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Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?

Profissões do futuro: como se preparar para 2025, 2030 e além?
#Carreira
9 de março - min de leitura

Os profissionais precisam olhar para o novo e entender qual profissão do futuro pode alavancar sua carreira.


Quando pesquisamos sobre uma profissão do futuro, encontramos informações muitas vezes confusas e conflitantes. É difícil tentar "adivinhar" quais cargos os jovens de hoje vão ocupar daqui a 10 ou 20 anos porque a maioria das profissões ainda não existem.

Veja por exemplo o Gestor de Redes Sociais, há 20 anos não existiam plataformas de redes sociais. Ou Piloto de Drone? As normas comerciais para pilotar drones surgiram em 2015. Vemos novas profissões aparecendo a todo instante, então como saber onde apostar seu futuro profissional?

Existem alguns sinais que você pode levar em consideração para fazer apostas certeiras. Vamos analisá-los a seguir:

Profissão do futuro: eu serei substituído por um "robô"?

Ao olhar para o futuro,  muitas pessoas têm medo de serem substituídas por uma máquina. 

Que tipos de máquinas podem "roubar" seu emprego? Alguns dos mais conhecidos incluem: aplicativos,  dispositivos eletrônicos, algoritmos de inteligência artificial e robôs industriais, entre outros.

Hoje por exemplo os totens de autoatendimento nas lojas estão substituindo os caixas, os aplicativos bancários estão diminuindo a necessidade de agências bancárias.

Já os robôs industriais, que são 15,3 mil em operação no Brasil, devem crescer muito nos próximos anos. Enquanto no Brasil temos de 12 a 13 robôs a cada 10 mil trabalhadores, nos EUA temos 1,3 mil, na China 938, no Japão 1,2 mil e na Coreia 2,7 mil.

Ou seja, a preocupação real é se o seu emprego pode ser automatizado, por isso é preciso ficar atento a qualquer tipo de automação no mercado de trabalho.

Existe um site americano chamado "Will Robots Take My Job?" que numa tradução livre significa: "Os robôs vão roubar meu emprego?". Ele é baseado em um estudo que analisa justamente a possibilidade do seu emprego ser automatizado.

Veja exemplos de algumas profissões com alto risco de serem substituídas por um robô nos próximos 20 anos:

- Atendentes de Telemarketing, por Chatbots ou Assistentes de Voz

- Contadores, por Softwares

- Motoristas, por Carros Autônomos

- Gerentes de Remuneração e Benefícios, por Software

- Operadores de Caixa, por Autoatendimento ou E-commerce

- Garçons, por Delivery de comida, Autoatendimento e Robôs autômatos

- Modelos, por personagens 3D

Vale ressaltar que é muito difícil dizer com 100% de certeza que uma profissão vai desaparecer e geralmente isso demora décadas para acontecer. O mais provável no cenário de automação é que, a quantidade de oportunidades diminui, tornando difícil iniciar ou manter-se nesse mercado já que as vagas se tornam bem reduzidas.

As soft skills de uma profissão do futuro

Nem só de habilidades técnicas (hard skills) vive um profissional, as soft skills são as habilidades comportamentais e interpessoais, elas definem sua postura e capacidade de se relacionar com outras pessoas envolvidas no seu dia-a-dia.

No passado era relativamente comum um profissional muito bom tecnicamente manter seu emprego mesmo com problemas de personalidade. Atualmente, com os softwares e outras automações, muitas vezes obtém-se resultados melhores com uma equipe mais integrada. Entendam resultados melhores como maior qualidade, velocidade e retorno sobre investimento. Ou seja, soft skills não existem apenas para tornar a empresa mais "legal", mas sim mais produtiva e lucrativa.

A vantagem de investir nas soft skills para aprimorar a sua carreira, e até mesmo investir em uma profissão do futuro, é que as habilidades aprendidas são aproveitadas em outras profissões. Ou seja, se você quer se preparar para uma profissão do futuro é fundamental desenvolver soft skills.

