MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Paises

Entenda a relação de UX com design, programação e dados

Entenda a relação de UX com design, programação e dados
#UX
16 de maio - min de leitura

A área de experiência do usuário, ou UX, está hoje muito mais sofisticada e complexa. Confira!


Antes muito relacionada com design e arquitetura da informação, UX expandiu seus horizontes para agregar outros conhecimentos e habilidades. Se pensarmos naquela comparação com a medicina que citamos no post Como começar uma carreira em UX, descobrimos que as especializações de UX vão muito além de escolher entre cardiologia e ortopedia. Ou seja, o leque de atuação de um profissional de UX tornou-se tão amplo que já incorporou outras áreas e especialidades, como design, programação e ciência de dados. Apesar dessas relações nem sempre parecerem óbvias, elas agregam um grande valor para sua empresa e seu negócio. Confira também Afinal, o que é essa tal de User Experience (UX)?

UX e Design

Esta é a relação mais conhecida e muita gente acredita que para ser um bom profissional de UX é imprescindível saber diagramar, usar Photoshop e outras ferramentas de edição de imagem. É verdade que ter o olhar treinado para imagens agradáveis é um ganho para o profissional de UX. Mas a experiência do usuário também tem a ver com funcionalidade e usabilidade, não adianta ser bonito se não for prático. Dentro do espectro de atuação de UX Design estão o estudo da interação entre o cliente (pessoa) e o produto (interface), a criação de protótipos e wireframes, o desenvolvimento do mapa do site, o desenho da jornada do usuário, criação de moodboard e auditoria de conteúdo. Ou seja, a relação entre UX e Design está além de deixar somente a interface atraente e criar um conceito visual que faça sentido. Está em pensar em cada etapa do usuário dentro da interface, os possíveis caminhos que ele percorrerá no site a responsividade em diferentes dispositivos, entre outros.

UX e Programação

A relação entre UX e programação pode parecer estranha para quem pensa que criatividade e linhas de código estão em lados opostos. Quem acredita nisso não só está errado como está também perdendo excelentes oportunidades. Profissionais de UX e programação se beneficiam mutuamente ao compartilharem conhecimentos. E beneficiam também seu projeto. Quando um programador possui noções básica de experiência do usuário, ele vai desenvolver seu projeto com o cliente em mente. Uma das coisas mais comuns que Amyris Fernandez, coordenadora do curso de UX na Digital House, encontra nas turmas de desenvolvimento full stack são projetos que não levam em consideração a usabilidade e o cliente. “Muitos profissionais estão focados em escrever suas linhas de código e esquecem que do outro lado uma pessoa vai interagir com aquela interface”. Profissionais de UX com noções de programação conseguem prever possíveis problemas técnicos quando desenham o projeto. E profissionais de programação com noções de UX fazem o mesmo. No fim do dia, é possível evitar o temido “retrabalho” e economizar tempo, recursos e mão de obra.

UX e Dados

Para muita gente, a relação entre UX e dados está somente em relatórios de analytics. Mas com a quantidade de dados disponíveis crescendo cada dia mais, é possível ter insights que vão muito além de cliques e tempo de sessão. O comportamento de usuários em uma página gera dados que nos ajudam a avaliar possíveis problemas na interface, como caminhos que não são encontrados ou formulários que espantam o cliente. Dados fornecem um feedback em tempo real. E a pessoa que consegue encontrar, coletar, traduzir e avaliar essas informações é o cientista de dados. Além de corrigir problemas, os dados auxiliam na personalização do conteúdo de acordo com definições de públicos. Uma pessoa no Rio de Janeiro pode ver a página do seu e-commerce diferente de alguém de São Paulo, porque foi constatado que nos dois locais a interação se dá de outro jeito.

O usuário em foco

É importante manter sempre em mente que relação entre UX e design, programação e dados tem uma grande coisa em comum: o usuário. Ele deve estar no centro de todas as tomadas de decisão, dos desenhos de interface, do desenvolvimento das linhas de códigos e da análise de dados. É o usuário quem vai determinar o sucesso ou o fracasso do seu projeto, então sempre tenha-o o mais próximo possível do seu desenvolvimento.

