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Portfólio em UX Design: como montar um e ressaltar suas habilidades na área

Portfólio em UX Design: como montar um e ressaltar suas habilidades na área
#UX
3 de agosto - min de leitura

Um portfólio de UX Design precisa mostrar as habilidades do profissional, e claro, conquistar o recrutador. Veja dicas para montar seu portfólio e quais plataformas usar.


Como montar um portfólio de UX Design de encher os olhos de recrutadores e empresas? 

Essa vitrine virtual, onde os profissionais expõem seus trabalhos de forma visualmente elaborada, precisa representar a seleção dos seus melhores projetos. 

Um excelente portfólio age como a própria materialização de uma identidade profissional e, neste caso, uma imagem pode sim valer mais que muitas palavras. Acompanhe este artigo e tenha dicas de como deixar sua vitrine diferenciada e atrativa, além de conhecer ferramentas que te ajudarão na hora da divulgação. 

Criando um portfólio de UX Design encantador  

Primeiro, vamos fazer o seguinte exercício - enxergar quem vai receber este seu portfólio como se fosse seu cliente, o usuário da sua criação visual. 

Pois bem, se sua profissão é baseada em técnicas e ações em Experiência do Usuário (UX), você precisa vender sua imagem muito bem, tornando esta experiência de valor, por meio da apresentação de um portfólio que responda objetivamente o que a empresa procura, sem perder o encanto.

Embora a profissão de UX Designer que continua a crescer a todo vapor, com muitas oportunidades de UX no mercado, isso não anula a necessidade de apresentar um diferencial em relação aos demais candidatos a uma vaga. É ele que dará a você o poder de escolha pelo que realmente interessa e agrega as suas ambições e momento da carreira.

Por falar em diferenciação, é essencial que se saiba a diferença prática de currículo e portfólio:

Currículo: documento padronizado e pouco original;
Portfólio: formato dedicado a demonstrar mais seu potencial em trabalhos já entregues.

Ok, agora que você já entendeu a dinâmica do processo, mãos à obra. Organize os melhores trabalhos já realizados, ou seja, aqueles que realmente alcançaram o objetivo planejado e agrupe eles neste portfólio com criatividade e organização mental/visual.

Estrutura de um portfólio UX

Nesta estrutura, pense sempre na maneira que tudo isso será apresentado. Lembre-se da jornada do passo a passo desta exposição para a empresa recrutadora. Essa elaboração pode significar a diferença entre uma rejeição ou a convocação para a próxima fase do processo da vaga.

Como a área de UX Design possui um leque de habilidades e funções que podem ser relacionadas, outra dica é mostrar suas especialidades em cada contato com tarefas diferentes. 

Mencione funções novas em um projeto que participou, as soft skills que desenvolveu durante ele, ações em design de interface do usuário, conhecimentos em programação, a supervisão do desenvolvimento da web, entre outros.

Porfolio UX: melhores dicas para montar o seu

Demonstre excelente nível de profissionalismo e atenção aos detalhes

Você pode usar construtores de sites, como o Wix, mas, é bacana ter o cuidado de registrar um domínio próprio para enviar seu portfólio, com seu nome e sem anúncios ou banners desses sites. 

Acompanhe o artigo que, mais para frente, preparamos outras plataformas gratuitas que te ajudarão a criar seu portfólio mais personalizado.

Conte sua história em cada projeto

Não apresente só o resultado final do projeto, coloque explicações resumidas do trajeto que percorreu até chegar ao resultado final. Conte sua história. Afinal, storytelling e UX caminham juntas, não é mesmo?

Para isso, esta estrutura pode funcionar:

1 - o problema a ser resolvido;
2 - áreas envolvidas no projeto;
3 - ferramentas utilizadas;
4 - o processo de superação do problema: wireframes lo-hi, protótipos, esboços, personas, jornadas de usuários e pesquisa;
5 - o que aconteceu depois da entrega.

Transparência quanto ao seu nível de conhecimento

Como em qualquer área, quem está começando e quem já tem um tempo no mercado agregam de maneiras diferentes em uma empresa. Portanto, esta informação precisa estar clara em seu portfólio, para uma melhor análise do recrutador.

