja algumas dicas para te ajudar nesse processo:É preciso planejar!O primeiro passo é iniciar um planejamento e, assim, fazer uma transição assertiva. Avalie a necessidade de construir uma reserva financeira para se manter até conseguir um novo emprego. Para isso, pode ser preciso continuar no trabalho atual por mais um tempo. É preciso também analisar o mercado dentro do campo desejado, vendo se ele está saturado ou não e se os salários são satisfatórios ao seu estilo de vida.Tenha consciência das expectativas!É preciso saber controlar as suas expectativas. Claro que queremos sempre o melhor de maneira rápida, mas é preciso ter consciência de que o processo de transição pode ser difícil e que, logo no começo, aparecerão muitos desafios pela frente. São construções e passos diários.Construa sua base de conhecimentosO domínio das habilidades técnicas é essencial, principalmente em uma transição de carreira. Lembre-se, também, de que possuir um diploma ou certificado pode ser um diferencial ao adentrar o mercado de sua nova área e existem muitos cursos que te preparam para isso e não precisam de um alto investimento de tempo e/ou finanças. No próximo tópico, vamos te explicar melhor sobre isso e qual é a profissão que vale mais a pena.Qual a profissão que mais vale a pena?Toda essa transição de área não é uma decisão fácil e não deve ser feita por impulso. Analisando todos os pontos abordados nos tópicos anteriores, você pode ter a certeza de que vale a pena mudar de carreira.Mas qual a profissão que mais vale a pena? Atualmente, a tecnologia e os campos digitais são os que mais necessitam de profissionais.De acordo com um levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), anualmente, o Brasil forma 46 mil novos profissionais de Tecnologia da Informação (TI), enquanto a demanda é de 70 mil. Ou seja, são 24 mil trabalhadores em falta, o que representa muita coisa.Áreas como marketing digital, UX, dados, programação e produtos digitais são alguns dos principais exemplos de caminhos a serem tomados, que têm uma garantia maior de sucesso, estabilidade profissional e independência financeira.A Digital House possui conhecimento e entendimento desse panorama de mercado e, por isso, oferece formação em todos esses segmentos, sendo a principal escola de habilidades digitais da América Latina. Confira as grades de cada curso, escolha a que você mais se identifica e inscreva-se agora mesmo, garantindo seu futuro profissional.Para reforçar ainda mais essa ideia, de acordo com a pesquisa levantada pela Robert Half, empresa global especializada em recursos humanos, o e-commerce, marketing e os campos de tecnologia estão entre as áreas em alta para o futuro.Se você ficou interessado em aprender e se aprofundar ainda mais sobre o vasto mundo da tecnologia, recomendamos que você também leia o artigo sobre quais são os melhores sites de emprego da área.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Qual a linguagem de programação mais difícil de aprender? img
#Tecnologia

Qual a linguagem de programação mais difícil de aprender?

Não podemos negar: as possibilidades que o desenvolvimento oferece são muito atrativas. Porém, para se tornar um especialista, é necessário muito esforço. Acompanhe o artigo de hoje, e, além de saber qual a linguagem de programação mais difícil, entenda como avançar neste caminho da melhor maneira, fazendo boas escolhas para os desafios que chegarão.Qual a linguagem de programação mais difícilNa verdade, essa é uma questão bastante pessoal, onde a resposta varia de pessoa para pessoa. Quando pensamos em distinções entre as linguagens de programação, devemos saber que a forma como se escreve um determinado comando é o que diferencia elas, mas a lógica de programação é a mesma e permanece inalterada.O que faz com que as pessoas concluam o que é mais difícil ou não é a quantidade de trabalho manual exigida para determinadas funções básicas, pois algumas linguagens podem trazê-las de forma embutida e outras exigem que sejam construídas do zero pelo programador. Portanto, quando se pergunta qual a linguagem de programação mais difícil para um grupo de profissionais, as respostas diferem pela especialização da pessoa e de como foi o desenvolvimento de sua jornada.Mesmo assim, para deixar as coisas mais claras e ajudarmos em sua jornada, ao pesquisar a