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Guia de product discovery: passo a passo e importância do processo para seu Produto

Guia de product discovery: passo a passo e importância do processo para seu Produto
#UX
14 de setembro - min de leitura

Da descoberta ao real entendimento do que o usuário quer, entenda como o processo de product discovery participa da criação de um Produto de sucesso.


Esta frase, de Jim Johnson, diz muito sobre este guia de product discovery: "64% das funcionalidades que criamos em softwares raramente ou nunca são usadas pelos usuários". É entendendo o processo de discovery que os esforços necessários, e pertinentes, entregarão resultados.

Saber o que é product discovery e como funciona, que engloba respeitar um período, flexível e contínuo, em que uma equipe de produto foca em descobrir o problema certo, é o caminho mais seguro para compreender o que realmente seus usuários querem com aquela ferramenta.

Por exemplo, quando você vai ao dentista com dor e, sem ao menos ter feito um exame, ele marca uma extração. Você vai desconfiar dos serviços deste profissional, ok?

Pois bem, é isso que o product discovery, orientado pelo Design, faz: examina os “pacientes” e entende quais são os problemas responsáveis por suas dores, antes de qualquer ação.

Neste artigo, contamos com Rafael Burity, professor da Digital House e especialista no mercado de área de UX, para explicar melhor sobre esse método.

Guia sobre product discovery: ágil e efetivo 

Se sua empresa tem um produto, ou deseja ter, sem dúvida vai precisar de uma visão em longo prazo de como o produto deverá ser e como devem enxergá-lo. E cá estamos com um guia sobre product discovery para tirar do papel!

Essa, que pode ser chamada de estratégia de produto, se alimenta do feedback do usuário ou dos objetivos das equipes, ou seja, os famosos OKRs.

Aqui, temos o papel da pessoa de produto, o product manager ou product owner, que deve se perguntar: qual problema exatamente precisa ser resolvido? Como podemos gerar o maior impacto? É nesse ponto que o processo de descoberta de produto começa a se encaixar.

“Os recursos de uma empresa não são infinitos. Mesmo assim, muitas vezes, só descobrimos que optamos por seguir uma hipótese errada, quando o novo produto ou funcionalidade é lançada”, enfatiza Burity.

Sempre há incerteza quando se trata de tomar decisões sobre produtos. São realizadas descobertas de alguns deles porque se quer reduzir os riscos em torno do que se decide construir. 

Como aplicar o discovery para resolver problemas

Como diz o empreendedor e designer Scott Berkun, "grande parte do desafio da inovação é descobrir o problema que precisa de uma solução". Portanto, descobrir esse problema é parte do processo interativo que busca reduzir a incerteza, garantindo assim que o produto construído seja o mais aderente à necessidade do público certo. 

“O product discovery permite que os times de produto ganhem confiança no que estão entregando, além de ser base para uma fase de implementação e lançamento bem-sucedida. Ou seja, alcancemos o product market-fit”, explica o professor.

Mais uma frase que embasa essa afirmação: "product discovery é um processo para definir um produto valioso, útil e viável”. Resumindo, Marty Cagan quer explicar que a melhor maneira de colocar o método em prática é entendendo se existe um problema para seus usuários, clientes ou stakeholders, concentrando a execução em uma solução correspondente a essa dor. 

Existem alguns modelos que tratam deste processo de descoberta, mas, na essência, um time que decide explorar o product discovery precisa focar na fase que chamamos de "Problem Space". Sim, existe o que chamamos de "Solution Space" que pode parecer mais longo e trabalhoso, mas não deve ser onde investimos o maior esforço do produto.

Paul Adams, vice-presidente de produtos da Intercom, diz que 40% de suas 100 unidades são gastas, antes mesmo de começarem a projetar qualquer coisa, pois ficam obcecados com a priorização e a definição de problemas. O executivo bate nessa tecla, perguntando ao time se realmente entende profundamente do problema que estão tentando solucionar.

Product discovery: passo a passo

Este guia de product discovery passa pelas principais fases deste processo, mas, como falamos alguns parágrafos acima, podemos dividir em duas grandes fases: "Problem Space" e "Solution Space". 

Essencialmente, estas duas fases são compostas do entendimento do negócio e cliente, com a materialização de soluções que devem ser testadas com o usuário e/ou cliente.

Fase 1: Alinhamento

Este é o momento em que precisamos deixar clara a visão e expectativa de todos os níveis da empresa. Qual o resultado esperado? O que a liderança da empresa espera? 

Portanto, a clareza sobre o discovery é essencial. É nessa fase que é construída a visão estratégica do produto, onde o alinhamento é fundamental para gerar confiança e autonomia no time. Não significa que todos vão concordar, mas que vão se comprometer.

Fase 2: Pesquisa

Sem dúvida, este é o momento que requer mais investimento de tempo e esforço. Aqui devemos focar em descobrir se existe um problema real para o usuário, mapeando quais oportunidades temos em mãos.

Aqui devemos combinar técnicas, boas delas de UX Research, e ferramentas. Buscar a coleta de informações, analisar dados qualitativos e quantitativos vai enriquecer o projeto e aumentar a chance de tomar decisões mais efetivas. Precisamos ter atenção ao fato de que, muitas vezes, o que o usuário diz não é o que ele faz.

Este é o momento que devemos conectar o que descobrimos de visão do negócio com as necessidades do usuário, para nortear os próximos passos de materialização de ideias.

Fase 3: Ideação

Agora que sabemos o que o negócio precisa e o que vai atrair a atenção do usuário, precisamos fazer o time trabalhar fora da zona de conforto, para poder gerar ideias, sem a preocupação de estarem certas.

O debate é fundamental e é preciso fugir do consenso social. Existem diversas ferramentas para impulsionar o processo criativo no UX, mas, o importante é que a priorização do que deve ser prototipado seja votado democraticamente.

Fase 4: Prototipação e validação

Ideias sem aplicação não tem valor. É o momento de executar as ideias, aderentes ao negócio e ao usuário, geradas e priorizadas. Mas por que fazemos isso?

Porque precisamos descobrir qual é a percepção do usuário. Essa fase se assemelha à segunda fase de pesquisa, pois se volta a falar diretamente com o usuário, com atenção as suas opiniões e reais usos do que foi construído até o momento.

“Como é preciso rapidez, tenha em mente que a simplicidade é o foco. Porém, sem esquecer que o protótipo precisa se aproximar do real. Caso contrário, o feedback pode ser enviesado”, ressalta Burity.

Fase 5: Refinamento

Com tudo em mãos, chegou a hora tão esperada pela liderança e líder de produto: transformar as ambições em resultados. 

Porém, mesmo com tudo o que foi feito, o que se tem são ideais que ainda precisam fazer a transição para a entrega final do produto.

Será preciso partir para a definição do MVP (Minimum Viable Product) e colocar em formato de roadmap a visão geral de entregas que materializa a visão do produto, construída na primeira fase.

“Concluindo, a utilização dessa metodologia, o product discovery, constrói um ambiente de aprendizado contínuo, que beneficia equipes e usuários, além de aumentar a transparência de todo o processo de gerenciamento de produtos. Um envolvimento diversificado de partes interessadas que precisa ser contínuo e iterativo”, finaliza nosso professor.

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#Dados

Resumo LGPD: tudo que a sua empresa precisa mudar com a nova lei de proteção de dados

Se dados são valiosos, o tratamento deles dispensa comentários. É por isso que um resumo LGPD é tão importante no momento, já que a Lei Geral de Proteção de Dados está em vigor, mesmo que sem multas, e as empresas devem cumprir as novas exigências.Mais de dois anos após sua a sanção, empresas que ainda resistiam em se adequar às novas normas de privacidade, agora, buscam ajuda de consultorias, escritórios de advocacia e contratação de profissionais habilitados da área de dados.Neste artigo, que é basicamente um resumo LGPD, a gente explica por que estas empresas precisam se adequar à nova lei.Resumo LGPD: como está a lei até o momento?A LGPD tem o objetivo de oferecer aos brasileiros mais segurança sobre o uso de seus dados pessoais. Ela unifica regras sobre o assunto, mudando a questão do consentimento para o uso das informações de terceiros. Um bom exemplo são os termos de uso, aqueles textos enormes e que todo mundo aceita sem ler. Com ela em vigor, eles terão de ser muito mais curtos e claros, com a necessidade de especificar para que servem os dados solicitados.LGPD em vigorSua “estréia” passa por alguns adiamentos. No dia 26 de agosto de 2020, o Senado derrubou o trecho de uma medida provisória aprovada pela Câmara, que postergava a LGPD para 2021. Embora as multas estejam previstas para serem aplicadas a partir de agosto de 2021, assim como a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), efetivamente, esta adequação agora passa a ser uma prioridade imediata.Porém, segundo o diagnóstico da Ernst & Young,em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Software, que engloba companhias que se propõem a discutir o tema, só 38% afirmam estar em conformidade com a lei.Logo, fica óbvio que o grau de conformidade e de maturidade é muito baixo no Brasil, considerando a lei ter sido anunciada em 2018. O que muda com a LGPD?Portanto, se uma empresa realmente pretende elevar esse “nível”, precisa seguir as principais regras da LGPD: - Mapear os dados, o fluxo e o tratamento conferido a eles;- Buscar uma base jurídica para proteger a organização;- Adequar os processos à lei e organizar a governança interna, o que inclui definir um DPO (sigla de Data Protection Officer, ou encarregado de proteção de dados).Um resumo LGPD do que as empresas precisam mudarMapear/organizar os dados que detém Toda empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Logo, esta empresa precisa ter acesso rápido a todas as informações. As consideradas sensíveis, como posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso. Neste ponto, uma assessoria jurídica pode ser útil para orientar e proteger a organização nesta fase inicial.Monitorar o fluxo e o tratamento dos dadosAqui, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que transitam em uma empresa. Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.Nessa fase, um profissional da área de análise de dados é a pessoa mais habilitada para a contratação de uma solução certa ao negócio, pensando em tamanho, demandas, segmento e outras características.Uma política organizacional e governança de dadosNem só de ciberataque vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além dos de reputação da marca, há as altas multas.As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, treina pessoas a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.Um programa de governança de dados, indispensável no mundo que vivemos, pode ser capaz de prevenir esses tipos de problema, categorizando e classificando os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar, assim como os responsáveis por monitorar todo esse processo.Aí, mais uma vez, o profissional de dados entra em ação, ajudando não só na conscientização das pessoas, mas também na implantação desta nova mentalidade e processos técnicos.  Quem cuida da LGPD em uma empresaOs novos aspectos da regulamentação brasileira (capítulo VI, seção II, art. 41) especificam que “o controlador deve indicar um encarregado (de proteção de dados) pelo tratamento de dados pessoais”. Essa pessoa será conhecida como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos.Em linhas gerais, quando finalmente estiver valendo por completo a LGPD, o DPO, se não for especialista em dados, vai precisar do apoio de um, para que tudo continue bem, sem surpresas nas auditorias. Inovação e proteção de dados andam juntasA LGPD vem com ótimas intenções e se mostra uma evolução que acompanha a Era da Transformação Digital. Com ela, uma pessoa que se sentir lesada por sistemas automatizados, como em condições de crédito diferenciadas sem explicação, poderá, com garantia legal, obter uma resposta da empresa. Portanto, as empresas não só precisam adequar seus processos com ferramentas de gestão e tecnologias (Inteligência Artificial na análise de dados), mas ter muito claro o propósito da coleta de dados, como fazem isso e qual a sua finalidade. E, como você notou ao longo do artigo, a contratação dos serviços de profissionais habilitados faz parte da implantação da LGPD nas empresas, independentemente do seus tamanho e setor. No curso de Data Analytics da Digital House, que forma analistas de dados, a LGPD é tratada dentro de ética e privacidade. O tema também entra para o curso de Imersão em Transformação Digital.A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para as empresas por diversos motivos, mas com destaque para dois: passar segurança para o consumidor e evitar multas dolorosas. Com essas dicas do resumo LGPD, estar dentro da lei não será um problema para o seu negócio.Leia mais no blog DH:+ DH Series: especialista Núria Lopez fala sobre a LGPD+ Quero mudar de carreira, e agora?+ Gestão remota: como manter seu time engajado à distância

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience img
#UX

Como começar em UX Design e entrar para a área de User Experience

A principal dúvida que ronda a cabeça de quem está querendo se tornar um profissional de User Experience é como começar em UX Design.Como em qualquer carreira, a hora de iniciar ou migrar para uma área nova é difícil e envolve diversos fatores. E por mais que as vagas em UX só aumentem, assim como os salários e a visibilidade, faz bem entender tudo sobre User Design para se sentir seguro sobre a escolha.Como começar em UX Design - um panorama sobre o mercado atual É possivel migrar para UX Design independente da sua atual profissão, hoje o maior movimento para a área são de designers, visto que estes profissionais já tem alguma familiaridades com User Experience.Embora grana não seja o fator decisório de uma escolha profissional, sabemos que conta bastante, e o salário médio de um UX designer é de R$ 4.549 / mês.Além disso, a demanda é grande. A tendência é que este boom seja ainda maior nos próximos 30 anos, segundo estudo da NN/g.E por quê?  Simples, esta é uma área extremamente estratégica, onde esses profissionais ajudam empresas a ter uma visibilidade planejada, perspectiva mais atrativa aos olhos do usuário, e, consequentemente, maior presença online. Por essa razão, muitos designers migram para a área, pela abrangência e relevância dela no mundo Digital First em que vivemos.Dicas para migrar para UX DesignCrie uma rotina de pesquisa e leitura sobre a áreaO primeiro passo que vai te ajudar a entender como começar na área de UX Design é estar em contato diário com com profissionais e comunidades para entender os desafios e as melhores referências no assunto.Assim, você vai saber como é o dia a dia de um UX designer, além de todas as possibilidades de atuação dentro das áreas de UX.O que um UX Designer precisa saber?É importante que você identifique, desde já, três atividades que contribuem para que a rotina de um UX designer seja mais assertiva: pesquisa com usuário, design de interação e arquitetura de informação. De qualquer forma, a área de UX é muito maior que estas pontuações e você poderá atuar em:➜ UX Strategist;➜ Usability;➜ Product Owner;➜ UX Writer;➜ UX Research;➜ User Interface.Siga grupos nas redes sociais e faça um upgrade do seu LinkedInPara estar mais a par da área, faça parte de comunidades de UX, fale sobre o tema no seu LinkedIn e troque figurinhas com quem já está trabalhando com User Experience. Algumas das nossas sugestões são:Sugestões de grupos de UX:UXPASP: a Associação de Profissionais de Experiência do Usuário é um espaço de apoio para todos os UX Designers do estado. Por lá você encontra informações sobre a área, próximos eventos e troca de experiências;Ladies That UX BR: uma comunidade informal totalmente #girlpower. Mulheres talentosas que atuam na área e estão de braços abertos para receber outras profissionais que buscam entrar para UX;Jovens UX/UI: um encontro no LinkedIn daqueles que estão buscando respostas sobre como começar em UX Design. Bem-vindo, UX Júnior!Por falar em LinkedIn, é importante que seu perfil esteja atualizado por lá. Siga empresas e profissionais que admira, consuma suas opiniões, tendências e não se esqueça de criar um bom perfil para o LinkedIn.Para o UX designer, esta rede facilita na divulgação do portfólio de UX, pois mostra às empresas o seu trabalho e a linha de raciocínio utilizada para resolver os problemas, ou seja, sua personalidade profissional.Ok que você está começando e não tem nada concreto para mostrar. Mas pode utilizar projetos ilustrativos que demonstrem sua capacidade de resolução e criatividade.Não tenha receio sobre seu backgroundPossuir experiências anteriores diferentes, ou seja, um background diverso, é um ponto positivo para quem se pergunta como começar em UX Design. A área permite essa diversidade, por exemplo, alguém que tenha trabalhado em um call center pode agregar esse conhecimento na comunicação e na empatia na hora de aplicar testes com usuários.Desenvolva soft skillsEssas habilidades comportamentais ajudam na concretização de entregas mais ágeis, melhores resultados em todas as fases do projeto e no relacionamento com o time. Por isso é tão importante conhecer as soft skills de um UX Designer. Inclusive, veja alguns exemplos abaixo:➜ Comunicação assertiva e clara;➜ Colaboração;➜ Autonomia;➜ Trabalho em equipe;➜  Empatia;➜  Curiosidade.O que é curso de UX?Em UX, ser autodidata é quase uma regra, mas o aperfeiçoamento por meio de um curso específico da área é muito importante e valorizado pelas empresas contratantes.A Digital House tem um curso de UX atualizado e completo sobre esta nova profissão. Nele, você aprenderá a fazer pesquisas com usuários, analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios, além de criar protótipos, fazer testes de usabilidade e análise heurística para melhorar interfaces.Um diferencial importante da escola é o Departamento de Carreiras, liderado por Andrea Tedesco, profissional que te ajuda a realizar uma transição de carreira com sucesso!Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança img
#Marketing

Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric