O que faz, quanto ganha e como se tornar um programador ou programadora de sucesso?

Saiba tudo sobre a área de Programação: o que faz, quanto ganha, o porquê de ser uma profissão do futuro e como ingressar na carreira.

O que faz, quanto ganha e como se tornar um programador ou programadora de sucesso?

Nesta jornada, é preciso criar softwares que atendem demandas de diferentes campos. A forma de trabalhar é variável, mas, independentemente da opção escolhida, é preciso dominar linguagens, ter habilidades interpessoais e ciência de que atualizações e mudanças sempre irão existir.

Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre o que faz um(a) programador(a) e como está o seu mercado de trabalho.

O que faz um(a) programador(a)?

O programador é a pessoa que escreve códigos de programas, a partir de diversas linguagens de programação existentes. Com isso, gera soluções que atendem diferentes empresas e marcas com os seus públicos e suas necessidades/problemas.

Mas você deve estar se perguntando: existe alguma diferença entre as funções de programador e desenvolvedor? A resposta é sim. E, para dar mais detalhes sobre isso, separamos um artigo onde explicamos tudo o que você precisa saber. Clique aqui para conferir.

Como está a área de Programação atualmente?

A transformação digital é uma questão presente e constante em nossa realidade. Nos últimos anos, ela foi impulsionada ainda mais, considerando a pandemia e a necessidade de adaptações, tanto pelas empresas quanto dos consumidores, para gerar a melhor experiência de compra e venda de produtos e serviços.

Neste contexto, o desenvolvimento de softwares e aplicativos ganhou mais destaque e cada vez mais pessoas passaram a pesquisar e procurar saber como se tornar um programador ou programadora, pensando na estabilidade profissional, algo muito almejado no mercado.

Com isso, a Programação é uma área que vem crescendo muito nos últimos tempos. Em qualquer lugar do mundo, as pessoas que possuem boa formação e domínio em diferentes hard skills (habilidades técnicas) estão sendo procuradas pelas empresas.

De acordo com um estudo feito pela Microsoft, o Brasil possui cerca de 400 mil profissionais nesta área. No entanto, a previsão aponta que haverá mais de 6 milhões de vagas disponíveis até 2025. O déficit na área é alarmante e isso explica a tendência de mercado.

Para facilitar o entendimento desse panorama, separamos um episódio do DH Cast, podcast da Digital House, onde Bruno Cobbi, nosso host, bate um papo com Sérgio Moura, professor de Desenvolvimento Full Stack, Danilo Bonifácio, líder de conteúdo do Certified Tech Developer, Jakeliny Gracielly, educadora da Rocketseat e Mayk Brito, instrutor da Rocketseat, sobre Programação. Confira abaixo.

Qual caminho seguir na Programação?

Na área da Programação, principalmente quando falamos sobre desenvolvimento web, temos uma divisão entre duas grandes carreiras principais: o front-end e o back-end. Vamos explicar esses dois caminhos agora mesmo:

O front-end é a parte que abrange tudo aquilo que o usuário vê e interage em uma aplicação, seja um site, um aplicativo, um produto digital, entre outros exemplos.

Ele deve ser desenvolvido com o objetivo de entregar a melhor experiência possível aos seus usuários finais, ou seja, organizar todo o conteúdo de uma maneira esteticamente agradável, acessível e funcional para todos.

Já o back-end é o lado servidor da aplicação, ou seja, local em que as informações são armazenadas e gerenciadas em um banco de dados e onde há a implementação de algoritmos para resolver diferentes situações.

Ele não interage e nem entra em contato direto com os usuários finais, pois tudo é consumido indiretamente através do acesso pelo front-end do sistema.

Para as pessoas que possuem afinidade nas duas frentes, existe também uma carreira para isso: o full stack. Aqui, a programadora ou programador pode atuar com back-end e front-end simultaneamente, criando uma aplicação do zero e mantendo-a funcional.

Hoje em dia, a carreira é muito procurada por startups e é vista como um grande diferencial, pois a pessoa é capaz de solucionar problemas que poderiam exigir múltiplas contratações.

É preciso ter faculdade para ingressar na área?

Para quem quer se tornar um programador ou programadora, existem diversos cursos de tecnologia disponíveis no mercado. No entanto, não há uma graduação de nível superior específica para aprender a programar. Muitas pessoas se tornam um analista de sistemas e ingressam na carreira após se graduarem em Ciência da Computação, Sistemas de Informação ou em um curso técnico, por exemplo.

Além disso, existem aquelas que exercem a função sem nenhuma formação, aprendendo de forma independente. O mais importante é possuir todos os conhecimentos técnicos e habilidades necessárias para o dia a dia, como o raciocínio lógico e a capacidade de analisar contextos, a fim de criar soluções assertivas.

Nós produzimos um conteúdo onde esclarecemos essa questão com mais detalhes, a partir de fatos e informações de mercado. Confira, clicando aqui.

Qual a média salarial de um(a) profissional de Programação?

A média salarial de um programador ou programadora em full stack é de R$ 5.608, segundo o Glassdoor. Os horários e o ambiente de trabalho costumam ser bastante flexíveis nas organizações. Projetos engajados, que exigem criatividade, comunicação objetiva e altos salários iniciais, chamam a atenção de muitas pessoas que enxergam a carreira como uma oportunidade.

Como começar a programar?

Para começar na área de Programação é preciso, primeiro, escolher qual caminho você quer seguir, como explicamos nos tópicos anteriores. Faça uma pesquisa prévia e veja com o que mais se identifica. Não dá para escolher 15 opções de carreiras diferentes e querer aprender todas, sem se aprofundar, de fato, em alguma delas.

Durante o processo, existem pessoas também que já estão inseridas no mercado de trabalho e querem realizar uma transição de carreira. Para sanar todas as dúvidas, separamos um vídeo com dicas para os interessados.

A partir das pesquisas e escolhas sobre a área, é preciso iniciar o processo de aprendizado. Como comentamos, a existência de cursos de graduação que formam profissionais de tecnologia pode variar, mas elas não correspondem às expectativas de uma pessoa que quer se especializar em um conceito mais recente, por exemplo.

Neste contexto, existem também muitas escolas especializadas, como a própria Digital House, que capacita seus alunos e alunas para o mercado de trabalho de Programação, oferecendo toda a base e suporte necessários, de maneira personalizada, com conceitos 100% atualizados e professores que estão inseridos neste mercado.

Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação desenvolvido em parceria com o Mercado Livre e a Globant. Nele, todos os conhecimentos necessários são proporcionados, seja em teoria, na prática e em todos os campos (front-end e back-end).

Temos também o Desenvolvimento Web Full Stack. O programa é voltado para a criação de sites ou sistemas web, também em front-end e back-end, a partir de diferentes tipos de linguagens de programação e tudo em apenas 5 meses.

Todas as aulas são online, ao vivo e ministradas por professores especialistas em grandes empresas de tecnologia do mercado. Além disso, a DH oferece o Departamento de Carreiras, onde os alunos podem acessar e conferir diferentes conteúdos exclusivos sobre suas jornadas.

Esperamos que esse artigo tenha ajudado você e aproveite para conferir outro conteúdo, onde contamos as principais dicas para quem está começando na área de Programação.