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Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia

Recrutamento digital: 6 tendências para sintonizar seu RH com a tecnologia
#Carreira
17 de setembro - min de leitura

Se você ainda não usa o recrutamento digital para agilizar suas contratações, essa é sua chance de ficar por dentro das novas tecnologias.


Sabemos que o setor de RH mudou muito: está mais ágil, estratégico e digital — tudo para acompanhar o ritmo do mercado.

Da mesma forma, o recrutamento e a seleção também evoluíram do offline para o online, aproveitando todas as facilidades que a internet oferece.

Então, que tal automatizar sua triagem de currículos, usar o poder dos dados para selecionar candidatos e preencher suas vagas 100% online?

Tudo isso é possível com as tendências de recrutamento digital que você vai conhecer agora.

Vamos às novidades?

Siga a leitura.

O que é recrutamento digital

O recrutamento digital é uma estratégia de RH que utiliza o poder dos dados e da conectividade para encontrar, atrair e selecionar candidatos de forma mais rápida, barata e precisa.

Ou seja: é o processo seletivo tradicional turbinado pelas ferramentas do online, que facilitam o trabalho de conexão com os melhores talentos do mercado.

Graças à tecnologia, o profissional de RH não precisa mais investir seu tempo em tarefas manuais e repetitivas, como eliminar currículos com base em parâmetros de formação dos candidatos.

Com o recrutamento digital, a parte operacional do trabalho é reduzida ao máximo, e o RH amplia sua atuação estratégica.

6 tendências do recrutamento digital

Os avanços tecnológicos ditam a evolução do recrutamento digital, que promete agilizar a rotina do RH e tornar o processo cada vez mais inteligente. 

Considerando que 77% dos brasileiros já procuraram emprego na internet, segundo dados do Ibope Conecta, de 2018, as tendências a seguir devem se aprofundar rapidamente. 

1. Social Recruiting

Para além dos tradicionais sites de vagas, há um universo de candidatos a ser explorado nas mídias sociais mais populares.

Por isso, o social recruiting, ou recrutamento social, é uma das tendências mais importantes dos nossos tempos.

Muito mais do que postar suas vagas nas redes sociais da empresa, você pode fazer buscas avançadas por candidatos no LinkedIn, nutrir relacionamentos no Facebook e engajar candidatos no Instagram. 

De acordo com uma pesquisa de 2018 da Talent Lyft, 94% dos recrutadores entrevistados planeja usar as mídias sociais no recrutamento, enquanto quase metade (49%) dos que já utilizam constataram uma melhora na qualidade dos candidatos. 

2. Inbound Recruiting

Você já deve ter ouvido falar no marketing de recrutamento, que consiste em usar as técnicas de promoção e divulgação do marketing para recrutar candidatos.

Quando evoluímos essa ideia para o marketing digital, chegamos ao inbound recruiting: a metodologia de marketing de atração aplicada ao R&S.

Na prática, significa atrair talentos ao invés de correr atrás deles na web, criando conteúdos relevantes e criando proximidade com os candidatos.  

3. Employer branding

Na mesma lógica de atratividade de talentos, temos o employer branding como tendência generalizada de recrutamento online.

Considerando que 75% dos profissionais avaliam a reputação da empresa como empregadora antes de se candidatar a uma vaga, segundo um estudo de 2018 do LinkedIn, é melhor garantir sua reputação na internet.

Afinal, os talentos vão buscar informações no seu site de carreiras, em redes sociais e em sites como o Glassdoor — e quanto melhor a impressão, maiores as chances de ter bons candidatos.  

4. CRM (Candidate Relationship Management)

Da mesma forma que a empresa gerencia seu relacionamento com os clientes, também deve manter contato com seus futuros talentos. 

Para isso, existem as ferramentas de CRM (Candidate Relationship Management), que permitem automatizar e-mails durante o processo seletivo e oferecer feedbacks imediatos aos seus candidatos.

Assim, você garante o vínculo com os profissionais e facilita a comunicação no recrutamento e seleção. 

5. Applicant Tracking System (ATS) com IA

O Applicant Tracking System (ATS) é um software completo para gestão do recrutamento, que segue em alta no RH e vem ganhando novas funcionalidades. 

Hoje, a grande aposta é nos ATS com inteligência artificial, que permitem realizar a triagem de candidatos de forma automática e cruzar dados para combinar os perfis às vagas.

Para isso, esses sistemas utilizam algoritmos poderosos para selecionar os melhores candidatos de acordo com os critérios da posição, agilizando o processo seletivo com o máximo de precisão. 

5. Marketplace de talentos

Outra tendência em destaque no recrutamento digital é o marketplace de talentos, que consiste em uma plataforma que conecta profissionais às empresas.

Essas plataformas combinam tecnologias como inteligência artificial, Big Data e machine learning para pré-selecionar candidatos e encontrar combinações perfeitas entre profissionais e vagas. 

Dessa forma, é possível agilizar as contratações e concluir processos seletivos com muito mais rapidez e economia. 

6. Chatbots

Na onda de automação do relacionamento com os candidatos, os chatbots (robôs de conversação) já estão sendo usados para manter a comunicação no processo seletivo.

Esses sistemas movidos a inteligência artificial e programados para dar respostas prontas são muito úteis para:

- Informar candidatos sobre o status do processo

- Enviar mensagens de confirmação e feedback

- Agendar entrevistas e testes

- Realizar triagens iniciais com perguntas estratégicas.

Já imaginou ter um chatbot como assistente virtual para acelerar seu processo seletivo? 

Fique por dentro das tendências do recrutamento digital

Se você quer ficar por dentro das tendências do recrutamento digital e revolucionar seu RH, já pode escolher quais tecnologias se adaptam à sua realidade.

Felizmente, contamos com empresas inovadoras focadas em soluções digitais para o RH: as HR techs.

Essas startups se dedicam a criar ferramentas e sistemas sob medida para agilizar seu recrutamento e seleção, desde a busca por candidatos até a contratação. 

Para conhecer melhor esse mercado e suas soluções, você pode baixar gratuitamente o e-book HR Tech: O que isso significa para você?, produzido pela Revelo. 

E se toda essa revolução tecnológica ainda não está tão clara para você — ou se você quer se aprofundar mais no assunto antes de arriscar um investimento —, vale a pena realizar o Curso de Gestão de RH Digital da Digital House.

Nele, você vai aprender tudo sobre as ferramentas de recrutamento digital, além de estratégias de people analytics, marketing digital e employer branding. 

Pronto, você já tem todo o conhecimento e ferramentas de que precisa: agora é só acelerar seu RH rumo à cultura digital.


Texto desenvolvido por: Mayara Toyama, do time de conteúdo da Revelo. 

A Revelo é uma HR Tech que utiliza Inteligência Artificial para inverter o esquema de recrutamento. Dentro da sua plataforma, não são os candidatos que buscam pelas empresas, mas as empresas que têm acesso aos talentos de carreiras como: design, marketing digital, BI, finanças, engenheiros de software e negócios.

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#Carreira

Saiba como funcionam as aulas remotas da Digital House

As buscas por aulas remotas aumentaram drasticamente após o isolamento, e a verdade é que a procura por aulas remotas vai crescer ainda mais. Hoje, as pessoas podem se especializar profissionalmente onde quer que estejam, o que importa é a dedicação e a qualidade do curso remoto.A Digital House desde o início busca transformar a vida das pessoas através da educação, e a nova modalidade de cursos remotos traz este propósito na prática: aulas dinâmicas, disruptivas e 100% ao vivo.Nosso aluno de UX Design, Vinicius Maciel, contou no detalhe como funcionam as aulas remotas da Digital House. Acompanhe este bate-bola que fizemos com ele e entenda como está sendo sua experiência e as dicas para melhor aproveitamento do método de ensino a distância.DH: Como conheceu a DH e como surgiu seu interesse pelo curso de UX Design, Vinícius?VM: Conheci a Digital House pelo programa Estação Hack e através do Santander Coders. Fiquei curioso e visitei o site. Lá, gostei da estrutura e localização (SP). Além disso, muita gente elogia a metodologia de vocês. Inicialmente, escolhi a área de Programação. Depois, optei por UX Design, curso que iniciei em maio deste ano. DH: E como é fazer o curso de maneira remota, questão de organização, aproveitamento e assimilação do conteúdo, desafiador? VM: Então, foi minha primeira experiência com aulas remotas. O desafio está em lidar com excessivo conforto em casa (cama, sofá, videogame etc ). Mas, é só se organizar direitinho. Em menos de um mês, já me acostumei com o ritmo das aulas remotas. Antes do curso, eu já tinha o costume de estudar por mim mesmo, o que facilita acompanhar o programa.DH: Você tem alguma dica para quem deseja começar, para que consiga seguir este ritmo saudável de aproveitamento?VM: A minha dica é estudar um ou dois dias antes a matéria da aula, para  facilitar o entendimento e fixação de conteúdo. DH: Você disse que esta é sua primeira experiência em aulas remotas. Qual a sua impressão antes de fazer o curso da DH, por este método, e agora? VM: Confesso que também tinha o paradigma sobre as aulas remotas, preferindo o presencial. Mas a DH superou as minhas expectativas. O nível de ensino de vocês é de outro mundo. Inspiram confiança em nós, sabe.DH: Como é a dinâmica das aulas?VM: Os professores são muito acessíveis. As aulas são dinâmicas e claras, as dúvidas são respondidas rapidamente pelo chat. Eles costumam mandar a leitura recomendada e o slide. Eu estudo antes e acho bem mais produtivo assim.DH: E depois do curso, quais serão seus próximos passos? VM: Pretendo ingressar na carreira como UX Design Jr. Nesta área, nunca se sabe o produto que vai ser desenvolvido. O profissional precisa ser questionador e gostar de observar, estudar, ser autodidata. E eu gosto disso. Portanto, recomendo muito o curso. Sinto que estou em boas mãos. Os professores de UX são excepcionais. Continuem transformando vidas, agora o resto é por meio de meus esforços.  E você, quer fazer como o Vinícius e aprender com especialistas do mercado de onde estiver? Conheça os diferenciais das aulas remotas da DH e venha bater um papo com os coordenadores, eles estão à disposição para tirar suas dúvidas e te ajudar a se tornar um profissional ainda melhor.

