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Programação iniciante: como se tornar um profissional da programação

Programação iniciante: como se tornar um profissional da programação
#Tecnologia
27 de novembro - min de leitura

A transição para a área de TI é possível! Descubra como investir na programação iniciante pode mudar a sua jornada profissional.


A programação iniciante pode ser desafiadora no começo, já que termos é o que não faltam na hora de estudar a teoria e colocar a mão na massa, mas com o estímulo do lado esquerdo do cérebro, responsável pela lógica e pensamento analítico, o aprendizado flui!

Diversos profissionais têm um primeiro contato com códigos e se apaixonam, e é ai que a transição de carreira acontece. Mas como funciona essa jornada?

Como começar na programação iniciante?

O convite feito para Tatiana Zilio, ex-aluna da Digital House e agora desenvolvedora, para conversar sobre programação foi justamente para compartilhar sua jornada e experiência!

Que tal aprender a programar, assim como a Tati? Esta é uma das áreas que mais cresce e é sempre bom investir no mercado de programação.

De humanas para exatas?

Tati aqui! Em 2020 terminei o curso de Desenvolvimento Web Full Stack na Digital House e vou compartilhar um pouco da minha jornada e o que aprendi com essa experiência.

Eu venho de um background completamente diferente. Sou formada em Jornalismo, trabalhei em comunicação, tradução e dei aulas de inglês.

Meio por acaso, acabei entrando na área de TI: quando eu trabalhava com tradução técnica e localização de aplicações, surgiu uma oportunidade para trabalhar com curadoria de dados em uma ontologia aplicada à web semântica, que é o meu trabalho atualmente.

E foi nesse momento que decidi explorar mais a fundo o que acontecia por trás das telas que eu tanto usava e iniciar uma transição de carreira.

Como eu vim parar aqui? Hit rewind!

Me lembro até hoje da primeira vez que sentei na frente de um computador. Eu devia ter uns 10 anos, minha tia pediu que eu digitasse um texto no computador do seu trabalho enquanto ela resolvia alguns problemas.

Eu estava acostumada a brincar com a máquina de escrever do meu pai, mas aquilo era diferente. Não só era possível desfazer algum erro de digitação (o que já era um avanço tremendo), mas além disso, o próprio computador sinalizava o erro com uma cobrinha vermelha embaixo de uma palavra. Era mágico! 

Isso foi por volta de 1997. Não demorou muito para que meu pai comprasse um computador para sua pequena empresa. Foi nessa máquina que eu passei muitas madrugadas no mIRC, aproveitando a vantagem de se navegar na incrível velocidade de até 56,6 kbps pagando apenas um pulso de telefone (um conceito provavelmente desconhecido para quem é GenZ).

O computador era meu lugar favorito. Eu explorava cada item do menu iniciar, do painel de controle e arriscava executar algumas tarefas básicas via terminal. Apesar de uma certa intimidade e curiosidade com o computador, tudo era mágico e misterioso demais para mim.

Segui outros caminhos tendo sempre o computador e a internet como minhas principais ferramentas de trabalho, mas me encontrei quando eles se tornaram o meu objeto de trabalho.

A curiosidade de entender melhor o que eu fazia me levou de volta à sala de aula aos 30 anos. Dessa vez, não como professora e muito longe do Jornalismo: me inscrevi em Sistemas de Informação e escrevi meu primeiro algoritmo.

Pela segunda vez na universidade, as coisas não estavam evoluindo no ritmo que eu desejava e eu gastava a maior parte do meu escasso tempo livre escrevendo trabalhos de Administração ao invés de, de fato, aprendendo a programar.

Tranquei o curso e encontrei a Digital House, que me ofereceu exatamente o que eu buscava naquele momento: aprender na prática e construir alguma coisa com o que eu estava aprendendo. 

Programação iniciante na Digital House

No curso, nós temos contato com os conteúdos teóricos em aulas virtuais e fazemos alguns exercícios. Na aula remota, repassamos esse conteúdo e o aplicamos na prática.

Foram inúmeros projetinhos em que colocamos em teste nosso aprendizado em HTML, CSS e JavaScript, NodeJS/Express, banco de dados (SQL e NoSQL), React.

Diferentemente da faculdade, onde escrevia os algoritmos meio avulsos, meio sem propósito, ali tudo tinha começo, meio e fim que se integravam em um propósito. Além disso, ainda tivemos o projeto integrador, um desafio que parecia homérico: criar uma aplicação do zero.

Os cinco meses de curso foram intensos: foi um desafio conciliar o trabalho em tempo integral, me dedicar às aulas e ainda dar forma e vida ao projeto integrador. Mas também foi um período extremamente enriquecedor: além de ter dado um salto no conhecimento e na experiência, ter tido a oportunidade de programar em equipe e aprender muito com meus colegas, também aprendi muito sobre o meu processo de aprender. 

Certamente meu curto período na universidade agregou muito na formação de um conhecimento base, entender o que acontecia cada vez que eu digitava aquele conjunto de caracteres em um editor de texto e colocava pra rodar. Mas ser capaz de entender isso não me capacitava para construir muita coisa. 

Percebi que é na prática que surgem as dúvidas, é na prática que percebemos o que não sabemos e entendemos do que temos que correr atrás. E que o aprendizado não precisa ser em linha reta: é possível intercalar prática e estudo de fundamentos e, frequentemente, um complementa e estimula o outro.

Próximos passos como programadora

Um mês após a apresentação do meu projeto integrador (veja como ele ficou aqui), eu continuo estudando e acrescentando mais ferramentas e tecnologias ao meu repertório, mas agora de uma maneira muito mais produtiva do que antes do curso! 

Estou pegando mais experiência do mundo real contribuindo com a startup de colegas e também tocando meus projetos pessoais até fazer a transição para uma programadora full-time. É uma longa jornada e acredito que a DH me ajudou a acelerar muito esse processo! 

Se você quiser saber mais sobre a minha experiência com programação e trocar alguma ideia em relação a sua jornada, você me encontra no Twitter (@tatianazilio), LinkedIn ou no Telegram (@tatianazilio). Vou adorar bater um papo e trocar figurinhas!

Aprenda a programar!

Você pode aprender programação do zero na Digital House, assim como a Tati. É sempre um prazer compartilhar depoimentos como o dela, porque aqui as aulas são mão na massa, e ninguém melhor que nossos alunos para contar a experiência, não é?

Topa baixar o programa do curso? Lá você encontra os temas e tópicos das aulas, e ainda tem informações sobre o projeto integrador!

Leia mais no blog DH:

Minha primeira linguagem de programação: como escolher?

Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?

Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DH

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#Tecnologia

Como ser um freelancer de programação? Saiba construir o seu próprio portfólio

A demanda por um freelancer de programação só cresce! O processo de transformação digital e modernização de processos é algo presente nas empresas que buscam se atualizar tecnologicamente, não ficar para trás em relação aos seus concorrentes e se manter em alta no mercado. Com isso, a área de programação tem sido cada vez mais procurada.Nesse contexto, muitas empresas que não estão diretamente ligadas à tecnologia também buscam o desenvolvimento de suas ferramentas esporadicamente. Sendo assim, a área de programação acaba entrando em formato de freelancer PJ ou CLT. Para quem busca iniciar a carreira de programação ou tem conhecimentos e quer trabalhar de forma remota, essa pode ser uma ótima opção. Mas por onde começar? Entenda neste artigo.Como é o mercado para um freelancer de programação?O primeiro ponto que devemos destacar é que, em algumas situações, pode ser que o contratante queira que o freelancer de programação atue diretamente na sede da empresa e não 100% remotamente. Pode ser de forma híbrida também, não precisando se deslocar todos os dias à organização.São diversos tipos de vagas e possibilidades de trabalho disponíveis em site de freelancer de programação. O profissional pode encontrar, por exemplo, oportunidades em uma empresa de comércio, criando um sistema de controle de compra, até em uma multinacional, desenvolvendo uma atualização de software.Como atuar como programador freelancer e fazer o seu portfólio?Primeiro de tudo, para começar a ser um freelancer de programação, é necessário ter um bom portfólio, onde consiga mostrar todas as suas habilidades e convencer os contratantes, como em uma entrevista técnica, de que você é a pessoa certa para realizar os serviços que eles necessitam.O portfólio deve mostrar todas as suas competências técnicas, os trabalhos já realizados e os resultados obtidos. É interessante ter várias versões do mesmo portfólio, para diferentes tipos de clientes. Assim, você pode encaminhar o que mais se adequar às necessidades solicitadas, possuindo mais chances de ser contratado.Não é necessário colocar todos os trabalhos que você já fez na vida. Sintetize os trabalhos mais importantes e relevantes. Neste momento, tome muito cuidado com os direitos autorais!Ferramentas para hospedar o seu portfólioAté aqui nós te explicamos no que consiste seu portfólio e o que incluir nele, mas onde hospedar todos esses trabalhos?Escolher a plataforma para hospedar seu portfólio é uma etapa que exige um pouco de paciência. São diversas opções disponíveis e, com certeza, uma delas se encaixa com o que você procura, a qual você entende que se adapta melhor. Para isso, é necessário realizar testes e visitar páginas de portfólios dessas plataformas para ter certeza de que está optando pelo lugar certo.Para te ajudar, listamos abaixo algumas plataformas utilizadas por muitos profissionais na área de programação:CarbonmadeA plataforma permite a organização de trabalho por álbuns e divididos por temas. Uma ótima opção para programadores. Existem planos pagos e gratuitos para seu uso.DevianArtSão milhões de usuários que utilizam essa plataforma para expor seus trabalhos. Seu uso é simples e há possibilidades de personalização dos layouts de sua página. Existem planos pagos e gratuitos para seu uso.Cargo CollectiveA plataforma oferece opções de personalização, caso o usuário já entenda de programação. Não é perfeito? Seu uso é gratuito!LinkedInÉ possível utilizar as redes sociais para divulgar o seu trabalho. Pelo LinkedIn, o programador também consegue divulgar seus trabalhos e projetos, lembrando que um plus é criar um bom perfil no LinkedIn para chamar a atenção de recrutadores.Qual o valor de um freelancer de programação?Quanto cobrar por hora? Quanto ganha um profissional freelancer por mês? Essas são questões que provavelmente você deve estar pensando agora e que muitas pessoas pensam também.Essa é uma questão sem uma resposta certa. Por exemplo, os programadores freelancers que trabalham com tecnologias mais comuns, como o PHP, possuem mais concorrência. Consequentemente, o preço por hora de trabalho pode ser menor, para que possam escolher sua oferta.Por outro lado, existem muitas áreas e linguagens da programação em que não há muita gente qualificada e o preço sobe.Outros diferenciais, como falar mais de um idioma, contam bastante. O programador pode conseguir trabalhar no exterior, atuando remotamente e ganhando muito bem em outras moedas. Normalmente, os projetos são acordados por entregas, ou seja, o valor de remuneração tem ligação com a capacidade de entrega. Ao final, você pode fazer as contas para saber o quanto você ganhou por hora e se valeu a pena.Por exemplo: um freelancer foi contratado para um trabalho de programação por R$ 3.000,00. Ele finalizou e entregou tudo em duas semanas, trabalhando 44 horas por semana, ou seja, 88 horas no total. Com isso, ele ganhou R$ 34,10 por hora. Isso pode ser bastante lucrativo se você analisar os salários das pessoas contratadas por salário fixo e dividir pela quantidade de horas.Sites para anunciar o seu trabalhoExistem diversos sites de oportunidades, onde os freelancers buscam por clientes e vice-versa. Conheça 3 deles abaixo:FreelancerÉ um dos maiores do mundo! São inúmeras ofertas em diferentes áreas da programação.99freelasA plataforma é brasileira, mas também oferece uma gama enorme de oportunidades. Quando o freelancer de programação conclui um job, ele ganha scores pelo desempenho, aumentando sua visibilidade no site para outras empresas e contratantes.WorkanaSão milhares de projetos e oportunidades com foco nos países da América Latina. No site, você pode pesquisar por projetos que se adequem as suas habilidades técnicas.Ficou com vontade de ingressar na área que é uma promessa ao futuro? Quer aprender sobre programação e se tornar um freelancer?Na Digital House, temos o curso de Desenvolvimento Web Full Stack, utilizando as melhores ferramentas de educação digital do mercado e possibilitando um processo de aprendizagem eficiente.Leia mais no blog DH:+ Minha primeira linguagem de programação: como escolher?+ Primeiros passos no Git: o que eu preciso saber?+ Pague só quando possuir renda: conheça o modelo ISA da DHE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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Melhores áreas para trabalhar: 6 profissões do futuro para ficar de olho

Antes de saber as áreas, é claro que não podemos desconsiderar o ano de 2020 e todo o contexto pandêmico que vivemos. O ano foi um grande empurrão para que a tecnologia e as habilidades digitais dominassem ainda mais o mercado, pois a grande maioria dos serviços buscou aderir à transformação digital para não ficar para trás.Sendo assim, muitos empregos tradicionais sofreram grandes mudanças, não somente no ano passado, mas também nos últimos anos, por estar em um processo de revolução tecnológica.Quais são as melhores áreas para trabalhar?O cenário profissional está seguindo para algumas áreas específicas, de acordo com as tendências de mercado. Confira abaixo as 7 principais áreas e profissões do futuro para considerar em uma decisão:ANALISTA DE DADOS E CIENTISTA DE DADOSSegundo o relatório do World Economic Forum, as profissões de analista de dados (Data Analytics) e cientista de dados (Data Science) estão em primeiro lugar como alta demanda em 2021. Dados são recursos valiosos para tomada de decisões, desenvolvimento de produtos e análise de mercado. A média salarial é de R$ 4.852, de acordo com o site Glassdoor para analista de dados. Já para cientista de dados, a média salarial é de R$ 7.834. Na Digital House, nós temos os cursos para ambas as profissões, tanto Data Analytics quanto Data Science. Confira as grades e seja um especialista na área!ESPECIALISTA EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MACHINE LEARNINGEm paralelo com a transformação digital, acelerada no contexto de 2020, as carreiras associadas à Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning ganharam muito espaço. O salário médio é de R$ 9.441 no Brasil, sendo que as chances de contratação no exterior são grandes, podendo trabalhar remotamente. Além disso, a área possui grande necessidade de demanda para poucos profissionais qualificados. Confira a grade do curso de Inteligência Artificial da Digital House. Você também pode contribuir com a transformação digital nas grandes empresas.PROFISSIONAIS DE MARKETING DIGITALCom a ascensão do meio online, a necessidade de assessoria na área aumenta cada vez mais. São diversas profissões dentro do Marketing Digital, possibilitando a construção de um time com pessoas de diversas formações acadêmicas.Marketing Digital e Marketing Digital Avançado são os cursos oferecidos pela DH e o salário médio para o profissional da área é de R$ 7.578 por mês. Investir nessa área não tem erro!ANALISTA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃOA preocupação com a segurança de dados nas empresas faz com que a demanda por profissionais de segurança da informação seja alta.Pessoas com habilidades em programação, que possuem formação em Ciência da Computação ou certificações específicas da área, têm salário médio de R$ 4.862.Que tal ingressar na área? Confira o curso de Cyber Security da Digital House e tenha aulas com os melhores especialistas do mercado.PROJECT MANAGERSEssa é a carreira para quem faz a gestão de projetos, acompanhando prazos e indicadores para alcançar as expectativas do negócio. Metodologias ágeis e visão de mercado são essenciais para isso. A carreira paga, em média, R$ 168 mil ao ano.Conquiste sua estabilidade financeira e alavanque sua carreira com o curso de Gestão de Produtos Digitais da Digital House.UXEssa área abarca profissionais que garantem a boa relação entre a empresa e o seu consumidor, com boas experiências. Num cenário atual, onde o comportamento das pessoas se torna cada vez mais exigente com as transformações digitais, o profissional que garante a melhor experiência do usuário é cada vez mais necessário. O salário médio é de R$ 5.760. A DH oferece o curso de Experiência do Usuário (UX), que prepara o aluno para otimizar resultados das empresas com seus consumidores.Ingresse em uma das profissões do futuroFicou bem claro que a tecnologia está dominando as profissões que estão em alta, não? Conforme as empresas passam pelo processo de transformação digital para se manterem firmes no mercado, determinadas habilidades e competências se tornam cada vez mais necessárias para as pessoas.A Digital House oferece diversos cursos que formam especialistas em todas as áreas do futuro, em aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ Tudo que um desenvolvedor Full Stack precisa saber+ Aprenda a criar um storytelling com dadosE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Transformação digital nas empresas: o que é e por que faz tanta diferença? img
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Transformação digital nas empresas: o que é e por que faz tanta diferença?

A transformação digital é um assunto que aparece constantemente em empresas de qualquer setor. Não é algo para o futuro, mas sim um conceito necessário no presente, para que as empresas consigam seguir prosperando, sem ficar para trás.Considerando tudo isso, confira esse texto com o que você precisa saber sobre transformação digital.O que significa transformação digital?Transformação digital é a implementação de tecnologias digitais, através da mudança estrutural das organizações, para solucionar problemas e trazer melhores resultados no desempenho, produtividade e eficácia dos processos.Ao iniciar o processo de transformação digital nas empresas, a tecnologia se torna o fator principal em uma estratégia de gestão e não algo presente superficialmente.O processo demanda tempo e recursos, mas qualquer empresa, seja de grande ou pequeno porte, pode aderir à transformação digital, pois mesmo com menos dinheiro é possível planejar estratégias.Qual a importância da transformação digital nas empresas?Estamos vivendo uma revolução tecnológica, em que as coisas estão ficando cada vez mais rápidas e recebemos muito mais informações em menos tempo e de maneira acessível, ou seja, a transformação digital traz um impacto muito grande na sociedade.Em paralelo a esse desenvolvimento, as pessoas também estão mudando de comportamento, exigindo tudo com mais rapidez e facilidade. Temos produtos e serviços disponíveis de forma digital, algo que não existia até alguns anos atrás.Por isso, as empresas precisam se adaptar a esses costumes, otimizando novas soluções em seus processos e as possibilidades são ilimitadas.Empresas que passaram por transformação digitalConfira três exemplos de transformação digital em empresas que se tornaram referência em suas áreas de mercado:NetflixA Netflix se tornou uma das principais produtoras de conteúdo no mundo. Seu sucesso começou a partir da transformação digital promovida pelo serviço de streaming, adequado às mídias digitais. Quem lembra das videolocadoras nas cidades? Pois é, a Netflix teve a grande sacada de perceber o avanço da tecnologia e a necessidade dos consumidores, dominando o mercado e fechando muitas lojas.Magazine LuizaO grande crescimento da marca veio a partir da estratégia de transformação digital, onde o e-commerce passou a ser a principal referência de compras aos seus clientes. Não foi preciso fechar as lojas físicas para que o processo desse certo, mas sim adaptá-las tecnologicamente, capacitando seus profissionais, alterando processos de venda e gerando muitas campanhas de marketing digital a partir das promoções de produtos.Por conta disso, em 2019, a Magazine Luiza alcançou quase R$1 bilhão em lucros. SpotifyA Spotify é a principal referência de empresa no mercado musical. Seu grande crescimento partiu de uma transformação digital, onde através de uma metodologia ágil e uma análise detalhada de seus dados, a empresa desenvolveu um modelo de inteligência artificial baseada no machine learning, adequando a plataforma aos consumidores atuais.Sendo assim, o aplicativo passou a identificar quais músicas seus usuários mais gostam de ouvir, baseando-se no histórico de cada um, e podendo fazer, inclusive, indicações de novas músicas, artistas e álbuns. Sua usabilidade passou a atrair muitas pessoas que se interessam pelo mundo musical e querem buscar novas referências.O que fazer para passar pela transformação digital?O que há de comum em todas as empresas que passaram pela transformação digital e obtiveram êxito? Destaca-se a preocupação em solucionar os problemas dos clientes, atrelado aos novos comportamentos de consumo e à inovação tecnológica.Para que o processo de transformação digital nas empresas possa dar certo, é necessário prestar atenção em quatro pontos importantes. Confira abaixo:Estratégia: qualquer inclusão de processo deve estar alinhada com a estratégia da empresa, utilizando coisas que já funcionam e sua base de clientes.Modelo de digitalização: é necessário escolher um modelo de digitalização para desenvolver capacidades e formas de trabalho.Organização: é necessário estruturar a gestão e toda a equipe que conduzirá o processo de transformação digital.Cultura: todo esse processo só é possível se a empresa possuir uma cultura que busque inovações e novos caminhos na forma de realizar seus negócios. Seja qual for o mercado de atuação, as organizações (sejam grandes ou pequenas) devem estar sempre atentas às novas tendências tecnológicas e mudanças no comportamento de consumo dos usuários.Quais são as insatisfações dos clientes com os serviços disponíveis no mercado? A partir disso, trace o caminho para a criação de cases que sirvam como exemplos de transformação digital.Não é inspirador? Que tal seguir essa carreira e atuar diretamente com transformações digitais? A Digital House oferece o curso de Data Analytics, onde você pode se tornar um analista de dados, encontrando novos insights para transformações digitais e o curso de Gestão de Produtos Digitais, que te capacita a gerenciar os processos como um todo.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ Tudo que um desenvolvedor Full Stack precisa saber+ Aprenda a criar um storytelling com dadosE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)