Segundo o World Economic Forum, as 15 skills mais importantes para 2025 serão:

1. Pensamento analítico e inovação

2. Aprendizagem ativa e estratégias de aprendizagem

3. Resolução de problemas complexos

4. Pensamento crítico e análise

5. Criatividade, originalidade e iniciativa

6. Liderança e influência social

7. Uso, monitoramento e controle de tecnologia

8. Projeto e programação de tecnologia

9. Resiliência, tolerância ao estresse e flexibilidade

10. Raciocínio, resolução de problemas e ideação

11. Inteligência emocional

12. Solução de problemas e experiência do usuário

13. Orientação a serviço

14. Avaliação e análise de sistemas

15. Persuasão e negociação

Já a Pearson no seu estudo Future Skills para 2030, lista como top 10 soft skills a seguinte lista para o mercado americano:

1. Estratégias de aprendizado

2. Psicologia

3. Ensino

4. Percepção social

5. Sociologia e antropologia

6. Educação e treinamento

7. Coordenação

8. Originalidade

9. Fluência de ideias

10. Aprendizado ativo

Lembre-se todas as soft skills podem ser aprendidas!

Em função do seu desenvolvimento pessoal, você pode ter algumas soft skills mais ou menos evoluídas, mas não desanime, você pode melhorar continuamente treinando e estudando essas habilidades.

Outro ponto importante: algumas profissões vão exigir maior desenvolvimento de algumas soft skills, aprender como essas habilidades se encaixam no seu dia-a-dia pode acelerar muito a sua carreira no curto prazo.

Quais são as profissões digitais?

Muitas vezes, as profissões do mercado digital são chamadas de profissões do futuro, justamente por trazer, além das hard skills que você vai precisar naquela profissão, um aprendizado paralelo das soft skills que podem ser usadas em outras profissões.

Alguns exemplos:

  • Programação te ajuda a desenvolver soft skills como "Projeto e programação de tecnologia" e "Avaliação e análise de sistemas". 

  • Análise de Dados te ajuda a desenvolver soft skills como "Pensamento crítico e análise".

  • UX te ajuda a desenvolver "Solução de problemas e experiência do usuário" e Orientação a serviço.

Atualmente algumas escolas já possuem disciplinas de Programação desde o ensino fundamental e Dados e UX desde o ensino médio. Justamente para trabalhar essas soft skills chave para o futuro.

As skills adjacentes

Algumas profissões quando somem, se transformam em outras profissões tão parecidas que nem parece que sumiram. 

Por exemplo, os datilógrafos se tornaram os digitadores, atualmente o reconhecimento de caracteres diminuiu a necessidade de digitadores em muitos lugares, mas pessoas que são capazes de digitar rapidamente podem ser úteis em qualquer atividade relacionada à escrita. Além disso, os digitadores costumam ser pessoas com atenção concentrada, outra habilidade interessante em muitas ocasiões.

No exemplo acima temos 2 habilidades compartilhadas entre 2 profissões que também podem ser usadas em outras como jornalista, copywriter, etc.

Para se preparar para as profissões do futuro é importante entender quais são as habilidades (skills) necessárias para cada profissão e área de atuação. E aos poucos ir incorporando skills no seu portfólio.

Por exemplo, se você quer ser um analista de dados, mas gosta muito do seu trabalho atual, avalie se aprender a organizar e interpretar dados pode permitir que você desenvolva suas tarefas atuais de uma forma mais eficiente, ou seja, você mantém o seu emprego ao mesmo tempo que se prepara para o futuro.

Desenvolver skills adjacentes é ir "turbinando" a sua carreira atual e ao mesmo tempo preparar-se para uma possível transição futura.

O Ikigai e a relação com a sua carreira


Ikigai é um conceito japonês que te ajuda a encontrar o seu propósito, a primeira vez que vi confesso que achei "quase impossível de se realizar", atualmente na minha vida profissional eu considero que encontrei meu Ikigai

Por questões de sobrevivência, em geral começamos nossa carreira com uma profissão que preenche o círculo "aquilo que você é pago para fazer". 

Depois  procuramos nos tornar bons naquilo que fazemos, para preencher o círculo "aquilo que você é bom".

Daí pra frente começa a ficar mais complicado. Nem sempre identificamos o que amamos rapidamente, minha recomendação é ouvir muitas pessoas, ajudar seus amigos em seus afazeres profissionais, doar parte de seu tempo para uma ONG, entre outras possibilidades.

Mas o ponto que realmente importa para esse artigo é: "O que o mundo precisa". Entender qual é o seu papel e como você vai ajudar o mundo, te ajuda a entender como "blindar" sua carreira e ficar preparado para o futuro.

Como me preparar para uma profissão do futuro?

Siga esses 4 passos:

  1. Verifique se o seu trabalho corre o risco de ser automatizado. Uma boa fonte é o site "Will Robots Take My Job?".

  2. Desenvolva continuamente suas habilidades comportamentais e interpessoais, as soft skills.

  3. Desenvolva habilidades técnicas relacionadas à sua área de atuação, as skills adjacentes, para facilitar a migração para uma profissão do futuro, ou já comece sua carreira com um curso focado nas profissões em alta no mercado.

  4. Questione-se continuamente sobre a importância do seu trabalho para o mundo, e não deixe de se aprimorar para ser bom naquilo que faz.

Espero que você consiga encontrar seu Ikigai e estar preparado para o futuro, a gente se vê por lá!

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#Dados

Entenda o que é uma rede neural convolucional no deep learning

As capacidades dos seres humanos têm sido reproduzidas de maneira cada vez mais perfeita, graças à inteligência artificial e às máquinas. É neste contexto que entra a rede neural convolucional, que envolve a visão computacional, onde diversos pesquisadores e entusiastas trabalham incansavelmente para fazer coisas incríveis acontecerem.Neste campo, a previsão e o objetivo é fazer com que as máquinas possam ver o mundo como os seres humanos, tendo percepções de maneira semelhante e usando a inteligência para realizar diferentes tarefas, como o reconhecimento de imagem e vídeo, que é uma funcionalidade que já conhecemos, análises e classificações de mídias, processamento de linguagem, entre outras.Quer entender mais sobre o conceito de rede neural convolucional? Continue acompanhando.O que é uma rede neural convolucional?Uma Rede Neural Convolucional ou RNC, como também é conhecida, é um algoritmo de deep learning que é capaz de captar uma imagem de entrada e atribuir importâncias e diferenciar aspectos e objetos presentes nela.É importante destacar que o pré-processamento de uma RNC é muito menor do que outros algoritmos de classificação. Normalmente, nos métodos mais primitivos, os filtros são desenvolvidos à mão, enquanto que, na rede neural convolucional, eles podem captar esses filtros ou características por conta própria.De acordo com o livro "Neural Networks and Learning Machines", de Simon Haykin, a estrutura de uma rede neural convolucional é dividida em três objetivos principais. Conheça cada uma delas:Extração de característicasAo receber os sinais de entrada de um campo receptível, é possível extrair as características locais. Isso faz com que a posição exata de cada pixel, no caso de uma imagem, seja irrelevante, ou seja, não é importante saber onde um determinado objeto se encontra, desde que os aspectos que o compõem estejam organizados e conectados da mesma forma.Mapeamento de característicasCada camada computacional da rede neural convolucional é composta por diferentes mapas de características, que dão robustez ao modelo, fazendo com que seja possível lidar com variações, como distorção, rotação ou translação na imagem.SubamostragemA camada de subamostragem é aplicada para coletar amostras de cada mapa de característica, produzindo uma sumarização.Por que as redes neurais convolucionais são usadas?Uma rede neural convolucional é utilizada para se trabalhar com imagens. Dependendo da maneira que for aplicada, pode facilitar o entendimento mais complexo da visão computacional, em prol de tarefas, como análise de sentimentos, detecção de objetos, reconhecimento e categorização, entre outros.Para um computador, uma simples imagem não significa muito mais do que uma matriz de valores de pixels. Neste contexto, a RNC pode ser treinada para entender a sofisticação dela, através da convolução.Seu processo ajusta o conjunto de dados da imagem, devido à redução no número de parâmetros envolvidos, além da capacidade de reutilização dos pesos.Ficou interessado em aprender e entender mais sobre o assunto? Saiba que a Digital House é a maior escola para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e referência, também, na área da inteligência artificial e suas vertentes, como o próprio deep learning e as redes neurais convolucionais.Recomendamos que você conheça o curso de Inteligência Artificial da DH, que forma especialistas capazes de enfrentar qualquer tipo de desafio nos processos organizacionais, contribuindo para o sucesso de grandes empresas do mercado. As aulas online são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas. Inscreva-se!O que é a convolução usada nas redes neurais?A convolução é a aplicação de um filtro na entrada da rede. O processo de entrar, que acontece repetidas vezes, resulta em um mapa de ativações, indicando os locais e os seus recursos, como em uma imagem, por exemplo.Na rede neural convolucional, uma das características mais importantes e inovadoras é a capacidade de aprender automaticamente um grande número de filtros, em paralelo a um conjunto de dados de treinamento para uma funcionalidade específica, como a classificação de imagens, por exemplo.E aí, gostou desse conteúdo? Se sim, recomendamos que também leia nosso artigo onde explicamos a relação entre ciência de dados e inteligência artificial e esteja por dentro dessas carreiras que, sem dúvida, são promessas para o futuro do mercado de trabalho.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

