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15 profissões do futuro que são tendência dentro das grandes empresas

15 profissões do futuro que são tendência dentro das grandes empresas
#Carreira
9 de dezembro - min de leitura

As habilidades digitais vieram para ficar. Veja uma lista de profissões do futuro que estão bombando dentro das grandes empresas.


Hoje nós vamos te ajudar a entender quais serão as profissões do futuro, podendo, assim, garantir um amanhã mais promissor, de olho nas tendências deste mercado.

Qual carreira escolher? Qual área seguir? Essas são dúvidas presentes em muitas pessoas, principalmente as que estão iniciando sua vida profissional ou que estão se recolocando no mercado

Se você pesquisar sobre o assunto, perceberá que é unânime o fato de que o mundo está em constante mudança, principalmente se considerarmos o cenário pós-pandemia.

A tecnologia se vê cada vez mais presente nos afazeres e serviços do dia a dia, possibilitando a previsão de diversos campos, incluindo o profissional.

As indecisões são comuns nessas situações, pois uma graduação, por exemplo, requer anos para ser concluída. Neste artigo, te contaremos quais serão os novos trabalhos do futuro no mercado e quais habilidades são essenciais para não ficar pra trás.

Quais são as profissões do futuro?

Com o avanço da tecnologia e a mudança de comportamento nas gerações, o cenário profissional caminhará para algumas tendências específicas. Ou seja, determinadas áreas, principalmente as que envolvem meios digitais, terão maior destaque no mercado.

Confira as profissões mais promissoras abaixo:

Desenvolvedores de softwares

Esses profissionais realizam a manutenção, criam e analisam plataformas nos sistemas computacionais. Com o avanço da tecnologia, eles se tornarão cada vez mais presentes no mercado de trabalho.

Professores (online)

Buscar a capacitação para ensinar utilizando as tecnologias digitais na educação já é uma necessidade. O ensino sempre estará presente na vida das pessoas, porém, é preciso se adaptar às tendências que são realidades na rotina diária.

Analista de Big Data

O cargo com certeza está no ranking das profissões mais promissoras por se tratar do Big Data. Isso porque as pessoas consomem muitos dados quando estão na internet e esse profissional tem como função analisar e entender todas essas informações digitais.

Social Media

Ter um perfil nas redes sociais já é uma necessidade para qualquer empresa que deseja se consolidar no mercado. Por isso, o profissional que administra redes sociais será cada vez mais procurado.

Customer Experience (Experiência do cliente)

Esse profissional assegura a boa relação entre a empresa e o seu consumidor, seja de produtos ou serviços. Num cenário atual onde as empresas possuem diversos canais de comunicação, a presença do Customer Experience se torna cada vez mais necessária.

Profissionais de saúde mental

Com o dia a dia corrido, os problemas em diversos campos e a pressão por todos os lados, cuidar da saúde mental se torna cada vez mais essencial para todas as pessoas. Por isso, os profissionais focados no lado psicológico serão, sem dúvidas, profissões do futuro no mercado.

UX Design

O mercado de UX Design já mostrou que é o futuro! O profissional de Experiência do Usuário tem como função garantir que o design de um site ou aplicativo atenda todas as expectativas e necessidades de um usuário. Sem dúvidas é uma profissão que promete!

Engenheiro de nuvem

Profissional responsável pela análise de dados e sistemas em computadores baseados em nuvem. É, sem dúvidas, umas das carreiras mais promissoras e pode se tornar uma das profissões mais bem pagas no mercado.

Profissionais de marketing digital

Com o avanço do meio online, as empresas necessitam cada vez mais de assessoria na área. São diversas funções e demandas que possibilitam a contratação de pessoas com diferentes formações acadêmicas. É por isso que começar uma carreira em marketing digital não tem erro.

Desenvolvedor de back-end

Otimizar e trazer dinamicidade em sites, organizando todas as informações que chegarão aos usuários, através da linguagem de programação são as principais funções do desenvolvedor back-end.

Segurança da informação 

Profissional que cuida da cybersegurança, sistemas, analisando também possíveis soluções para vulnerabilidades, prevenindo o ataque de hackers ou qualquer tipo de malware.

Especialista em e-commerce

As lojas online são uma realidade muito presente, principalmente com o início da pandemia. Por isso, um profissional de e-commerce que gerencie as estratégias das vendas será cada vez mais procurado.

Profissionais de finanças

As empresas sempre precisarão de um profissional que administre suas economias. Por mais que a tecnologia avance, algumas decisões sempre terão melhores consequências se realizadas por humanos. Portanto, essa é também uma das profissões do futuro.

