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15 dicas de SEO para otimizar o seu site para os motores de busca

15 dicas de SEO para otimizar o seu site para os motores de busca
#Marketing
28 de maio - min de leitura

Você vai conhecer os fatores on e off page, além de ferramentas, que vão fazer toda diferença na sua estratégia de SEO


Os motores de busca representam o início de 90% das experiências online. Os cinco primeiros colocados ganham cerca de 70% de todos os cliques. Como diz a piada acerca do tema, se você quiser esconder um corpo, coloque-o na segunda página do Google! Ter um bom desempenho nos buscadores também pode ter grande impacto na conversão, como mostrou a pesquisa da consultoria de marketing Custora. Segundo o levantamento, os usuários que chegaram a um site por meio do Google se mostraram mais abertos a compras e dispostos a gastar mais. Ou seja, ter uma estratégia voltada para conquistar um bom resultado nas buscas orgânicas ? aquelas realizadas espontaneamente pelo usuário em motores de busca, como Google, Bing e Yahoo Search ? é fundamental para o sucesso do seu negócio nos meios digitais. A esse trabalho se dá o nome de Search Engine Optimization (SEO) - um conjunto de técnicas criado a partir dos parâmetros e algoritmos dos buscadores. Conheça 15 delas a seguir para alavancar a sua página:

1) Planeje

A lógica do Google se resume em oferecer a melhor experiência para o usuário, o que implica em oferecer o melhor conteúdo, de forma mais rápida, segura e completa. Por isso, o trabalho de SEO começa bem antes, já no planejamento do seu negócio e da sua comunicação. Você precisa entender bem o seu público-alvo, seus problemas, suas dores, como ele busca as soluções para tais questões e o comportamento dele em cada canal e ponto de contato. É esse levantamento que deve guiar a sua estratégia de SEO, a partir da definição das palavras-chave.

2) Elenque as palavras-chave

Comece a elencar os termos de busca mais relevantes, que devem ser do tipo cauda longa, que trazem termos mais específicos e são fundamentais para uma boa segmentação e ranqueamento, e do tipo head, que são mais curtos e, portanto, genéricos. Este artigo da agência de conteúdo Rock Content traz detalhes da diferença entre cada tipo e como utilizá-los. O Google Keyword Planner te ajuda a pesquisar termos alternativos para a sua palavra-chave, que não precisa ser, necessariamente, uma palavra. Aproveite também para fazer uma pesquisa dos concorrentes, pesquisando as URLs dos sites deles. Você ainda tem à disposição a função "Suggest", que traz uma lista de opções para completar um termo que está sendo pesquisado e as "pesquisas relacionadas" que aparecem ao final da página. São bons termômetros do que estão em alta no buscador. Com o planejamento e as palavras-chave em mente (e em um documento!), mãos a obra, porque trabalho não falta. São mais de 200 fatores, que podem ser divididos em duas categorias - on e off page. On page refere-se a itens da própria página a ser otimizada e levam em consideração a experiência do usuários, como títulos, textos, design, usabilidade e performance. Enquanto o off page refere-se a itens externos, que estão além da sua página propriamente dita.

3) Melhore a performance

A primeira dica on page traz a máxima "tempo é dinheiro". De acordo com a Pingdom, que possui uma ferramenta para testar a velocidade de sites, o tempo médio é de cinco segundos, mas profissionais do Google, como Maile Ohye e John Mueller, já se pronunciaram, há alguns anos, afirmando que dois segundos seria o limite para um bom desempenho. A expectativa é que sites de e-commerce, por exemplo, levem menos de meio segundo. E, a partir de julho deste ano, como o próprio Google explica neste artigo, a velocidade das páginas também será um fator de ranqueamento para as buscas feitas a partir de smartphones.

4) Tenha URLs amigáveis

O engajamento e a confiança do usuário já começam pela URL, que engloba diversos fatores. Por isso, tenha URLs que possam ser facilmente lidas pelos usuários, sem símbolos e códigos, e que estejam relacionadas com o conteúdo a qual se referem. De preferência, ainda, que contenha a palavra-chave. Mas não adianta exagerar e repetir a palavra-chave, pois coerência também entra para a conta do Google. Para tornar a URL ainda mais inteligível, separe as palavras por traços ou sublinhados, que não são lidos pelos buscadores, em vez de outros caracteres ou espaços. Alguns servidores diferenciam letras maiúsculas de minúscula. Então, pra que correr riscos? Opte pelos caracteres minúsculos. A lógica do "menos é mais" também faz todo sentido quando se trata de URL. Dê preferência às mais curtas, mas, de novo, sem exagero. O recomendável é que ela fique em até 60 caracteres e não chegue perto de 100.

5) Atente-se ao título da página

Segundo o Moz ? conjunto de ferramentas para análise e melhora de performance de sites ? as "title tags" (tags de título) são o segundo fator mais importante para o SEO em uma página, logo depois do conteúdo. O título é o cartão de visitas do seu endereço. É ele que mostra aos usuários e aos buscadores que você possui o que eles procuram. Sendo assim, cada página deve ter um título, levando sempre em consideração as necessidades de busca do seu público e, portanto, contendo a palavra-chave. Segundo Neil Patel, considerado um dos gurus do marketing digital, quanto mais no início ela estiver, melhor. Como o espaço para apresentação do título é limitado, limite também o tamanho do seu título. Textos muito extensos podem aparecer cortados e o usuário perder informação e títulos curtos demais podem ser vagos. Procure mantê-los entre 50 e 68 caracteres.

6) Crie conteúdos relevantes

Você já viu aqui que o conteúdo deve ser planejado de acordo com as necessidades de seu público-alvo e deve responder aos problemas e questões que o cercam. A palavra-chave, portanto, é fundamental também nele, mas precisa estar contextualizada, de maneira que faça sentido. Isto é, nada de carregar o texto com as palavras-chave porque os buscadores já têm inteligência suficiente para perceber esses artifícios que tornam o texto menos atrativo e relevante para o leitor.

7) Otimize as meta tags

As meta-tags são como etiquetas inseridas no código HTML, que têm o objetivo de passar informações relevantes a programas externos, como os robôs dos buscadores, a fim de identificar melhor a página onde ela está inserida. Uma delas é a meta description ? o resumo da página que aparece no Google. Ter uma meta descrição com sua palavra-chave principal é fundamental. Além disso, se você não tiver um resumo, o Google achará um pra você, o que pode não ser bom: você já deve ter visto sites com reticências no final da descrição, por exemplo, não é mesmo? Respeitar o limite de 156 caracteres também faz parte do trabalho, pois além de ter uma mensagem completa, você evita de ter sua página classificada como spam. Para se aprofundar nas meta tags, leia esse artigo do Google sobre o tema.

8) Otimize as tags de título ou cabeçalho - H1 a H6

As tags de título são classificadas hierarquicamente de H1 (o título ou cabeçalho) a H6 (subtítulos). Elas evidenciam os temas abordados na página, demonstram o contexto geral e o grau de importância das palavras-chave dentro do todo. Pelas boas práticas, recomenda-se ter apenas uma tag H1 por página para que a força da palavra principal esteja concentrada nela. Além do conteúdo, a forma, ou seja, a formatação dela é relevante. A H2 tem ganhado mais relevância. Portanto, trabalhe as palavras-chave e termos complementares nos subtítulos e busque sempre respeitar a hierarquia, que segue a ordem crescente.

9) Otimize as imagens

Os robôs não lêem figuras, mas você pode traduzi-las para eles. Fazer isso de forma estratégica é mais um ponto a favor para o seu resultado. Para isso, utilize a "tag alt" ? um texto "alternativo" que traz uma "etiqueta" de identificação para a imagem. Os usuários também são beneficiados pela prática, pois torna a imagem mais acessível e compreensível no caso da figura não ser carregada.

10) Aposte em linkagem interna

Por meio de links que remetam a outros conteúdos interessantes e relacionados de sua própria página, você mostra ao Google a profundidade dela, além de oferecer uma experiência mais completa ao usuário. Mas a linkagem interna deve fazer sentido e ser usada com bom senso, pois, como já destacamos aqui, a experiência do usuário é sempre o mote do Google e, portanto, deve ser o de suas estratégias também.

11) Conquiste backlinks

Com essa dica, começamos a abordar os fatores off page. Os backlinks são também chamados de links de entrada e apontam o seu endereço para o Google a partir de um endereço externo. O mundo ideal é reunir qualidade e quantidade, que vão demonstrar a autoridade de sua página. Como se tratam de fatores externos, que não estão sob seu controle direto, a estratégia é conquistá-los, com paciência e dedicação à sua própria página, para que ela seja merecedora desses apontamentos relevantes. Quanto mais conteúdo relevante você tiver, mais outros sites farão menção à sua página.

12) Tenha cuidado com os links recíprocos

Como o próprio nome já diz, trata-se da troca de links entre sites. Se ela fizer sentido, pode até ser uma boa estratégia, mas é preciso ter muito cuidado para que a transação não seja vista como manipulação perante os mecanismos de busca, tal como as chamadas "link farms" (fazendas de links), que são diversos sites criados exclusivamente para linkagem entre eles ou para uma página.

13) Analise os links externos

Se qualidade é importante, analisar os links externos que apontam para sua página deve fazer parte do trabalho de SEO off page. Algumas ferramentas podem ajudar nesse trabalho. Neste artigo do Neil Patel há nove delas.

14) Invista em Social Media Optimization (SMO)

Compartilhamentos, comentários e troca de conteúdos nas redes sociais também contam para os fatores de SEO off page. Eles contribuem para o ranking e popularidade do seu site. Aqui também contam a qualidade e a quantidade. Você pode pensar em estratégias com influenciadores digitais ou produzir conteúdos e dinâmicas com potencial de viralização, por exemplo.

15) Local Search SEO

Desde 2014 os algoritmos do Google cruzam dados com resultados do Google Maps, levando a um novo patamar nas buscas os negócios locais. Informar a sua localização, divulgando seu endereço e telefone comercial em local visível, usar o Google Local Business Center, caso tenha uma empresa física, para que você apareça no Maps, e incentivar as avaliações dos clientes, são boas práticas para otimizar a sua localização. Há muito mais além dos fatores de SEO que você acabou de conferir. E todos eles fazem parte da programação do curso de Marketing Digital da Digital House, onde você ainda vai poder colocar o seu conhecimento teórico em prática. Gostou? Então venha para o Papo Digital para conhecer o nosso campus, saber mais sobre o curso e tirar dúvidas com os nossos especialistas.

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Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais img
#UX

Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais

Que ele é essencial para o sucesso de muitas empresas, incluindo as startups, sabemos. Mas hoje é dia de ir a fundo e ler o que é MVP e o que você precisa saber sobre este processo.O Produto Viável Mínimo, na tradução da sigla em inglês MVP, ajuda empresas a lidar com diversos fatores de risco, como faturamento instável, mercado dinâmico, volátil e concorrência acirrada. Fazer um de qualidade, garante que sua empresa se aproxime mais das metas e se distancie da concorrência em vantagens competitivas.O que é um MVP e qual a importância dele?Qual o conceito de MVP? Em linhas gerais, é um processo facilitador, com a missão de reduzir fatores de risco de aceitação de um produto, com menos quantidade de exemplares, tempo e recursos. Além disso, deixa sua empresa mais perto do que se passa na cabeça do público-alvo.Ou seja, é uma forma mais simples de se testar algo que, o decorrer de todo o processo, tem como identificar de maneira breve erros no desenvolvimento daquela solução, ajustando-a às necessidades e desejos dos usuários.Mas há alguns fatores que podem dificultar na construção e aplicação de um MVP para os negócios, como a falta de exemplos consolidados e a dificuldade de desenvolver um mindset ágil.Pensando nisso, trazemos neste guia com tudo que você precisa saber sobre MVP alguns tipos de Mínimo Produto Viável para que você possa se basear, assim como exemplos de empresas que se deram bem e comprovaram a importância desta técnica em seus resultados, com base na experiência de seus usuáros (UX).Como fazer um bom MVP projetoCom tempo e dinheiro não se brinca, então se você entendeu o que é MVP, não faz o menor sentido desperdiçar investimentos e horas na criação de um produto que não resolve o problema do seu usuário, descobrindo isso justamente na fase de lançamento.Por isso, os MVPs são realizados lá no início, na fase de descoberta do cliente, dentro de product discovery, testando e validando hipóteses relacionadas à viabilidade do mercado daquele produto ou serviço, além da aderência do público que realmente interessa ao negócio. Tenha em mente que este é um produto desenvolvido com o mínimo de esforço e o menor tempo possível, então não é o momento de pensar em nada complexo. Esta é a versão mais simples da sua ideia.Tipos de MVP para testar sua ideiaExiste mais de uma maneira de criar um Minimum Viable Product e é analisando a intenção do negócio que você saberá qual escolher. Veja alguns tipos de MVP e suas vantagens:AlfaiateCorresponde a um modelo de teste em que se realiza uma ou duas vendas aos primeiros clientes, entregando sua solução como se fosse um prestador de serviço bem personalizado.Por meio desta aproximação, é possível captar a experiência do usuário, para atender e entender melhor suas necessidades, gerando aprendizados muito úteis para finalizar uma versão escalável do produto ou serviço.Mágico de OzUm modelo interessante (já dá para desconfiar pelo nome), em que o cliente não sabe que você está realizando um MVP. A experiência dele é parecida com a que teria se estivesse adquirindo a versão final. Assim, você tem uma versão fidedigna da resposta do usuário naquela utilização. ProtótipoEssa é uma versão que reúne a maior parte das funcionalidades necessárias para que a solução rode, mas sem acabamento, pois até mesmo o design ainda não está definido. A ideia do protótipo é que seja realizado em série, com aperfeiçoamento constante no decorrer da jornada de finalização, após contato com os usuários. Para este processo existem diversas ferramentas de prototipagem.Lista de e-mail e LPsOutros canais poderosos para a validação de ideias são a lista de -e-mails e as landing pages.No primeiro caso, você apresenta sua ideia e percebe como o público reage. No segundo, é possível apresentar de forma detalhada a proposta de valor do seu produto, convidando o consumidor para uma ação. AB testeO teste AB possibilita criar duas versões de sua campanha, com versões diferentes de pitch, design ou conteúdo para o seu produto.Com o resultado, a análise dos dados mostrará qual performa melhor. MockupsCrie mockups, as conhecidas maquetes, para mostrar uma versão inicial do produto para o seu público. O Mockup World e o Mockuuups são apps que podem ajudar nesta construção de um mockup para MVP.5 MVP exemplos que são inspiradoresTalvez a parte mais incrível, depois de descobrir o que é MVP, é ler sobre cases inspiradores de empresas que começaram testando sua ideia e hoje são gigantes.GrouponO Groupon iniciou por meio de um blog, onde os cupons eram enviados por e-mail, através de um PDF. A primeira versão do site era manual. Desde os trabalhos com MVP, a solução foi sendo personalizada e aprimorada.DropboxA função do MVP do Dropbox era validar o interesse das pessoas na ferramenta para saber se o modo de funcionamento era aceito por elas.Para isso, o próprio fundador, Drew Houston, fez um vídeo apresentando o Dropbox para uma comunidade da área.UberNo início, a empresa testou seu modelo de negócio e sua plataforma, por meio de  aplicativo que funcionava somente em algumas regiões, nas quais carros de luxo prestavam o serviço de corrida.A empresa continua com o MVP pelo modelo de validação ativo. Apesar dos impactos da pandemia, a empresa tem perspectiva futura do serviço de transporte com helicópteros, por meio do MVP do UberCOPTER.YubbApós a realização de entrevistas com mais de 200 pessoas, para entender as dores do mercado, o fundador da empresa lançou um vídeo, mostrando a Yubb no futuro.Depois, foi criada uma landing page e as pessoas se cadastravam na base. Todo dia, a organização procurava investimentos e montava um PDF que era enviado para o cliente, cobrando das pessoas posteriormente.Essa validação serviu de norte para entender se elas estavam dispostas a pagar pelo produto e durou cerca de um ano.Aprenda na prática a fazer MVPsEsperamos que, com esse guia prático sobre o que é MVP e como desenvolver um, você tenha inspiração suficiente de como executá-lo!Mas, caso precise de informações, conceitos e exercícios mais consistentes, você aprende a criar um MVP, com protótipos e testes de usabilidade, no curso de UX, e a definir estratégias e ideias no curso de Marketing Digital da Digital House.  Leia mais no blog DH:+ Guia para criar uma marca do zero através de canvas e exercícios de branding+ Conheça as habilidades digitais que nortearam o ano de 2020+ Saiba tudo sobre a transformação digital nas empresas

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças img
#Dados

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças

Os testes de usabilidade são ferramentas poderosas de avaliação sobre a funcionalidade de um site ou aplicativo, garantindo que as pessoas possam navegar com eficiência nele, em uma experiência satisfatória e que agregue valor positivo à marca.Porém, com o boom das startups e a aplicação de diversas metodologias ágeis, fica difícil decidir por um dos muitos tipos de teste de usabilidade disponíveis no universo de User Experience (UX).Para facilitar a sua tomada de decisão, separamos neste artigo três maneiras de fazer testes de usabilidade, pelas vias: presencial, online e pesquisa solicitada por orientador.Como é feito o teste de usabilidade?Teste de usabilidade online Essa opção pode ser realizada por meio de teste de usabilidade app, site ou telefone. O teste remoto pode não ser tão profundo, mas permite que você alcance um grande  número de entrevistados em diferentes áreas geográficas usando poucos recursos.A escolha depende do seu objetivo no momento. Esses métodos de teste passivos fornecem informações sobre como os usuários interagem com um site ou um app em seu “ambiente/habitat natural”.A organização das informações é feita por cards sorting, que envolvem a colocação de conceitos em cartões. Esse processo possibilita que os participantes manipulem os cartões em grupos e categorias diferentes. Depois de ordenar os cartões, eles explicam sua lógica em uma sessão de perguntas pensadas por moderadores.Para registar o feedback sobre o layout e a estrutura de navegação, os cards são muito utilizados. Por meio deles é que designer e gerentes de produto poderão se guiar em seu desenvolvimento.Sobre as ferramentas para testes online que permitem a observação remota do comportamento do usuário, podemos citar o teste de 5 segundos, onde os participantes têm este tempo para olhar a página antes de responderem à pergunta sobre percepção daquela plataforma.Há também o método do primeiro clique, onde o objetivo é avaliar se os usuários podem identificar facilmente onde precisam navegar, para concluir uma determinada tarefa. Ele é importante, pois mede quanto tempo as pessoas levam para tomar uma decisão naquele site ou app, e, consequentemente, se é intuitivo e estruturado.Teste de usabilidade presencialUma grande vantagem do teste presencial é a possibilidade de observar e analisar a linguagem corporal e as expressões faciais das pessoas, obtendo dados extras, comportamentais.Porém, esse modelo requer mais tempo que o remoto, precisa de um local adequado para a realização, data específica e recrutamento dos participantes, muitas vezes, pago.Existem testes feitos pessoalmente, de forma não moderada, realizados em um ambiente físico controlado, o que reduz a possibilidade de uma pessoa da equipe influenciar os participantes com suas perguntas.Assim, os pesquisadores só assistem, mas não participam, agindo como uma espécie de observação de laboratório. Pesquisa solicitada por orientador/moderadorEsse tipo de teste pode ser remoto ou presencial e se diferencia, pois um(a) pesquisador(a) treinado(a) apresenta o teste aos participantes, responde as suas dúvidas e pode realizar perguntas de acompanhamento. Os testes moderados têm foco em resultados mais detalhados, por interação direta entre pesquisadores e participantes. Eles investigam o raciocínio, com perguntas mais específicas sobre padrões de comportamento da pessoa.Outra característica é que este tipo de teste oferece mais recursos aos participantes que, geralmente, têm a missão de concluírem tarefas em computadores/dispositivos móveis, enquanto a pessoa moderadora treinada observa e faz perguntas.Normalmente, quem solicitou a pesquisa assiste aos procedimentos, fazendo anotações atrás de um espelho unidirecional, na área de testes.Essa prática é conhecida como teste de usabilidade do laboratório, com padrões específicos de condução, formado por um pequeno grupo de pessoas (de 8 a 10 participantes por pesquisa).Há também como esses testes serem feitos via online ou telefone, com a presença de uma pessoa moderadora treinada, com grande capacidade de análise.Neles, o moderador instrui os participantes a concluir tarefas e coleta feedback, enquanto o comportamento eletrônico do usuário é registrado remotamente.Teste de usabilidade em UXComo você pode observar, muitos são os caminhos para estudar e analisar as preferências e desejos de seus usuários e os testes de usabilidade encurtam estas distâncias, seja qual for a sua escolha.E para você estruturar um teste mais assertivo e de maneira profissional, a dica é aprender com quem realmente entende do assunto. Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário que vai te ajudar a desenvolver não apenas testes de usabilidade, mas a analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não" img
#Marketing

DH Alunos: Minha transição para o marketing digital começou com um "não"

Me chamo Bruna Bozelli, sou formada em Farmácia pela Universidade Paulista UNIP, nasci no interior do interior do Paraná, em uma cidade muito pequena chamada Uraí, e minha transição para o marketing digital foi mais ou menos assim :)Minha transição para o marketing digital foi um "não"Sempre tive o sonho de ajudar pessoas e a medicina era meu foco… Até me apaixonar por química (não é à toa que tenho uma serotonina tatuada no braço). Decidi então juntar o útil ao agradável e escolhi o curso de Farmácia como formação acadêmica. Tive o imenso prazer (e sorte) de trabalhar em grandes multinacionais farmacêuticas como Eli Lilly and Company e Bayer S.A.Na empresa alemã, atuei por quase quatro anos atendendo pacientes, principalmente oncológicos. Passei a ver a vida de outra forma e aprendi muito. Fiz um processo interno e infelizmente, ou felizmente, não fui selecionada (e não, não era para a área de Marketing :P). Comecei a buscar novos desafios e recebi a proposta da Medtronic, líder mundial em Medical Device, para atuar na equipe de marketing, sendo responsável pelo atendimento e gestão de um programa também destinado à pacientes prospectivos. Me apaixonei. A empresa e a minha equipe me proporcionaram muito conhecimento não só no marketing digital, mas também dentro de gestão de projetos. Hoje apoio o gerencimento de páginas do Facebook, websites, blogs e canais no Youtube (contabilizando mais de 300 mil followers em todo o Brasil e LATAM). Minha surpresa com as aulas remotasApesar da rotina nos ensinar muito, senti a necessidade de procurar um curso para me preparar melhor e concluir minha transição para o marketing digital. Recebi a indicação de uma amiga sobre a Digital House e não me arrependo de tê-la escolhido. A estrutura, os professores, o conteúdo e a dinâmica de sala de aula invertida são excelentes. Mesmo com a situação atual da pandemia, entre medos e incertezas, a escola e o seu elenco fizeram o melhor para proporcionar aos alunos da Turma de Marketing Digital Blend o melhor conteúdo (e experiência das aulas remotas) possíveis. Mesmo sem o ambiente físico, aprendi muito, tive o prazer de conversar com os professores de marketing digital e desenvolver um projeto integrador excelente, fiz amigos (para a vida). O projeto integrador do meu grupo, uma escola fictícia na periferia de SP, a "Gamer na Quebrada", me fez aprender não só como criar um site e anúncios, mas também a melhorar uma campanha no Google Ads, desenvolver uma proposta de valor e entender sua importância para uma marca forte, além de mapear o caminho do consumidor e o que ele procura resolver. Minha carreira depois do cursoNão tenho dúvidas que o curso facilitou o meu trabalho no dia a dia, me dando mais autonomia para auxiliar nas decisões da equipe. Estou aberta a trabalhos de freelancer e um mês após finalizar o curso, já consegui o meu primeiro freela.Incentivo a todos que querem ou buscam de alguma forma aprimorar-se, seja para aumentar a performance no trabalho, expandir os conhecimentos ou até mesmo fazer uma transição para o marketing digital. Lembre-se: "O que é bonito sobre a aprendizagem é que ninguém por tirá-la de você" - BB King.Leia mais no blog DH:+ Marketing digital: qual área escolher?+ Como criar um funil de vendas eficiente para conquistar clientes+ Quem é o consumidor digital first?