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Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia

Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia
carreira
17 de setembro de 2019
  -  
-min de leitura

Se você ainda não usa o recrutamento digital para agilizar suas contratações, essa é sua chance de ficar por dentro das novas tecnologias.


Sabemos que o setor de RH mudou muito: está mais ágil, estratégico e digital — tudo para acompanhar o ritmo do mercado.

Da mesma forma, o recrutamento e a seleção também evoluíram do offline para o online, aproveitando todas as facilidades que a internet oferece.

Então, que tal automatizar sua triagem de currículos, usar o poder dos dados para selecionar candidatos e preencher suas vagas 100% online?

Tudo isso é possível com as tendências de recrutamento digital que você vai conhecer agora.

Vamos às novidades?

Siga a leitura.

O que é recrutamento digital

O recrutamento digital é uma estratégia de RH que utiliza o poder dos dados e da conectividade para encontrar, atrair e selecionar candidatos de forma mais rápida, barata e precisa.

Ou seja: é o processo seletivo tradicional turbinado pelas ferramentas do online, que facilitam o trabalho de conexão com os melhores talentos do mercado.

Graças à tecnologia, o profissional de RH não precisa mais investir seu tempo em tarefas manuais e repetitivas, como eliminar currículos com base em parâmetros de formação dos candidatos.

Com o recrutamento digital, a parte operacional do trabalho é reduzida ao máximo, e o RH amplia sua atuação estratégica.

6 tendências do recrutamento digital

Os avanços tecnológicos ditam a evolução do recrutamento digital, que promete agilizar a rotina do RH e tornar o processo cada vez mais inteligente. 

Considerando que 77% dos brasileiros já procuraram emprego na internet, segundo dados do Ibope Conecta, de 2018, as tendências a seguir devem se aprofundar rapidamente. 

1. Social Recruiting

Para além dos tradicionais sites de vagas, há um universo de candidatos a ser explorado nas mídias sociais mais populares.

Por isso, o social recruiting, ou recrutamento social, é uma das tendências mais importantes dos nossos tempos.

Muito mais do que postar suas vagas nas redes sociais da empresa, você pode fazer buscas avançadas por candidatos no LinkedIn, nutrir relacionamentos no Facebook e engajar candidatos no Instagram. 

De acordo com uma pesquisa de 2018 da Talent Lyft, 94% dos recrutadores entrevistados planeja usar as mídias sociais no recrutamento, enquanto quase metade (49%) dos que já utilizam constataram uma melhora na qualidade dos candidatos. 

2. Inbound Recruiting

Você já deve ter ouvido falar no marketing de recrutamento, que consiste em usar as técnicas de promoção e divulgação do marketing para recrutar candidatos.

Quando evoluímos essa ideia para o marketing digital, chegamos ao inbound recruiting: a metodologia de marketing de atração aplicada ao R&S.

Na prática, significa atrair talentos ao invés de correr atrás deles na web, criando conteúdos relevantes e criando proximidade com os candidatos.  

3. Employer branding

Na mesma lógica de atratividade de talentos, temos o employer branding como tendência generalizada de recrutamento online.

Considerando que 75% dos profissionais avaliam a reputação da empresa como empregadora antes de se candidatar a uma vaga, segundo um estudo de 2018 do LinkedIn, é melhor garantir sua reputação na internet.

Afinal, os talentos vão buscar informações no seu site de carreiras, em redes sociais e em sites como o Glassdoor — e quanto melhor a impressão, maiores as chances de ter bons candidatos.  

4. CRM (Candidate Relationship Management)

Da mesma forma que a empresa gerencia seu relacionamento com os clientes, também deve manter contato com seus futuros talentos. 

Para isso, existem as ferramentas de CRM (Candidate Relationship Management), que permitem automatizar e-mails durante o processo seletivo e oferecer feedbacks imediatos aos seus candidatos.

Assim, você garante o vínculo com os profissionais e facilita a comunicação no recrutamento e seleção. 

5. Applicant Tracking System (ATS) com IA

O Applicant Tracking System (ATS) é um software completo para gestão do recrutamento, que segue em alta no RH e vem ganhando novas funcionalidades. 

Hoje, a grande aposta é nos ATS com inteligência artificial, que permitem realizar a triagem de candidatos de forma automática e cruzar dados para combinar os perfis às vagas.

