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Guia de product discovery: passo a passo e importância do processo para seu Produto

Guia de product discovery: passo a passo e importância do processo para seu Produto
#UX
14 de setembro - min de leitura

Da descoberta ao real entendimento do que o usuário quer, entenda como o processo de product discovery participa da criação de um Produto de sucesso.


Esta frase, de Jim Johnson, diz muito sobre este guia de product discovery: "64% das funcionalidades que criamos em softwares raramente ou nunca são usadas pelos usuários". É entendendo o processo de discovery que os esforços necessários, e pertinentes, entregarão resultados.

Saber o que é product discovery e como funciona, que engloba respeitar um período, flexível e contínuo, em que uma equipe de produto foca em descobrir o problema certo, é o caminho mais seguro para compreender o que realmente seus usuários querem com aquela ferramenta.

Por exemplo, quando você vai ao dentista com dor e, sem ao menos ter feito um exame, ele marca uma extração. Você vai desconfiar dos serviços deste profissional, ok?

Pois bem, é isso que o product discovery, orientado pelo Design, faz: examina os “pacientes” e entende quais são os problemas responsáveis por suas dores, antes de qualquer ação.

Neste artigo, contamos com Rafael Burity, professor da Digital House e especialista no mercado de área de UX, para explicar melhor sobre esse método.

Guia sobre product discovery: ágil e efetivo 

Se sua empresa tem um produto, ou deseja ter, sem dúvida vai precisar de uma visão em longo prazo de como o produto deverá ser e como devem enxergá-lo. E cá estamos com um guia sobre product discovery para tirar do papel!

Essa, que pode ser chamada de estratégia de produto, se alimenta do feedback do usuário ou dos objetivos das equipes, ou seja, os famosos OKRs.

Aqui, temos o papel da pessoa de produto, o product manager ou product owner, que deve se perguntar: qual problema exatamente precisa ser resolvido? Como podemos gerar o maior impacto? É nesse ponto que o processo de descoberta de produto começa a se encaixar.

“Os recursos de uma empresa não são infinitos. Mesmo assim, muitas vezes, só descobrimos que optamos por seguir uma hipótese errada, quando o novo produto ou funcionalidade é lançada”, enfatiza Burity.

Sempre há incerteza quando se trata de tomar decisões sobre produtos. São realizadas descobertas de alguns deles porque se quer reduzir os riscos em torno do que se decide construir. 

Como aplicar o discovery para resolver problemas

Como diz o empreendedor e designer Scott Berkun, "grande parte do desafio da inovação é descobrir o problema que precisa de uma solução". Portanto, descobrir esse problema é parte do processo interativo que busca reduzir a incerteza, garantindo assim que o produto construído seja o mais aderente à necessidade do público certo. 

“O product discovery permite que os times de produto ganhem confiança no que estão entregando, além de ser base para uma fase de implementação e lançamento bem-sucedida. Ou seja, alcancemos o product market-fit”, explica o professor.

Mais uma frase que embasa essa afirmação: "product discovery é um processo para definir um produto valioso, útil e viável”. Resumindo, Marty Cagan quer explicar que a melhor maneira de colocar o método em prática é entendendo se existe um problema para seus usuários, clientes ou stakeholders, concentrando a execução em uma solução correspondente a essa dor. 

Existem alguns modelos que tratam deste processo de descoberta, mas, na essência, um time que decide explorar o product discovery precisa focar na fase que chamamos de "Problem Space". Sim, existe o que chamamos de "Solution Space" que pode parecer mais longo e trabalhoso, mas não deve ser onde investimos o maior esforço do produto.

Paul Adams, vice-presidente de produtos da Intercom, diz que 40% de suas 100 unidades são gastas, antes mesmo de começarem a projetar qualquer coisa, pois ficam obcecados com a priorização e a definição de problemas. O executivo bate nessa tecla, perguntando ao time se realmente entende profundamente do problema que estão tentando solucionar.