Assim, na hora de fazer esse portfólio, se você é nível júnior, é aconselhável focar em projetos simulados, como o redesign do site atual de uma empresa, por exemplo. Neste caso, você vai trabalhar os problemas e situações reais dela e mostrar seu raciocínio e uso das metodologias teóricas para a melhoria dele.

Designers sêniors podem trazer exemplos do trabalho de suas equipes em diferentes projetos, especificando as estratégias usadas, exposição de resultados finais etc.

Agora, se o seu foco é UX Research, crie um portfólio que explore seus processos de análise, elaboração de personas, jornada dos usuários e todas as fases de descobertas que já tenha elaborado.

+ Liderança em UX Design: conheça as principais qualidades deste gestor 

Qualidade e objetividade 

Na hora de selecionar quais projetos devem ser colocados no portfólio, escolha de dois a quatro que mais se enquadrem à cultura da empresa recrutadora e à vaga disponível. 

Para ir direto ao ponto e otimizar a vida do avaliador, estruture seu portfólio com navegação clara para os projetos, sub-rubricas e processos definidos, buscando explicar com exemplos cada etapa dos projetos citados (storytelling).

Sites para montar seu portfólio de UX

Para que tudo dê certo na hora da apresentação, você precisa criar esse portfólio em uma ferramenta mais adequada a sua identidade profissional. Separamos algumas delas, gratuitas, para te ajudar nesta tarefa.

Carbonmade 

Simples e fácil de usar, no Carbonmade você cria usando templates prontos, com upload de imagens e textos. Para áudio e vídeo, é necessário assinar um dos planos pagos da plataforma. Com ele, seus projetos podem ficar separados em diferentes álbuns, com a opção de adicionar informações de contato, experiências anteriores e o que mais desejar.

Cargo Collective

O Cargo Collective permite ao usuário escolher entre mais de 30 opções de templates e, se você tiver conhecimentos de HTML e CSS, pode customizá-los. A ferramenta organiza os trabalhos em projetos, com a possibilidade de configurar slideshows e hospedar imagens na nuvem.

Behance

No Behance, você precisa do login de uma conta da Adobe. Nele,você cria portfólio com trabalhos em texto, imagens, vídeos, áudios e mini-currículo.Com ele, é possível dividir seu trabalho em projetos (ou álbuns) e colocar dentro todo o material relacionado a trabalhos específicos. 

Coroflot

Além de expor seu trabalho, com o Coroflot você tem como obter dados do tráfego de visitas no seu portfólio, além de acompanhar quais são seus trabalhos mais populares.

Wix

No Wix o usuário precisa ter conhecimento em programação. Mas, é simples de usar (todo em português) e oferece uma série de templates que se adequam a diferentes necessidades profissionais, com personalização. Por isso é importante saber programar.

Na Digital House, os alunos do curso de UX , por meio do Programa de Apoio à Recolocação e as feiras exclusivas (Recruiting Day), têm a experiência de estar cara a cara com as empresas, entendendo, a partir de suas reais necessidades, como ter um portfólio assertivo e a desenvolver essa identidade profissional tão valorizada.

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Gestão remota: ferramentas de gestão de equipes e dicas de liderança

