Slow content: entenda o que é e a sua importância em uma realidade cheia de informações

Slow content: entenda o que é e a sua importância em uma realidade cheia de informações

Com o crescimento da utilização da internet e das informações presentes no mundo virtual, surge um conceito que propõe a diminuição da velocidade na produção de conteúdo: o slow content. Entenda.

A intenção é priorizar a qualidade de cada material construído, ao invés do timing ou da quantidade de posts. Muitas pessoas acham que o algoritmo trabalha somente com quantidade, mas não é esse o ponto principal. No slow content, o menos é valorizado, se bem planejado e executado com cautela. Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre esse conceito.

O que é slow content?

O slow content ou conteúdo lento, em português, é um movimento que surgiu como tendência na comunicação, muito inspirado na mudança comportamental das pessoas. A proposta é fazer com que criadores e consumidores de informações na internet reduzam suas velocidades, para produzir e absorver um conteúdo com mais qualidade, propósito, valor, significado e com menos excessos.

Isso significa que os adeptos ao marketing digital não necessitam produzir 20 publicações na linha do tempo para dizer o que poderia ser falado em apenas cinco, por exemplo.

Tudo isso parece complicado, já que, em um universo digital tão competitivo, conseguir a atenção do público está cada vez mais difícil. No entanto, não é a quantidade de posts que importa, como falamos, por exemplo, no artigo sobre o algoritmo do Instagram em 2021, o conteúdo em si é muito importante. É preciso entregar valor para as pessoas.

Hoje em dia, a quantidade de perfis, influenciadores, marcas e empresas nas redes sociais aumentam a cada dia e as plataformas não estão entregando seu conteúdo a 100% da sua base de fãs. Porém, não é realizar mais posts que vai resolver este problema.

E essa é, justamente, a ideia do slow content. Você não precisa brigar pela atenção do público se o seu conteúdo for relevante de verdade.

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O que é infoxicação e qual a sua relação com o slow content?

Quando falamos sobre slow content, não podemos deixar de falar sobre infoxicação. Essa é uma expressão criada, em 1996, pelo físico espanhol Alfons Cornella, combinando as palavras "informação" e "intoxicação". Ou seja, é o fato de sermos bombardeados com um excesso de posts, e-mails, vídeos e artigos o tempo todo, causando sintomas negativos por recebermos muito mais estímulos que somos capazes de processar.

Nesse contexto, a ansiedade, estresse e irritação são os sintomas mais comuns. Se o termo foi utilizado pela primeira vez em 1996, imagine, hoje, com as redes sociais, onde as informações aumentaram exponencialmente. De acordo com dados de um levantamento, uma pessoa possui acesso a mais de 5 mil marcas por dia e 360 anúncios. Além disso, foi constatado que os conteúdos excessivos do Instagram também deixam 78% dos influenciadores ansiosos.

3 dicas de desinfoxicação

O que fazer para ignorar o desnecessário e evitar a infoxicação? Separamos três dicas para começar a "dieta" de conteúdo e fazer melhores escolhas. Confira:

Saiba quais são as suas prioridades

Que tipos de assuntos e temas são importantes e relevantes para você? O que você pode deixar para depois?

Faça o descarte dos excessos

Ao ter contato com um post ou abrir um determinado e-mail, comece a se questionar: esse conteúdo entregou algum tipo de valor para mim? Se não, avalie o que a marca está te entregando e considere a possibilidade de deixar de segui-la.

Valorize seu tempo

Defina quanto tempo você pode se dedicar, por dia, para ver conteúdos online. Além disso, existem apps que bloqueiam as redes e configurações que deixam de trazer notificações, deixando tudo silencioso. Que tal utilizá-las?

Mesmo se você é um produtor de conteúdo, essas dicas também funcionam, pois, mesmo criando, você também consome de outras pessoas. Não se esqueça de ter um propósito ao criar, pois você também pode contribuir para a desinfoxicação. Quais dessas dicas você consegue colocar em prática agora?

Se você gostou deste conteúdo, não deixe de conferir nosso guia de marketing digital para pequenas empresas.

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