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Primeira edição do C-Summit reune mais de 150 executivos na Digital House

Primeira edição do C-Summit reune mais de 150 executivos na Digital House
#Carreira
12 de junho - min de leitura

Cultura como impulsionador da inovação foi tema do evento


Na primeira edição do C-Summit realizado no dia 10 de junho, Fred Trajano começou o dia nos impressionando sobre a transformação da Magalu para enfrentar o que está por vir. Em seguida tivemos uma "aula" sobre inovação do Pedro Waengertner, CEO da ACE Aceleradora. Ainda ouvimos Eduardo L'Hotellier, fundador e CEO do GetNinjas, e fechamos o dia com um painel com duas grandes empresas que estão avançando em sua transformação digital. Marcelo Tabacchi, CEO da Faber-Castell, e Vanessa Cordaro, Diretora Executiva de RH da AstraZeneca, compartilharam como duas grandes multinacionais estão tomando a liderança em revolucionar não somente a operação local. Confira os principais insights da primeira edição do C-Summit. 

Fred Trajano do Magazine Luiza

Segundo Fred Trajano, CEO do Magazine Luiza, a transformação digital para o Magazine Luiza é partir do varejo tradicional com uma área digital para uma plataforma digital com pontos físicos e calor humano. Ele explicou cada um desses 3 elementos: A plataforma digital é criada a partir do LuizaLabs, um grupo de quase mil profissionais de tecnologia com conhecimento acumulado, já tendo criado mil aplicativos. Esse grupo vem crescendo e acumulando novas competências. Há 2 anos atrás existiam apenas 5 cientistas de dados, hoje já são 50. Fred afirma que o LuizaLabs tem um papel cultural importante na transformação da empresa, inclusive de contaminar as outras áreas. Pontos físicos são ativos importantes para o Magalu e um diferencial versus a competição puramente online. Para Fred, a evolução na transformação deve respeitar o legado: "A loja tem que tocar na banda e não ver a banda passar". Um importante destaque é identificar os principais ativos e quais podem alavancar a experiência digital. Além das lojas, um desses ativos é a operação logística, que teve seu modelo reformulado e otimizado para cada caminhão reabastecer lojas, entregar mercadorias para pick-up in store e na casa dos clientes. "Ainda não entregamos em 30 minutos como já se faz na China, mas estamos evoluindo bastante". Por calor humano Fred destaca a importância da cultura, de pensar fora da caixa e não ter medo de errar. As pessoas são empoderadas a agir com autonomia colocando o cliente em primeiro lugar. Cada loja tem uma fanpage no Facebook para postar videos gravados pelos próprios funcionários, usando a "linguagem do povo, a linguagem daquela cidade". Um participante do evento perguntou como eles conseguiram fazer a transformação da cultura. Fred respondeu que "a gestão de pessoas é uma agenda do CEO". Foco nas pessoas e na cultura são fundamentais para o sucesso de uma grande organização. Ao fazer a transformação digital, tenha em mente o problema que você quer resolver. No caso do Magalu, um cliente demorar 45 minutos para fazer uma compra na loja era um problema. A visão é chegar em 1 minuto. Hoje, com novos processos, novas ferramentas, e funcionários ágeis e conectados, as vendas são feitas em 2 minutos.

Pedro Waengertner da ACE Aceleradora

Pedro Waengertner, CEO da ACE Aceleradora, apresentou os seis princípios da inovação radical:
  • Inovação é design organizacional;
  • Gestão ágil;
  • Mate seu próprio negócio;
  • Pensamento de investidor;
  • Trabalhar com parceiros;
  • Cliente.
Cultura também foi um dos principais temas. Segundo Pedro “existe um gap enorme entre o mindset que as pessoas precisam para inovar e como as pessoas estão acostumadas a trabalhar”. Inovação está muito ligada a execução, e obviamente paredes coloridas, puffs e mesas de ping pong não são catalisadores. As empresas precisam transformar inovação em valor, e existe muito valor sendo criado por startups em garagens na casa dos pais de recém-formados. "Inovação não é tecnologia. Quem inova são as pessoas". Para Pedro o app do Magalu é um sintoma de um jeito diferente de pensar, não é uma causa. É um grande erro achar que ao se criar um app a empresa passa a ser digital. Esses princípios de inovação são detalhados em seu recém lançado livro "Inovação Radical". É uma ótima leitura, recomendo.

