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Programação iniciante: como se tornar um profissional da programação

Programação iniciante: como se tornar um profissional da programação
#Tecnologia
27 de novembro - min de leitura

A transição para a área de TI é possível! Descubra como investir na programação iniciante pode mudar a sua jornada profissional.


A programação iniciante pode ser desafiadora no começo, já que termos é o que não faltam na hora de estudar a teoria e colocar a mão na massa, mas com o estímulo do lado esquerdo do cérebro, responsável pela lógica e pensamento analítico, o aprendizado flui!

Diversos profissionais têm um primeiro contato com códigos e se apaixonam, e é ai que a transição de carreira acontece. Mas como funciona essa jornada?

Como começar na programação iniciante?

O convite feito para Tatiana Zilio, ex-aluna da Digital House e agora desenvolvedora, para conversar sobre programação foi justamente para compartilhar sua jornada e experiência!

Que tal aprender a programar, assim como a Tati? Esta é uma das áreas que mais cresce e é sempre bom investir no mercado de programação.

De humanas para exatas?

Tati aqui! Em 2020 terminei o curso de Desenvolvimento Web Full Stack na Digital House e vou compartilhar um pouco da minha jornada e o que aprendi com essa experiência.

Eu venho de um background completamente diferente. Sou formada em Jornalismo, trabalhei em comunicação, tradução e dei aulas de inglês.

Meio por acaso, acabei entrando na área de TI: quando eu trabalhava com tradução técnica e localização de aplicações, surgiu uma oportunidade para trabalhar com curadoria de dados em uma ontologia aplicada à web semântica, que é o meu trabalho atualmente.

E foi nesse momento que decidi explorar mais a fundo o que acontecia por trás das telas que eu tanto usava e iniciar uma transição de carreira.

Como eu vim parar aqui? Hit rewind!

Me lembro até hoje da primeira vez que sentei na frente de um computador. Eu devia ter uns 10 anos, minha tia pediu que eu digitasse um texto no computador do seu trabalho enquanto ela resolvia alguns problemas.

Eu estava acostumada a brincar com a máquina de escrever do meu pai, mas aquilo era diferente. Não só era possível desfazer algum erro de digitação (o que já era um avanço tremendo), mas além disso, o próprio computador sinalizava o erro com uma cobrinha vermelha embaixo de uma palavra. Era mágico! 

Isso foi por volta de 1997. Não demorou muito para que meu pai comprasse um computador para sua pequena empresa. Foi nessa máquina que eu passei muitas madrugadas no mIRC, aproveitando a vantagem de se navegar na incrível velocidade de até 56,6 kbps pagando apenas um pulso de telefone (um conceito provavelmente desconhecido para quem é GenZ).

O computador era meu lugar favorito. Eu explorava cada item do menu iniciar, do painel de controle e arriscava executar algumas tarefas básicas via terminal. Apesar de uma certa intimidade e curiosidade com o computador, tudo era mágico e misterioso demais para mim.

Segui outros caminhos tendo sempre o computador e a internet como minhas principais ferramentas de trabalho, mas me encontrei quando eles se tornaram o meu objeto de trabalho.

A curiosidade de entender melhor o que eu fazia me levou de volta à sala de aula aos 30 anos. Dessa vez, não como professora e muito longe do Jornalismo: me inscrevi em Sistemas de Informação e escrevi meu primeiro algoritmo.

Pela segunda vez na universidade, as coisas não estavam evoluindo no ritmo que eu desejava e eu gastava a maior parte do meu escasso tempo livre escrevendo trabalhos de Administração ao invés de, de fato, aprendendo a programar.

Tranquei o curso e encontrei a Digital House, que me ofereceu exatamente o que eu buscava naquele momento: aprender na prática e construir alguma coisa com o que eu estava aprendendo. 

Programação iniciante na Digital House

No curso, nós temos contato com os conteúdos teóricos em aulas virtuais e fazemos alguns exercícios. Na aula remota, repassamos esse conteúdo e o aplicamos na prática.

Foram inúmeros projetinhos em que colocamos em teste nosso aprendizado em HTML, CSS e JavaScript, NodeJS/Express, banco de dados (SQL e NoSQL), React.

Diferentemente da faculdade, onde escrevia os algoritmos meio avulsos, meio sem propósito, ali tudo tinha começo, meio e fim que se integravam em um propósito. Além disso, ainda tivemos o projeto integrador, um desafio que parecia homérico: criar uma aplicação do zero.

Os cinco meses de curso foram intensos: foi um desafio conciliar o trabalho em tempo integral, me dedicar às aulas e ainda dar forma e vida ao projeto integrador. Mas também foi um período extremamente enriquecedor: além de ter dado um salto no conhecimento e na experiência, ter tido a oportunidade de programar em equipe e aprender muito com meus colegas, também aprendi muito sobre o meu processo de aprender. 

Certamente meu curto período na universidade agregou muito na formação de um conhecimento base, entender o que acontecia cada vez que eu digitava aquele conjunto de caracteres em um editor de texto e colocava pra rodar. Mas ser capaz de entender isso não me capacitava para construir muita coisa. 

Percebi que é na prática que surgem as dúvidas, é na prática que percebemos o que não sabemos e entendemos do que temos que correr atrás. E que o aprendizado não precisa ser em linha reta: é possível intercalar prática e estudo de fundamentos e, frequentemente, um complementa e estimula o outro.

Próximos passos como programadora

Um mês após a apresentação do meu projeto integrador (veja como ele ficou aqui), eu continuo estudando e acrescentando mais ferramentas e tecnologias ao meu repertório, mas agora de uma maneira muito mais produtiva do que antes do curso! 

Estou pegando mais experiência do mundo real contribuindo com a startup de colegas e também tocando meus projetos pessoais até fazer a transição para uma programadora full-time. É uma longa jornada e acredito que a DH me ajudou a acelerar muito esse processo! 

Se você quiser saber mais sobre a minha experiência com programação e trocar alguma ideia em relação a sua jornada, você me encontra no Twitter (@tatianazilio), LinkedIn ou no Telegram (@tatianazilio). Vou adorar bater um papo e trocar figurinhas!

Aprenda a programar!

Você pode aprender programação do zero na Digital House, assim como a Tati. É sempre um prazer compartilhar depoimentos como o dela, porque aqui as aulas são mão na massa, e ninguém melhor que nossos alunos para contar a experiência, não é?

Topa baixar o programa do curso? Lá você encontra os temas e tópicos das aulas, e ainda tem informações sobre o projeto integrador!

Leia mais no blog DH:

Minha primeira linguagem de programação: como escolher?

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#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Vídeo marketing: conheça tudo sobre a estratégia de conteúdo img
#Marketing

Vídeo marketing: conheça tudo sobre a estratégia de conteúdo

Não podemos negar: os vídeos transformaram a forma de consumo de conteúdo na internet. De acordo com dados da CISCO, 82% do tráfego online partem deles, ou seja, esse se tornou o formato favorito dos usuários.As principais redes sociais já possuem recursos exclusivos para veiculação de vídeos. Se algum dia o vídeo marketing já foi considerado uma ferramenta secundária, hoje ele é essencial para qualquer organização que queira se destacar no mercado e no ambiente online.Acompanhe este artigo e entenda tudo sobre a estratégia. Saiba o que é e como aplicá-la no dia a dia. Confira.O que é vídeo marketing?O vídeo marketing é uma estratégia de conteúdo que utiliza o formato audiovisual. Através dela, as empresas conseguem atrair, converter e reter seus visitantes, com uma eficiência superior a outros tipos de publicações.E isso já foi comprovado. Para se ter noção, um levantamento realizado nos EUA constatou que uma experiência do cliente que possui um anúncio ou apresentação em vídeo aumenta as chances de compra em até 97%. Isso representa muita coisa.Por consequência, a estratégia ganha cada vez mais espaço dentro do mercado e em diversos tipos de canais e fases do funil de marketing de uma empresa.Por que apostar na estratégia?Para entendermos melhor o porquê e como a estratégia de vídeo marketing pode ser vantajosa para as empresas, separamos os seis principais motivos e benefícios. Confira:1) Os vídeos são uma ótima alternativa para aumentar o tráfego dos canais digitais de uma empresaO tráfego orgânico é um dos principais objetivos para qualquer negócio que deseja obter sucesso com o marketing digital e os vídeos promovem esse benefício.Segundo um estudo feito pelo Wyzowl, 86% das organizações que usam o vídeo marketing em suas estratégias notaram um aumento em seu tráfego orgânico.2) Retorno sobre o InvestimentoO ROI (Retorno sobre o Investimento) representa todos os resultados concretos a partir de uma estratégia adotada por uma empresa, como geração de leads e aumento no número de vendas. Neste contexto, o vídeo marketing, por ser um tipo de conteúdo bastante consumido, traz mais visibilidade para uma marca e se sai muito bem nesses retornos.3) Os vídeos são facilmente consumíveisA frase "uma imagem vale mais que mil palavras" nunca fez tanto sentido. Isso porque as pessoas costumam se identificar facilmente com o conteúdo em vídeo marketing, por conta de sua dinamicidade e didática, caso seja bem planejado.4) Fortalecimento da relação entre consumidores e marcasAs compras realizadas digitalmente aumentaram 68% em 2020. No entanto, ainda existe certa resistência de uma parte dos consumidores brasileiros, ao realizar esse tipo de compra. Isso acontece, principalmente, pela ausência de contato físico com os produtos.Neste contexto, o vídeo marketing se torna a alternativa ideal para solucionar esse problema, de maneira mais assertiva. Eles dão a sensação de mais proximidade por mostrar, de fato, as funcionalidades de um determinado produto.5) Os vídeos também podem ser utilizados no e-mail marketingDe acordo com dados do site Statista, até 2024, o número de usuários de e-mail chegará a 4,5 bilhões. Isso representa mais da metade da população mundial.Sendo assim, é fato que o e-mail marketing continua sendo um ótimo meio para nutrir leads, promover engajamentos contínuos e construir relacionamentos com clientes. Ao desenvolver a estratégia, é preciso que os e-mails sejam atraentes, para despertar a curiosidade e o engajamento do público.Neste contexto, os vídeos podem ser ótimos formatos a serem aplicados! Muitas empresas pensam que o audiovisual não se encaixa dentro do e-mail, mas é possível criar uma campanha utilizando o formato de maneira eficiente.Levantamentos da área já confirmaram que a utilização de vídeos em e-mail marketing é capaz de aumentar a taxa de cliques em até 300%. Isso porque os usuários não conseguem conter a curiosidade e fazem questão de conferir o conteúdo.6) Os vídeos também podem auxiliar na retenção e fidelização de clientesOs clientes fiéis podem divulgar um produto ou marca de boca em boca, tornando-se os melhores vendedores. Além disso, o feedback deles também pode fazer toda a diferença para as pessoas que procuram referências e querem ter certeza de que irão fazer a melhor compra.Sendo assim, os vídeos com depoimentos e experiências de usuário são uma ótima alternativa para ajudar a atrair novos clientes e trabalhar na retenção e fidelização dos mesmos.Na Digital House, temos o curso de Marketing Digital. Essa é a melhor maneira de aprender e se preparar para os desafios da área, dominando as principais estratégias do mercado, como o próprio vídeo marketing. As aulas são 100% ao vivo, online e ministradas por grandes profissionais do mercado.Além de proporcionar toda a base de conhecimento, os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e das feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Impulsione sua carreira e garanta o seu sucesso profissional agora mesmo!Tipos de vídeo para usar em sua estratégia de marketingVocê pode aplicar o vídeo marketing como ferramenta em sua estratégia, por meio de diversos tipos de formato. Separamos os principais para ajudá-lo a entender o que faz mais sentido em seu caso. Confira:Dicas rápidasEsse formato representa uma série de vídeos curtos, geralmente gravados na vertical, com dicas valiosas para os usuários sobre um determinado tema ou assunto que tenha domínio. Ele ganhou muita popularidade devido aos aplicativos, como TikTok e Kwai, que se tornaram os mais baixados no Brasil.Criar conteúdos desse tipo possibilita a criação de um grande volume de publicações relevantes com grande agilidade. Além disso, o fácil consumo facilita o engajamento, despertando o interesse dos consumidores em procurar outros materiais mais profundos ou até conferir o que a marca tem a oferecer em seu site.TutoriaisEste formato também é bastante utilizado pelas marcas e valorizado pelo público. Eles podem ser feitos em formato de videoaula, webinar, screencast, entre outros.Como os conteúdos desse tipo de vídeo marketing tratam de assuntos técnicos, que, na maioria das vezes, podem ser complexos, os usuários o procuram como alternativa para compreender de forma clara, ao invés de ler textos enormes sobre o tema.TeasersEste é outro tipo de vídeo curto que as marcas utilizam em suas estratégias, mas, dessa vez, trabalhando com a provocação e geração de expectativa sobre alguma novidade que está por vir.Assim como um filme ou série de TV que lança teasers para instigar o público a assistir a produção em seu lançamento, os produtos e serviços também podem ser os protagonistas, gerando curiosidade para alguma novidade relevante para sua persona.Cobertura de eventosAs empresas que costumam participar de eventos podem optar por esse tipo de vídeo marketing em suas estratégias. Neste caso, é possível abordar as principais atrações, como as que a marca está participando, entre outros pontos que podem interessar ao seu público.Transmissões ao vivo costumam fazer muito sucesso e gerar bastante engajamento.InstitucionaisAo invés de atuar somente na produção impressa ou fotos únicas como material institucional, os vídeos também podem ser uma ótima opção para transmitir os valores que a marca defende e seus padrões de qualidade, fortalecendo o branding e dando uma profundidade muito maior do que outras alternativas.EntrevistasDependendo do nicho de atuação no mercado, entrevistar profissionais especialistas na sua área pode trazer mais autoridade aos conteúdos de sua marca e isso, certamente, é um tipo de informação que pode atrair a atenção do seu público.Demonstrações de produtoVídeos com demonstrações de produtos ou serviços são uma ótima alternativa para os seus conteúdos e trazem mais autoridade para sua marca. Não se esqueça de veicular em pontos estratégicos de contato, como na página inicial ou landing pages do seu site, para que um maior número de pessoas tenha acesso.Muitos negócios, que hoje são enormes, como o Dropbox, começaram através de simples vídeos explicativos, que impulsionaram o número de clientes. Não deixe de considerar a opção para transformar as vendas de sua empresa.Como colocar o vídeo marketing em sua estratégia?Destacamos abaixo um passo a passo com dicas para a elaboração de conteúdos incríveis para sua marca, implementando o vídeo marketing na estratégia. Veja:1) Defina os seus objetivosEste é o primeiro passo. Para criar as melhores estratégias de video marketing, é preciso de uma motivação muito bem estruturada e definida. Sendo assim, mapeie se o objetivo é a conversão, engajamento, entre outras opções.2) Saiba quem é a sua personaA persona é a representação de uma figura fictícia do seu público, com todas as características essenciais, como motivações, necessidades, medos, objetos, entre outros pontos cruciais.Nesta etapa, para auxiliar uma determinada empresa a ter uma noção maior sobre o seu público, é preciso ter as respostas para as perguntas abaixo:• Quais são as redes preferidas do seu público?• Quais os formatos de vídeo mais consumidos?• Qual a disponibilidade e frequência do seu público para assistir vídeos?• Como o seu público se beneficiará a partir dos seus vídeos?3) Estabeleça os tipos de vídeos a serem produzidosCom a persona e o público-alvo definidos, é preciso entender qual formato de vídeo será a melhor opção para o conteúdo. Uma opção é fazer um benchmarking, entendendo o que a sua audiência acha e comenta nos vídeos das marcas concorrentes.Qual o tipo de informação encontrado e o que ele tem requisitado nesses vídeos? Pense em algo que está faltando na concorrência e busque o seu diferencial. Esteja sempre atento(a).4) Escolha os canais em que irá atuarNão é novidade que as redes sociais são uma realidade para todos os perfis de pessoas. Escolha o melhor canal para hospedar o seu conteúdo, considerando quem é o seu público.5) Tenha um calendário editorialPara fazer o melhor acompanhamento da sua estratégia de conteúdo com vídeo marketing, tenha um planejamento com todo o cronograma e frequência para a inserção dessas publicações, seguindo o interesse e os objetivos da marca com a campanha.Os testes são essenciais para avaliar se o projeto está funcionando ou não e, a partir dos resultados e feedbacks, é importante sempre aplicar melhorias e otimizações para aumentar os resultados e ter mais engajamento.Se você ficou interessado em aprender mais sobre o universo do Marketing Digital, recomendamos que você também leia sobre marketing de performance e os seus principais indicadores.Aproveite e confira os demais textos do Blog DH e a nossa biblioteca de conteúdo recheada de materiais ricos, para você aprimorar ainda mais os seus conhecimentos sobre as principais áreas da tecnologia.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? 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