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Criatividade no UX Design: 5 dicas que vão resolver seu bloqueio criativo

Criatividade no UX Design: 5 dicas que vão resolver seu bloqueio criativo
#UX
26 de junho - min de leitura

Descubra como solucionar seus bloqueios de criatividade com práticas que funcionam e podem ser aplicadas durante o processo criativo de UX Design.


Nada é novo. Tudo se reinventa. Porém, não exatamente. Mas o equilíbrio entre experiência e o que é inédito pode trazer a segurança e o impacto que o cliente deseja. Em UX Design, por exemplo, esse pode ser o gap de sucesso que faltava em uma estratégia. 

E a história está aí para comprovar como a reinvenção faz parte da inovação. Um dos mais importantes recursos tecnológicos da atualidade, a Inteligência Artificial(IA), foi citada pela primeira vez em 1936, quando Alan Turing publicou seu artigo sobre a possibilidade de máquinas pensarem como humanos.

Hoje, obviamente muito aprimorada, a IA está aí, fazendo parte de nosso cotidiano, nos surpreendendo por suas infinitas e novas possibilidades.

Então, veja algumas formas de quebrar o bloqueia criativo, em forma de dicas, que preparamos para te inspirar, se reinventar e, de carona, inspirar seus clientes em uma maravilhosa experiência em sua plataforma. 

1 - A busca por referências é contínua

Mudamos a todo momento. Portanto, busque referências para acompanhar estas mudanças. 

Leia assuntos diversos, se atualize sobre as tendências de design, ouça podcasts sobre diversos assuntos, explore várias formas de interação com estes conteúdos. Permita-se descobrir gostos novos, também. Estas atitudes refletem diretamente na hora da sua criação. 

2 - Promova boas experiências para si mesmo

Se você trabalha em captar a audiência de usuários para seu site, sabe da importância dele navegar com fluidez e que esta seja uma good trip. Mas para isso ficar claro, exercite a empatia, na prática. 

Visite semanalmente sites de seu interesse pessoal, mas com olhar de cliente. Anote suas sensações e gatilhos mentais  causadas pela navegação. Convide amigos para que façam o mesmo e use estes dados a seu favor.  

3 - Atualize-se sobre seu cliente 

Seja um verdadeiro observador de seu cliente, quase um stalker. Por que? Pois só assim você estará cada vez mais próximo dele, de seus gostos e mudanças comportamentais. 

Ou seja, saberá suas necessidades e desejos de compra. Além disso, será mais fácil identificar quais os melhores meios que ele quer para realizar esses desejos.   

4 - Exercício fortalece a mente

Uma dica bacana para desenvolver ideias com mais facilidade é fortalecer esta habilidade neural, escrevendo ou desenhando em um caderno qualquer coisa que ver ou pensar durante o dia e que tenha impactado seu emocional: nomes, formas, cores, sentimentos, lembranças, sonhos. 

Estas anotações serão um exercício de sua capacidade de criação, por meio de signos, símbolos e (res)significação.

5 - Técnicas de brainstorm

O chamado brainstorming, ou seja, aquela trocas de ideias, turbilhão de sugestões juntas, pode ser uma forma de ativar a criatividade. Esta técnica de dinâmica de grupo é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade de cada indivíduo daquele grupo.

A vantagem ali é ter vários pontos de vista na mesa, cada um sendo avaliado respeitosamente e alinhados com o objetivo da discussão. No olho deste furacão, ideias inéditas podem nascer. 

Como estimular a criatividade

Quem é do ramo do Design, Marketing, Conteúdo, entre outros , a todo momento se depara com a crise do sou criativo ou não? As pessoas geralmente acham que estes profissionais têm insights e ideias novas, espetaculares, como quem troca de roupas ou lava as mãos (no contexto atual). 

Isso não acontece com esta mesma frequência, sejamos francos.

Mas a boa nova, não tão nova talvez, é que tudo bem. Existem gatilhos, técnicas e dinâmicas/metodologias para que a criatividade seja estimulada. Na Digital House, temos muitos cursos que te conduzem a este objetivo. 

Experiência do usuário (UX) é um deles. Acompanhamos as transformações das empresas de perto e trazemos este conhecimento a você, com o estímulo de trabalhar a criação de personas, compreender a jornada do cliente, técnicas de storytelling, processos de ideação e muito mais.

+ Conheça as aulas remotas e 100% ao vivo da Digital House

Outras notícias

A era do óculos inteligente img
#Tecnologia

A era do óculos inteligente

Com o avanço da tecnologia, diversos objetos do nosso dia a dia estão se tornando cada vez mais inteligentes e digitais.Há alguns dias a Ray-Ban em conjunto com o Facebook anunciaram um óculos inteligente com o objetivo de tirar fotos e gravar vídeos curtos, ouvir música e até mesmo para fazer chamadas telefônicas sem precisar ter seu celular próximo. Depois do anúncio a Xiaomi também divulgou que está desenvolvendo o seu próprio óculos inteligente que diz ser diferente dos seus concorrentes. A empresa não quer que o dispositivo seja um complemento para smartphones, mas que ele funcione de forma independente para algumas tarefas.Mas o que podemos esperar para os próximos anos com esses novos produtos?Uma época mais digitalHoje em dia, quando ligamos a televisão no noticiário ou acessamos a internet, recebemos uma chuva de novidades tecnológicas. É carro que dirige sozinho, robô que aspira a casa, inteligência artificial que acende a sua luz ou simplesmente conta uma piada para você.Percebemos que o objetivo das grandes empresas é que essas tarefas do cotidiano virem mais automatizadas e artificiais. Será que o filme Wall-E acertou em representar o mundo daquele jeito? Pode ser que sim, mas também pode ser que não!Segurança do UsuárioVoltando ao assunto dos óculos, o que mais preocupa é a segurança do usuário.Com certeza, quem já viu a famosa série Black Mirror usa algo para tampar a webcam, isso porque, através da série, descobrimos que podemos ser monitorados através das nossas câmeras, celulares e outros objetos.Agora imagine estar usando um óculos com câmera e sistema inteligente todos os dias sem se sentir observado e sem privacidade. Mesmo sendo um tema para se aprofundar e meio assustador, é algo que precisa ser pensado e colocado na mesa para uma reflexão.É incrível que o mundo esteja cada vez mais evoluindo tecnologicamente, mas devemos saber olhar o lado bom e também o lado ruim.Inteligência artificial na DH Conheça o Certified Tech Developer, um curso completo de Programação, pensado e desenhado pelo Mercado Livre e Globant em conjunto com a Digital House. Nele, você aprenderá fundamentos digitais, front-end, back-end, infraestrutura, banco de dados, além de learning agility, entre outras coisas.Para mais assuntos como esse, conheça a nossa biblioteca de conteúdo.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas? img
#Dados

Ciência de dados e inteligência artificial: qual é a relação entre elas?

Possuir a habilidade de extrair informações de valor dos dados que uma empresa coleta e saber o potencial e os possíveis usos da ciência de dados e inteligência artificial pode diferenciar uma empresa no mercado e o profissional em sua carreira.Neste artigo, você entenderá esses conceitos e a relação existente entre eles. Continue acompanhando.Qual a relação entre ciência de dados e inteligência artificial?A ciência de dados e a inteligência artificial são áreas aplicadas de forma intercambiável nas empresas. É importante saber que, embora os dados possam necessitar de alguns aspectos da IA, eles não refletem tudo. A inteligência artificial está em um processo constante de evolução e ainda há muito o que mudar e explorar.A ciência de dados é uma tecnologia que vem conquistando indústrias em todo o mundo e contribuiu para a quarta revolução industrial que ouvimos tanto falar.Isso é uma consequência da explosão maciça de informações disponíveis na internet e a crescente necessidade das organizações de se basear nos dados, para criar produtos melhores ao mercado. Isso porque é a partir deles que os negócios tomam decisões cuidadosas em suas estratégias de atuação.As várias fases e procedimentos na ciência de dados envolvem coleta, manipulação, visualização e gerenciamento de dados para prever tendências e a ocorrência de eventos futuros. Sendo assim, o profissional precisa ter um conhecimento sobre os algoritmos de aprendizado de máquina. E é aí que entra a inteligência artificial. As empresas precisam que os cientistas de dados ajudem a tomar as decisões necessárias, baseadas em dados. Eles auxiliam a entender e analisar os seus próprios desempenhos de operação e também sugerem as melhorias necessárias para impulsionar seus resultados. E também ajudam a equipe de desenvolvimento de produtos a aplicar melhorias para os clientes finais, analisando seu comportamento a partir das informações.Quanto ganha um cientista de dados e inteligência artificial?O salário de um cientista de dados inicia em R$ 4.585,00 e pode chegar até R$ 8.170,00. Sendo assim, a média salarial no Brasil é de R$ 6.144,00, dependendo das habilidades técnicas e experiências, lembrando que essas habilidades também incluem a manipulação de algoritmos de IA.Já o salário médio do profissional que decide trabalhar focado 100% na inteligência artificial, como um engenheiro de machine learning, por exemplo, segundo o site Glassdoor, é de R$ 6.772 por mês, podendo chegar a R$ 16.000,00, para nível sênior, aqui no Brasil. Os valores costumam variar conforme o porte da empresa e a experiência do trabalhador.Como é o curso de ciência de dados e inteligência artificial?Atualmente, o grande desafio dos profissionais é acompanhar as mudanças da tecnologia. Não são só os cientistas de dados e especialistas em inteligência artificial, pois essas transformações afetam todo o mercado de trabalho de uma forma geral.Os profissionais que dominam as habilidades de interpretar dados ou usá-los para promover mudanças e basear suas decisões serão sempre essenciais e ainda mais valorizados se houver o pleno domínio da inteligência artificial, para poupar tempo e o gasto de recursos.O Brasil carece de profissionais qualificados em tecnologia, formando anualmente 46 mil novas pessoas para trabalhar nas diferentes carreiras. É um número baixo de acordo com estudos que preveem a necessidade de 420 mil novos trabalhadores até 2024.Sendo assim, a recomendação é para que você não se preocupe com as mudanças do mercado de trabalho, mas invista no seu conhecimento e entendimento das novas tecnologias.O curso de Inteligência Artificial da Digital House (DH) é voltado para profissionais que já possuem experiência na área, além da familiarização com cálculos, probabilidade e estatísticas e conhecimentos básicos de machine learning.A maioria dos profissionais que optam por escolher a jornada são cientistas de dados que querem aprender novos conceitos e processos. Confira os principais:• Fundamentos da aprendizagem profunda.• Como construir redes neurais e liderar com sucesso projetos de machine learning.• Redes convolucionais, RNNs, LSTM, Adam, Dropout, BatchNorm etc.A DH é a maior referência de instituição para aprendizado de habilidades digitais da América Latina e entende a importância da inteligência artificial para o crescimento da tecnologia e o sucesso das empresas no mercado.Inscreva-se no curso e seja um especialista capaz de lidar com os desafios atuais e, consequentemente, do futuro, desenvolvendo diversas soluções inovadoras para processos organizacionais, entre outros campos.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

UX e design thinking: um combo para a melhor experiência do usuário img
#UX

UX e design thinking: um combo para a melhor experiência do usuário

Nos últimos anos, eles têm sido usados cada vez mais por profissionais e empresas de todos os portes. É importante saber que design thinking não é a mesma coisa que UX, apesar de poderem ser utilizadas de maneira complementar. Essa combinação pode impulsionar a melhor experiência do usuário na interação com produtos e serviços, com muita inovação.Acompanhe este artigo, entenda o porquê a mentalidade norteada pelo design thinking pode trazer muitos benefícios para o negócio, se pensada junto à UX.O que é design thinking em UX?Ter uma marca presente no meio digital sem pensar em design thinking em UX é praticamente impossível. O conceito se baseia em um processo interativo, com o objetivo de entender o usuário com exatidão.Nesse decorrer, o profissional deve propor suposições e estudar problemas, a fim de identificar novas estratégias e soluções alternativas, que tornam determinados produtos e serviços mais assertivos às necessidades de seus clientes.Por ser uma abordagem baseada em solucionar problemas, acaba sendo uma ótima maneira de pensar e trabalhar e, ao mesmo tempo, gerar métodos práticos no dia a dia.Os conceitos de design thinking e UX sempre estão lado a lado. Isso porque proporcionar experiências cada vez mais personalizadas e de acordo com a necessidade do usuário é uma tendência que muitas empresas estão priorizando.UX é a mesma coisa que design thinking?Como já dissemos, os dois conceitos não são a mesma coisa. A verdade é que o UX usa design thinking em seus processos. Ou seja, o User Experience conta com diferentes metodologias para testar todos os pontos de contato com cliente, como o design thinking, para chegar a resultados que estejam de acordo com a realidade do público.O design thinking é um método que se baseia na lógica, na imaginação e no raciocínio, para explorar as inúmeras possibilidades do que poderia ser, com o objetivo de beneficiar o usuário final (o cliente).Em qualquer produto ou serviço digital, a usabilidade é um dos pontos mais importantes e que deve ser priorizada. Essa é a essência do UX.Como funciona o processo de design thinking?Como falamos, o design thinking é uma metodologia utilizada na criação de projetos e desenvolvimento de produtos. Tudo isso pode ser compreendido como um processo de resolução de problemas, estruturando ideias com base no usuário final. O sucesso de tudo depende de alguns pontos importantes e fundamentais para qualquer projeto que atenda às demandas.No entanto, na prática, há uma distância considerável entre o desejo de adotar o método e a sua utilização em processos e ações diárias. Neste cenário, muitos empreendedores ainda não sabem como utilizar o design thinking em seu negócio.Essa abordagem pode ser utilizada em qualquer área que tenha um problema a ser solucionado e a possibilidade de aplicar inovações para otimizar sua usabilidade. Para isso, é preciso ter um time multidisciplinar focado em se aproximar do público, entendendo e dominando sobre o cenário do desafio.Além disso, outro ponto importante no funcionamento do design thinking em uma empresa é a criação e/ou implantação de uma cultura organizacional focada na colaboração entre diferentes times, cooperação e incentivo à criatividade em diferentes processos.Com tudo isso, é possível aplicar a metodologia e seguir as etapas que iremos explicar no próximo tópico. Assim, o seu negócio terá os mesmos resultados de outras grandes organizações que já utilizam a estratégia.A Digital House é uma das principais referências de ensino na área de UX. Em seu curso de Experiência do Usuário, o aluno aprende e domina diferentes técnicas, como o design thinking, para lidar com os desafios e problemas do dia a dia da melhor forma, trazendo resultados assertivos e mudando o rumo de empresas.Nossas aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas do mercado. Que tal conferir a grade do curso? Garanta o seu sucesso agora mesmo!Quais são os 5 estágios do design thinking?Como comentamos, a abordagem do design thinking possui algumas etapas importantes, que garantem o seu sucesso, ajudando os profissionais a entender e trabalhar com pontos críticos de desenvolvimento. São cinco estágios. Confira agora mesmo:EmpatiaEsse é o ponto chave do design centrado no usuário final. Nesta etapa, é preciso entender as necessidades das pessoas, de acordo com o desafio a ser solucionado.Busque entender o porquê de eles fazerem as coisas que fazem da maneira atual, seus aspectos físicos, emocionais, psicológicos, desejos, vontades, frustrações, entre outras características importantes e relevantes para o processo.DefiniçãoCom suas descobertas e identificações na etapa de empatia, é preciso transformar todos esses dados em insights e necessidades para o seu projeto. Tudo baseado no entendimento dos usuários finais e seus ambientes.Algumas ferramentas podem auxiliar nessa etapa, como a construção da persona, um mapa mental, analogias, journey map, entre outras opções relevantes.IdeaçãoNesta etapa, é preciso explorar e gerar ideias, de fato. Nesse processo, não há um limite: tenha o máximo, tanto na quantidade quanto na diversidade de propostas de soluções.Para isso, é comum usar o método conhecido como brainstorming, que atua na capacidade criativa de indivíduos e/ou grupos, colocando todos a serviço de objetivos predeterminados, que, no caso, foram pensados na etapa anterior.PrototipaçãoPara esta fase, são construídos protótipos, a fim de ajudar a compreender a maneira como as pessoas irão interagir com o projeto de maneira mais próxima do real, além de auxiliar na otimização das soluções de maneira mais rápida e assertiva.Para essa construção, é possível explorar muitas opções de ferramentas e métodos. Basta escolher uma que encaixe no seu contexto, em seu orçamento e que seja fácil de modificar e explicar aos demais envolvidos do projeto.ValidaçãoNesta etapa, é preciso testar o protótipo com usuários reais, observar suas impressões e obter os feedbacks, que são essenciais para refinar e aplicar melhorias no protótipo e fazer com que a próxima interação com o produto ou serviço gere mais valor ao cliente.É importante testar os protótipos o mais cedo possível, antes que as chances de falha aumentem. Se você não verificar como o usuário está interagindo com o seu projeto, é como se você estivesse trabalhando no escuro.E aí, gostou do conteúdo? Recomendamos que você aprenda ainda mais sobre experiência do usuário, lendo nosso artigo sobre design responsivo e a sua importância no desenvolvimento de sites.Não deixe de conferir também nossa biblioteca de conteúdo e o Blog DH, com diversos outros artigos e materiais interessantes sobre diferentes áreas da tecnologia.Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)