Eduardo L´Hotellier do GetNinjas

Eduardo L'Hotellier contou uma experiência frustante que teve quando precisou contratar um pintor em 2010. Recorreu a indicações do zelador do prédio e anúncios de classificado. Depois de gastar muito tempo tentando laçar um profissional, o serviço não ficou bom e ele se viu refém da situação pois não tinha para quem reclamar. Eduardo sabia que muitas pessoas também passam por isso ao contratar profissionais para serviços em casa, daí surgiu a ideia de criar o GetNinjas. Hoje a empresa conta com um time de 90 pessoas e está organizada em células de times ágeis que focam por exemplo na experiência do contratante e na experiência do profissional. Mas no começo, quando era apenas ele e algumas poucas pessoas, as coisas eram bem diferentes. Não existia uma preocupação muito grande com escalabilidade do negócio, o foco era em fazer o modelo dar certo e em aprender com os erros. O negócio do GetNinjas depende de clientes acessando a plataforma para contratar profissionais, e de profissionais cadastrados e disponíveis para realizar serviços. Esse efeito de rede gera benefícios para o dois lados, mas o "problema do ovo ou a galinha" é um desafio no começo. No início, quando um cliente solicitava uma profissional, recebiam a mensagem "nossos robôs estão procurando um profissional para você". Eduardo conta que na verdade essa interface era feita pela Integração Estagiário, um time de estagiários cuja missão era ligar para pintores, encadores, eletricistas, e convencer os profissionais que a plataforma era séria. Eduardo falou também sobre a escolha do time e de alguns erros que cometeu. Disse que as primeiras contratações fez puramente baseada na experiência profissional, considerando as aspectos técnicos. O aprendizado foi que a escolha do time em uma startup deve envolver tanto a parte técnica quanto os objetivos pessoais. "Você vai passar muito tempo com algumas poucas pessoas, é importante ter objetivos comuns de longo prazo. Eu teria conversas mais longas antes de contratar. Conversas em bar".

Marcelo Tabacchi da Faber-Castell e Vanessa Cordaro da AstraZeneca

Assim como Fred Trajano destacou a importância de ter em mente o problema que você quer resolver ao fazer transformação digital, segundo Marcelo Tabacchi, CEO da Faber-Castell, "é preciso pensar nos pain points e colocar tecnologia onde precisa". Pragmatismo e orientação a geração de valor são fundamentais na jornada de transformação digital. Completando o painel, Vanessa Cordaro, Diretora Executiva de RH da AstraZeneca, colocou que "a maior barreira são as pessoas. O desafio é mostrar que todo mundo pode aprender". Isso foi muito bem ilustrado na apresentação do Magazine Luiza com um video que mostrou um vendedor intimidado com o digital, com medo que usar o app de vendas iria atrapalhar o dia-a-dia. Um domingo esse vendedor tomou coragem e ficou determinado a ficar fluente no aplicativo. Perdeu o medo e viu que o digital é uma ferramenta poderosa. Outro aspecto da cultura digital muito pregado é não ter medo de errar. Pedro Waengertner destacou que errar rápido e errar barato são uma oportunidade de aprendizado, e que organizações, por terem aversão ao erro caro, não dão liberdade para os funcionários falharem. Segundo Marcelo, isso é uma disruptura grande pois a gente não pode falhar em casa. Somos criados com a noção de que ter sucesso significa ter acertos. Vanessa descreveu sua expedição na China: "Depois que conversei com Ali Health, cheguei a conclusão que em algum momento a gente vai ser destruído. Por isso começamos nossa transformação digital”. A AstraZeneca hoje é um modelo para as outras filias no mundo e a Vanessa tem sido uma embaixadora de como fazer transformação digital. Na Faber-Castell no Brasil a história é parecida, e o Marcelo tem ajudado a revolucionar as operações no Brasil e na matriz na Alemanha. Marcelo fechou o painel dizendo que “a tecnologia não é prioritária, a transformação é cultural". Permitir erro, dar autonomia aos times, focar nos problemas certos e balancear entrega de resultado no curto prazo e longo prazo são alguns dos principais atributos para se criar um mindset digital. A Digital House chegou no Brasil há 1 ano e já fez treinamentos sobre transformação e práticas digitais para mais de 40 empresas de diversos setores e tamanhos. O momento de transformar o negócio é agora, aqui no C-Summit vimos em todas as conversas o quanto é importante investir nas pessoas. Como disse o Tabacchi, a "transformação é cultural". Quer saber como podemos lhe apoiar nessa jornada? Entre em contato com a gente!  