pergunta em fóruns e comunidades de tecnologia, algumas linguagens são mais comuns de serem apontadas como mais difíceis, principalmente pela maior complexidade em aprendê-las. São elas: Coffeescript, Lua, Malbolge, Erlang, Peri, entre outras.Alguns programadores gostam de praticar linguagens mais difíceis, a fim de se desafiar, aprender mais e se desenvolver. Outros preferem a rapidez, optando por linguagens mais simples.Por que é mais demorado aprender?Tomando como referência as linguagens do tópico anterior, no processo de aprendizagem, caso o profissional tenha alguma dúvida ou pare seu processo em algum ponto, é mais difícil encontrar respostas, discutir com outro colega ou encontrar informações nos fóruns de programação, por exemplo.Além disso, por haver poucos desenvolvedores que utilizam essas linguagens, as demandas são reduzidas, o que torna ainda menos vantajoso optar por aprendê-las.Ao escolher qual linguagem de desenvolvimento aprender primeiro, considere qual será a sua especialidade e foque em dominar a lógica de programação, que servirá como base para qualquer uma delas. Outro ponto importante é que, assim como qualquer área escolhida dentro do setor de tecnologia da informação, na carreira de programação, o profissional deve estudar constantemente, uma vez que o campo não para de avançar e as linguagens estão sempre lançando novas atualizações no mercado.Acessibilidade: linguagem SwiftAté agora, falamos sobre qual a linguagem de programação mais difícil de aprender, mas falando sobre o outro lado, você já ouviu falar na linguagem Swift e sua acessibilidade para domínio e uso no dia a dia?Ela foi lançada em 2014, pela Apple, com o objetivo de trazer mais facilidade e usabilidade aos desenvolvedores, promovendo também a área de programação como algo mais descomplicado e acessível para um número maior de pessoas. Desde então, a linguagem tem sido cada vez mais utilizada, atraindo novos profissionais que veem a Swift como uma alternativa para construir seus projetos, usufruindo também de seus benefícios.Sua sintaxe é simples, clara, limpa e concisa, proporcionando um desenvolvimento com menos codificação, além da performance ser rápida e eficiente, de modo que os apps criados com a linguagem oferecem uma ótima experiência aos seus usuários.A Digital House entende a importância da Swift para o mercado atual e, no curso de Desenvolvimento Mobile iOS, os alunos são capacitados a dominar seu uso, podendo construir aplicativos incríveis para o mercado.Confira a grade do curso, caso você possua interesse em aprender e ingressar na área. Não há dúvidas de que esse é um caminho certeiro para o sucesso e a estabilidade profissional e financeira que muitos almejam.Quais as linguagens mais usadas para programar?Além da Swift, outras linguagens de programação também são mais adequadas para determinados negócios ou empresas. Nós separamos 4 opções para aprender e garantir uma boa posição e estabilidade profissional no mercado. Confira:JavaDesenvolvida na década de 1990, o Java é uma linguagem de programação orientada a objetos e, sem dúvida, a mais solicitada pelas empresas e a mais popular entre os desenvolvedores, por ser uma das principais opções para a criação de aplicativos Android.JavascriptCriado também na década de 1990, o Javascript foi a primeira linguagem de script utilizada na web e veio com o objetivo de trazer mais dinamismo às páginas que, até então, eram marcadas somente com o HTML.PythonMesmo tendo sido criada há mais de 30 anos, o Python é uma das opções preferidas da nova geração de programadores. É uma linguagem versátil e bastante simples de ser compreendida, sendo também muito popular na inteligência artificial.RubyEsta também é mais uma linguagem presente nas queridinhas das novas gerações. Sua sintaxe é simples, exigindo que um desenvolvedor escreva menos códigos para que suas aplicações funcionem. Além disso, são inúmeras bibliotecas e frameworks disponíveis para utilização.A área da programação está superaquecida e, atualmente, carente de profissionais qualificados no mercado. Durante a leitura, você se interessou em se aprofundar ainda mais sobre a linguagem Swift? Recomendamos que você leia nosso artigo em que contamos todos os seus detalhes e sua importância na área de desenvolvimento.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)