Product discovery: passo a passo

Este guia de product discovery passa pelas principais fases deste processo, mas, como falamos alguns parágrafos acima, podemos dividir em duas grandes fases: "Problem Space" e "Solution Space". 

Essencialmente, estas duas fases são compostas do entendimento do negócio e cliente, com a materialização de soluções que devem ser testadas com o usuário e/ou cliente.

Fase 1: Alinhamento

Este é o momento em que precisamos deixar clara a visão e expectativa de todos os níveis da empresa. Qual o resultado esperado? O que a liderança da empresa espera? 

Portanto, a clareza sobre o discovery é essencial. É nessa fase que é construída a visão estratégica do produto, onde o alinhamento é fundamental para gerar confiança e autonomia no time. Não significa que todos vão concordar, mas que vão se comprometer.

Fase 2: Pesquisa

Sem dúvida, este é o momento que requer mais investimento de tempo e esforço. Aqui devemos focar em descobrir se existe um problema real para o usuário, mapeando quais oportunidades temos em mãos.

Aqui devemos combinar técnicas, boas delas de UX Research, e ferramentas. Buscar a coleta de informações, analisar dados qualitativos e quantitativos vai enriquecer o projeto e aumentar a chance de tomar decisões mais efetivas. Precisamos ter atenção ao fato de que, muitas vezes, o que o usuário diz não é o que ele faz.

Este é o momento que devemos conectar o que descobrimos de visão do negócio com as necessidades do usuário, para nortear os próximos passos de materialização de ideias.

Fase 3: Ideação

Agora que sabemos o que o negócio precisa e o que vai atrair a atenção do usuário, precisamos fazer o time trabalhar fora da zona de conforto, para poder gerar ideias, sem a preocupação de estarem certas.

O debate é fundamental e é preciso fugir do consenso social. Existem diversas ferramentas para impulsionar o processo criativo no UX, mas, o importante é que a priorização do que deve ser prototipado seja votado democraticamente.

Fase 4: Prototipação e validação

Ideias sem aplicação não tem valor. É o momento de executar as ideias, aderentes ao negócio e ao usuário, geradas e priorizadas. Mas por que fazemos isso?

Porque precisamos descobrir qual é a percepção do usuário. Essa fase se assemelha à segunda fase de pesquisa, pois se volta a falar diretamente com o usuário, com atenção as suas opiniões e reais usos do que foi construído até o momento.

“Como é preciso rapidez, tenha em mente que a simplicidade é o foco. Porém, sem esquecer que o protótipo precisa se aproximar do real. Caso contrário, o feedback pode ser enviesado”, ressalta Burity.

Fase 5: Refinamento

Com tudo em mãos, chegou a hora tão esperada pela liderança e líder de produto: transformar as ambições em resultados. 

Porém, mesmo com tudo o que foi feito, o que se tem são ideais que ainda precisam fazer a transição para a entrega final do produto.

Será preciso partir para a definição do MVP (Minimum Viable Product) e colocar em formato de roadmap a visão geral de entregas que materializa a visão do produto, construída na primeira fase.

“Concluindo, a utilização dessa metodologia, o product discovery, constrói um ambiente de aprendizado contínuo, que beneficia equipes e usuários, além de aumentar a transparência de todo o processo de gerenciamento de produtos. Um envolvimento diversificado de partes interessadas que precisa ser contínuo e iterativo”, finaliza nosso professor.

Gostou deste guia de product discovery? Acompanhe nossa biblioteca de conteúdos gratuitos e exclusivos, conheça nosso curso de Gestão de Produtos Digitais e faça parte da experiência Digital House.

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Comportamento do consumidor: como o digital alterou a jornada de compra das marcas? img
#Marketing

Comportamento do consumidor: como o digital alterou a jornada de compra das marcas?