Outras notícias

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como img
#Dados

A Inteligência Artificial já faz parte do seu dia a dia, saiba como

Esse termo tech descolado foi dado, oficialmente, em 1956, durante uma conferência na Dartmouth College, universidade da terra do tio Sam, em New Hampshire. Na ocasião, os moderninhos da época  definiram a inteligência artificial, ou IA para os íntimos, como a "ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes". Uau! Se parece futurista hoje, imagine há mais de meio século atrás. Mas, só nos anos 2000 que a inteligência artificial realmente começou a decolar, passando a tomar forma e integrar a vida e o cotidiano dos humanóides.IA à vista! E olha a inteligência artificial ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Recentemente, a Microsoft anunciou a criação de um AI Industry Board (Comitê da Indústria para Inteligência Artificial) junto a outras empresas e organizações, aqui no país. A meta é se reunir trimestralmente para discutir o uso ético e responsável da IA, além dos desafios e oportunidades trazidos por esta tecnologia. A conferência contou com a presença de executivos de empresas como Bradesco, Vivo, Grupo Fleury, Sulamérica e Car10, além da participação de Miriam Wimmer, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O encontro, realizado online, teve palestra de Lisa Tanzi, vice-presidente corporativa da Microsoft Corporation. O AI Industry Board tem foco no uso responsável desta tecnologia, compartilhando boas práticas adotadas por empresas e organizações de vários segmentos, aprendendo todos juntos a promover o desenvolvimento da inovação no Brasil. Bola dentro no que se refere à competitividade do país por meio da IA e seu impacto na transformação digital.Fizemos uma lista abaixo com 8 indícios de IA, presente no dia a dia, para você não achar que estamos viajando no desenho dos Jacksons (jóvens talvez nem entendam a brincadeira). Acompanhe. 1 - Assistentes virtuais A criação de assistentes pessoais virtuais é uma das aplicações de IA mais utilizadas, atualmente. Seja a Siri, Cortana, Alexia, eles funcionam em diversos celulares e auxiliam em tarefas básicas como definir alarmes, lembrar compromissos, ligar para outros números, informar a previsão do tempo, entre outras funcionalidades. O Google Maps e muitos outros também entram nos assistentes que salvam rotinas e agendas por aí. 2 - Medicina Exames e diagnósticos sofisticados dependem de IA para serem mais precisos. Tratamentos contra alguns tipos de câncer também se desenvolvem com a ajuda dela. Um exemplo atual de IA na medicina é a Stratasys, que anunciou mobilização global dos recursos e experiência em impressão 3D da empresa para ajudar no combate à pandemia atual da Covid-19. A empresa pretende fornecer milhares de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) descartáveis para os profissionais da saúde. 3 - Segurança Mundo conectado, com encurtamento de distâncias entre pessoas, empresas, países e continentes. Em contrapartida, o lado negro da força também tira vantagens disso, independentemente da pandemia ou não. Os cibercriminosos, cada vez mais presentes e sem escrúpulos, se aproveitam de situações de crise e vulnerabilidade, com novas e mais sofisticadas ameaças digitais. No sentido de se precaver contra este perigo, além do bom senso (práticas de uso cauteloso de acessos e compartilhamento de dados), existem sistemas e softwares, com tecnologia baseada em IA, que ajudam a detectar problemas de invasão e não conformidade, abrangendo usuários, dados e perímetro. 4 - Transporte Aqui a atuação da IA é soberana, atualmente. Você, ou o motorista de transporte, público ou não, que você utiliza para se locomover, usam inteligência artificial. No caso do transporte público, de rastreamento. No caso de particular, para escolher melhor rotas, evitando trânsito e estradas acidentadas, chamando o próximo passageiro e por aí vai. Já no transporte rodoviário de cargas, essa tecnologia ajuda a aumentar a lucratividade das empresas e impulsionar a logística por terra, água e ar, ajudando aquela sua compra pela internet a chegar, linda e rastreada, em suas mãos, no menor tempo possível. Como? Robôs com inteligência artificial fazendo um sofisticado trabalho de gerenciamento de cargas para alcançar os melhores resultados em entregas. 5 - Alimentação Aqui, IA não se restringe apenas nos apps que entregam alimentos, mas revolucionando a forma como os procedimentos da indústria de alimentos e bebidas são realizados, na relação ao atendimento ao consumidor, processos de fabricação, manuseio, gestão da cadeia de suprimentos e embalagens. Para que você entenda o tamanho da evolução, algumas empresas especializadas contam com um acervo de algoritmos fundamentados em IA, que tornam capaz a obtenção de grandes volumes de dados para aprender os mais variados padrões de processos logísticos, incluindo campanhas de marketing, sazonalidades, produtos mais vendidos, entre muitas outras informações deste mercado, tudo com foco no bon appefit do freguês. 6 - Entretenimento Fora os aplicativos que mudam avatares, fotos, edições destas fotos, tudo ao alcance de nossos dedinhos em dispositivos móveis, podemos colocar neste barco do entretenimento também os serviços de streaming, cinema e uma outra infinidade de aplicações incríveis na produção de conteúdo, com algoritmos tratando textos, imagens, áudio e vídeo. E, calma, pois aqui não esquecemos de citar o universo dos games, outro espaço onde a inteligência artificial está mudando a forma como jogamos. Com a chegada de acessórios como os óculos de realidade virtual, a imersão do usuário só aumenta, proporcionando experiências nunca antes vividas. 7 - Mercado de trabalho A tecnologia de IA já tem como reformular o processo de contratação, coletando os dados para ajudar a colocar as pessoas certas nas posições certas. O uso de dados, com os programas de IA, aprimoram a experiência humana, em vez de substituí-la. E é nessa aposta que plataformas de experiência de talentos oferecem ferramentas para mudar a maneira como as empresas gerenciam o desenvolvimento dos funcionários. Essa tecnologia acompanha o progresso e dá a oportunidade de medir o sucesso dos colaboradores de uma maneira muito mais ágil e tangível. 8. Casa inteligente Os eletrodomésticos chamados inteligentes, ou seja, com base em dados de IA, devem crescer quase 20% até 2023. Esse mercado já mostra como as casas inteligentes caminham para ser realidade em poucos anos. Nesse campo fértil, o aprendizado de máquina e a conectividade de aparelhos são a base para fornecer uma experiência de ambientes integrados. Por exemplo, uma cozinha integrada com dispensas que se “comuniquem” com as geladeiras, evitando desperdício, entre outros tipos de automação. Hoje, as luzes, câmeras e garagem de seu prédio talvez sejam o mais próximo que você tenha de experiência com este tipo de tecnologia, mas os assistentes de voz ganham cada vez mais espaço e sua máquina de lavar, por exemplo, toda programável, é sinal de que sua casa caminha para esta trend. Quer saber mais sobre como fazer parte destas mudanças que o mundo passa, sendo protagonista delas. Conheça os cursos em habilidade digitais da Digital House. Nosso time-fera de especialistas pode te ajudar nesta missão. Projete sua carreira para o futuro que já começou.

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado img
#Dados

LGPD e a cyber segurança: como a lei abre caminho para um novo mercado

LGPD colocando ordem no parquinhoCom o avanço da hiperconexão, nossos dados navegam por vários destinos, seja em sites, cadastros de acessos, apps, jogos, etc. Essa superexposição deixa empresas e cidadãos vulneráveis e na mira de cibercriminosos que roubam informações e disseminam vírus a torto e a direito.A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais vem justamente para colocar ordem nesta antes terra de ninguém. A LGPD é a regulamentação brasileira, baseada na GRPD europeia, que garante o direito da proteção de dados, exigindo mais transparência das empresas quanto ao tratamento de informações confidenciais. Isso quer dizer que qualquer informação sua só será coletada com prévia autorização, assim como guardada por terceiros somente pelo tempo que você definir.A LGPD entra em vigor a partir de agosto de 2020. Mesmo com a pandemia mudando as rotinas e destinos, essa data de início permanece até segunda ordem. E quando gritarem valendo, quem desobedecer às regras ficará de castigo! Antes fosse… na real, as empresas que não seguirem a norma estarão sujeita a duras e altas multas - algumas equivalentes a 2% do faturamento da empresa, com teto de R$ 50 milhões por ocorrência. Sim, como diria aquele meme raiz, que dó da formiguinha...Portanto, cyber segurança passa a não ser um serviço apenas opcional. Vira questão de prioridade, sobrevivência e base de qualquer negócio da era digital.Cyber Segurança - a realidade do virtualParte dos casos de vazamentos de dados acontece por falhas humanas, olha que beleza. E isso aumentou após o uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo e no trabalho remoto dos usuários. Nesse sentido, a cyber segurança fornece ferramentas de proteção que acompanham o movimento das informações e conscientizam usuários sobre os riscos no ciberespaço.É digital, mas é real. Por isso, proteger dados com boas práticas de utilização, softwares de monitoramento, backup e firewalls de segurança são saídas para a sobrevivência das empresas. E não só para não pagar altas multas, mas também para manter a chamada reputação da marca, que, se manchada, pode acabar com anos de construção.Ter um sistema de proteção cibernética em uma empresa engloba:     > Evitar e barrar ataques virtuais; Identificar riscos;      > Proteger dados;      > Determinar diretrizes para gerenciamento de informações;      > Controlar o acesso dos usuários aos dados;      > Recuperá-los em caso de vazamentos. Chegou a hora do Data Protection OfficerO novo mercado que surge precisa se adequar às regras do jogo, investindo em sistemas de segurança e em um profissional voltado para a proteção de dados que saiba gerenciar estas ferramentas, assim como educar as pessoas para seu uso. E esse movimento é mais uma das características da revolucionária Transformação Digital, que traz várias oportunidades de carreira para quem tem coragem e quer aprender a reaprender.A Digital House, uma das maiores escolas de habilidades digitais do planeta, possui um curso de Cyber Segurança. Nele, você entende sobre Sistemas Operacionais, Topologia de Rede e Bancos de Dados, e tudo o que é indispensável para controlar a segurança de uma empresa, criando e monitorando um plano de ação.Como? Manjando muito de:     1. Redes TCP/IP      2. Aplicações Web e Banco de Dados      3. Criptografia      4. Identidade de Acesso      5. Cloud      6. Normativas e Análise de Risco      7. Plano de Segurança da Informação Nossos especialistas estão ministrando aulas remotas neste período de quarentena, para que você invista seu tempo em capacitação e entre neste novo momento, qualificado. Vem com a gente para o novo, nada desconhecido.

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Passe seu isolamento social muito bem acompanhado com os novos conteúdos da DH Series

Sendo assim, a Digital House, maior escola de habilidades digitais da América Latina e uma das principais do mundo, orgulhosamente anuncia o lançamento de sua página de conteúdos em formato de vídeo, pensando em deixar seu isolamento social muito mais interessante e agregador, a DH Series. Lá, você encontra assuntos atuais e incríveis (sem falsa modéstia), como as mudanças que virão com a LGPD, Customer Experience, Inteligência Artificial, Cultura de Inovação e Indústria 4.0, Diversidade no Digital e muito mais. Tudo explicado no nosso jeitinho de ser - dinâmico, objetivo e descomplicado - com nossos professores como mediadores e seus convidados. Coisa fina, não? Nesses bate-papos, você se contextualiza sobre muitos assuntos importantes do universo da era digital, de maneira abrangente e comportamental. Nosso propósito nada singelo com esse canal é que o “bichinho da desconstrução” toque seu DNA criativo e te impulsione a sair do lugar, mesmo em quarentena. Assista estes diálogos, reflita as perspectivas dos especialistas, absorva suas histórias e experiência e vamos aprender, todos juntos! Se ficar interessado em se aprofundar ainda mais sobre cada um deles, sendo também um protagonista destas áreas, conheça as profissões do futuro e impulsione sua carreira, em home office e fora dele (em breve).