Outras notícias

Como montar uma brand persona de sucesso como o Magazine Luiza? img
#Marketing

Como montar uma brand persona de sucesso como o Magazine Luiza?

A marca é o valor mais significativo de uma empresa. Partindo dessa afirmação, compreender como montar uma brand persona conta muitos pontos a favor da visibilidade e continuidade de um negócio.Essas duas palavras resumem a missão de materializar a personalidade de uma empresa para que ela seja mais que um logo, um guia de identidade ou um estilo visual. Pois, tudo isso separado não faz sentido. Brand persona propõe que toda a comunicação tenha um significado claro e coerente sobre a história e valores de uma marca. Acompanhe este artigo e saiba como criar uma para sua empresa.Aliás, temos um guia para criar uma marca do zero. Com ele, você vai entender na prática o que vamos falar neste artigo!Antes de aprender como montar uma brand persona...Afinal, o que é brand persona? Este termo pode ser definido, de maneira simples, como a  personalidade de uma marca, com todas suas características marcantes. E, para que essa mensagem seja assertiva, precisa ter um “rosto” representativo, com tom,  linguagem e posicionamento diante da sociedade.Assim, a função principal no processo de como montar uma brand persona é trazer a essência daquela empresa que será utilizada pela marketing em seu relacionamento com o público-alvo lá nas redes sociais, SAC, e-mail, eventos e campanhas. Por isso que essa construção de identidade é essencial para uma estratégia de marketing digital: só por meio dela é que todos os representantes da marca saberão como se posicionar frente aos clientes.Brand persona cases e vantagens da estratégiaNo mercado, algumas empresas optam por ter uma celebridade, um artista para representá-las, como o Carlos Moreno, "Garoto Bombril". Outras escolhem criar uma brand persona do 0, como a brand persona Magazine Luiza, a conhecida Lu!As duas formas são válidas, mas o que realmente interessa é que ela seja representada com integridade.Entre os benefícios de entender o que é brand persona e sobre sua aplicação com eficiência, podemos citar:➜ Garantir que o mesmo tom seja utilizado em todas as comunicações da empresa, seja nas postagens e campanhas de redes sociais por todos os responsáveis por estas vias;➜ Criar uma conexão mais humana e natural com o público de interesse;➜ Aproximar pessoas por identificação, para que o público interaja e engaje com a sua marca.Como definir a persona de uma marca Um dos pontos fundamentais na hora de pensar como criar uma brand persona é o do sentimento. A empresa deve ser imaginada como um ser humano, com sentimentos, emoções, estilo, ideias e mudanças de comportamento, conforme suas experiências e aprendizados vividos. Com isso em mente, para a criação da brand persona da sua empresa, considere:Pilares da marca, ou seja, da empresaRepresentam o resumo de palavras-chave que ajudam a descrever sua marca. Elas são o start para você desenvolver sua brand persona. Definindo os pilares que vão sustentar sua marca, será mais fácil compreender a maneira de unificar a linguagem das comunicações, tornando ela mais consistente.Para essa fase, é bacana consultar tendências no Google Trends e, com base neles, criar os conteúdos das redes sociais e anúncios conectados aos pilares. Essência A essência é a característica que define a personalidade da empresa. Nessa fase, você pode utilizar de duas a três palavras que descrevem seu negócio, presentes em todas as suas categorias de produtos. Por exemplo, a brand persona Netflix gira em torno de palavras como: entretenimento e diversão.PromessaNesse ponto, a promessa da marca representa o acordo entre empresa e consumidor, criando valor à marca.Um valor, por vezes, imensurável, mas que descreve, subjetivamente, o que os clientes podem esperar com as soluções daquela empresa. Por exemplo: por que alguém escolhe uma marca e não suas concorrentes? Pode ser por pura identificação com o conceito por trás dela. A Apple é um evento clássico disso. Declaração de missãoA declaração de missão deixa claro os principais motivos da existência de uma empresa, seu propósito de vida. Com ela, fica mais fácil entender os caminhos que a marca deve agir e trilhar na sua jornada de desafios e sucessos.Qual a diferença entre buyer persona e brand personaBrand persona , como você acompanhou, tem foco no que a marca quer passar como valor ao público, transmitindo essa personalidade, de forma clara, em sua maneira singular de comunicar.Já buyer persona é um personagem semifictício do público ideal de uma marca e não necessariamente a expressão dos valores dela. Logo, conceitos diferentes, embora parecidos.Em outras palavras, enquanto a buyer persona fala “do” cliente e é um perfil demográfico e comportamental do comprador, brand persona “é” a  marca, a cara do negócio. Termos que um profissional de marketing precisa saberAgora que você já sabe o que é brand persona, é hora de iniciar a criação real. Com ela redondinha, ficará mais fluida a comunicação com seu público-alvo. E proximidade e identificação resultam em uma melhor experiência a essas pessoas = mais vendas.Porém este é apenas um dos diversos termos do marketing que fazem parte do dia a dia deste profissional. Outros como storytelling, SEO, Ads, funil de vendas e métricas são tão importantes quanto e estão dentro do curso de Marketing Digital da DH.Pronto para se tornar um profissional completo da área? O nosso time acadêmico é formado por professores inspiradores que estão no mercado e respiram conhecimento. 

Minha jornada como professor: as responsabilidades e vitórias da vida acadêmica img
#Marketing

Minha jornada como professor: as responsabilidades e vitórias da vida acadêmica

O Marketing Digital é uma área cada vez mais presente no dia a dia, já que, nos tempos atuais, um número sem igual de empresas passou a investir em divulgação online.Acontece que a maneira como nos relacionamos mudou, bem como o comportamento de compra de muitos. Isso porque o surgimento da internet fez com que as pessoas tivessem mais acesso à informação em diferentes mídias.Em decorrência disso, o marketing passou a ser mais on do que off e profissionais com novas funções surgiram nesse mercado, tornando-o mais amplo, competitivo e vital para os negócios.Neste texto, perguntamos para profissionais da área que fazem parte da Digital House, que têm backgrounds diferentes e experiência no setor, como vieram parar no Marketing Digital e o que os levou a compartilhar seu conhecimento.+ Conheça nossos professores do curso de Marketing DigitalO primeiro contato com marketing digitalJornalistas de formação, Caroline Santos e Leonardo Caruso, hoje professores de Marketing Digital na DH, não chegaram a atuar na área na qual se graduaram.Na realidade, ambos foram parar no marketing depois de estagiarem no setor e se apaixonarem pela profissão. Caroline conta que, logo no primeiro semestre da faculdade, conseguiu um estágio no Yahoo!, onde ficou durante sete anos. Depois, passou por agências de publicidade e também atuou como cliente, mas sentiu que a carreira já não conversava com seus ideais.“Me apaixonei por marketing digital, mas sempre achei a minha carreira descolada dos meus ideais sociais, eu queria fazer mais. Quando entrei na Digital House, consegui juntar esse interesse e impactar a vida das pessoas positivamente”, relembra a professora.Já Leonardo, por sua vez, se define como um ex-futuro-engenheiro que se tornou jornalista. Depois de realizar a sua graduação no Paraná, o hoje professor voltou para São Paulo, onde recebeu uma oportunidade no marketing de performance.“Fiquei 3 meses como estagiário, mostrei meu potencial e logo fui efetivado. Pouco tempo depois, fui procurado por outra agência e, mais tarde, convidado para fazer parte do time da Marisa. Lá, além de ser um propagador da cultura digital na empresa, atuei na área de mídia”, recorda Leonardo.+ Conheça nossos professores do curso de Marketing Digital AvançadoDe onde veio a ideia de lecionarTodos nós temos muitos professores e professoras ao longo da vida. Mas se engana quem pensa que eles estão apenas na sala de aula. Leonardo pensa dessa maneira e credita a inspiração para seguir como professor a todos que transmitem o conhecimento de modo formal ou não.“Minha maior inspiração é a relação que tenho com os professores da minha vida. Meus pais, meus amigos e os professores propriamente, ao me ensinarem o que sabem também me inspiraram a continuar essa corrente e sou muito feliz em poder fazer da educação minha profissão”, diz Leonardo.Já Caroline relata que a ideia de ser professora sempre esteve com ela: “eu sempre quis ser professora. Cheguei a estudar pedagogia, mas entendi que eu gosto mesmo de lidar com adultos. Amo marketing digital e conseguir juntar esses dois amores foi o casamento perfeito para a minha vida”.O que mudou desde entãoMigrar do mercado corporativo para a área acadêmica tem uma série de desafios. Um deles é aprender a lidar com as pessoas de uma maneira mais empática, já que cada aluno tem seu próprio ritmo e suas questões pessoais para lidar.Para Caroline, o que mais mudou na sua vida após começar a lecionar foi o fato de aprender a ouvir melhor as pessoas. “Eu aprendi a ouvir mais. Mesmo tendo finalizado minha primeira turma agora, já sinto que mudei muito a forma de ouvir as pessoas. Ter empatia é muito importante quando ensinamos algo, cada um aprende de uma forma totalmente diferente”, explica.Por sua vez, Leonardo destaca que sentiu um impacto maior na sua organização e senso de responsabilidade, requisitos fundamentais para quem deseja transmitir o conhecimento para os outros.“Me tornar professor fez eu ser uma pessoa mais organizada, sensata e com maior senso de responsabilidade. É um poder imenso ser professor, mas que traz muita responsabilidade. Usar de maneira sábia e honesta gerou um crescimento enriquecedor não minha vida profissional e pessoal”, afirma.Alunos que inspiramEstar em sala de aula permite uma troca intensa de informações e sentimentos. Assim, é inevitável que os professores e professoras também sejam inspirados pelos seus alunos, que muitas vezes superam barreiras enormes para continuar aprendendo.Para Leonardo, apesar de ter várias histórias individuais de alunos, o que mais o motiva é um comportamento que qualquer um, com desejo e gana, pode ter.“Eu tenho muitas histórias de alunos, mas seria injusto mencionar apenas uma. Por isso, prefiro destacar um comportamento importante no desenvolvimento: você é resultado do quão sincero é com os próprios objetivos e caminhos”. Da mesma maneira, a professora Caroline prefere destacar o coletivo e as conquistas que seus alunos puderam alcançar por meio das aulas.“Todos possuem histórias marcantes e que me emocionaram demais. Tivemos alunos que encontraram um novo emprego e conseguiram promoções. Fiquei muito feliz em saber que cada conquista tinha um pouco de mim. Ver os desafios pessoais de cada um e como eles superaram tudo foi lindo demais!”, conclui Caroline.Leia mais no blog DH:+ Como ter um site mais amigável?+ Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente+ Como gerar leads: estratégias de marketing para ter uma base qualificada

Minha jornada como professor: a mágica de ensinar um tema tão nova como UX img
#UX