Gestor de tráfego

Plataformas de tráfego pago como, por exemplo, o Google Ads, possuem papéis cada vez mais relevantes em qualquer estratégia de marketing digital para aquisição de leads. Por isso, esse profissional entra como uma promessa de profissão do futuro.

Especialista em inteligência artificial

Muitas pessoas não percebem, mas a inteligência artificial é muito presente na vida das pessoas. Reconhecimento facial nos smartphones, sugestões de conteúdo nas redes sociais…Essas são algumas das diversas funções que usamos todos os dias. Sendo assim, o profissional da área será cada vez mais necessário no mercado.

Habilidades e competências para as profissões do futuro

À medida que as empresas evoluem junto com à tecnologia, algumas habilidades e competências se tornarão cada vez mais necessárias para as pessoas se adaptarem aos novos mercados.

Nesse processo de constantes mudanças, algumas funções também serão menos necessárias, perdendo sua relevância no meio profissional. Isso porque elas podem ser automatizadas ou até mesmo deixar de existir. Em compensação, novas profissões poderão surgir, trazendo o equilíbrio e um novo cenário no mercado de trabalho.

Confira abaixo as habilidades digitais para as profissões do futuro:

Habilidades com tecnologias: capacidade de pesquisar, analisar dados e competências em TI (em geral). Mesmo não sendo da área, é válido ter noções básicas de programação e design.

Habilidades cognitivas: boa escrita, capacidade de analisar e raciocinar em geral.

Habilidades emocionais e sociais: capacidade de aprendizagem contínua. Nós sempre precisaremos estudar para aprender sobre as novas tecnologias que surgem.  É necessário também ter uma boa comunicação com as pessoas e empatia, desenvolvendo seu pensamento crítico em paralelo, além da capacidade de persuasão.

E aí, deu pra dar uma clareada nas perspectivas? É perceptível: a evolução e mudanças, com o avanço da tecnologia, só tendem a aumentar. 

Sendo assim, você não pode para de se atualizar. Confira nossa biblioteca de conteúdo que está repleta de materiais riquíssimos sobre as áreas que abordamos aqui, assim como tendências profissionais em UX, dados, marketing digital, carreira e o universo da tecnologia. Conteúdos especiais, feitos por nossos professores.

Invista em uma profissão do futuro

A Digital House também oferece diversos cursos que formam profissionais do futuro através de aulas ministradas por professores que estão no mercado. Conheça os cursos da DH de marketing digital, UX, dados, programação e negócios.

Leia mais no blog DH:

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#Dados

Banco de dados: entenda o que é um banco de dados relacional e não relacional e como aplicá-los

Embora ambas sejam ótimas alternativas, existem alguns fatores importantes para se considerar na hora de escolher entre um banco de dados relacional e um não relacional, de acordo com a sua necessidade.O que é um banco de dados relacional e não relacional?O banco de dados relacional (SQL) surgiu na década de 70 e, desde então, as empresas foram implementando esse conceito, alcançando uma grande popularidade. Hoje, está presente na maior parte dos sistemas.Ele é baseado no modelo relacional, uma forma intuitiva e direta de representar os dados em tabelas, que também são chamados de relações. Em resumo: na horizontal, temos as linhas e na vertical as colunas. Cada coluna representa um campo diferente de dados e informações.A maior característica desse modelo é a necessidade da estruturação de esquemas, projetando uma estrutura de relacionamento entre as linhas e colunas para, assim, poder adicionar algum dado.No banco de dados não relacional (NoSQL), os esquemas não são necessários. Eles representam qualquer banco ligado à Big Data e não seguem o modelo relacional fornecido pelos sistemas tradicionais de gerenciamento de dados. São diversos tipos, como o key-value stores, graph stores, column stores, document stores, entre outros.O banco de dados não relacional surgiu como uma alternativa para situações em que há uma quantidade exorbitante de dados para armazenar, onde a estruturação em tabelas se torna mais difícil.Quando usar um banco de dados relacional ou não relacional?A melhor maneira de saber quando usar cada um deles é destacando os pontos fortes de cada uma dessas tecnologias.O banco de dados relacional sempre irá fornecer dados íntegros e imutáveis, garantindo um controle transacional consistente. Além disso, seu esquema é rígido, sendo possível atribuir campos e estabelecer se o dado de uma coluna é nulo ou não nulo.Já o banco de dados não relacional, que representa diversos tipos de bancos de dados, não exige a rigidez de esquemas para armazenar os dados, ou seja, ele não limita os campos, diferente das colunas do SQL. Além disso, é possível adicionar novas propriedades, sem a preocupação com o impacto nas demais informações já armazenadas.Caso sua empresa esteja aplicando metodologias ágeis modernas, um banco de dados relacional provavelmente não seria uma boa opção nesse contexto, pois ela requer um nível maior de preparação.Não existe um modelo que seja melhor do que o outro, pois cada um tem seu ponto forte. Tudo dependerá do contexto e da necessidade da empresa.Como elaborar um banco de dados?Em um processo de desenvolvimento de um sistema de software, o projeto de elaboração do banco de dados é uma das etapas mais importantes. Esse processo se divide, basicamente, em algumas partes. São elas: projeto conceitual, projeto lógico e projeto físico. Projeto conceitual:Com as expectativas, necessidades e requisitos do cliente alinhados com o projetista, um esquema conceitual do banco de dados é elaborado, por meio de uma visão macro.Projeto lógico:Aqui há o mapeamento mais detalhado dos conceitos e de como eles serão organizados no banco de dados, seja em tabelas, esquemas, metadados das colunas etc.Projeto físico:Nesta etapa final, são definidos os detalhes técnicos da implementação do banco de dados, como a forma que serão armazenados, os scripts que irão criar as tabelas e visões do banco, entre outros.Seja um especialista da área!Que tal se tornar um profissional na área de dados? Na Digital House, temos o curso de Data Science, que ensina o aluno a dominar os diferentes modelos de banco de dados. Seja um especialista da área e garanta sua estabilidade em uma área do futuro.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre tecnologia.Leia mais no blog DH:+ O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas+ Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado+ Como aprender business intelligence: conheça a área e como ingressar na carreira

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#Dados

O dia a dia de um analista de dados: responsabilidades, ferramentas e dúvidas

O dia a dia do analista de dados é repleto de bases, levantamento e validação de hipóteses e elaboração de relatórios e dashboards. Mas quais realmente são suas responsabilidades? Hoje te explicaremos todas essas dúvidas dessa rotina cheia de atividades.Quais são as responsabilidades do analista de dados?O analista de dados realmente está o tempo todo analisando. Analisa o negócio, hipóteses que devem ser validadas e perguntas que devem ser respondidas. Entende quais serão as fontes de dados necessárias para levantar as informações, analisa e trata essas bases de dados que serão importantes para responder as perguntas definidas, cria relatórios e dashboards para expor o que foi analisado e informações descobertas para enfim gerar insights para a tomada de decisão. Também faz parte das responsabilidades apresentar esses insights e descobertas para a equipe e clientes, portanto a comunicação clara é uma soft skill importante para esse profissional.Em algumas empresas também é responsabilidade do analista de dados ser um ponto focal entre as outras áreas da empresa para que a cultura Data Driven seja implementada, de forma que as necessidades relacionadas a dados fiquem alinhadas e todos os indicadores sejam acompanhados e mensurados corretamente.Quais ferramentas são utilizadas?As ferramentas e melhorias variam de acordo com o segmento, mas as mais comuns são o Excel, SQL para consulta de bancos de dados, Google Analytics, ferramentas de visualização de dados como: Power BI, Tableau, Google Data Studio:Excel: O Excel é um editor de planilhas do pacote Office, da Microsoft. A ferramenta é utilizada para controlar e organizar as informações, contribuindo no cumprimento das rotinas e no aproveitamento do tempo.SQL: Define uma linguagem de consulta criada para a pesquisa de banco de dados relacional, na qual a estrutura básica são as tabelas (também conhecidas como "relações"). Google Analytics: Google Analytics é um serviço do Google que permite o monitoramento e análise de sites. A partir desta ferramenta, é possível monitorar o perfil de quem acessa seu site, como também as páginas mais acessadas, conversões, entre outros.Power BI: O Power BI é um serviço de análise de negócios da Microsoft. A ferramenta fornece visualizações interativas, por meio de Inteligência Artificial, em uma interface simples. Esse serviço visa descomplicar as demandas de dados.Tableau: O Tableau é uma plataforma que permite entender as funcionalidades de forma intuitiva na visualização de dados, a partir de métricas e obtenção de respostas.Google Data Studio: O Google Data Studio permite a visualização de dados de forma mais atrativa. A ferramenta organiza dados, podendo ser compartilhados em tempo real e salvo na nuvem para os demais colaboradores.Como se preparar para ser um analista de dados?Para se tornar um bom analista de dados, a primeira coisa que você precisa ter é a vontade de aprender e estar sempre estudando, pois a cada momento surgem novas ferramentas e linguagens, ser muito crítico e desenvolver sua capacidade analítica. É bem importante entender as metodologias e processos de análise de dados e se estiver nos seus planos ser um especialista minha dica é focar em alguma ferramenta que você se identifique e dominá-la, Power BI ou Tableau por exemplo.Seja também um analista de dadosÉ muito provável que depois desse texto sua vontade de se tornar um analista de dados só aumentou, ou então, descobriu aqui uma ótima oportunidade de alavancar a sua carreira.Na Digital House você se torna um analista de dados em até seis meses no nosso curso de Data Analytics, que ensina o aluno a dominar diversos modelos de análise. Leia mais no blog DH:+ Dados abertos: como usar dados públicos para gerar estratégias de negócios+ Power BI para leigos: aprenda os primeiros passos+ Resumo LGPD: tudo o que uma empresa precisa saber sobre a nova leiE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;) 

 Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado img
#Otros

Gestão de produtos: entenda qual é a importância desse profissional no mercado

Esse é um cargo relativamente novo, mas que está se destacando e é uma grande opção para quem gosta de liderança e quer se dar bem no futuro, tendo em vista o avanço ininterrupto da tecnologia. Se você está considerando ingressar na área de Gestão de Produtos, continue acompanhando este artigo.O que faz a área de Gestão de Produtos?O gerente de produto ou product manager, como também é conhecido, é uma função interdisciplinar, pois combina diversas áreas, como tecnologia, negócios, design, liderança e marketing para lançar um produto. Ele funciona como uma cola que mantém todos trabalhando em conjunto.Os profissionais da área de Gestão de Produtos devem possuir a visão completa e profunda de toda a operação do negócio, incluindo todo o ciclo de vida do produto, compreendendo, ao mesmo tempo, seu cliente, ao realizar uma liderança focada nele. Além disso, ele também deve criar o roadmap do produto.Sobre sua metodologia de trabalho, é muito importante destacar as habilidades de liderança, visão estratégica, mobilização de equipe e negociações. A condução das atividades é norteada por metodologias ágeis, que propõem a mudança de planos quando necessário e entregas com prazos justos, sempre agregando valor ao cliente.Por exigir diferentes responsabilidades e se cruzar com outras áreas, o gerenciamento de produtos digitais pode ser diferente de uma empresa para outra. Mas um bom profissional que exerce essa função deve ter o domínio de todas essas habilidades e ações.Qual a importância do product manager?Entregar o melhor produto para o seu público-alvo, atendendo as necessidades e trazendo resultado para o negócio é o grande objetivo dentro de Gestão de Produtos.Com um bom desempenho no ciclo de vida do produto, o gerente da área pode concretizar todo seu potencial e alavancar os retornos de forma extraordinária, superando as metas propostas pelo seu cliente no planejamento.Além de se preocupar em concretizar essas metas, o product manager é o elo entre a tecnologia e os demais setores da empresa, onde também está incluída uma importante vertente no desenvolvimento de produto: a experiência do usuário (UX), que também é essencial aos negócios na atual Era Digital.Apesar de ser uma função interdisciplinar, o gestor de produtos possui uma função com a natureza de negócios. Ele não é o operacional que entrega demandas que recebe, mas cria soluções e estratégias para consolidar um produto e sua marca, fidelizando clientes e expandindo sua autoridade para todo o mercado.Como ser um profissional da área de Gestão de Produtos?Essa área é uma promessa para o futuro do mercado de trabalho e a procura de pessoas qualificadas para a função tende a aumentar. A pessoa que busca uma oportunidade na função pode ter experiência em marketing, negócios, tecnologia, design ou engenharia.Lembrando que o mais importante, independentemente de experiência e antes de buscar um curso de gestão de produtos, é gostar e ter a capacidade de liderar, criar estratégias, mobilizar uma equipe e negociar.O financeiro também é um ponto que conta bastante quando investimos no aprendizado de uma nova carreira e o salário médio para a função de gerente de produtos digitais é de R $10.354,00.Com o curso de gestão de Produtos Digitais da Digital House, você estará pronto para estabelecer o roadmap de desenvolvimento de produtos, gerenciar times com metodologias ágeis, gerir negócios usando Business Model Canvas, entre muitas outras habilidades.Os alunos também podem fazer o curso de Gestão de Carreira gratuitamente e participar de feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Não deixe de conferir também a nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos materiais sobre essa área tão importante no mercado.Leia mais no blog DH:+ Departamento de carreiras: 95% de empregabilidade na Digital House+ De olho no novo consumidor Digital First+ Inovação: como reinventar a minha empresa?E aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)