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#UX

A área de UX Design é oportunidade imperdível para designers

O área de design ganhou um 'upgrade', e hoje, o designer pode se tornar um dos profissionais mais buscados pelo mercado: o UX Designer . Bruno Barreto, que fez o curso de UX na Digital House, explica bem esta afirmação.“Fiz design gráfico, na faculdade. Mas, quando encontrei o curso de UX, achei a profissão que fazia sentido, vi valor nela. Por quê? Porque lidar com produto e com pessoas é fantástico. Você entende elas. Além disso, ver o resultado do seu trabalho lá na frente, completo, com as pessoas usando ele, também é fantástico. Foram essas coisas que fizeram eu me apaixonar por UX. Aprendi que UX está em tudo, ele transcende o digital”.Inspirador, não?! E neste artigo, vamos contar pra você, designer, como se transformar em um designer de experiências.+ 5 motivos que vão te fazer entrar de vez para a área de UXOportunidades para profissionais na área de DesignSe sua ideia é transição e ampliar as possibilidades da carreira, a área de User Experience é a escolha certa. Para um designer gráfico, o caminho para esta especialidade pode ser mais natural, pois, muitas vezes, este profissional já trabalha alinhado com publicidade, lidando e compreendendo conceitos das marcas, arquétipos, personas e determinantes de marketing. Como estas áreas são todas interligadas a negócios, o UX Design se torna um dos protagonista nos processos de decisão de um produto ou serviço. Por exemplo, no design thinking se utiliza de práticas de gerenciamento de produtos para aprimorar a experiência do usuário. E, embora em UX Design a formação seja constante e construída na prática do dia a dia e da observação, o curso é imprescindível, pois dará as base sólida nesta evolução.O designer gráfico atua no planejamento e execução de conceitos e idéias, portanto, seu papel é transmitir as mensagens da solução por meio de símbolos, posters, catálogos, animações, sites, jogos, eventos, entre outros exemplos. Quando o designer trabalha com UX Design, ele irá mais profundamente nessa base de atuação. Ele interpretará a relação com o produto ou serviço, se aproximando mais do usuário, tornando sua experiência mais fluida, assertiva e prazerosa. Por isso, participará mais ativamente do planejamento e execução de todo o processo, nas atividades, individuais e coletivas.Transição de carreira para UX, dá certo?O mundo está em plena transformação, e isso se dá bem antes da pandemia, diga-se de passagem. Essa (re)evolução impacta nas necessidades básicas das pessoas, assim como na forma que se entrega qualquer solução para este novo consumidor. Você mesmo, leitor, percebe-se mais exigente na resposta e expectativas do que consome?Então, por este motivo, os profissionais de comunicação precisam entregar experiências e satisfação, resolução de problemas, e não só produtos e serviços. A partir daí, fica claro por que UX Design está em alta. Sua principal função é entender e traduzir as questões, decifrando o que agrada aos olhos do freguês. Na Digital House, você aprende cada vírgula do UX com a ajuda de especialistas do mercado, e com o novo formato, que conta com aulas remotas e 100% ao vivo, dá para se tornar um profissional de UX sem sair de casa. Bacana, não?! Faça como o Barreto e venha conhecer um mundo novo e transformador.“Acho que duas coisas foram fundamentais para mim ao entrar na DH: conhecer pessoas novas (acho que isso é fundamental nessa área) e conhecer gente que possa te ensinar. Eu procurava há muito tempo mentores com experiência que pudessem me ensinar sobre UX, Design Thinking, mas não encontrava. Quando entrei aqui, conheci um monte de gente incrível. Isso me motivou a procurar e aprender, cada vez mais.” + Assista a webserie DHSeries e se atualize sobre as mudanças que estão acontecendo no mercado

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Exemplos reais de como Data Science ajuda a resolver problemas

O profissional da área de Data Science, também conhecido como Data Scientist, é expert na resolução de problemas, auxiliando empresas na redução de custos, no aumento de produtividade, no fornecimento de dados para tomada de decisão - inclusive durante as crises econômicas. Que escopo, não é mesmo?! Por isso (e mais um pouco) o cientista de dados é uma das profissões que estão em alta.+ Gostou do assunto? Leia nosso e-book sobre como a análise de dados pode ajudar a gerir uma criseO profissional, objetivamente, tem o papel principal de transformar dados em inteligência para o negócio. Como assim, DH? Acompanhe o artigo e entenda da melhor maneira, com exemplos.Exemplos de como Data Science ajuda a tomar deciçõesAs armas do Data Scientist tem uma ligação direta com a inteligência lógica, monitoramento e interpretação correta e precisa dos algoritmos.Abaixo, vamos trazer perguntas e situações que servem muito como exemplos de aplicações da Data Science, para que você entenda sua importância:➜ Mostrar quais produtos realmente interessam aos clientes de uma empresa.➜ No próximo bimestre, quais clientes provavelmente deixarão de pagar?➜ No pós-crise, quanto tempo uma determinada empresa levará para restabelecer seus negócios?  ➜ Para que isso aconteça, quais atitudes elas precisam tomar, antecipadamente?➜ Melhor investir em ações ou na compra/aluguel de equipamentos mais modernos para a produção?➜ Melhor contratar mais pessoas no próximo ano? Se sim, em quais áreas o retorno será rentável? Como um Data Scientist entrega resultadosDiante de tamanhos desafios, tão vitais para a sobrevivência da empresa, este profissional se apoia em na tecnologia e desenvolvimento de habilidades digitais para analisar dados e entregar soluções para o negócio.Com elas, o cientista de dados tem conhecimento necessário para compreender integralmente o problema, identificar que tipo de método utilizar e ajudar a resolver a situação, iniciando pelo tratamento dos dados.Nesta etapa, o objetivo é fornecer ao método escolhido só informações úteis para a resolução do problema. Concluída, ele aplica a solução resultante, avaliando ela com métricas específicas, as mesmas que vão evidenciar limitações contidas na solução. Daí, com tudo certo, é hora de levar a solução para a diretoria, ou seja, os donos do problema. O relatório State of the CIO 2020 da IDG indica que estes donos já compreenderam a importância destes profissionais. A pesquisa mostra que 37% dos líderes de TI têm consciência de que a análise de dados para seus negócios será o vetor de maior investimento este ano.Mais exemplos reais do uso da Data ScienceO Data Science também pode resolver problemas ligados à vida humana, fora dos negócios. Suas soluções podem ser desenvolvidas para melhorar a vida das pessoas, reduzindo impactos ambientais, aumentando a inclusão financeira, deixando ruas mais seguras, criando redes de combate à corrupção, entre outros exemplos.Pela coleta, processamento e análise de dados de usuários na rede, isso é possível. Pensando nisso, o Social Good Brasil e a Fundação Telefônica Vivo  lançaram em 2019 o movimento Data for Good Brasil. O movimento convida empresas privadas, terceiro setor e governos para se apropriar de dados disponíveis, usando-os de maneira ética e responsável e causando impacto social nas áreas de Saúde e Educação. É a inovação e a tecnologia a favor do que há de mais humano nas pessoas, a preocupação com o bem-estar do próximo.Seja você um Cientista de DadosE você, que tal aprimorar seus conhecimentos nesta habilidade digital, fazendo parte deste boom da Data Science, reconhecido por diversos setores? Na Digital House você pode investir nos cursos com aulas remotas, tanto de Data Science, como Data Analytics e Inteligência Artificial. Prepare-se para um futuro comandado por dados e profissionais digitais!