Para isso, esses sistemas utilizam algoritmos poderosos para selecionar os melhores candidatos de acordo com os critérios da posição, agilizando o processo seletivo com o máximo de precisão. 

5. Marketplace de talentos

Outra tendência em destaque no recrutamento digital é o marketplace de talentos, que consiste em uma plataforma que conecta profissionais às empresas.

Essas plataformas combinam tecnologias como inteligência artificial, Big Data e machine learning para pré-selecionar candidatos e encontrar combinações perfeitas entre profissionais e vagas. 

Dessa forma, é possível agilizar as contratações e concluir processos seletivos com muito mais rapidez e economia. 

6. Chatbots

Na onda de automação do relacionamento com os candidatos, os chatbots (robôs de conversação) já estão sendo usados para manter a comunicação no processo seletivo.

Esses sistemas movidos a inteligência artificial e programados para dar respostas prontas são muito úteis para:

- Informar candidatos sobre o status do processo

- Enviar mensagens de confirmação e feedback

- Agendar entrevistas e testes

- Realizar triagens iniciais com perguntas estratégicas.

Já imaginou ter um chatbot como assistente virtual para acelerar seu processo seletivo? 

Fique por dentro das tendências do recrutamento digital

Se você quer ficar por dentro das tendências do recrutamento digital e revolucionar seu RH, já pode escolher quais tecnologias se adaptam à sua realidade.

Felizmente, contamos com empresas inovadoras focadas em soluções digitais para o RH: as HR techs.

Essas startups se dedicam a criar ferramentas e sistemas sob medida para agilizar seu recrutamento e seleção, desde a busca por candidatos até a contratação. 

Para conhecer melhor esse mercado e suas soluções, você pode baixar gratuitamente o e-book HR Tech: O que isso significa para você?, produzido pela Revelo. 

E se toda essa revolução tecnológica ainda não está tão clara para você — ou se você quer se aprofundar mais no assunto antes de arriscar um investimento —, vale a pena realizar o Curso de Gestão de RH Digital da Digital House.

Nele, você vai aprender tudo sobre as ferramentas de recrutamento digital, além de estratégias de people analytics, marketing digital e employer branding. 

Pronto, você já tem todo o conhecimento e ferramentas de que precisa: agora é só acelerar seu RH rumo à cultura digital.


Texto desenvolvido por: Mayara Toyama, do time de conteúdo da Revelo. 

A Revelo é uma HR Tech que utiliza Inteligência Artificial para inverter o esquema de recrutamento. Dentro da sua plataforma, não são os candidatos que buscam pelas empresas, mas as empresas que têm acesso aos talentos de carreiras como: design, marketing digital, BI, finanças, engenheiros de software e negócios.

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mkt

Jornada do consumidor: conceito e importância

Gerar valor para o cliente é a chave para qualquer negócio. No entanto, nem sempre é fácil encontrar o melhor caminho de garantir isso. Por esse motivo que é tão importante conhecer como o consumidor se sente a respeito da sua marca e do seu produto, analisando o ciclo de compra desde a perspectiva dele.Muitas empresas fazem diversos estudos para entender o comportamento do consumidor antes de efetuar uma compra, mas nem sempre elas levam em consideração como esse consumidor se sente, que expectativas ele tem e o que espera da marca desde o primeiro contato com ela.Vamos falar de jornada do consumidor e encontrar as respostas para melhorar a experiência do seu cliente? O que é a jornada do consumidorJá se sabe que, antes de iniciar qualquer processo de compra, o consumidor costuma pesquisar muito. Seja buscando pelos melhores sites, perguntando nas suas redes sociais ou conversando informalmente com amigos e familiares, existe todo um caminho anterior até que se tome a decisão.Também conhecida como jornada de compra, a jornada do consumidor é justamente essa soma de todas as experiências vividas pelos consumidores quando eles interagem com sua marca, produto ou serviço. É um documento que permite monitorar o comportamento, as necessidades e os problemas do seu público durante o processo de compra.Basicamente, quando você tem visibilidade da jornada do cliente, você constrói uma história sobre o usuário, investigando e entendendo como ele se comporta em cada etapa: antes, durante e depois da compra. Isso também ajuda a trazer ideias para melhorar a jornada e a experiência, fazendo com que ele volte sempre e seja fiel à sua marca!Por que a jornada do consumidor é tão importante?Como já explicado anteriormente, definir e mapear essa trajetória do cliente ajuda a compreender melhor todo o processo de compra e as necessidades da buyer persona, ou seja, o público a qual a empresa direciona suas mensagens. Isso também faz com que a empresa conheça melhor o perfil de quem tem interesse nos produtos e serviços oferecidos: quais são suas motivações, desejos, problemas, frustrações, etc. Informações valiosas para que a marca se aproxime ainda mais do seu consumidor, trazendo as soluções certas no momento certo, exatamente do jeito que ele realmente precisa. E esse conhecimento também trará um impacto positivo na estratégia de marketing digital da empresa, pois entendendo o caminho e as necessidades do público, é possível planejar, de maneira muito mais eficiente, quais os canais que mais fazem sentido para a marca trabalhar, e quais os tipos e formatos de conteúdos que devem ser criados.Etapas da jornada do consumidorUm ponto importante a ser lembrado é que o processo não é exatamente linear, pois falamos de experiências com pessoas, logo, existe complexidade. Cada pessoa tem uma vivência diferente e algumas mudanças de comportamento impactam diretamente, por isso, a jornada nem sempre é previsível. Entretanto, pode-se dizer que a jornada do consumidor digital contempla 5 etapas:DescobertaÉ o momento de atração, quando a pessoa entende que precisa de algo e começa a fazer sua busca. Ou seja, imagine que ela está na sua rede social favorita, ou pesquisando no Google e, ao ler os conteúdos, decide começar a fazer academia. Para treinar, ela percebe que talvez precise de um tênis novo.Mas atenção, ainda não é a hora de mostrar o diferencial da sua marca, mas sim, de apresentar as vantagens da aquisição e o quanto isso vai sanar a necessidade do possível consumidor!Uma boa ideia, para esse momento, é ter um blog com conteúdo mais aprofundado sobre os territórios que fazem parte do universo da marca, e que esteja otimizado para SEO, pois o consumidor estará em busca de leituras sobre o tema e tentando entender se realmente há a necessidade de comprar o produto.ConsideraçãoNesta fase, o consumidor já entendeu que precisa do produto ou serviço e, então, precisa tomar a decisão de onde adquirir. Ou seja, esse é o momento onde a pesquisa é para encontrar a melhor empresa, os preços oferecidos, a qualidade do serviço. Sabe aquele momento em que você entra em sites que mostram as reclamações e a reputação de empresas, ou naqueles de pesquisa de preços? Isso representa que você se encontra na etapa de Consideração da jornada do consumidor.É a hora de mostrar as vantagens e os diferenciais da sua empresa, para encantar e garantir a conversão do cliente.CompraEsta é a etapa da ação. Se continuarmos com o exemplo da pessoa interessada no tênis, imagine que é o momento em que ela decide a cor, o tamanho, os meios de pagamentos. Ou seja, uma fase bastante delicada e que precisa do máximo de cuidado por parte da marca. Um cuidado com o estoque é essencial, garantindo que o usuário encontre o produto exatamente como ele deseja. Atente-se também para que seu site ou aplicativo esteja impecável, que não dê problemas ao finalizar a compra.RetençãoQuem disse que a jornada acaba quando o consumidor passou o cartão? Nada disso! A retenção deve ser tão importante quanto a compra, pois é o momento de conclusão. Inclui-se aqui fatores como o transporte do produto e o prazo de entrega, assim como o oferecimento de cupons de desconto especial para uma nova compra, por exemplo.FidelizaçãoSe depois de todo o processo, o cliente estiver satisfeito, ponto para a empresa! A fidelização é um momento de reflexão, quando o consumidor está feliz e com a certeza de que vai comprar novamente, assim como indicar a loja para os amigos e familiares, fazer boas avaliações no site e em redes sociais, etc.A empresa precisa mostrar ao cliente que ele é importante, por isso, um tratamento personalizado é essencial. Nunca deixe o pós-venda de lado, pois é uma estratégia valiosa para fidelizar e manter seu público apaixonado!Criando a jornada do seu consumidor para buscar melhores resultadosExistem diversos templates na internet para te ajudar a criar a jornada do consumidor. Você também pode optar por cursos especializados na área de Marketing Digital, que darão todo o suporte necessário para montar sua estratégia de ponta a ponta. Mas não se esqueça de se colocar no lugar do seu cliente em primeiro lugar! Lembre sempre que ele é o motivo da existência da sua marca e é quem interage com seu site e suas redes, busca as informações e que precisa estar sempre satisfeito com a experiência oferecida.Divida as fases do seu serviço e analise como o cliente deve se sentir em cada uma delas. Verifique os pontos positivos e negativos do seu processo, aponte onde estão suas fortalezas e fraquezas para buscar as devidas melhorias.E, claro, o feedback sempre será um elemento fundamental para que a jornada fique cada vez mais certeira. Por isso, interaja com o cliente, pergunte a ele e encontre as respostas diretamente na fonte, para melhorar ainda mais o relacionamento e garantir o sucesso do seu negócio!