Minha jornada como professor: a mágica de ensinar um tema tão nova como UX

A experiência do usuário é um fator primordial para a escolha de um produto ou serviço em detrimento de outro. Hoje, existem profissionais que são especializados em garantir que o consumidor tenha uma jornada positiva em todas as etapas da sua compra: os chamados UX.Entre eles, temos designers, redatores, analistas, professores e uma série de outros profissionais que têm como foco a otimização da experiência dos usuários.Neste texto, perguntamos para duas pessoas, com backgrounds diferentes e experiência no setor, como vieram a trabalhar com UX e o que os levou a querer lecionar na Digital House.O início da jornada em UXPor ser uma área relativamente nova, a maioria das pessoas acabam chegando a ela depois de ter contato no mercado de trabalho, já que nem todas as universidades possuem disciplinas voltadas para UX.Esse foi o caso de Ana Vidal, que é professora do curso de User Experience na Digital House e migrou para UX.Ana conta que começou a carreira como estagiária numa empresa de marketing, seguiu em agências de publicidade como assistente de arte, mas não era exatamente isso que queria.“Eu sentia muita falta das pesquisas da época de faculdade. Um amigo me apresentou a área de UX e eu comecei aos poucos. Logo me vi com uma oportunidade em um fantasy game de futebol e abracei com todas as forças”, diz Ana.Com o professor e especialista em UX Design, Rafael Burity, também da DH, não foi muito diferente. Ele explica que trabalhava com design antes mesmo da faculdade, mas só migrou para UX tempos depois de adquirir experiência em várias ramos da profissão.“Fiz muito site, landing page e material de mídias sociais, mas em determinado momento, comecei a me aprofundar em Arquitetura da Informação. Depois, tive a oportunidade de me mudar para São Paulo e comecei a me dedicar à liderança de times com foco em experiência”, relata Rafael.Por que lecionar?Para escolher ser professor ou professora é preciso muita coragem e dedicação. Afinal, é uma área que exige empatia com os outros e vontade de aprender e se atualizar com frequência.Depois de anos trabalhando como designer, Rafael nos conta que se tornou professor por conta de desafios como esses. Ele desejava conciliar a carreira corporativa com a acadêmica e tem conseguido desde que chegou à Digital House.“Coloquei como objetivo buscar meu espaço para dar aulas, tanto em cursos quanto faculdades, e sem dúvida é uma mudança muito grande ser enxergado por outros profissionais como uma referência ou exemplo”, afirma Rafael. Ele destaca, ainda, que dar aulas é uma via de mão dupla: “lecionar me fez evoluir na profissão e aprender junto com os alunos. Uma troca constante na qual sou provocado a aprender mais para poder ajudá-los”, complementa.Ana, por outro lado, optou por ser professora, pois não encontrava no mercado de trabalho a paixão que tinha pelas pesquisas acadêmicas da época da faculdade. Mas quando veio o convite da Digital House, ela decidiu se arriscar e acabou se surpreendendo ao encontrar elementos da antiga paixão na nova profissão.“Antes de entrar na Digital House, achava que o papel de professora não era pra mim. Mas na primeira vez que entrei em sala como professora assistente, vi que tinha entendido tudo errado. Eu gostei e aprendi que, nessa função, somos sempre alunas e nunca deixamos de estudar”, conta.+ Conheça nossos professores do curso de UXDe onde vem a inspiração?Agora que você já conhece a trajetória de cada um e o que os levou a entrarem na área da educação, chegou a hora de saber onde nasceu a chama que levou esses profissionais a querer lecionar.Rafael, destaca que sempre gostou de compartilhar o aprendizado, mas foi na faculdade, quando deu aulas de informática para crianças e idosos, que a paixão realmente surgiu.“Foi um processo desafiador. Durante minha carreira eu sempre tive esse impulso de pegar os mais novos e acompanhar, dando instruções, função que acho essencial para alguém que se considera sênior. Era bem comum ser chamado de professor por alguns colegas de trabalho”, afirma.Ana também teve o interesse despertado durante a faculdade, quando fazia pesquisas para o seu TCC e decidiu que gostaria de trabalhar na área acadêmica um dia.“Eu descobri que gostava muito de pesquisa acadêmica lá pro 3º ano da faculdade, quando encontrei um livro de um filósofo que mexeu comigo. Consigo dizer com toda a certeza que foi uma época muito gostosa para mim! Eu adorava ler e aprender cada vez mais”, explica.O impacto dos alunos nas suas vidasPara Ana e Rafael, apesar de haver apego a alguns alunos, cada um deixa uma marca única em suas vidas.Ana destaca que poucas profissões têm a oportunidade de impactar a vida de outras pessoas como a de uma professora.“Acho que ainda tenho pouca experiência em sala para dizer com certeza, mas a memória mais gostosa que eu levo foi a sensação de entrar em sala e me sentir confortável, de sentir que era meu lugar e compartilhá-lo com outras pessoas tão inspiradoras e cheias de conhecimento”, conclui a professora.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer