MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Paises

Programação: para onde ir, afinal?

Programação: para onde ir, afinal?
#Tecnologia
3 de abril - min de leitura

Entenda por que aprender cada vez mais sobre diversas áreas da programação


Nos tempos de hoje, a gente entende que não basta saber só sobre a nossa profissão. Vivemos em tempos complexos, certo? Onde é cada vez maior o nível do profissionalismo requerido para trabalhos. É importante aprendermos cada vez mais sobre diversas áreas para que possamos continuar entregando valor para a sociedade. Tendo isso em vista, fica claro para a gente que, quanto mais entendermos para onde o futuro está caminhando, mais poderemos ajustar nossa direção profissional para atingir nossos objetivos e ainda servir a um bem maior. Ao propósito de evolução social, tecnológica, e que não seja prejudicial ao ambiente em que vivemos e nem aos demais que nos rodeiam. Para se destacar em programação, não é diferente. O mundo está sempre em constante mutação e a gente precisa saber se adaptar e saber influenciar nessa inconstância rotineira. Segue então algumas dicas para que você possa ter um norte nas suas decisões como programador:

1. Java para as coisas

Não, não é mais do mesmo. A dica aqui vai além do que simplesmente aprender uma linguagem que todo mundo já conhece ou ouviu falar. Apesar de muitos especularem que Java pode ter seus dias contados pela ascensão do Kotlin como linguagem principal para desenvolvimento Android, isso não vai acontecer, pois Java não se restringe apenas a Android. Java tem uma versatilidade tão grande que já está sendo o carro forte no novo universo de IoT (Internet das Coisas). Já estamos vendo carros que dirigem sozinho, geladeiras inteligentes, casas que se comunicam com diversos periféricos, cidades inteligentes e muitas dessas coisas sendo programadas em Java.

2. Python para o novo petróleo

Dados! Dados são o novo petróleo. Através de dados, análises estatísticas, observação de padrões, podemos quase prever o futuro. Óbvio, nenhuma previsão é 100% precisa, mas já se sabe que os dados são capazes de evitar muitas dores de cabeça na tomada de decisões estratégicas. E quando falamos em python, não estamos somente pensando em dados. Estamos falando de um futuro muito mais amplo. Estamos falando sobre Inteligência Artificial, sobre redes neurais, sobre machine learning. São conceitos que tomarão cada vez mais espaço no nosso cotidiano devido a facilitação trarão para nossa vida.

3. UX para ir além

Tudo bem, tudo bem. Você já é um grande programador. Você já manja muito sobre tudo isso, mas será mesmo que o que você está criando está realmente agradando seus usuários? Programadores que entendem de UX estão se destacando cada vez mais no mercado. Pense nisso. Hoje em dia, com tanta concorrência, não adianta ter um produto que resolva um problema. Provavelmente seu produto já exista. O que você precisa ter em mente é que se o seu produto não agradar seus clientes, eles irão procurar um outro que agrade. E eles irão achar! Além disso. Você não precisa ser dono de um produto para querer aprender UX. Se você trabalha como desenvolvedor e deseja se destacar na área, ter conhecimentos básicos como heurística ou teste de usabilidade podem e vão te levar para o próximo nível dentro de uma organização. Confira 5 dicas para quem está começando a programar.


Por Guilherme Sartori, Professor de Web Full Stack e Mobile Android na Digital House Brasil

Outras notícias

A telemedicina e a evolução da análise de dados na área de saúde img
#Dados

A telemedicina e a evolução da análise de dados na área de saúde

O mundo está passando por uma transformação digital, agora muito mais na prática, e a tecnologia na área da medicina é um dos pilares desta evolução.Exemplo disso é o crescimento da análise de dados na área de saúde, ou seja, a telemedicina desenvolvida durante a pandemia da Covid-19. Tempos que exigem mais agilidade nas consultas, cruzamento de informações precisas, além de soluções que evitem aglomerações e locomoções.   Sabe aquele diagnóstico que você recebe remotamente, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos a distância? Tudo isso tem um dedo da telemedicina. Apesar de causar estranheza em boa parte da nossa população, essa prática será cada vez mais comum e frequente nos próximos anos.Medicina 4.0Chamada de Medicina 4.0, alguns termos como big data, machine learning e data analytics, aos poucos passam a fazer parte da rotina de médicos e pacientes.Fato é que a tecnologia ajuda a melhorar o atendimento, fazer diagnóstico mais precisos, realizar exames sofisticados e até evitar acidentes de trabalho.A Digital House, em parceria, com o Dr.consulta, preparou este blog post para mostrar que o uso da análise de dados já é uma realidade dentro dos consultórios da empresa focada em saúde que presta serviços ambulatoriais em todo Brasil.     + Cientista de dados: saiba mais sobre a profissão do futuroDr.consulta e a análise de dados nos atendimentosCom mais de 1,7 milhão de pacientes atendidos e 2 mil médicos parceiros, o Dr.consulta usa dados e tecnologia para garantir a melhor experiência para médicos e pacientes. Desde sua fundação, a companhia se preocupa com o armazenamento e uso dos dados para tornar seu negócio mais eficiente e levar medicina de qualidade a preços acessíveis para o população desassistida pelo SUS e planos de saúde.As soluções de data-driven implementadas no Dr.consulta tornam o negócio eficiente e competitivo, permitindo o acompanhamento de indicadores até a automação da alocação médica, sugestão de diagnóstico e medicamentos no prontuário eletrônico e quantidade e horários disponíveis de funcionários nos centros médicos.Na alocação médica, por exemplo, o Dr.consulta utiliza dados de tempo de agendamento, histórico de ocupação, perfil da especialidade médica e do profissional para prever a demanda de cada uma das 75 especialidades médicas oferecidas em 45 centros médicos. Além disso, o processo de abertura de agenda é automatizado para minimizar a intervenção humana e minimizar os custos. Com um percentual de assertividade de 89%, esse é uma das soluções de data-driven de sucesso no dr.consulta.Desafios da evolução dos dadosColetar e armazenar informações não é uma das tarefas mais fáceis, principalmente no Brasil, onde o acesso à saúde oscila com base nas condições econômicas e sociais. No entanto, a análise de dados pode trabalhar altos volumes, reconhecer padrões e gerar algoritmos para auxiliar médicos no atendimento diário.Dados na área de saúdeCom base no estudo Medição da Saúde Digital, feito em 2019 e publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde e pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, confira o que os indicadores dizem sobre o momento atual no país:➜ 39% dos estabelecimentos de saúde brasileiros registram informações cadastrais e clínicas dos pacientes somente em prontuários manuscritos.➜ 21% das instituições com acesso à internet armazenam os dados em formato eletrônico.➜ 40% dos médicos fazem prescrições digitalmente.Dados valem ouro na Era Digital e ter o domínio e entendimento na coleta, armazenamento e interpretação, é estar casinhas à frente, independentemente do segmento. E todos estes mercados precisam de profissionais capacitados para fazer a magia acontecer, ou seja, dar continuidade aos seus negócios.Com tantos argumentos a favor, se você gosta de exatas e está afim de entrar na área de profissões do futuro, vale investir em um curso de Inteligência Artificial, Data Science ou Analytics. 

Design Sprint na prática: como alcançar resultados em menos tempo img
#Marketing

Design Sprint na prática: como alcançar resultados em menos tempo

Resolução de problemas complexos de maneira eficiente é o que as empresas procuram, ainda mais em um mundo dinâmico, que passa por mudanças estruturais com a Covid-19. E é aí que o Design Sprint na prática traz a velocidade nos processos de inovação na medida certa.Essa abordagem é extremamente útil para testar idéias e construir protótipos em poucos dias, indicada em cenários de incerteza, crise ou pouco recursos, como o que vivemos agora. Mas, tudo com pé no chão, não é mesmo? Nosso diretor executivo e especialista no assunto, Juliano Pereira, alerta: “Obviamente, o Design Sprint não é uma solução mágica. Ele é mais rápido e barato, porque leva todas as pessoas relevantes a criar e decidir sobre uma aplicação, site etc, tudo em tempo real, respeitando prazos de etapa da Sprint. Isso, por si só, já reduz o tempo de fila, que em geral, é aquele e-mail que ficou parado sem resposta e atrapalhou o fluxo num projeto comum, por exemplo”.Portanto, essa metodologia ágil, criada pela Google Ventures, não é milagre, é tecnologia agile bem empregada. Veja as vantangens do Design Sprint abaixo e como colocar a mão na massa.Checklist do Design SprintResumidamente, o conceito do Design Sprint desta metodologia é o seguinte: são cinco dias de trabalho intenso em que são reunidas práticas de estratégias de inovação, design thinking, negócios e comportamento, tudo com participação e engajamento de todos os envolvidos.Para chegar a um resultado bacana e tão rápido, é imprescindível que a equipe deste Design Sprint esteja disponível, imersa e determinada a dar o melhor de si.A metodologia permite que uma empresa desenvolva e teste suas ideias em cinco dias. Acompanhe como realizar um Design Sprint:1º dia - Entendimento e definições das metas, identificação do que será realizado e compreensão do problema;2º dia - Estudo de possibilidades, ou seja, o famoso brainstorming;3º dia - A tomada de decisões, que acontece por meio de um processo democrático e abrange todos os participantes do Design Sprint;4º dia - Este dia é o quase lá e é marcado pela criação de protótipo. Geralmente, as equipes contam com oito horas para desenvolver a ideia que, para ser produtiva de fato, exige um time sincronizado e com ações muito bem-definidas;5º dia - Validação. Aqui, o produto desenvolvido é apresentado aos potenciais usuários que podem interagir com o protótipo e preparar o feedback. Esse retorno será a carta branca, ou não, para implementar a solução desenvolvida.Design Sprint e suas vantagensDada a velocidade com que as tecnologias são criadas e implementadas no mercado, o método é uma alternativa vantajosa: além de permitir a validação de ideias em pouco tempo e inovação que abrange a diversidade, há a economia de custos.Por isso, é um recurso muito utilizado por startups e pequenas empresas e remete à disrupção. E as grandes empresas já começam a crescer seus olhos para a metodologia, principalmente no momento atípico que vivemos, onde agilidade e otimização de tempo e recursos prevalecem como diferenciais de sobrevivência.Nesta técnica, o time consegue visualizar a versão final do produto nas mãos dos consumidores, antes de fazer um alto investimento na ideia. Portanto, o risco de prejuízos é menor, ou seja, uma excelente pedida para momentos de crise. “O uso de protótipos e coleta do feedback dos clientes é um caminho mais rápido do que o modelo tradicional. Economiza-se tempo e dinheiro capturando o feedback do cliente final, quando não é preciso construir uma solução de ponta a ponta (incluindo desenvolvimento, testes e implementação)”, completa Juliano.No curso executivo de Agile, da Digital House, ensinamos diversas metodologias ágeis, entre elas, Design Sprint. Você tem aulas com professores que estão no mercado, atuando em grande empresas, e se apoiam na metodologia de sala de aula invertida para uma dinâmica interativa e rica em aprendizados. 

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder? img
#UX

Liderança em UX Design: quais as qualidades essenciais para o líder?

A liderança em UX Design tem seus desafios peculiares. Além da empatia à diversidade de opiniões e estilos, a busca por sinergia e resiliência entram na lista de skills importantes a estes profissionais. A verdade é que a liderança na Era Digital é outra.Neste artigo, vamos explicar um pouco como ser um lídera na área de UX Design, e ir além, detalhando como os dirigentes precisam trabalhar na horizontal com o resto da equipe.UX Design e os desafios de liderança na Era DigitalA pandemia vivida em 2020 avançou a Transformação Digital e também fe líderes refletirem sobre ressignificação de propósitos e sua maneira de gerenciar seres humanos. Clientes, usuários dos sites, também passam por esta reflexão diante suas escolhas de consumo e jornada de compras, o que remete ao gestor de UX Design a missão de absorver estas mudanças com atenção ao movimento diário. Neste contexto, a satisfação e adaptação ao home-office é o impacto mais comentado nas manchetes e pesquisas, ultimamente. No Brasil, uma pesquisa recente da Hibou mostra que dos 31% das pessoas que passaram a fazer home office a partir da pandemia, só 30% não gostaram da experiência. Já 36,7% gostariam de trabalhar de casa ao menos uma vez por semana e 32,6% o máximo de dias possíveis. + Leia um e-book exclusivo com ferramentas eficientes para home officeIsso mostra que áreas relacionadas ao Design precisam se adaptar, tanto aos resultados dos gostos destes usuários mais caseiros e seletivos quanto a eles mesmos, trabalhando em equipes mais colaborativas, mesmo de maneira remota. Aí o papel crucial do líder para inspirar este processo e conduzi-lo da melhor forma possível. Novo estilo de liderança No UX Design, é muito claro que não se pode tratar usuários como números. Da mesma forma, seu time não pode ser visto como recursos de projeto, que podem ser descartados ou substituídos, ainda mais no momento de incertezas que passamos.O gestor precisa, de alguma forma, prover segurança, mesmo a distância, além de confiança nestas entregas. Como? Compartilhando experiências, aprendendo com seu time na observação, e, como consequência, explorando todo o potencial de cada um.Nesta linha, vai um exercício prático para você pensar e responder mentalmente:➜ Você inspira confiabilidade em relação ao trabalho do seu time, mesmo remotamente?➜ Consegue ser claro(a) no que precisa deles e no que eles podem contar contigo?➜ Contextualiza seus liderados de que o que eles fazem é realmente importante para a empresa continuar e prosperar?➜ Compartilha conteúdos inspiracionais, relacionados à area?➜ Divide resultados positivos e colabora, colocando a mão na massa, nestes êxitos?Esta última pergunta casa bem com o momento que vivemos, em que colaboração e resiliência são soft skills valiosas. Dentro de um time de Design UX, o líder já domina métodos e ferramentas, podendo ajudar de maneira mais ágil e colaborativa na resolução de problemas complexos, inclusive usando as metodologias ágeis.E, como tudo é digital agora, aderir ao uso de metodologias ágeis e canais de comunicação dinâmicos como chat para tirar dúvidas rápidas, Meet, Zoom ou Skype for Business ajudam em reuniões periódicas. Ou mesmo ajustes de ideias via Google Docs já resolvem muita coisa.As soft skills dentro da liderançaA liderança está ali para executar o macrogerenciamento, tirar impedimentos e facilitar a comunicação entre todos para que executem suas funções. Portanto, agenda cheia, sem espaço para o time, pode levar lideranças ao caminho inverso: o distanciamento prejudicial da equipe e a falta de empatia e engajamento deles.Alguns especialistas de UX citam que a liderança em UX deve acompanhar os níveis de felicidade não só dos clientes, mas do seu time também. “Acredito que a liderança criativa é o que precisamos buscar atualmente. As características mais importantes desse tipo de modelo são: liderar pela inspiração e experimentação, não pelo medo, pela criação de redes de contato, e não pela hierarquia” John Maeda, executivo, designer e tecnólogo americano. A Digital House ajuda na condução e no preparo para este novo momento do mercado de trabalho. E para se aperfeçoar como gestor, você pode investir em um curso de Agile, metodologia ágil eficiente usada por grandes empresas do mercado. Que tal se atualizar sobre a nova liderança na Era Digital?