O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)? img
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O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)?

Em 2018, o então presidente Michel Temer, sancionou a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que define regras, direito e deveres relacionados a dados pessoais e como empresas manipulam, tratam e utilizam esses dados. Essa lei é uma tendência mundial, que surgiu em resposta ao vazamento de dados que acontecem em 2017 com o Facebook. Saber que as informações pessoais de tantas pessoas estavam à disposição na internet fez com que todos dessem um passo para trás e refletissem sobre a importância de seus próprios dados – e sobre a responsabilidade de empresas em garantir sua segurança. A nova lei brasileira só entra em vigor em agosto de 2020. Ao aprovar a legislação, o Congresso entendeu que muitas empresas precisariam de tempo para se adaptar às novas regras – e ainda bem! A LGPDP pode causar um grande impacto, principalmente em empresas menores. Para entender melhor o que muda com a Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais, você precisa entender como a lei enxerga dados, usuários e o papel das empresas nessa história toda. A partir de 2020, qualquer dado que seja coletado, pode ser do mais simples como nome e endereço de e-mail, entram nas regras da nova lei. E ela se aplica a qualquer tipo de empresa, não só aquelas que, de fato, fazem grande uso de dados, como empresas de Marketing Digital ou bancos, por exemplo. Isso significa que escolas, dentistas, empresas de transporte, qualquer negócio que lide com informações de terceiros em um banco de dados estará submetido à LGPDP. Quem não cumprir as regras terá que pagar uma multa equivalente a 2% do faturamento da empresa, com um limite de R$ 50 milhões, e sofrerá bloqueio imediato dos dados relacionados à infração. Como você, usuário, se beneficia com a Lei? Uma das maiores mudanças está relacionado aos chamados “dados sensíveis”, uma nova categoria criada pela LGPDP que coloca origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, saúde ou vida sexual em um maior nível de proteção, a fim de garantir que não haverá discriminação por causa desses dados. Os usuários também poderão perguntar a qualquer empresa se ela possui dados a seu respeito e solicitar quais dados, a quem foram repassados esses dados e com qual finalidade. Ele poderá cobrar a correção de registros incorretos e, em determinador casos, pode se opor a determinado tratamento de seus dados. Como preparar sua empresa para a Lei? Como empresa, você deverá sempre informar, ao coletar um dado, a sua finalidade para o usuário. Se ele aceitar, você deve garantir que o dado será tratado de acordo com a finalidade descrita e acordada. É dever da empresa garantir a segurança dessas informações e informar o usuário se houver qualquer quebra de sigilo ou incidente. Para conseguir garantir tudo o que a lei prevê, será necessário fazer um investimento em estrutura, equipe e treinamento dentro da sua empresa. A segurança do seu sistema precisará ser revisitada, um simples antivírus não é mais garantia de que os dados dos seus clientes estão seguros. De acordo com a lei, é obrigatório que o tratamento de dados seja conduzido por uma equipe de especialistas de TI, que deverá ser contratada caso sua empresa não possua uma. Novas políticas internas e planos de proteção de dados deverão ser desenhados, assim como estratégias de prevenção e gerenciamento de possíveis crises (como vazamento de dados). Por fim, a empresa inteira precisa estar alinhada às novas regras, com um treinamento ou distribuição de comunicados, informando sobre a nova responsabilidade acerca das informações pessoais de seus clientes. Agora que você já tem maiores informações, pode se preparar para quando a lei entrar em vigor e não ser pego desprevenido! Ainda há alguns meses para se organizar, procurar uma empresa de TI que possa te ajudar ou formar seu próprio time, e desenhar sua estratégia para tratar, coletar e utilizar dados com mais responsabilidade e segurança.

Afinal, o que é Business Intelligence? img
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Afinal, o que é Business Intelligence?

Se você tem mais do que 30 anos, provavelmente sente que o mundo está ficando “complexo demais”. Antes, tudo parecia mais simples e menos conectado. Pode ter certeza de que muitos empresários pensam da mesma forma, decisões em seus negócios eram tomadas baseadas em experiências e intuição, mas isso não é mais suficiente hoje e suas escolhas precisam ser cada vez mais inteligentes. É aí que entra o tal do business intelligence que tanto ouvimos falar!Se você só conhece BI por meio de anúncios de vagas e sempre se perguntou, “mas afinal, o que é business intelligence?”, pode ficar tranquilo! Estamos aqui não só para responder essa pergunta, mas também para te contar por que ele é fundamental para sua estratégia de marketing e para seus negócios!BI é um conjunto de práticas, conceitos e metodologias que tem como objetivo coletar, gerenciar e distribuir dados. Esses dados são informações valiosas que vão se transformar em insights e dar suporte à tomada de decisões dentro da empresa. Ou seja, BI é aquilo que torna as escolhas de um negócio mais inteligentes, porque são feitas com base em informações de valor.Três importantes pilares sustentam o BI:- Coleta de dados: cada ação dentro da empresa gera um dado, uma informação. Quando reunidos, eles contam diversas histórias sobre seu negócio: a produtividade dos seus funcionários, a sua reputação no mercado, quais oportunidades foram perdidas...- Organização e análise: para conseguir visualizar e entender essas histórias, é preciso organizá-las em um banco de dados e facilitar a sua visualização, para que seja possível analisá-las, compreendê-las e, a partir dessas histórias, tomar decisões;- Ação e monitoramento: mas não para por aí, agora chegou a hora de fazer sua escolha e ficar de olho nos resultados, para entender se ela foi a decisão certa ou se algo ainda precisa melhorar. Os resultados vão gerar novos dados e, portanto, uma nova história, que vai entrar nesse mesmo ciclo.BI e MarketingO Business Intelligence pode oferecer suporto para o planejamento estratégico de todo o seu negócio e seus pilares podem ser aplicados em qualquer área, financeiro, RH, operacional, entre outros.As suas vantagens são diversas, como a otimização de processos, o aumento na eficiência de operações, um processo de tomada de decisões mais ágil e com mais qualidade. Tudo isso deixa o seu negócio mais competitivo dentro do mercado em que atua.Mas queremos dedicar uma parte desse artigo à aplicação de business intelligence na estratégia de Marketing da sua empresa, pois ele também pode destacar oportunidade e apontar falhas dentro do seu processo.Você dentro do seu mercadoA primeira maneira de usar BI em sua estratégia de Marketing é ao analisar o mercado no qual você está inserido, quem são os principais players, quais são as tendências globais, mudanças de consumo e ameaças. Ao cruzar dados de diferentes fontes, você consegue um panorama 360° do mercado. E saberá exatamente qual é sua posição dentro dele.Reconhecer para otimizarNenhuma empresa é perfeita, e a sua certamente não é. Mais de uma campanha sua já teve um resultado abaixo do esperado, por exemplo. Com o BI é possível encontrar a origem das falhas e erros dos seus processos e otimizá-los.Com Business Intelligence tem a premissa de agir rápido em relação aos dados extraídos, as mudanças também acontecem em uma velocidade maior quando precisam ser implementadas em empresas que adotam BI. Como consequência, os resultados também mudam rapidamente, trazendo valor para sua empresa e seus clientes.Oportunidades e riscosÉ hora de investir em uma equipe de marketing maior? Estamos prontos para assumir um compromisso com determinado cliente? Essa nova conta da agência vai ser uma boa oportunidade ou um risco para a estabilidade do meu quadro de funcionários?Essas são perguntas frequentes que sua empresa – e principalmente seu gestor de marketing – faz quando encontra oportunidades. Ou seriam riscos? Afinal, nem sempre conseguimos diferenciar uma do outro!O BI ajuda sua empresa a tomar ações preventivas, que minimizam riscos futuros, e a encontrar insights valiosos no mercado, que ajudam a identificar com mais facilidade suas oportunidades.Podemos concluir que o BI é o próximo passo depois de Big Data dentro de uma empresa. Ao entender a base de dados do seu negócio, você está melhor equipado para tomar decisões que estejam alinhadas com seu objetivo: crescimento, inovação, diferenciação. Agora, é só aplicar esses conhecimentos!Quer saber mais sobre BI ou como começar uma carreira na área? Venha para a Digital House!