O ano de 2020 reuniu inúmeros desafios para os profissionais, incluindo lideranças, aprendendo a lidar com gestão remota, da noite para o dia, e ainda serem assertivos em suas decisões.Uma equipe remota precisa de ferramentas, para ser produtiva, precisa de comunicação clara e objetiva, alinhamento regular entre os envolvidos e uma boa gestão para facilitar e orientar o trabalho do time.Para ajudar a gerenciar uma equipe, preparamos este artigo, com algumas dicas práticas para incrementar na sua rotina, assim como ferramentas de gestão de equipes para automatizar processos.  Gestão remota: como manter a produtividade da equipeSeparamos seis dicas objetivas para manter seu time unido, embora separado, inclusive no alinhamento das demandas e propósito da empresa.Reuniões objetivasMesmo tendo telefone, WhatsApp e outros recursos de chat, use serviços como Zoom e Google Hangouts para que as pessoas se vejam e faça bom uso das metodologias ágeis nesses bate-papos. Adeque a frequência, conforme as necessidades, determinando uma agenda ok para todos. E que elas sejam breves, para não atrapalhar, ao invés de ajudar. Anote os pontos a serem discutidos e peça para que todos façam o mesmo, antes da reunião.Tecnologias que encurtam distânciasEscolha as ferramentas que atendam as suas demandas, não apenas as tradicionais, como o e-mail e as mensagens de WhatsApp. O Asana é uma ferramenta de comunicação em grupo, baseado em nuvem, que evita os montes de e-mails trocados. Já o Trello é uma plataforma de gerenciamento e organização de tarefas individuais ou em equipe. Seu funcionamento básico consiste em quadros, incluindo objetivos, que são distribuídos entre colunas. Possui muitas opções de customização e pode se adaptar, conforme as demandas de cada usuário.Há também o Buffer, voltado principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois permite gerenciamento de redes sociais e publicações programadas com antecedência.Se você precisa saber mais sobre ferramentas que facilitam o trabalho remoto, temos um guia de ferramentas para otimizar seu home office que traz muitas opções e ainda explica o uso delas em diferentes contextos.Na gestão remota: ajuste as expectativasAjude a equipe a organizar o que eles devem fazer e crie expectativas realistas para o trabalho deles. Isso também se aplica a você, gestor. Diga claramente quais são as tarefas e as motivações por trás delas, e ajude os funcionários a entender exatamente como o sucesso será medido. Defina escopo, entregas e datas para cada tarefa do projeto.E não se esqueça da cultura de feedback, uma gestão remota também precisa impulsionar este hábito mesmo que virtualmente.Foco nos resultados da equipe, e não em cada atividadeEsta nova configuração do mercado de trabalho evidencia como não ser possível administrar todos os aspectos do trabalho não é o fim do mundo.Se concentrar na atividade ou no número de horas trabalhadas passa a não ser uma prioridade da gestão, mas sim prestar atenção nos resultados, usando suas métricas de sucesso apoiadas nisso.Assim, você demonstra a sua equipe que autonomia tem muito a ver com responsabilidade e foco.Providencie os recursos necessáriosImportante ter atenção se os recursos tecnológicos ao seu time são supridos, como computadores, software, dispositivos móveis ou até conexão de banda larga. Lembre-se de que a responsabilidade de fazer essa checagem é sua, que representa a empresa para eles, seus valores e missão.Gestão remota requer resiliência e empatiaEis um ano para desenvolver soft skills, não é mesmo? Uma boa gestão remota, especialmente nas condições atuais, olha para a produtividade das pessoas com mais resiliência. Permita a seu time liberdade e flexibilidade de fazer o trabalho em uma rotina mais saudável. Lembre-se: o foco é a excelente entrega, e não o período do “expediente”.No blog da DH você encontra conteúdos focados em liderança, negócios, e claro, habilidades digitais. Com a gente, você também consegue fazer uma Imersão em Transformação Digital e se tornar um profissional ainda melhor.Leia mais no blog DH+ Dica dos especialistas: 5 livros inspiradores sobre transformação digital+ Futuro do trabalho: o que a tecnologia não substitui?+ Foco no cliente: entenda o que é um negócio customer centric

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#Tecnologia

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Nem sempre os usuários se dão conta de sua existência e benefícios, mas elas estão lá, facilitando a vida de todos. Porém, se soubéssemos quais as APIs mais usadas por desenvolvedores, provavelmente seria mais fácil reconhecer sua relevância.Application Programming Interface (em português, Interface de Programação de Aplicações) pode não ser lá muito popular por nome - API - mas, torna a experiência do usuário(UX) em sistemas e sites muito mais satisfatória, segura e completa. Pensando nisso, neste artigo, convidamos o professor de programação, Leonardo Carvalho, para nos contar um pouco sobre as APIs mais utilizadas atualmente e qual o motivo desta popularidade toda.APIs mais usadas por desenvolvedores e sua importânciaMuitos dos apps usados todos os dias acessam diversas APIs. 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Soft skills de um UX Designer: principais habilidades comportamentais deste profissional

Nem só de habilidades técnicas vive um profissional, em User Experience, é imprescindível conhecer quais as soft skills de um UX Designer brilham os olhos das empresas.O “x” da questão, que diferencia um ótimo profissional dessa área de outro mediano, são as soft kills, ou seja, as habilidades comportamentais. Hoje, o mercado de trabalho, além da tradicional formação e experiência na função, também demanda outros requisitos.Acompanhe o artigo e entenda como desenvolver as soft skills e ser um UX designer completo.  Soft skills de um UX Designer: o que é?Para quem está se perguntando o que é um UX designer a resposta é simples: é o profissional responsável pelo visual atrativo de uma plataforma digital, que proporcione uma melhor experiência ao usuário, baseada no comportamento dele, seja por meio da usabilidade, utilidade ou conveniência oferecidas na interação com um produto. A área de UX (Experiência do Usuário) é ampla. Dentre suas atuações, o UX designer, que pode ser especializado apenas em hard skills, habilidades técnicas adquiridas por meio de cursos, faculdade ou processos repetitivos. Já as soft skills são mais sutis do que o "tecniquês", e estão associadas ao comportamento do profissional no ambiente de trabalho e na resolução de problemas complexos relacionados a relacionamento, mindset ágil e percepções de grupo, porém fazem a diferença na carreira UX Designer.Não há um hard x soft. O ideal para um profissional completo e de alto nível na área é o equilíbrio entre ambas as skills. Por isso, se atente ao próximo tópico e lembre-se, assim como qualquer habilidade, as softs também precisam de muito treino para serem dominadas.Quais as principais soft skills de um UX DesignerListamos algumas habilidades comportamentais que agregam muito ao perfil de um excelente UX designer, assim você sabe como encantar recrutadores e gestores dos projetos.Escuta ativa Uma das skills mais importantes do UX designer é saber escutar ativamente outras pessoas da equipe. E o que isso significa, na prática?Que você deve incentivar as pessoas que trabalham no projeto a compartilhar suas ideias durante todas as suas fases, para troca de conhecimento. Esse tipo de interação facilita o trabalho do dia a dia e encurta distâncias de entendimento entre as pessoas.FeedbackUm bom UX designer precisa desenvolver a capacidade de estimular uma cultura de feedback, sem utilizar linguagem agressiva ou contundente. Pensando que um projeto de UX exige muitas modificações até estar realmente pronto, opinar sem ofender os outros é imprescindível.Portanto, a dica é sempre focar no que cabe aprimoramento, indicando o gap, mas, trazendo soluções criativas e estimulantes ao time.Compartilhar ideiasComo o universo de UX está sempre em transformação, os profissionais devem seguir no mesmo ritmo. Por exemplo, ser comunicado sobre um projeto inovador, e muito desafiador, pede, entre outras coisas, compartilhar ideias para buscar mais diversidade à pauta.Além disso, ter resiliência para lidar com os possíveis gargalos no meio do caminho pode ser um importante diferencial de sucesso em sua entrega.Comunicação objetivaNão deveria, mas alguns profissionais de UX designer costumam acreditar que todos entendem deste universo como ele. Portanto, use de humildade e treine a capacidade de se comunicar de forma clara e objetiva. Esse recado se estende à comunicação escrita também, como e-mails e chats. Aliás, essa habilidade evita muitos possíveis problemas que a má interpretação pode gerar, como alterações de cor ou fonte erradas.Aprendizado constanteO usuário muda de comportamento toda hora. O universo digital que trabalhamos, consequentemente, também e o UX designer deve acompanhar todas essas mudanças. Portanto, atualize-se! Busque informações em livros, webinars, leia conteúdos de UX e outras fontes de conhecimento para o aperfeiçoamento na área.Na Digital House, o curso de Experiência do Usuário (UX) atende em cheio a esta necessidade, ajudando o profissional de UX Design a desenvolver a prática das hard e soft skills, em equilíbrio e na medida que o mercado precisa. Projete sua carreira à cultura digital com a DH!Leia mais no blog DH:+ Cultura de UX: como essa mentalidade pode transformar empresas+ Prototipação em UX: 5 ferramentas para tirar ideias do papel+ Conhea a área de UX Research e como se tornar um profissional de pesquisa