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#UX

Design emocional: entenda o conceito e sua relação com a experiência do usuário

Este é um conceito criado e difundido por Donald Norman, cientista cognitivo e pioneiro do UX na Apple. Ele explica que o design emocional é capaz de despertar sensações e sentimentos nas pessoas, fazendo com que elas criem e estabeleçam uma forte ligação com uma marca.É isso que faz, por exemplo, uma pessoa escolher uma determinada garrafa de água em uma prateleira de mercado, no meio de tantas outras opções.E aí, ficou curioso para entender melhor esse conceito? Continue acompanhando.O que é design emocional?O termo design emocional é relativamente novo no mercado. Apesar do design, em si, estar presente há muito tempo, não se fala muito sobre como as emoções podem afetar uma tomada de decisão, durante uma compra.O design emocional pressupõe que, ao olharmos para um produto, as primeiras impressões que temos não ocorrem de forma consciente. Isso mostra que a forma, a aparência, o modo de apresentação e suas características podem ditar a opinião que formamos sobre ele.Isso porque, no dia a dia, construímos imagens mentais sobre os produtos, a partir dos sentimentos que eles trazem. Esses processos ocorrem no inconsciente, de forma interna, sem que haja uma noção clara do que acontece.Sendo assim, muitas coisas que acabamos comprando nem sempre são necessárias ou as melhores, quando falamos em aspectos comuns, como durabilidade, eficiência, segurança, entre outros. No dia a dia, a verdade é que acabamos comprando boa parte dos produtos por conta das emoções que transmitem.Talvez você esteja se questionando: será que eu realmente faço isso? Usando o mesmo exemplo que abordamos no início do texto, pense em quantas vezes você já escolheu uma garrafa de água por conta de seu rótulo. Isso porque é muito difícil uma pessoa escolher a garrafa com base em uma leitura apurada do rótulo em si, entendendo a origem do produto e os níveis dos minerais presentes em seu conteúdo.Nós precisamos fazer diversas escolhas o tempo todo. Todos os dias e constantemente. Por isso, não percebemos que boa parte delas acaba acontecendo de maneira interna e automática. É aí que entra o design emocional, orientando essas decisões, sem que percebamos..Quais são os níveis de design emocional?Como explicamos, o design emocional é um conceito desenvolvido por Donald Norman e difundido através de seu livro “Design Emocional: Por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia a dia”. Nele, Donald explica que, no mercado, um produto bem-sucedido deve atingir e satisfazer os três níveis do design emocional. Vamos te explicar cada um deles agora mesmo. Confira:VisceralEste é o primeiro nível e o mais básico do design emocional. O visceral se relaciona com o instinto, ou seja, é a primeira impressão que a pessoa sente sobre qualquer produto novo que tenha contato.Neste momento, a forma, cores, contornos e contrastes são elementos fundamentais e que fazem toda a diferença. Por ser a primeira reação, nem sempre é perceptível pelas pessoas e muito menos controlada.Uma palheta bem selecionada, seguindo um estudo baseado na psicologia das cores, por exemplo, pode despertar mais interesse por parte dos consumidores. Assim como um objeto sem uma forma padrão ou uma tipografia mal escolhida pode causar estranhamento imediato às pessoas.De acordo com o livro de Donald Norman, quanto mais visceral for um determinado produto, as chances de os usuários considerarem que ele funcione melhor são maiores, mesmo que isso possa não ser verdade.ComportamentalEste é o segundo nível do design emocional. Trata-se de sensações que acontecem de maneira completamente inconsciente e um dos principais responsáveis pelas decisões que tomamos, de fato, no dia a dia.O nível é alcançado quando manuseamos um determinado produto, ou seja, está relacionado à comodidade e ao prazer gerado no momento do uso. Quando nos sentimos no controle, dominando o seu uso do começo até o fim, costumamos nos identificar com ele.Nem sempre a qualidade do produto é a melhor, mas a maneira como foi apresentada ao usuário, proporcionando uma boa experiência, afeta a percepção de uma pessoa sobre ele, chegando em seu subconsciente.ReflexivoO reflexivo é o último nível emocional e tem relação com o superego, uma das partes do cérebro conhecida por não controlar nada do que faz, mas, ao mesmo tempo, que está de olho em tudo. Misterioso, não?Ele influencia na percepção que temos sobre nós mesmos, comparado a outras pessoas. Ou seja, aqui vem a ideia de status e de ser bem visto pelos outros socialmente. É por isso que, às vezes, tendemos a comprar algo que transmita e/ou carregue certa carga de status social.Qual a relação entre design emocional e a Experiência do Usuário (UX)?Em um processo de desenvolvimento de produto, é preciso compreender as necessidades do usuário e prever seus comportamentos. Isso acontece ao gerar experimentação e o estudo do design emocional.É preciso entender quando um usuário está tendo uma boa experiência de usabilidade de um determinado produto ou está se sentindo frustrado por não conseguir suprir suas necessidades.Durante o processo, com base no UX design, a experiência do usuário deve ser testada e avaliada constantemente para garantir o melhor resultado.Relacionando com o design emocional, a beleza do produto, por exemplo, pode fazer com que os consumidores deixem de avaliar a eficácia, a usabilidade e se abstenham da experiência, simplesmente por não ter se encantado pela estética. É por isso que as emoções são essenciais nos processos de UX.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX), no qual o aluno aprende os principais conceitos e técnicas da área, incluindo o design emocional, que estamos aprendendo hoje.As aulas são online, dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por especialistas do assunto, que estão no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde os alunos possuem acesso a conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão com grandes empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Principais benefícios do design emocional para as empresasAté aqui, não foi difícil de compreender que um bom design emocional pode ser um dos maiores diferenciais para que uma venda aconteça. Isso impacta diretamente nos resultados de uma empresa, já que estamos falando sobre atrair e gerar mais leads, a partir das emoções que seus produtos e/ou serviços provocam nas pessoas.Isso fica ainda mais evidente quando analisamos, de fato, o comportamento do consumidor. De acordo com levantamentos do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 40% da população brasileira fazem compras por impulso.Não há dúvida de que essas compras possuem um inegável potencial de design emocional, não é mesmo?E engana-se quem pensa que o conceito só pode ser aplicado em produtos físicos ou sites. As estratégias de marketing também podem utilizar do recurso, para que as peças de conteúdo, por exemplo, produzam o desejado efeito de atração pelo consumo.Resumindo, o design emocional auxilia sua empresa a vender mais, por atrair mais pessoas, gerar encantamento e estimular a necessidade de consumo.E aí, gostou de aprender sobre o conceito? Que tal saber mais? Não deixe de conferir também o nosso artigo sobre heurísticas de Nielsen, onde explicamos 10 erros de usabilidade para não se cometer em um projeto de UX.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina img
#Tecnologia

Digital House e Rocketseat: a maior comunidade de desenvolvedores da América Latina

E tem super novidade no ar! A partir de agora, nós, da Digital House, estamos nos unindo com a Rocketseat. Juntos, somos a maior comunidade de programadores da América Latina!Que notícia, não é mesmo? Tudo isso aconteceu porque vimos na Rocketseat todo o complemento que precisávamos em prol do objetivo de acelerar a formação de profissionais e suprir a grande demanda que possuímos no setor de tecnologia.Continue acompanhando este artigo para conhecer mais sobre as atividades da Rocketseat e como se deu todo esse processo de fusão.Saiba o que a imprensa está falando:• Terra• Valor Econômico• Pequenas Empresas Grandes Negócios• Exame• Prime Time Zone• EstadãoConheça um pouco da RocketseatA Rocketseat é uma plataforma de aprendizado contínuo em tecnologia, que está em atividade desde 2017, impulsionando e capacitando pessoas a conquistarem as melhores oportunidades de suas carreiras.A transformação digital é uma questão muito presente na maior parte das empresas, em virtude do desenvolvimento da tecnologia e a necessidade de se manter em um cenário com um mercado bastante competitivo.Em suas atividades, a Rocketseat oferece uma experiência de aprendizado colaborativa, assim como a Digital House, onde o aluno possui grande responsabilidade no processo de aprendizagem, sendo protagonista da sua própria evolução, com a realização de diversas atividades práticas, simulando a realidade das empresas.Como e por que ocorreu esse processo de fusão?Como comentamos, além da similaridade de metodologias, tanto a Digital House como a Rocketseat têm o propósito de expandir o número de pessoas capacitadas no mercado de tecnologia, especialmente na área de programação, a fim de suprir o cenário de grande demanda.De acordo com dados de um levantamento realizado pela Microsoft, atualmente, o Brasil possui cerca de 400 mil profissionais de programação e desenvolvimento. No entanto, a previsão aponta que haverá mais de 6 milhões de oportunidades na carreira até 2025. Ou seja, o déficit na área é enorme e está aumentando a cada dia.Com essa fusão, Digital House e Rockeseat formam a maior comunidade de programadores da América Latina e, com certeza, vão acelerar suas estratégias de expansão na formação dos melhores talentos do mercado de tecnologia.Um ponto muito bacana a se colocar é que, juntas, a Digital House e a Rocketseat já impactaram positivamente a vida de mais de um milhão e duzentas mil pessoas. E daqui para a frente, isso tende a crescer muito mais. Os alunos de ambas as instituições terão formação em todos os níveis, desde os programas mais básicos até o avançado, voltados para os que querem evoluir em suas jornadas.Veja o que os CEOs das duas escolas comentaram sobre esse processo:“Estamos muito entusiasmados com essa união, pois conseguiremos ampliar a oferta de conteúdos e produtos em coding, indo ao encontro da alta demanda das empresas que já ultrapassam a marca de 100 (cem) clientes corporativos”, enfatiza o Sebastian Mackinlay, cofundador e CEO da Digital House Brasil.“Para nós da Rocketseat, a conexão do nosso propósito com a Digital House ficou muito clara desde a primeira conversa. Juntos, vamos impulsionar ainda mais pessoas e dar a elas o poder de acessarem as melhores oportunidades de suas carreiras.”, disse Robson Marques, cofundador e CEO da Rocketseat.A DH pode te ajudar a ser um profissional de tecnologia :)A Digital House sabe e entende que a tecnologia é algo muito importante, que pode mudar as relações trabalhistas e os cenários dentro das empresas. Não há dúvida de que o futuro será cada vez mais tecnológico, e as habilidades digitais serão essenciais no futuro do mercado.Sendo assim, não deixe de conferir as grades dos cursos nas áreas de Marketing Digital, UX, Dados, Programação e Negócios. Seja um profissional capaz de lidar com os principais desafios das maiores empresas, sendo um diferencial e impulsionando sua carreira de maneira assertiva. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)