Convenhamos, isso não é novidade para ninguém. Mas você sabe identificar os elementos que mudaram durante a consolidação da jornada de compra digital? Novos conceitos surgiram, como o omnichannel, experiência do cliente, além das inovações em produtos e serviços, entre outras novidades.Se você atua diretamente com a jornada do consumidor digital, continue acompanhando este artigo.Por que se preocupar com o comportamento do consumidor?Compreender o comportamento do consumidor é tão importante quanto garantir a qualidade do seu produto ou serviço. Se pararmos para analisar, esses dois fatores estão relacionados, pois juntos garantem a melhor experiência do cliente.Ao identificar todos os pontos que impactam e direcionam as decisões de seu público-alvo, a empresa foca os seus esforços onde é realmente necessário, antecipando tendências, realizando ações de marketing assertivas e obtendo os resultados desejados, ou seja, mais lucro.Na prática, isso é estruturar ações inovadoras com o objetivo de atrair, prospectar e reter clientes.Quais são os novos hábitos do consumidor?Separamos algumas das principais mudanças de hábito do consumidor para deixar você ainda mais atento(a) com as suas estratégias. Confira:Aumento das compras onlineNão é novidade para ninguém que o brasileiro passou a adotar o costume das compras online durante a realidade pandêmica. De acordo com dados do Índice Cielo de Varejo Ampliado, o aumento das vendas online no período de Natal do ano passado foi de 38%, em comparação com 2020. Com isso, fica claro que as marcas precisam pensar em estratégias que envolvam a presença online.Uma rotina híbridaEm meio a mudanças constantes de rotina, com o avanço da vacinação, as pessoas começaram a retornar aos escritórios, mas não da maneira como acontecia antes da Covid-19. Isso porque o híbrido está em primeiro lugar quando se trata do futuro do modelo de trabalho. Neste caso, o profissional tem a possibilidade de dividir suas atividades entre a sede da empresa, sua casa, em escritórios flexíveis ou coworkings, como também são chamados.Isso também afetará a jornada de consumo, pois as marcas deverão estar presentes em diferentes canais para atender todas as opções.Novas opções de compraNos mercados, tudo está cada vez mais caro e, ao mesmo tempo, a renda do consumidor em geral caiu. Essa é uma realidade dura no novo cenário. Com isso, as pessoas passaram a conhecer e experimentar novas marcas, além de aderir a outras maneiras de economizar, como o cashback (dinheiro de volta) nas compras, promovido por muitas marcas.Fatores que influenciam o comportamento do consumidorCompreender a jornada de compra do cliente é algo bastante complexo. Isso porque são diversos canais, variáveis e pontos que tornam o processo de decisão cada vez menos regular. Sendo assim, antes de tudo, é importante entendermos quais são os principais fatores que influenciam o comportamento do consumidor.Separamos os principais para ajudar você a entender com mais clareza o que influencia as atitudes e decisões relacionadas às compras:Fatores pessoaisAqui estão envolvidos todos os interesses e opiniões de uma pessoa. Eles podem ter alterações de acordo com dados demográficos, como idade, sexo, cultura, profissão, entre outros.Fatores psicológicosO retorno de um público para uma campanha de marketing, por exemplo, pode ser baseado em suas percepções e atitudes, ou seja, como uma pessoa pode compreender determinadas informações, percepção da sua necessidade, atitudes, entre outros pontos.Fatores sociaisO comportamento pode passar por influências vindas da família, amigos, companheiros ou por informações absorvidas nas mídias sociais. Isso também inclui classe social, renda e nível de escolaridade.Compreender esses três fatores é importante para estruturar da melhor forma os processos de venda, as estratégias de marketing, comunicação e atendimento ao cliente. Isso fará com que os consumidores percorram a sua jornada de compra de maneira mais rápida e eficaz.As principais tendências para o comportamento do consumidor na Era DigitalLendo o conteúdo até aqui, não há dúvida de que a internet impactou o comportamento das pessoas e os seus processos de decisão de consumo. Se você é um gestor, separamos algumas tendências para ajudar a estruturar a jornada de compra do seu negócio. Confira:Dê atenção ao mobileNão é novidade que as pessoas usam cada vez mais os seus dispositivos móveis para fazer compras. No entanto, dados da pesquisa "Consumo online no Brasil" comprovam ainda mais esse fato. O smartphone é o dispositivo mais utilizado para esta finalidade pela internet, correspondendo a 87% em 2021. Isso representa um avanço de 20 pontos percentuais em relação ao último estudo realizado em 2019.Os dispositivos móveis são, portanto, uma ferramenta valiosa e essencial para atrair, prospectar e vender produtos e/ou serviços aos seus clientes a qualquer horário e em todo lugar.Não é recomendável que uma empresa negligencie um aliado tão influente nos dias de hoje. Isso pode representar muitas oportunidades de negócio. E para serem assertivas, as lojas virtuais precisam ter o seu design responsivo, ou seja, o layout deve se adaptar a qualquer tipo de tela, proporcionando facilidade e uma boa experiência nas compras.A empresa não precisa ser de grande porte para explorar as oportunidades do meio digital. Um restaurante, por exemplo, mesmo sendo pequeno, pode ter um aumento significativo nas vendas se explorar as oportunidades dos canais móveis. O iFood e o Uber Eats são exemplos de que pequenas empresas podem se aliar, a fim de proporcionar uma boa experiência e o conforto do consumidor em suas casas.Experiência é muito importanteAtualmente, vivemos a era da experiência, onde as pessoas querem ter atendimentos rápidos, eficientes e personalizados. Em um mercado tão competitivo, com diversas opções de produtos semelhantes, esse pode ser o diferencial que os consumidores estão procurando.O consumidor possui o poderAssim como a importância da experiência, o consumidor também possui o seu empoderamento. Ele quer sentir que tem o direito de escolher e o poder de decisão final nas jornadas de compra. Sendo assim, as empresas devem pensar em diferentes opções, ferramentas e usabilidades que tornam esse processo mais assertivo.Para isso, obter dados sobre o comportamento do público-alvo é fundamental. Faça pesquisas de mercado, analise dados coletados a partir de Big Data, entre outras possibilidades, a fim de estudar seu cliente e criar ações que o façam sentir especial e empoderado.Relacionamento com o cliente é essencialÉ importante destacar que os consumidores não querem trocar a experiência maravilhosa com uma empresa por algo incerto. Eles preferem ser fiéis. Por isso, é importante construir relacionamentos fortes entre organizações e clientes para aumentar a fidelização e transformá-los em embaixadores de sua marca. Um bom planejamento estratégico de marketing possui grande influência para tornar todo esse processo ainda mais adequado.O uso de ferramentas que armazenam dados também é uma ótima opção tecnológica e acessível a todos os negócios, podendo ser feito por meio de um CRM.Com conhecimento, é possível mapear percepções e desenhar ações assertivas para melhorar seus resultados. No mercado atual, não basta apenas ter uma entrega de qualidade, mas também saber para quem, quando, onde e como fazer tudo isso. Esse é o verdadeiro valor para os consumidores.A Digital House compreende esse panorama e oferece o curso de Marketing Digital, voltado especialmente para os iniciantes na área. Ela oferece todo o conteúdo necessário para que o(a) aluno(a) seja um(a) grande profissional e saiba as principais habilidades técnicas exigidas pelo mercado, mudando o rumo de todas as empresas que vier a se envolver.As aulas são 100% online, ao vivo e ministradas por professores especialistas que estão no mercado. Dê um novo start para 2022, impulsionando a sua carreira. Inscreva-se!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? 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Benchmark ou benchmarking: entenda o que são, sua diferença e qual a sua importância para as empresas img
#Marketing

Benchmark ou benchmarking: entenda o que são, sua diferença e qual a sua importância para as empresas

No dia a dia das empresas, é comum ocorrer situações em que os líderes precisam implementar novos processos que nunca ouviram falar ou desenvolver um novo produto ou serviço. Para isso, dominar a teoria não é o suficiente. É preciso ir além e buscar as melhores ações de outras organizações no mesmo segmento.Isso porque ao identificar o que funciona em seu mercado, os gestores também compreendem como as suas próprias empresas estão se saindo em relação às outras e o que podem fazer para alcançar o sucesso.Quer saber por onde começar e descobrir se é o benchmark ou benchmarking que deve ser implementado em seu contexto? Continue a leitura e entenda tudo sobre os conceitos.O que é benchmarking e para que serve?Benchmarking é uma técnica de avaliação comparativa entre diferentes empresas, geralmente da mesma área de atuação. Com base em uma pesquisa criteriosa, a ferramenta proporciona, com profundidade, dados valiosos e estratégicos para embasar as tomadas de decisão dos gestores empresariais aos seus próximos passos.Geralmente, a necessidade do benchmark ou benchmarking (entenderemos a diferença mais adiante) parte de uma situação de estagnação ou insegurança de um negócio, quando ele não está obtendo resultados satisfatórios de suas ações no mercado. Portanto, caso exista uma organização se destacando no mesmo nicho, nada melhor do que se inspirar nela.É importante pontuar também que o benchmarking também ocorre com empresas de diferentes áreas. Nestes casos, o objetivo é trazer um novo ponto de vista aos processos organizacionais, como prática de gestão de equipes, recrutamento e seleção, prospecção de clientes, entre outros motivos. Quer saber se você deve usar benchmark ou benchmarking em sua empresa? Veja adiante.Benchmark ou benchmarking: qual a diferença?Vamos direto ao ponto. Como comentamos, benchmarking é a técnica de pesquisar outras empresas e identificar os seus pontos positivos para servir de inspiração e adaptação ao próprio negócio. Já benchmark são essas organizações que servem de exemplo, pois possuem um trabalho e atuação muito bons.Para compreendermos melhor a diferença entre benchmark ou benchmarking, vamos dar um exemplo: imagine duas empresas que atuam no mesmo setor, mas com portes diferentes. A primeira é uma marca local que quer aumentar a sua rede. A segunda possui suas operações em nível nacional, estando presente nos principais centros comerciais do Brasil.Devido ao ótimo desempenho, a segunda é um alvo constante das pesquisas de concorrência, sendo considerado como benchmark em seu nicho de mercado. Quando o pequeno negócio decide fazer essa análise, o processo utilizado é o benchmarking.Benchmarking e o marketing de sua empresaÉ muito importante saber que o benchmarking é também um ótimo meio de otimizar as estratégias de marketing de um negócio, pois este é um grande ponto para qualquer empresa crescer no mercado. Neste sentido, é preciso estar atento a 3 tópicos:Benchmarking não é feito uma única vezA técnica precisa ser um hábito recorrente. Fazê-lo apenas uma vez não trará grandes impactos no negócio e não desenvolverá o processo de otimização e melhoria contínua.Sempre acompanhe os resultadosApós a realização do benchmarking e a análise dos dados, você, como gestor, pode introduzir diversas mudanças, otimizações de processos e ajustes de rota. No entanto, se esses novos resultados não forem medidos e acompanhados, nunca saberá se as alterações trouxeram impactos positivos para a empresa.Treine os times a fim de normalizar a técnica em suas estratégiasCom o treinamento do time e a cultura organizacional orientada ao benchmarking, todos os colaboradores ficam mais seguros dos novos processos e os resultados positivos são atingidos de maneira mais rápida. É essencial que todos possam participar das mudanças e sejam sempre ouvidos.Como comentamos, sabemos que o benchmarking é uma ótima maneira para adequar e otimizar suas estratégias de marketing. No entanto, é preciso complementá-lo com inteligência de mercado, a fim de que a técnica esteja de acordo com a realidade de sua empresa.Se você possui interesse em aprender mais sobre a técnica na prática, além de outras diversas estratégias, a Digital House possui o curso de Marketing Digital, que capacita seus alunos a dominar as principais ferramentas e fazer a diferença no mercado de trabalho.Todas as aulas são remotas, dinâmicas, 100% ao vivo e contam com professores especialistas que estão no mercado. Os alunos também podem obter toda a orientação necessária à sua jornada com o Departamento de Carreiras, acessando diversos conteúdos exclusivos. Inscreva-se agora mesmo e dê um novo start na sua jornada profissional!Por que o benchmarking é essencial para a sua empresa?Para deixar o questionamento mais claro, separamos os principais benefícios do benchmarking para você. Confira:Colabora com o alinhamento da equipeEntender o posicionamento da empresa, seus objetivos e o que pode melhorar com base nos insights de mercado, contribui para que todos do time estejam em sintonia, deixando evidente sobre o que é preciso fazer para alcançar as novas metas.Melhora a cultura organizacionalObservar as melhores práticas da concorrência deixa a organização mais alerta e buscando uma melhoria contínua de seus processos.Melhores práticasÉ possível que a empresa visualize e entenda quais são as melhores práticas para estar alinhada ao seu nicho de mercado e ao público-alvo.Redução de errosCom boas referências, a organização consegue ser mais assertiva em suas estratégias, prevendo tendências e possíveis erros.Aumenta o valor de marcaBoas práticas e estratégias fazem com que o negócio tenha melhores propósitos e sua imagem se destaque no mercado, tornando-a mais valiosa.Relacionamento com o clienteCom o benchmarking dos concorrentes, é possível obter insights para as estratégias de marketing, sobre as necessidades do público-alvo e proporcionar uma melhor experiência do consumidor com os seus próprios produtos e serviços.Depois de ler este conteúdo, ficou claro que o benchmarking é um assunto muito importante para as empresas, não é mesmo? Para se aprofundar nesta temática, não deixe de conferir nosso artigo sobre o que é cultura digital, a sua importância e características dentro de um negócio.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

O que é armazenamento em nuvem e quais são as suas vantagens de utilização? img
#Dados

O que é armazenamento em nuvem e quais são as suas vantagens de utilização?

Este é um campo com diversos serviços à disposição e diferentes capacidades de armazenamento para empresas e usuários. Isso acontece porque os dados estão se tornando cada vez mais presentes nas organizações, embasando tomadas de decisão estratégicas em seus planejamentos.É neste contexto que o armazenamento em nuvem surge como uma opção para que os negócios consigam organizar e manipular os seus dados de maneira assertiva. Continue acompanhando este artigo e entenda tudo sobre o conceito.O que é armazenamento em nuvem e como funciona?Se você parar para pensar, o armazenamento em nuvem está bastante inserido no dia a dia das pessoas, mas talvez você não tenha notado. É difícil encontrar aqueles que não usam serviços como Google Drive, iCloud, One Drive, entre outros.Chegou um momento em que encontrar espaço de armazenamento para todos que lidam com muitos arquivos no computador se tornou um desafio, principalmente para empresas.  É neste contexto que entender o que é armazenamento em nuvem ou cloud computing, como também é conhecido, está inserido.Basicamente, ao invés de armazenar todas as informações no disco rígido dos computadores ou outros dispositivos locais, o armazenamento em nuvem proporciona a opção de salvá-las em um banco de dados remoto. É preciso somente uma boa conexão de internet que estabelece a relação entre a máquina utilizada e o banco com todos os arquivos e documentos de diferentes formatos.Isso é possível, pois os serviços em nuvem trabalham a partir de um servidor que faz toda a comunicação dos dispositivos pessoais com os data centers (centros de dados). Esses são locais físicos que contam com um alto nível de segurança e estão espalhados pelo mundo.Quando alguém acessa um serviço de armazenamento em nuvem a partir de um dispositivo, ele está acessando os servidores disponibilizados pelas organizações. Sendo assim, com uma conta cadastrada, é possível compartilhar, conferir, editar ou até mesmo excluir os arquivos que estão na nuvem.Por que se chama armazenamento em nuvem?Você sabia que o termo “nuvem” é utilizado na computação desde a década de 1970? Embora o armazenamento em nuvem seja uma tecnologia acessível para o público há relativamente pouco tempo, a palavra já era utilizada antes como uma metáfora para a internet, sendo usada também, antes disso, em desenhos e diagramas de telefonia.Principais vantagens do armazenamento em nuvemHoje, a segurança da informação é um dos principais desafios da área de Tecnologia da Informação (TI).Neste sentido, boas práticas devem ser aplicadas em todos os processos organizacionais, a fim de beneficiar a empresa na prevenção de ataques e exposição de dados, como o armazenamento em nuvem. Sendo assim, separamos os principais benefícios da ferramenta para você. Veja abaixo:AcessibilidadeO fácil acesso é um dos principais motivos dos gestores optarem pelo armazenamento em nuvem para o seu negócio.Por necessitar somente de uma boa conexão de Internet e um dispositivo de acesso, como computador ou smartphone, as informações mais importantes podem ser acessadas e visualizadas a qualquer momento, agilizando demandas e mantendo a equipe toda atualizada.Otimização de processosA acessibilidade abordada no tópico anterior também otimiza os processos da empresa. Com a funcionalidade de sincronização automática na nuvem, determinadas demandas manuais não são necessárias, facilitando a gestão de informações em uma equipe.Rápida implementação O processo de configurar, adicionar e manipular arquivos no armazenamento na nuvem é rápido e fácil. Qualquer negócio pode adquirir a ferramenta e começar a usá-la em algumas horas, dependendo da capacidade envolvida.Maior produtividadeAtualmente, existem diversos modelos de serviços de armazenamento em nuvem disponíveis para o público. Muitos deles dispõe de funcionalidades que se integram a outros sistemas, o que traz mais agilidade às tarefas do dia a dia dos colaboradores, otimização dos processos manuais e impactos na produtividade das equipes.EconomiaUtilizar o armazenamento em nuvem proporciona muita economia, pois você só paga pelo espaço ocupado pelos dados e não pelo espaço em si, conforme aumentam as necessidades dos negócios.EscalabilidadeA ferramenta substitui diversos equipamentos utilizados como opção em muitas empresas, como pen drives, HDs portáteis, CDs, cartões de memória, entre outras opções. Além disso, os hardwares mais robustos podem ser dispensados da infraestrutura de TI, otimizando também o espaço físico da empresa.Quem opta pelo armazenamento em nuvem pode escalar o quanto precisar, pois há uma capacidade virtualmente ilimitada, sem restrições de crescimento.Essa é uma ferramenta que, certamente, veio para ficar e é uma tendência crescente no mercado. Isso porque implantar uma cultura de dados já é um objetivo claro para muitas organizações. É importante saber que, conforme os negócios avançam nesse campo, os times de profissionais especializados precisam de mais pessoas qualificadas.Se você quer iniciar a sua carreira em dados ou fazer uma transição para a área, a Digital House é a melhor escolha para você aprender da forma correta! Temos os cursos de Data Analytics e Data Science. Escolha a carreira que mais se encaixa com você!Nossas aulas remotas são dinâmicas, 100% ao vivo e contam com os melhores especialistas do mercado. Todos os alunos podem contar com o Departamento de Carreiras e acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Além disso, a DH possui o programa de apoio à recolocação e as feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Tudo gratuito! Inscreva-se agora mesmo e dê um novo start na sua jornada profissional!Caso possua mais interesse sobre a área de dados, temos materiais gratuitos ao seu dispor, como o e-book que desenvolvemos sobre como contornar uma gestão de crise com dados. Nele, explicamos como a cultura data-driven pode mudar a realidade de uma empresa que está passando por dificuldades.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)